E o melhor: ambos são atleticanos!

Um já fez historia. Grapete era o camisa 3 do Galo quando o time alvinegro, o maior da Geraes, conquistou o primeiro Campeonato Brasileiro de Futebol promovido pela extinta CBD, em 1971. Jose Borges do Couto, o Grapete, cujos primeiros chutes na pelota foram dados nos campinhos de várzea de Pouso Alegre, nos anos 60, maior orgulho dos atleticanos manduanos, já sentiu o gostinho de levantar o seu caneco pelo glorioso Atlético Mineiro!
Meu caçulinha Daniel, torcedor apaixonado do Galo, também nascido em terras manduanas, garante que daqui a alguns anos vai usar a camisa 9 que Dadá usou ao lado de Grapete no escrete alvinegro – se bem que, pelo seu porte físico, ele está mais para “rei,rei,rei Reinaldo é nosso rei”.
Só espero que quando ele vestir a camisa 9 eternizada por Dadá e Reinaldo, o maior artilheiro da história do Campeonato Brasileiro de todos os tempos, o clube já tenha colocado mais uma estrelinha de campeão brasileiro no peito!
Enquanto esse dia não chega, reverenciemos nosso zagueiro campeão brasileiro de 1971. Parabéns Grapete!
















