Medica Legista de Pouso Alegre agora é cidadã Santa-ritense

A solenidade de entrega do titulo aconteceu nesta segunda-feira, 11, na Câmara Municipal.

A medica legista da Policia Civil de Pouso Alegre, Tatiana Telles e Koeler de Matos, recebeu o título de Cidadã Santa-Ritense. O evento solene aconteceu na noite desta segunda-feira, 11, na Câmara Municipal de Santa Rita do Sapucaí, no Vale da Eletronica.
Tatiana é médica legista da PCMG desde 2014, médica perita da Seplag-MG desde 2013 e professora de medicina legal na Univás desde 2016. Natural do Rio de Janeiro, onde nasceu em 1981, ela é filha de Clarisse Telles e Julio Frederico Koeler, neta do saudoso pediatra santa-ritense Walter Telles e bisneta do benemérito ‘Sanico’ Telles.
Ao mudar-se para a terra dos seus ancestrais para cursar medicina em 1998, Tatiana não deixou mais a região. Em Santa Rita, trabalhou no Pronto Socorro do Hospital Antônio Moreira da Costa, nos PSFs dos bairros Nova Cidade e Maristela e trabalhou voluntariamente no presidio local. Sua tese de mestrado concluído este ano na Univas, “Homicídios: Retratos do crime” inspirou a Lei Municipal 5020/2017 em Santa Rita do Sapucaí.
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O projeto que concedeu à Tatiana o título de cidadã santa-ritense é de autoria do vereador Giácomo Costanti. A entrega solene do titulo nesta segunda-feira, foi feita pelo prefeito de Santa Rita, Jefferson Gonçalves Mendes, o “Jeffinho”, seu amigo pessoal.
Na mesma solenidade foram homenageados também outras três personalidades de destaque em Santa Rita do Sapucaí: o padre Alexandre Acácio Nogueira, o comandante da Guarda Municipal, Marcos Roberto Ramos e o engenheiro Flávio Ricardo de Oliveira Brito.

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Confraternização da Policia Civil

Fim de ano batendo à porta! É momento de confraternização entre familiares, amigos, grupos de peladeiros, empresas, instituições…

Este sábado, 09, foi dia de festa para os policiais civis do 17º Departamento de Policia Civil de Pouso Alegre, afinal, ninguém de ferro e os policiais também são filhos de Deus…!

O dia festivo começou logo cedo, às dez da manhã, com o tradicional torneio de futebol soçaite entre escrivães, detetives e delegados de policia. Logo em seguida foi servido um lauto almoço, regado a muita loira… gelada para os adultos, e ‘refri’ para as crianças e abstêmios! – Teve até uma garrafa de Ypióca 160 que alguém ‘levei’, a qual caiu no gosto dos diretores da chinesa XCMG. Aliás, guardaram até a garrafa vazia, como recordação!

Em meio aos comes & bebes o delegado Cesar Augusto, chefe do Departamento, ladeado por André Corazza, delegado regional, fizeram o sorteio de presentes à crianças e adultos. Teve desde creme de barbear, passando por bicicleta até TV de 32. A festa aconteceu nas dependências do Sesi e varou o dia ensolarado!







Para a festa de fim de ano da Policia Civil ficar completa, só falta agora o governo do Estado atualizar o pagamento dos servidores, cuja primeira parcela ainda não caiu na conta, e pagar também o 13º ainda este ano.

Yago… o milagre da vida!

Ele passou quatro meses no ventre da mãe inerte e outros seis meses numa incubadora, até finalmente poder deixar o hospital e ir para casa nos braços do pai!

