Hoje é dia dela… Severina do Popote!!!

A sedutora senhora de quase cinco séculos está fazendo aniversário!

Produzida no Brasil desde que o país era criança em fraldas – 1530 – a bebida produzida com caldo de cana fermentado é a única genuinamente brasileira! No Período Colonial tornou-se símbolo da resistência ao colonialismo de Portugal. Mais tarde no Império, tornou-se símbolo da Independência do Brasil.
Passou por vários status sociais. Dos escravos aos senhores de engenho. Do proletariado à burguesia! Apreciada pela elite dominante do século dezenove, frequentou até o palácio real. Com a proclamação da república em 1889, perdeu duplamente a nobreza! A partir de então o chic era beber vinho, champanhe e Whisky importados. E a velha cachacinha virou “bebida de pobre”, vendida em botecos…!
Ficou assim marginalizada durante quase um século! A partir de 1980 começou reconquistar seu espaço. Hoje só no município de Salinas, Nordeste de Minas, existe cerca de 60 alambiques. Todos tentando seguir os passos da septuagenária conterrânea Havana, que não se encontra por aí a menos de R$ 560 a garrafa.
Em 1995 o escrivão de policia aposentado, Sr. Lima, se valendo do bom relacionamento com a alta sociedade pouso alegrense, entrou no ramo da cachaça. Trazia de salinas a famosa “Lua Cheia”. Comprei algumas dele à R$ 4 a garrafa de 600ml. A Velho Barreiro ou a 51 custavam na época R$1,70 o litro! Hoje a mesma Lua Cheia custa no mercado, em média, R$ 90.
Há muito que se falar deste novo filão de ouro brasileiro – coincidência ou não, a cachaça ouro predomina sobre a prata em todas as prateleiras e cachaçarias – que a cada dia, com roupagem nova, ganha mais o mercado estrangeiro. Tem até um ator americano fazendo comercial de uma cachaça brasileira. E olhe que nem é das melhores!
Mas voltemos ao titulo desta embriagante matéria!
Um pouco da Historia da Cachaça no Brasil
Antes de falarmos do dia Nacional da Cachaça, que é comemorado no dia 13 de setembro, vamos entender um pouco sobre como surgiu nosso querido destilado e sua importância histórica e cultural.
De certa forma podemos dizer que a história da Cachaça acompanha a história do próprio Brasil. O primeiro registro da nossa cachacinha se deu quando a agua que evaporava em torno da moenda onde se fazia a rapadura e o açúcar, e ardia ao cair nas costas dos escravos, foi chamada de ‘agua ardente’! Quando os mesmos escravos começaram a beber aquela agua e ficar eufóricos, e consequentemente mais produtivos, tiveram que batiza-la de “Aguardente”! Dai o primeiro nome da nossa cachaça.
A descoberta da cachaça pelos escravos, foi portanto por acidente! No processo de fabricação das rapaduras, moía-se a cana de açúcar, fervia-se a garapa e deixava-se esfriar em formas, de forma que ficasse somente o extrato que era usado para adoçar as bebidas, como café, sucos entre outras. Porém uma vez ou outra esse processo dava errado, e o caldo fermentava e tinha que ser jogado fora, pois não era aproveitado para adoçar. Por sua vez esse caldo esverdeado e escuro era chamado pelos escravos de ‘cagaça’, remetendo a algo que se dava errado. Entretanto, era consumido por alguns escravos, que após beber, trabalhavam com uma certa euforia e contentamento, fazendo até com que o trabalho rendesse mais.
Vendo que os escravos trabalhavam entusiasmados, os senhores de engenho por sua vez incentivavam os escravos a consumir a bebida. E se era bom para os escravos, devia ser bom também para o restante da população, que logo a adotou! E a bebida ganhou espaço importante na economia colonial, sendo usada por comerciantes como moeda de troca. Isso fez com que a cachaça se tornasse concorrente da bagaceira, do vinho, produzida em Portugal.
No entanto, para a corte portuguesa, essa atitude era uma afronta ao poder da metrópole, e foi decretada a proibição da bebida para os negros. Para intimidar os senhores de engenho e produtores de Cachaça, estabeleceu-se um decreto através do qual era cobrado um imposto abusivo sobre a fabricação e venda da Cachaça. Inicialmente os produtores acataram as taxas, porém, chegou em um certo momento, como acontece até hoje, que estava prejudicando-os e, claro, pois não estavam conseguindo arcar com seus custos. E partiram então para a ilegalidade. A corte não deixou barato: ordenou a destruição de alguns alambiques, causando indignação com alguns revoltosos.
O descontentamento dos produtores provocou uma rebelião contra a metrópole que, em 1660, data do marco histórico, estabeleceu-se a ‘Revolta da Cachaça’.
No dia 13 de Setembro de 1661 indignado com as leis decretadas na Carta Real que também em 13 de setembro do ano de 1649, havia proibido a venda e a comercialização em todo território colonial, os proprietários de alambique e de plantação de cana de açúcar tomaram o poder na cidade do Rio de Janeiro, por aproximadamente cinco meses. Após a tomada do poder os rebelados foram reprimidos pela corte com extrema violência. Seu líder, Jerônimo Barbalho Bezerra, foi capturado, enforcado e decapitado. Como forma de repressão às revoltas e para amedrontar a população e evitar movimentos semelhantes, sua cabeça foi pendurada na cidade!
Essa ciumeira do Império, colocou a cachaça na ilegalidade, sendo consumida em sua maioria por escravos e pessoas com pouca renda. Por isso sua imagem ficou denegrida e associada a uma qualidade inferior às demais bebidas.
Mas a estonteante bebida – que, 320 anos depois seria rebatizada por este jornalista com o pomposo nome de ‘Severina do Popote’ – apesar de rustica, descoberta acidentalmente, continuou se aperfeiçoando.
Com o passar do tempo, passou a ser destilada, filtrada e seu processo de fermentação foi melhorado. Hoje é fonte de divisas para o país. Os mais tradicionais ‘mercadões’ municipais abrigam ao menos uma cachaçaria. Os mercadões municipais de Belo Horizonte e de Curitiba juntos, tem duas dezenas de lojas que só vendem cachaças!
Da branca ou da amarela? Como chegaram a essa coloração e esses sabores? Isso também foi acidental.


