Assaltante rouba táxi na rodoviária… E usa o carro para roubar transeuntes

Pelo menos ele continuou no ‘ramo de transporte’… assaltou as mulheres no ponto de ônibus!

O primeiro roubo aconteceu no ponto de taxi do terminal rodoviário de Pouso Alegre. Eram 04:40h da manhã desta segunda quando o cliente se aproximou do taxista Paulo Afonso, acertou a corrida e pegaram o destino. Alguns quarteirões depois o cliente colocou as manguinhas de fora. Mostrou que na verdade não queria ir para casa, mas desfilar por aí no Chevrolet Classic preto de placa vermelha. Para isso sacou uma faca e anunciou o roubo. Na iminência de ter o pescoço cortado, o taxista reagiu, lutou com o assaltante dentro do carro e conseguiu tomar-lhe a faca. O assaltante, no entanto, levou vantagem… Conseguiu tomar-lhe o carro! E saiu desfilando madrugada afora no lustroso Classic preto.
Como não conseguiu tomar a carteira com a bufunfa do taxista, o assaltante resolveu fazer mais umas fitas por aí para aumentar o rendimento da noite. Minutos depois parou o carro num ponto de ônibus na Avenida São Francisco e assaltou duas senhoras! Da costureira Jumara Ferreira ele roubou o celular Samsung, da revisora Maira Cristina ele roubou o celular e a bolsa com documentos e R$200.
E continuou o passeio de taxi pela cidade em busca de mais vítimas, até esbarrar na barca dos homens da lei na Vicente Simões. Ao perceber que se tratava do taxi roubado, os policiais saíram na sua sombra, mas o assaltante conseguiu dobrar a serra do cajuru. O taxi roubado do Paulo Afonso na rodoviária e usado para roubar as senhoras no ponto de ônibus no Primavera, foi abandonado na Rua Jose Ferreira Funchal, no bairro São Camilo, sem a res furtiva.

Assalto na porta da garagem

Os assaltantes tentaram levar o carro da cuidadora com uma idosa doente dentro dele!
Furtos e roubos podem acontecer a qualquer hora e em qualquer lugar. No entanto, na porta de casa, no momento de guardar o carro, certamente é um dos momentos de maior fragilidade…!
Pois foi numa situação dessas que aconteceu um roubo tenso ao pé da noite deste sábado, no bairro São Jose, entre as famosas avenida Perimetral e Vicente Simões.
Os assaltantes chegaram no exato momento em que a cuidadora de idosos AMG manobrava o Peugeot 206 na porta da sua residência. Um deles mostrou o cabo de um trabuco por baixo da blusa e deixou claro que queriam o carro. Tão claro que foram logo empurrando a cuidadora para fora do veículo. A tensão aumentou porque o carro levava a senhora MPA, idosa portadora de Alzheimer! À muito custo e em desespero a cuidadora conseguiu retirar a idosa do veículo já em movimento. Além do carro os ladrões levaram chaves da casa, documentos pessoais das vítimas e R$470.
Segundo a cuidadora, um dos meliantes era branco, baixo, tinha barbas por fazer e usava – naturalmente – ‘uniforme de mano’ com capuz. O outro também, também nos mesmos trajes, era branco e alto.
Pouco tempo depois a polícia militar prendeu dois suspeitos do roubo. Eles teriam sido vistos abandonando o carro roubado na rua Claudio Manoel da Costa, no mesmo bairro, a poucos quarteirões do local do sinistro. Eles foram monitorados pelas câmeras do sistema de monitoramento “Olho Vivo” passando pela Vicente Simões em direção ao centro, com pinta de somongós. Na abordagem um deles passou sebo nas canelas e tentou dobrar a serra do cajuru, mas acabou tropeçando e caiu nos braços da lei a alguns quarteirões dali. Embora estivessem usando camisetas sem as blusas de ‘mano’ quando foram presos, a vítima os reconheceu como os dois assaltantes que levaram o seu Peugeot e quase levaram também a idosa doente.
Jurando de pés juntos que são inocentes, Adan Junio do Amaral Baldini, 19, e Allyson Alberto Funchal Ribeiro, 19, receberam as pulseiras de prata e foram sentar ao piano do paladino da lei na DP.