Com o declínio do ciclo açucareiro, no século XVII, a descoberta do ouro no interior da colônia, tomou seu lugar na economia nacional. Por este motivo, houve uma grande migração da população para o interior do país, mais especificamente Minas Gerais. Com isso era necessário transportar a produção das Cachaças que eram feitas em sua maioria em cidades litorâneas, para Minas Gerais, onde tinha um grande mercado e oportunidades para o crescimento.
Os produtores transportavam para o interior as cachaças brancas (puras) em barris de madeira e devido ao tempo que era gasto para transportá-los, através do contato com as madeiras, a cachaça acabava alterando o sabor, amarelando e tomando aromas diferenciados. Assim foi descoberto um processo de aperfeiçoamento do nosso destilado. Com a descoberta, os produtores viram a oportunidade de diferenciar as suas Cachaças das concorrentes. Hoje, cerca de 90% da garrafas expostas nas prateleiras da cachaçarias, é amarela.
Com o aprimoramento da produção, a Cachaça começou a ter atenção dos nobres e ser consumida em banquetes do palácio e confraternizações.
A ‘agua’ que pingava e ‘ardia’ nas costas dos escravos e quando consumida os deixava ‘alegrinhos’, há quase quinhentos anos, se tornou a bebida típica e grande fonte de economia no país. Gera empregos diretos, indiretos e em 2016 gerou aproximadamente 14 milhos de dólares para o Brasil.
Por essas e por outras, em 2010, a Câmara dos Deputados aprovou o projeto de Lei do Deputado Valdir Colatto, que institui o dia 13 de setembro o “Dia Nacional da Cachaça”.
Hoje é 13 de setembro… Dia de comemorar o dia do destilado 100% brasileiro, que emprega, que gera renda e nos faz feliz!
Portanto abrace a sedutora Severina do Popote… Mas sempre com moderação!

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21 de julho… Uma data especial!

Devia ser duas e meia da manhã quando sua mãe falou:
– Temos que ir para o hospital!
Corri à casa do vizinho, peguei a Brasília amarela emprestada e saímos apreensivos na madrugada! Antes de o dia clarear você já estava enrolado na mantinha chita, no seu bercinho… Havia acabado de nascer! Veio fazer companhia para o irmãozinho, que ainda engatinhava e o chamaria de “Peto”. E encheu de luz nossas.
Numa época de muitas carências materiais nunca lhe faltou carinho, afeto, orientação e muito amor e, é claro, as bênçãos de Deus.

Acho que a data merece uma destas, hein…?


Você cresceu forte, saudável, decidido…! Ganhou uma camiseta do Flamengo… e virou vascaíno! Fez suas escolhas, acertou todas e hoje completa 35 anos cercado de amigos, uma linda namorada, realizado profissionalmente, estimado socialmente e buscando cada vez mais luz…!
O aniversário é seu… O presente em nossas vidas é você, Diego!
Me orgulho muito de você meu filho.
Parabéns… Deus o abençoe sempre, meu filho.
Te amo.

Cavucada 48

Não, não se trata de nenhum produto de beleza que promete deixar a cútis das quarentonas com maciez de bumbum de bebê, ou algo parecido, não…!
Quarenta e oito é o número de velinhas que o nosso amigo Alexandre Reis Assunção, o popular “Cavucada” soprou no último domingo, 28 de maio! 48 anos bem vividos, com muita inocência, muita paz, muita amizade, e muita sabedoria.

Aos 48 anos Cavucada parece um menino! E é um menino! Não tem mais do que dez anos de idade, embora o conheçamos há mais de trinta anos sempre com aquele sorriso e a mansidão de um monge tibetano.
Cavucada estava deitado no sofá de sua casa no Belo Horizonte quando parei o carro defronte sua casa no meio da tarde desta quarta, 31. Através da porta aberta ele me viu, e mesmo que eu não estivesse indo especificamente visita-lo e levar-lhe uma lembrancinha pelo seu aniversário, eu teria que parar para dar-lhe um abraço. Tão logo me viu, ainda no interior da sala, ele foi logo chamando meu nome e perguntando dos meninos…
– He Chips, vamos chegar… Cadê o Diego, o Marcelo…?
Assim é o nosso amigo Cavucada… Ele não esquece as pessoas que lhe querem bem.
Pena que ele tem se tornado mais caseiro… Cada vez o vemos menos pelas ruas da cidade. Embora o portão agora com grades estivesse aberto, Cavucada passa os dias em casa, esperando a irmã e o irmão que trabalham o dia inteiro. Só à noite quando eles chegam, ele sai para dar uma voltinha na rua. Está feliz com a nova pintura que a irmã mandou fazer na casa. Fala nela o tempo todo;
– A casa ficou mais nova, ficou bonita né, Chips!
Apesar da mudança de hábitos nos últimos anos, Cavucada continua distribuindo sorrisos a quem o visita, e abordando qualquer assunto do momento, especialmente a performance do seu Palmeiras… Que vai ser campeão de novo!
Esse é Cavucada, ‘menino que vi crescer’, mas que permanece na mais doce infância! Menino de coração puro; menino que, sem fazer força, deixa um rastro de alegria por onde passa.
Feliz aniversario Cavucada!

* Leia mais sobre o Cavucada aqui no blog…

Crianças e adolescentes estão se mutilando e se matando…

É o desafio da Baleia Azul!

Mas o que é o desafio da Baleia Azul?
É um jogo criado por psicopatas virtuais para matar o tempo. Trata-se de uma sequência de 50 desafios que envolvem isolamento social, automutilação e incentivo ao suicídio.
Vence o jogo quem levar mais vítimas ao suicídio. O jogo sem fronteiras, teria surgido na Russia e já levou ao menos uma adolescente de 16 anos ao suicídio. No Brasil já há registro de uma morte noMato Grosso e outra senod investigada em Pernambuco, além de dezenas de casos de automutilação. As vitimas, todas na idade crucial da vida… a adolescência, são desafiadas a entrar na brincadeira mortal, testando os limites do corpo. Elas são convencidas a desenhar a figura de uma baleia no braço, usando estiletes, giletes ou navalhas! Daí o nome “Desafio da Baleia Azul”. Há também a tortura psicológica! Os donos do jogo, os únicos vencedores do desafio, que na verdade são adultos por trás de ‘fakes’ na internet, acordam seus “jogadores” as 04:20h da manhã e os convencem a assistir filmes de terror e outros programas depressivos e macabros do gênero. São desafiados a passar o dia inteiro vendo este tipo de espetáculo!
No decorrer dos cinquenta desafios, o adolescente vai expondo sua vida e sua família. Se, ao chegar ao 50º e último desafio, o adolescente desiste de se matar, o jogador ameaça matar seus familiares, que ele já conhece de cor e salteado!