Roubo silencioso no centro de Pouso Alegre

O meliante pediu para ver um aparelho de celular e quando a vendedora abriu o mostruário ele disse que iria levar todos!

Esse negócio de roubar um aparelho celular aqui, outro acolá, é para os fracos… Ladrão que se preza leva logo meia dúzia de uma vez.
Foi isso que fez um meliante nanico no centro de Pouso Alegre às onze da manhã deste sábado de carnaval! O moço entrou na loja “Mundo do celulares” na Duque de Caxias, na cara limpa, pediu para ver um modelo na vitrine. Quando a vendedora abriu, ele encostou um objeto duro na sua barriga e disse:
– Gostei! Vou levar todos eles. Não grita, não chora, não canta, não diga nada. Apenas fique quieta!
A jovem vendedora de 20 anos não sabe exatamente o que era o objeto duro que ficou pressionando sua barriga… E nem quis saber! Simplesmente atendeu o pedido do cliente. Afinal, este tipo de cliente sempre tem razão! Com a sacolinha cheia de aparelhinhos novos o ousado assaltante montou numa bocicleta velha e misturou-se ao agitado transito ad Praça Sem. Jose Bento e dobrou a serra do cajuru.
Segundo a vendedora, o assaltante era negro, baixinho, jovem, usava ‘uniforme de mano’ e óculos escuros. Ainda segundo ela, o assaltante levou sete celulares de modelos diversos totalizando um prejuízo próximo de R$5 mil.

Ladrões furtam motos da justiça

As motos estavam no estacionamento “Auto Socorro São Luiz”, credenciado pela polícia civil, no bairro Canta Galo
O furto aconteceu durante a madrugada desta quinta-feira, 23. Para entrar no pátio, os ladrões quebraram um cadeado e retiraram o portão do lugar. As câmeras de segurança do estacionamento mostram ao menos três meliantes participando do furto. Eles levaram 09 motos de modelos e cilindradas diferentes, incluindo duas Honda XRE 300 e uma Honda CRF vermelha.
O sobredito estacionamento de veículos apreendidos pelas policias civil e militar, fica num local deserto na periferia da cidade, atrás dos motéis na BR 459. A policia ainda não tem suspeitos.

Jony & Pangaré derrapam na farinha na Perimetral

Eles vieram de Brazopolis comprar a droga em Pouso Alegre.

A prisão da dupla aconteceu no final da tarde desta quarta-feira, 22, na avenida perimetral em Pouso Alegre. A abordagem, no entanto, aconteceu a alguns quarteirões dali, no velho Aterrado, numa das incontáveis biqueiras de drogas da Rua velha Rua Nova.
A polícia militar chegou até a dupla de aviõezinhos de Brazopolis através de amigos ocultos da lei. Telefonema anônimo dava conta de que dois guampudos haviam saído daquela cidade com destino a Pouso Alegre conduzindo um Fiat Uno branco com placas vermelhas em busca de drogas. Quando finalmente desistiram da fuga e se renderam aos homens da lei, cada um levava cerca de 50 gramas de farinha do capeta na algibeira.
Jonatham Hamilton de Souza, o Jony, e Antônio Carlos da Costa Silva Junior, o Pangaré, ambos já conhecidos da policia, trocaram o taxi de Brazópolis pelo taxi do contribuinte e foram sentar ao piano do paladino da lei na DP de Pouso Alegre, onde assinaram o 33.

Plágio… ou estilo parecido?