É bom lembrar que embora tenha informações sobre a vida e rotina do desafiado e de seus familiares, o jogador-desafiante nada pode fazer contra eles. Tudo não passa de ameaças impossíveis de serem cumpridas.

E o que fazer para proteger nossas crianças?
Há três caminhos:
O primeiro, é torcer para que a brincadeira mortal seja efêmera, como a ridícula febre da “Caça ao Pokemon”, que levou milhares de pessoas a andar com os olhos grudados nos celulares pelas ruas, pastos e brejos nos quatro cantos do mundo. Muitos caçadores se despencaram de penhascos na caça ao bichinho! A Caça ao Pokemom acabou quando a bestial brincadeira começou a fazer vítimas nos Estados Unidos. Rapidamente a Cia entrou em cena, rastreou o idiota dono da brincadeira e fez-lhe uma visitinha pouco cordial!

Esperemos que a tão criticada – e tão necessária – espionagem americana entre logo em cena e faça uma visitinha semelhante aos criadores da Baleia Azul.

Enquanto a Cia não lança seu arpão, cada pai deve entrar na vida do seu filho. Todo pai é ídolo do seu filho! Mas é preciso que os pais saibam que ostentam esse ‘título’! E façam jus a ele!
É necessário que os pais reduzam a doação de bens materiais e doem mais tempo, mais atenção, mais orientação aos filhos…! Isso significa colocar limites e saber o que seu filho faz, com quem faz, quando faz e porque faz. E mais importante que tudo… participar da vida do filho, e vice-versa, fazer as coisas junto com seu filho!

Se depois de cuidar de seu filho como se ele fosse a coisa mais importante da sua vida, no momento mais critico e perigoso da vida dele, ainda assim ele preferir ocupar seu tempo com brincadeiras – macabras – virtuais, traga seu filho para a realidade.

Como?

Proponha a ele os desafios que um psicólogo amigo meu sugere. Ei-los:

“50 desafios para os adolescentes”

1 – Arrumar a cama ao levantar sem que ninguém precise mandar;
2 – Lavar os pratos e deixá-los limpos a ponto de uma pessoa poder comer neles;
3 – Varrer a casa toda, deixando tudo limpo em até
5 minutos;
4 – Subir numa escada e tirar as roupas do varal;
5 – Conseguir dobrar e colocar todas as suas roupas nas gavetas, igualzinho sua mãe faz;
6 – Mandar mensagens no WhatsApp sem erros de português;
7 – Tirar as melhores notas da turma e tirar uma foto do boletim;
8 – Tomar banho sem molhar o banheiro todo;
9 – Suportar conviver com um celular mais antigo sem ficar enchendo o saco pai pra comprar um novo;
10 – Obedecer no mínimo 70% das ordens dos pais durante o dia;
11 – Reconhecer publicamente que não é que as pessoas não te entendem… é que você é idiota mesmo, e quer fazer drama por causa disso;
12 – Se comportar como alguém da sua idade;
13 – Parar de se vestir como se todos da sua idade tivessem que usar o mesmo tipo de roupa;
14 – Parar de ser Zé Droguinha. Todo mundo já entendeu que você é o revoltadinho da família.
15 – Não beber, porque se você já é idiota sóbrio, imagina bêbado!;
16 – Não ser um imbecil por 1 dia;
17 – Fazer sua própria comida, afinal você tem mãos também;
18 – Lavar o seu banheiro para que ele não pareça um banheiro de rodoviária;
19 – Ouvir música em volume que não incomode os outros moradores da casa;
20 – Ir à padaria comprar o pão todos os dias;
21 – Assistir um documentário sobre a fome na Africa, pra saber que você não é o mais sofredor do mundo;
22 – Passar um dia sem falar a palavra “top”;
23 – Limpar os pés quando entrar em casa;
24 – Limpar os pés antes de deitar no sofá;
25 – Passar um dia sem irritar seus pais;
26 – Passar um dia sem gastar o dinheiro dos seus pais;
27 – Nas reuniões de família, ser simpático. É tão chato pra você aguentar sua família quanto é para sua família aguentar você;
28 – Comer de boca fechada;
29 – Usar talco para chulé;
30 – Ligar para os seus pais pra avisar pelo menos onde está, seu inútil!;
31 – Não jogar lixo na rua;
32 – Não gritar na rua;
33 – Não incomodar a vizinhança;
34 – Respeitar seu professor;
35 – Chegar no horário combinado;
36 – Não pichar o muro da casa dos outros;
37 – Apagar a luz, se não estiver no quarto, pois seus pais não são sócios da Cemig;
38 – Desligar a tv, se não estiver assistindo;
39 – Parar de reclamar das roupas que tem;
40 – Comer tudo que colocou no prato;
41 – Arrumar um emprego;
42 – Pentear o cabelo que nem gente;
43 – Não usar óculos escuros em ambiente fechado;
44 – Não usar bonés em ambientes fechados;
45– Não usar bonés de aba reta em nenhum ambiente;
46 – Ter um mínimo de educação
47 – Dar bom dia as pessoas;
48 – Falar com frequência a frase: “Com licença”;
49 – Falar com frequência a palavra: “Obrigado”;
50 – Não tentar se matar, imbecil!

E para finalizar o choque de realidade, lembrar a ele que: o mundo não foi feito para o adolescente, ao contrario… o adolescente foi feito para o mundo! Portanto, não seja marionete diante de uma maquina! Enfrente o mundo de verdade, mude o mundo… ou adapte-se a ele!
Agora, volte para sua “pokebola”…!

Parabéns Marcelo Matos…!

O texto é velho, mas me trouxe saudade… Afinal, tudo começou há 36 anos!

“Chegou numa sexta feira fresca de outono, via Clinica São Camilo! Era ansiosamente esperado! No sábado de manhã fui busca-lo no hospital, num fusca marrom… Foi para casa embrulhado em mantas amarelas.
Durante quinze meses recebeu todos os mimos de primogênito até que chegou o irmãozinho Diego para lhe fazer companhia e dividir as travessuras.
Cresceu sem muito conforto material, mas cercado de carinho e amor, fazendo ‘arte’…
Certa vez tentou descer a escada… de velocípede! Peguei-o no ar por um dos braços enquanto o velocípede se espatifou lá embaixo!
No seu terceiro aniversário, com a casa cheia de convidados, se trancou acidentalmente no banheiro… Me deu um trabalho danado abrir o trinco com um bambu, através da janelinha basculante, pendurado na parede!!!
Dei-lhe uma camisa do Atlético… Virou são-paulino! Passou a infância, adolescência e chegou à maturidade sorridente e saudável, cercado de amigos, com fé em Deus e no próprio taco! E conquistou seu espaço como cidadão respeitando e cativando pessoas.
Realizou-se profissionalmente através do estudo, com seus méritos!
Parabéns Marcelo de Almeida Matos, parabéns meu filho amado!
Que Deus continue a iluminar, como sempre, o seu caminho…!”
Te amo filhão!

Você viu o Alfredo?

Ele está desaparecido desde sábado!

Você tem um cachorrinho de estimação? Então é fácil para você imaginar a angustia de alguém quando perde seu animalzinho.
Pois é!
A dona do Alfredo está vivendo essa incerteza desde que o Alfredo saiu de casa, no último sábado de manhã. Ele se perdeu no bairro recanto dos Fernandes e ainda não voltou para casa. Alguém disse tê-lo visto próximo à faculdade de Direito, mas a informação não se confirmou!
O Alfredo não tem pedigree. Seu valor é afetivo. Ele tem três anos de idade e é totalmente dócil. Dorme na cama com a dona.

Ajude o Alfredo a voltar para casa.
Se você o encontrar por aí, ou se você o encontrou e recolheu na sua casa, entre em contato com a Aretuza através do WhatsApp 9.9812-2703, ou com este blog.

Faça sua boa ação da semana… Ajude o Alfredo para a sua família!

Ibirá x Astúrias…

Onde acontecem os piores crimes?
Quem nunca foi vitima de perturbação do sossego, que atire a primeira pedra!
Colocação estranha não é mesmo? Foi de propósito. Resolvi começar este artigo pelo avesso! Não sei se vou conseguir sensibilizar alguém com isso, mas é esse o objetivo.
Nunca antes na história deste país o brasileiro falou tanto em direitos… “Dos seus direitos”.
Nunca antes na história deste país o brasileiro – jovem, de classe média, mal-educado, prepotente, insensível, impaciente, aproveitador, sob efeito de drogas licitas ou não – desrespeitou tanto o direito… “dos outros”! E ficou sem punição!