Sentença do Homem da Capa Preta de Pouso Alegre lembra estilo jornalístico deste colunista.
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Há trinta e cinco anos investigando e contando histórias policiais em rádios e jornais de Pouso Alegre, desde cedo adquiri meu próprio estilo. Numa linguagem simples, mesclada com frases e cacoetes do meio policial, do meio da bandidagem, salpicada de ‘juridiquês’ – pobre, é verdade! – e velhos ditados dito pelo Ditão, transportando, às vezes, fatos reais do cotidiano para as fantasias da sétima arte, minhas crônicas conquistaram dezenas, centenas de milhares de leitores. Oscilando de acordo com a quantidade de posts, e do clamor do assunto, o blog recebe mais de meio milhão de acessos num mês – Caso Larissa, de Estrema em 2015, por exemplo, que ultrapassou 100 mil acessos num só dia!
O perfil do leitor do blog é eclético. Vai desde o meliante que acessa diariamente para saber o que eu sei sobre ele, passando pelos seus familiares que me xingam, pois acham que o errado não é quem faz feiura, mas o jornalista que divulga a feiura, até leitores letrados, incluindo magistrados que por vezes não resistem a curiosidade e acessam para saber se o meliante contou mais a mim do que a ele. Tenho também uma boa gama de universitários, professores, advogados e outros profissionais liberais que tendo conhecimento de um fato, querem saber mais detalhes, pois, o blog não publica boatos mas sim fatos, senão ambas ao menos uma das versões! Enfim, são muitos e variados os leitores que acessam o blog.
Vez por outra, levado por um fato que envolve um parente ou amigo seu, ou o próprio, surge um leitor novo, que mesmo tendo embarcado de última hora quer logo sentar na janela e… Descer a lenha no estilo do colunista. Como não tem o hábito da leitura e não conhece o colunista, desce-lhe o borralho, como se fosse o único leitor a navegar pelo blog! A este não dou trela. Deixo que meus fieis leitores lhes respondam… se quiserem!
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Não obstante tais críticas não arrancarem pedaço, mas, visto que o lucro é pequeno, e o tempo poderia ser aplicado em algo mais prazeroso, por vezes o colunista se arrefece.
No entanto, quando menos se espera, texto como este na sentença de um conceituado Homem da Capa Preta da Comarca de Pouso Alegre, nos reavivam. Ao apreciar e julgar um caso de lesões corporais mútuas, advindas da escassez de diálogo entre machos, e da truculência dos mesmos, o douto juiz usou um linguajar bastante peculiar a este colunista policial. Senti-me lisonjeado…!
Eis a íntegra da sentença exarada no recente dia 09 de fevereiro em curso.

“Xª ____ Vara do Juizado Especial Civil Comarca de Pouso Alegre.
Processo : 0525.xx.zzzzzz-x
Data : 09 de fevereiro de 2017
Juiz de Direito : Mxsdsdsfs da Spsgrifj Gihsnsjsj

Aos nove dia do mês de fevereiro de 2017, às, 14h25min, na sala de audiências do Juizado Especial Civil, presente o MM. Juiz de Direito Dr. N.da S. C.. Trata-se de AIJ.
Aberta a audiência, apregoada as partes, presentes os requeridos, acompanhados de seus respectivos advogados. Presente o requerido, porém ausente o seu advogado.
Tentada a conciliação, novamente restou frustrada.
As contestações encontram-se acostadas às fls. 25/28 e 31/37 dos autos, as quais não foram tempestivamente impugnadas, mesmo porque o prazo seria até a presente data e o procurador do requerente não compareceu.
Em seguida foi reproduzida a mídia juntada pelo autor, na presença de todos tendo os litigantes reconhecido que o indivíduo que trajava camiseta regata trata-se do requerido M. e o que portava um capacete trata-se do requerente R.
As partes foram ouvidas informalmente nos termos do art. 28 e 36 da Lei 9.099/ e confirmam a versão constante da inicial da contestação.
Em seguida foram ouvidas duas testemunhas do requerente e duas testemunhas dos réus, conforme termos à parte.
Terminada a instrução pelo MM. Juiz de Direito foi proferida a seguinte decisão:

Vistos, etc.
Dispensado o relatório nos termos do art. 38 da Lei 9.099/95. Processo em ordem, nada a havendo a sanar e nem preliminares pendentes de apreciação.
Quando se inicia a reprodução do DVD, tem-se a impressão de estarmos diante de um filme ou jogo de lutas marciais entre dois pugilistas (cairiam melhor as denominações “trogloditas”, “brutamontes”, “brucutus”).
As cenas do curta metragem e potencial campeão de bilheteria (melhor dizer campeão de acessos), pelos menos nas redes sociais, nos remete às lembranças dos lutadores Scorpion, Sub-Zero, Kitana, Liu Kang, Raiden, Johnny Cage, Shao Kahn, Goro, Kano e outros, do épico jogo de videogame Mortal Kombat, que também virou filme, ou então dos lutadores Ken, M.Bison, Mike, Rolento, Ryu, Sagat, T. Hawk, Veja ou Rolento, do não menos conhecido Street Fighter.
Felizmente, – neste caso em concreto e que veio parar nas barras da justiça -, ou infelizmente -, para os aficionados pelos jogos e filmes destas produções -, nenhum dos oponentes aplicou o derradeiro ‘Fatality’ (golpes finais extremamente violentos e capazes de provocar desmembramentos do corpo). Também não se verifica, pelas imagens da mídia acostada nos autos, o violentíssimo “Brutality” (finalização sangrenta e que termina com uma chuva de ossos do derrotado).
Para facilitar a compreensão e desenvolvimento da fundamentação deste decisum, tomo a liberdade de aqui me referir, respeitosamente, aos litigantes da seguinte forma: O autor será identificado como “Homem do Capacete”, e o réu, como o da “Camiseta Regata”, até porque lendo a inicial e as contestações não podemos de primeira mão dizer que é quem, ou seja: quem é autor e quem é o réu, a não ser que o espectador conheça ambos ou pelos menos um deles. O ringue foi um não muito espaçoso corredor do estabelecimento da 2ª requerida. Não havia cordas delimitando o espaço, mas gôndolas! ]
De um aparente e fervoroso embate verbal, os ‘artistas’ partem para ao confronto físico e violento. O “Da camiseta Regata” tomou a iniciativa, e, aparentemente mais forte (“encorpado”, ‘patola’) partiu de maneira destemida para cima daquele que imaginava (ou ainda imagina) disputar o amor da mesma mulher.
O “Homem do Capacete” inicialmente adotou posição apenas de defesa. Porém como os golpes (cruzados, diretos, ganchos e torpedos) desferidos quase que à velocidade da luz – permito-me abusar da hipérbole – pelo “Da Camiseta Regata” se intensificavam e eram quase certeiros, “O Homem do Capacete” teve que partir para o ataque e até que conseguiu dar alguns empurrões no oponente. Mas não adiantou! A decisiva e potente voadora minou a resistência do “O Homem do Capacete”, o imaginário “Ricardão” que foi à lona, ou melhor, ao chão duro e impiedoso. Levou a pior. Nocaute técnico!
O troféu quem sabe o vencedor, a ‘fera’, tenha conquistado de vez o coração da ‘bela’, da musa inspiradora! Ou será que a ‘Prometida’ ofereceu o pé, do binômio ‘pé-no-traseiro’, dele ou do oponente?
Também havia alguns espectadores, clientes misturados com outros funcionários da Arena, leia-se: 2ª requerida. Alguns até tentaram acabar com a diversão, a turma do ‘deixa disso’, mas pareciam mais interessados no espetáculo do que na pacificação. A ocorrência poderia ter ficado restrita aos poucos e privilegiados que estavam no local e nem precisaram pagar ingressos. Mas caiu na internet e vazou para as mídias sociais. As câmeras que captaram o lamentável episódio estavam estrategicamente dispostas no amplo estabelecimento da ‘Arena’. Mas a finalidade não era a transmissão do embate; certamente estavam ali para vigilância do local e para flagrarem um elenco diferenciado e que tem queda pelo patrimônio alheio de forma graciosa: os ‘mãos-leves’.
Quando tudo perecia resolvido em campo, melhor dizer no ringue, o inconformado ‘derrotado’ naquela memorável briga, apela para o Tapetão.
Agora impende entra no campo legal e jurídico para encerrar o entrevero.
Com absoluta certeza, o imbróglio subsume-se aos regramentos legais insculpidos nos artigos 186 e 927 do Código Civil.
O “Da Camiseta Regata”, ora requerido, realmente cometeu ato ilícito na medida em que no afã de provocar o “Homem do Capacete”, ora requerente, esqueceu seus afazeres e deu início à quizila. E quase desmaiou a sua presa, dada a sequência das violentas pancadas.
A violação dos atributos morais do autor é evidente e incontestável, sendo que depois de não mui agradável visualização do DVD, dispensadas são maiores altercações, inclusive porque, entendo que a questão fática já foi suficientemente acima ilustrada, acrescentando que a humilhação e o constrangimento a que o requerente foi exposto configura danos morais indenizáveis.
No que tange a responsabilidade das 2ª requerida, recai a disposição normativa inserta no inciso III do art. 932 do CPC, in verbis:
“são também responsáveis pela reparação civil:
………………………………………………………………
III – o empregado ou comitente, por seus empegados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
E nenhuma tese acostada na defesa de fls. 31/37 é forte o suficiente para infirmar ou debelar a pretensão deduzida na peça de ingresso.
As imagens foram gravadas por dispositivos da 2ª requerida, aos quais só tinham acessos funcionários seus. Não interessa quem divulgou as lamentáveis cenas de selvageria, uma vez que a requerida se descurou do cuidado de mantê-las reservadas dos danos suportados pelo ofendido, permitiu que fossem divulgadas pelos malsinados grupos de WhatsApp.
Avaliando o contexto em que ocorreram os fatos, a finalidade pedagógica e retributiva da indenização, bem como a extensão dos danos suportados pelo ofendido, a situação econômica das partes, entendo que a indenização no importe de R$6.000,00 é suficiente e adequada para compensar o autor pelos percalços sofridos em decorrência das condutas do réu.
Posto isso, e por tudo o mais que dos autos consta, conforme exaustiva fundamentação supra, JULGO PROCEDENTE o pedido constante da inicial, para CONDENAR, solidariamente, os requeridos, a indenizarem o autor a importância de R$ 6.000,00 (seis mil reais), a título de danos morais, corrigida a partir da presente data (sumula 362 STJ) e juros desde a citação.
Ficam instados os réus a cumprir a sentença tão logo ocorra o transito em julgado, sendo que não havendo o cumprimento voluntario proceder-se-á ao cumprimento da sentença na forma da Lei, mediante pedido da parte interessada.
Sem custas e honorários conforme dita o art. 55 da Lei 9.099/95. Dada e publicada em audiência, da qual saem intimados os presesnte. Registre-se.
Eu, _____ ROM, Oficial de Apoio Judicial, lavrei e imprimi esta que vai assinada pelos presentes. Nada mais.