Asturias…

O loteamento Alto Ibirá está localizado no ponto urbano mais alto de Pouso Alegre. Loteamento nobre por conta da mais bela vista da cidade, o local tem sido ponto de encontro de casais de namorados, de usuários se drogas licitas e ilícitas, de pessoas solitárias que querem apenas curtir o silencio da noite da noite ou o brilho das estrelas, e até mesmo de pais corujas que querem mostrar sua cidade a seus filhos, ou quem sabe estudar astronomia! Por estar num local ainda desabitado, com um mínimo de policiamento, o local tem sido palco também de graves crimes contra o patrimônio. Só no curto período de maio a setembro do ano passado sete casais viram o cano frio de um trezoitão a pouco mais de um palmo dos olhos! Alguns chegaram a sentir o cheiro da pólvora…! Outros casais tiveram que beijar o chão frio das largas avenidas ainda desertas e ficaram sem dinheiro, sem lenço, sem documentos, sem celular e sem carro! Tiveram sorte de não ficar em trajes de Adão & Eva!

Asturias…

Os crimes afugentaram os frequentadores do local e naturalmente secaram a mina de ouro dos meliantes que até então surgiam literalmente de trás das moitas sombrias.
O belo bairro, de onde se pode avistar quase todos os bairros da cidade, voltou às páginas policiais no dia 25 de janeiro, com mais um roubo, que culminou com a morte de um estudante dias depois.
No meio do carnaval noticiamos aqui um estupro, segundo a vítima, acontecido no local. Aliás, este, mal contado, ainda vai dar pano para manga!

Alto Ibirá visto do Astúrias…

E o residencial Astúrias? Onde entra nas paginas policiais? Não entra! Perturbação do sossego alheio não tem espaço nas páginas policiais…
Mas deveria.
Tirar o direito líquido e certo do cidadão ao seu descanso é tão grave quanto tirar o ‘radinho’, a bicicleta, o carro, uma nota de cinquenta ou qualquer outro bem material!
É por isso que alguns moradores do bairro Pousada dos Campos, vizinho ao belo Astúrias, estão imolando a justiça em busca dos seus diretos ao descanso noturno.

Astúrias…

João da Silva – vou chama-lo assim para não expô-lo ainda mais aos baderneiros de plantão, e até porque ‘João da Silva’ é o típico brasileiro que diariamente tem seus direitos espoliados por pessoas que ainda não aprenderam a viver em sociedade, e pela própria lei, que no Brasil só existe para inglês ver! – um dos moradores do Pousada, não tem mais o direito de ‘pousar’ em paz! É que o ponto mais nobre do Residencial Astúrias, desde que foi pavimentado e urbanizado, se tornou point de usuários de drogas. Mas João não está nem aí para o que as pessoas andam fazendo no verão… desde que façam – de preferência longe da sua casa – em silencio! Desde que não perturbem o seu descanso. Por isso ele impetrou várias ações na justiça em busca do seu direito ao descanso.

Astúrias visto do Ibirá…

Num dos trechos das inúmeras petições que já encaminhou à justiça, João relata o desconforto causado pelos baderneiros a ele, à sua família e aseus vizinhos:
– Perdemos horas de sono por noite, pois ao acordar com o barulho, não conseguimos mais dormir! Aí temos que chamar e esperar a polícia! E Depois que eles vão embora, quando vão, devido a interrupção do sono, a agitação, o estresse, demoramos horas para dormir – desabafa – com razão – João da Silva.
Em todas as petições que fez ao douto Homem da Capa Preta, Joao da Silva anexou reportagens sobre trabalhos científicos que compravam que “dormir pouco aumenta riscos de doenças, causa confusão mental, reduz a produtividade no trabalho e reduz a expectativa de vida”. Todas as petições são fartamente ilustradas com áudios e vídeos gravados por ele durante as madrugadas de insônia a poucos metros do local da balburdia!