Nxsdsdsfs da Spsgrifj Gihsnsjsj
Juiz de Direito”

O bem-humorado floreio do douto e zeloso magistrado na referendada sentença, trazendo lembranças latentes do meu estilo de colunista policial, caiu-me como um bálsamo!

Moradores de rua arrombam loja da Oi

O crime foi ‘dedurado’ pelo sempre atento Olho Vivo na madrugada…

Passava pouco das duas da manhã desta quarta-feira, 22, quando a dupla entrou na loja da Oi na Rua Adolfo Olinto, no centro da cidade. Mas havia uma testemunha ocular assistindo a tudo…! Enquanto os meliantes enchiam a mochila de chips, tablets e outras mercadorias, os homens da lei chegaram e disseram:
– Oi!
Para quebrar o vidro temperado e entrar na loja os meliantes usaram a ferramenta-mor dos gatunos de madrugada: um pé de cabra! A porta de aço foi fácil levantar, pois, segundo a gerente, que foi chamada ao local pela polícia, estava com defeito e, portanto apenas encostada!
O furto triplamente qualificado só não foi consumado graças ao sempre atento “Olho Vivo”. O aparelhinho estava de ‘olho’ e ‘dedurou’ o primeiro gatuno noturno que deixou a loja carregando uma TV. O outro foi surpreendido pela policia ainda no interior da loja enchendo a mochila.
Os gatunos da madrugada, Jeferson Aparecido dos Santos Vilela, 27, e Leandro Rosa, 36, são moradores de rua. Por isso ficaram no lucro. Graças à tentativa de furto na loja da Oi eles deram tchau à liberdade e conseguiram hospedagem gratuita no Hotel do Juquinha!

Simplório & Finório atacam novamente – Parte I

Desta vez a vitima se superou! Ela entregou seu cartão bancário com senha aos vigaristas!

O mecanismo usado pelos vigaristas foi o de sempre. Dona Sonia caminhava pela avenida Pref. Olavo Gomes de Oliveira no final da manhã desta segunda,20, quando Simplório apareceu e disse que tinha um bilhete no valor de R$20 mil para receber na Mega-Sena e precisava de ajuda, pois não sabia ler e escrever.
Logo em seguida apareceu Finorio e se prontificou a ajudar. Primeiro ele fingiu ligar para a casa lotérica, e deu a bombástica notícia: o bilhete estava premiado, mesmo! E o prêmio era de R$ 2 milhões de reais!
Aí veio a ladainha costumeira, que somente quem não lê o Blog do Airton Chips ou então ouve o programa “Tudo Junto & Misturado” da Super Radio 90 às terças e sextas, não conhece: para ganhar uma parte do premio, dona Sonia e o Finório tinham que provar que eram boas pessoas, de confiança e… que tinham dinheiro!
No caso de dona Sonia, ela extrapolou. Ela entregou seu cartão e senha à finório e ele mesmo foi ao banco fazer o saque. Minutos depois ele voltou alegando que não conseguiu fazer o saque, pois a fila estava muito grande. Então seguiram para a CEF num carrão branco do Finório para receber a bolada. No caminho Simplório passou mal e dona Sonia desceu para comprar a tradicional garrafinha de agua para que ele pudesse tomar o remédio!
Quando saiu na porta do boteco com a garrafa de agua na mão, só o pó! A famosa dupla Simplório & Finório naturalmente já havia dobrado a serra do cajuru levando suas economias! Ao checar seu saldo no banco, Sonia constatou que finório havia sacado o que havia: R$ 1.500 reais.
E dona Sonia ficou só com o cabo do guarda-chuva na mão…!

Assaltante atira em frentista na Perimetral

O roubo aconteceu no posto Nova Minas, no trevo da Maria Fumaça, na noite ainda criança desta segunda-feira, 20.

Os assaltantes, parecendo pouco mais do que adolescentes, chegaram numa moto Honda de cor escura e foram logo tocando o terror. Um portava uma faca, o outro um revolver possivelmente calibre 38. Eram muito falantes e faziam muitas ameaças.
– Passa logo o dinheiro… – dizia um.
– Voces vão querer morrer por causa do dinheiro dos outros? – indagava Dizia o outro.
Depois de limparem o caixa do posto, onde havia pouco mais de 300 reais, arrastaram o frentista, e testemunhas para a loja de conveniência, onde repetiram as ameaças.
– Cadê o dinheiro? Ta pensando que sou idiota? Já nos passaram a fita! Acham que estamos brincando?
E para mostrar que falava serio, o assaltante deu um tiro na perna do frentista. Depois de pegarem mais uns trocados na loja de conveniência, o assaltante atirou novamente… na outra perna do frentista!
Os assaltantes tagarelas e ranzinzas dobraram a serra do cajuru Perimetral acima, viraram na Airton Sena, entraram na “Diquinha” e se perderam na penumbra das ruelas da baixada do Mandu. Mais tarde a policia encontrou a moto Honda CG, produto de outro furto, usada no roubo, abandonada numa quebrada do velho Aterrado.
Com um tiro em cada perna, em locais não letal, o frentista EHMG foi socorrido ao Hospital Regional Samuel Libânio. Apesar do susto e do desconforto, ele passa bem.
– Menos mal que os tiros foram nas pernas – disse ele resignado, posando para o WhatsApp.

Furto no Conselho Tutelar… De novo!

É a sétima vez nos últimos seis meses!

O furto aconteceu durante a madrugada desta segunda feira, 20, na rua Dom Assis, no centro de Pouso Alegre. Para pôr as mãos nos bens do Conselho e das conselheiras, os gatunos pularam o muro e arrombaram uma janela lateral do prédio sem vigilância.
Os ladroes levaram botijão de gás, impressora alugada, caixa de ferramentas, furadeira elétrica, pó de café, circulador de ar, papel sulfite e moedas das conselheiras tutelares e até um fardo de papel higiênico.
Embora não haja suspeitos de mais esse furto ocorrido no Conselho nos últimos meses, é de se imaginar que o autor ou autores sejam ‘clientes’ das conselheiras, velhos conhecidos, que frequentemente tomam puxões de orelha das conselheiras e do promotor da infância e da juventude!