Astúrias visto do Ibirá…

Dentre os baderneiros ‘surdos’, alheios ao direito dos outros ao silencio noturno, pilhados acima dos cem decibéis no Residencial Astúrias, os quais deverão ser chamados na chincha e deverão sentir as iras do artigo 42 da Lei das Contravenções Penais, estão João Pedro Franco Silva, morador do centro de Pouso Alegre e Jung Nam Oliveira, morador do Cidade Jardim.
João Pedro estava curtindo funk e baladas sertanejas na madruga do dia 14 de fevereiro. O som para vizinhança toda saia do seu Chevrolet Onix preto.
Jung Nam também curtia os mesmos ritmos e gêneros através do aparelho instalado no seu Fiat Elba Weekend, a plenos pulmões, na madrugada do dia 25 de fevereiro.
Um deles, ao ser abordado, alegou que estava no local com seus amigos curtindo funk e música sertaneja, para espairecer, por causa da morte de sua avó!
O incomodado João da Silva chama a atenção do signatário da petição para o sutil escarnio do moço:
“Ora, note-se que os infratores, em seu egoísmo, pretendiam festejar após a morte de sua avó, ouvindo funk e música sertaneja (vide vídeos anexos) durante toda a madrugada, como meio de “espairecerem”, perturbando o sossego das pessoas inocentes, ocupadas e já cansadas por seus exaustivos afazeres diários, que moram nos arredores”.
Apesar de ambos estarem infringindo a lei, nenhum deles recebeu as pulseiras de prata.

Um das mais belas vistas da cidade…

A última vez que João da Silva foi trabalhar cansado, mal dormido e estressado, foi nesta quarta-feira,15! É que no meio da madrugada aconteceu outro show de funk ao lado da sua casa. O som vinha do veículo Fiat Bravo branco estacionado no cume do residencial. Eduardo Henrique da Silva, Pedro Henrique Matozzo Medeiros e Debora Matozzo Medeiros Leite, residentes no bairro Tijuca estavam no veículo. Segundo o BO, quando os policiais chegaram não havia som nas ‘alturas’. O trio foi orientado pelos policiais a deixar Joao da Silva em paz!
Segundo João da Silva, a policia militar, embora compareça ao local, constate a ocorrência do crime, libera os infratores no local! E, na maioria das vezes, como de praxe, tão logo os baderneiros veem a última luzinha colorida da viatura sumir na esquina, recomeçam a baderna! Inclusive, à titulo de vingança, ou para comemorar a impunidade, aumentam ainda mais o volume do som!

Por isso, além de noticiar o frequente crime de perturbação do sossego, previsto no artigo 42 da LCP, e pedir a consequente persecução penal aos infratores, João da Silva noticia também suposto crime de “prevaricação”, por parte dos agentes policiais, uma vez que, embora surpreenda os infratores durante o cometimento do crime, de acordo com a Lei 9.099, deveria conduzi-los à presença da autoridade policial, mas não o fazem, incorrendo nas iras do artigo 319 do CP.
João da Silva, fecha sua petição ao magno Homem da Capa Preta com um alerta; apesar dos “ incontáveis casos de perturbação de sossego e outras infrações no loteamento “Residencial Astúrias”, ninguém jamais foi conduzido à Delegacia de Polícia ex lege – o que em muito tem contribuído para a cifra negra e para a impunidade que tanto assolam não só a comarca, mas toda a nação brasileira.
Voltando ao subtítulo da matéria, onde acontecem os piores crimes?
No Alto Ibirá, onde acontecem os crimes contra o patrimônio?
Ou no Astúrias, onde acontecem os crimes contra a pessoa?
No Ibirá, as vitimas vão até lá…
No Astúrias, as vitimas não podem fugir de lá…!

O “Ano Novo” começa hoje!

Dez em cada dez brasileiros vão repetir o mantra neste fim de ano:
“ Ano novo, vida nova”!
Muitos vão cantar, ou ao menos cantarolar, o verso:
“ Este ano… eu quero paz no meu coração”!
nascimento-de-cristo
E no dia primeiro, depois dos festejos regados a muitas loiras geladas e suco de gerereba, vão levantar bem tarde e vão ficar esperando a “vida nova chegar”!
E ao longo dos dias, das semanas, dos meses, vão ficar esperando a paz entrar no seu coração…!
Vão cansar de esperar…
Vão perder a esperança, vão se irritar. Vão se aborrecer. Vão atritar. Vão ofender. Vão magoar. Vão se magoar. Dezembro vai chegar. O réveillon vai chegar e as pessoas continuarão na vida velha, sem paz no coração… E vão repetir o mantra novamente:
““ Ano novo, vida nova””!
“ Este ano… eu quero paz no meu coração”!
… E o ciclo se repetirá!!!!!!!
E nada irá mudar…, se as pessoas não mudarem!!!
Nada irá mudar se as pessoas não verem a vida nova vibrando a cada instante!
A vida se renova a cada dia.
A cada momento que você sair à janela, você verá uma coisa nova!
A cada momento uma pessoa nova estará passando na rua!
A cada momento as arvores estarão balançando diferente.
A cada momento uma criança estará sorrindo.
A cada momento uma flor se abrirá…
A cada momento um passarinho estará cantando…
As nuvens estão constantemente dançando no céu!
A cada momento o ‘novo’ está se renovando!
A todo instante a paz está batendo à sua porta
Voce só tem que abrir os olhos e deixar o ano novo entrar!
Voce só tem que abrir seu coração e deixar a paz entrar…
O ‘novo’… somos nós que fazemos!
nascer-do-sol
Não adianta repetir o mantra e o verso na noite de réveillon…! E cruzar os braços e ficar esperando tudo mudar!
Não espere acordar às onze e meia da manhã do ‘dia primeiro’ e encontrar aquele carro tão sonhado brilhado na garagem;
Não espere conseguir aquele emprego da ‘sua vida’ só porque é ano novo!
Não espere passar no concurso, se você não estudou!
Não espere conquistar a mais bela gata da escola se você não souber ronronar.
Não espere chegar ao alto da montanha, sentado na sombra, sem dar os passos para isso…
Não espere fazer aquele cruzeiro para o Caribe se você ainda nem aprendeu a nadar!
… E não procure além das montanhas, a paz que seu coração almeja…, A paz já está do seu lado, na sua frente, te cutucando para chamar sua atenção! Basta abrir o coração e deixa-la entrar…
A paz está naquele sorriso, que você não viu.
A paz está naquele sorriso, que você não deu.
A paz está naquele elogio, que você não fez.
A paz está naquele centavo, que você não estendeu…
A paz está naquele pão, que você não distribuiu!
A paz está naquele afago da brisa da noite, que você não sentiu.
A paz está naquela criança, com a qual você não brincou.
A paz está naquela ofensa, que você não perdoou.
A paz está naquela magoa…, que você guardou!
A paz está no seu coração… Mas você, não expressou!
O ano velho está chegando ao fim e um novo vai começar… Mas se você ficar de braços cruzados olhando para as paredes, o novo continuará velho! Nada vai mudar!
Caminhe, sorria, brinque, estenda a mão, perdoe, ame… Sinta a presença das pessoas, ouça o pulsar da natureza, sinta o calor do sol da manhã, contemple o pôr do sol, sinta a brisa suave da noite, olhe para o alto, converse com Deus…!
Sinta a presença do ‘novo’, e você sentirá a paz transbordando do seu coração!
por-do-sol

Vida nova, não é o que o mundo vai fazer para mudar sua vida…!
Vida nova, é o que você vai fazer para mudar o mundo!
Pense nisso! E mude… E encontre a paz que todo dia sorri pra você!
Feliz “dia novo”…!

Gentileza gera gentileza

Em um mundo cada vez mais insensível e materialista, nada mais oportuno do que um projeto como esse! E vem de pessoas das quais muito pouco esperamos, e para as quais quase nada fazemos…

O projeto “Gentileza gera gentileza” é uma iniciativa da E.E. Dr. Miranda, única escola para alunos especiais de Pouso Alegre e região. Os idealizadores do projeto são os professores e psicopedagogos da escola… Os protagonistas do projeto são as próprias crianças ‘especiais’, cujo comportamento mostra que de fato são muito especiais! São crianças que tem dificuldade para aprender… Mas que tem facilidade para ensinar!

O objetivo do projeto, além de despertar as pessoas para o fato de que uma gentileza pode gerar outra gentileza e tornar o mundo mais humano, mais agradável, mais ‘fácil de ser levado’, é mostrar à sociedade que as pessoas portadoras de necessidades especiais são pessoas como as outras, que também tem o seu espaço e podem distribuir alegrias e contribuir para um mundo melhor!

Nesta quarta, 18, os alunos saíram pelas ruas entregando flores de papel confeccionadas por eles e mensagens de altruísmo. Foram ao Hospital Renascentista, visitaram o Centro Medico, o posto de saúde do bairro e entregaram mensagens escritas por eles à transeuntes, à funcionários públicos que trabalhavam na rua, e abraçaram simbolicamente a própria escola Dr. Miranda!

Veja algumas fotos… Mensagem 1 Mensagem 2 Mensagem 3 mensagem 4foto 20 foto 30 foto 40 1foto 50 foto 60Foto 11foto 5 foto 4 foto 3 foto 2 Foto 1Foto esp. 18 Foto esp. 17 Foto Esp. 16 foto esp. 15 Foto Esp. 14