“É o dia mais feliz da minha vida” disse o motorista e entregador Eduardo de Noronha, 25 anos, ao sair do hospital com o filho no colo, depois de oito meses do nascimento. Na terça feira 21, ele carregou no colo o filho Yago e o levou pela primeira vez para fora do hospital.
O “Pequeno Guerreiro”, como ficou conhecido em Campo Grande-MS, nasceu há sete meses e 21 dias com apenas 1,05 quilo. A mãe, Renata Sodré, 22, vítima de um AVC, teve morte cerebral quando estava no quarto mês de gravidez. Eduardo e familiares, no entanto, decidiram levar a gravidez adiante e tentar salvar o bebê. Com ajuda de aparelhos os médicos conseguiram manter os órgãos da mãe funcionando. Ao final da 27ª semana de gestação Yago veio ao mundo – e a mãe pode enfim ser enterrada.
A chegada do bebê, tão pequenino e frágil, trouxe também apreensão e incertezas. Ele havia herdado uma serie de bactérias do corpo sem vida da mãe e muitos dos seus órgãos ainda não estavam bem formados, como os pulmões, o intestino e a retina. Ficou seis meses na UTI e passou por cirurgias de alto risco no coração e nos olhos, além de receber tratamento com antibióticos fortes para curar seu quadro de infecção. O neonatologista Valter Peres, que o acompanhou desde o nascimento, diz que chegou a duvidar que Yago pudesse sobreviver. “Mas ele sempre foi forte, lutou muito pela vida”.
O pai o visitava diariamente e o viu crescer na incubadora até chegar aos 3,5 quilos. Em março deste ano, quando foi entrevistado por VEJA, pouco antes do nascimento do filho, Eduardo chorou pela fatalidade que acometera sua mulher e que poderia também atingir seu filho. Passados oito meses, o pai voltou a chorar… mas desta vez de alegria, ao sair do hospital com Yago, saudável!
Mistério, fé, esperança… milagre!?
Quem teve que esperar seis semanas para levar seu filhinho com 1,8 quilos para casa, saberá responder!

“Nói que é pobre…”!

Você quer passar momentos alegres, descontraídos, dar gargalhadas…? Então você tem que assistir ao show “Nói que é pobre”, do humorista Cleber Rosa!
Ele está com a agenda cheia, mas reservou um tempinho pra você. Cleber – aquele da ‘reclamação do dia’, que fala num caipirês/mineirês que dá gosto ouvir – estará no Clube Literário e Recreativo de Pouso Alegre nesta sexta,24 de novembro, à noite.
Adquira seu ingresso e vá morrer de rir – bem, morrer também não, né, você ainda tem muito que ler no blog do Airton Chips, mas vá ter ao menos uma dor de barriga de tanto rir – com a ‘prosa’ alegre do Cleber!
“Nói que é pobre” tem colocado um sorriso deste tamanho na cara de quem senta por alguns minutos na frente do Cleber!

Você não vai perder, vai?

Hoje é dia dela… Severina do Popote!!!

A sedutora senhora de quase cinco séculos está fazendo aniversário!

Produzida no Brasil desde que o país era criança em fraldas – 1530 – a bebida produzida com caldo de cana fermentado é a única genuinamente brasileira! No Período Colonial tornou-se símbolo da resistência ao colonialismo de Portugal. Mais tarde no Império, tornou-se símbolo da Independência do Brasil.
Passou por vários status sociais. Dos escravos aos senhores de engenho. Do proletariado à burguesia! Apreciada pela elite dominante do século dezenove, frequentou até o palácio real. Com a proclamação da república em 1889, perdeu duplamente a nobreza! A partir de então o chic era beber vinho, champanhe e Whisky importados. E a velha cachacinha virou “bebida de pobre”, vendida em botecos…!
Ficou assim marginalizada durante quase um século! A partir de 1980 começou reconquistar seu espaço. Hoje só no município de Salinas, Nordeste de Minas, existe cerca de 60 alambiques. Todos tentando seguir os passos da septuagenária conterrânea Havana, que não se encontra por aí a menos de R$ 560 a garrafa.
Em 1995 o escrivão de policia aposentado, Sr. Lima, se valendo do bom relacionamento com a alta sociedade pouso alegrense, entrou no ramo da cachaça. Trazia de salinas a famosa “Lua Cheia”. Comprei algumas dele à R$ 4 a garrafa de 600ml. A Velho Barreiro ou a 51 custavam na época R$1,70 o litro! Hoje a mesma Lua Cheia custa no mercado, em média, R$ 90.
Há muito que se falar deste novo filão de ouro brasileiro – coincidência ou não, a cachaça ouro predomina sobre a prata em todas as prateleiras e cachaçarias – que a cada dia, com roupagem nova, ganha mais o mercado estrangeiro. Tem até um ator americano fazendo comercial de uma cachaça brasileira. E olhe que nem é das melhores!
Mas voltemos ao titulo desta embriagante matéria!
Um pouco da Historia da Cachaça no Brasil
Antes de falarmos do dia Nacional da Cachaça, que é comemorado no dia 13 de setembro, vamos entender um pouco sobre como surgiu nosso querido destilado e sua importância histórica e cultural.
De certa forma podemos dizer que a história da Cachaça acompanha a história do próprio Brasil. O primeiro registro da nossa cachacinha se deu quando a agua que evaporava em torno da moenda onde se fazia a rapadura e o açúcar, e ardia ao cair nas costas dos escravos, foi chamada de ‘agua ardente’! Quando os mesmos escravos começaram a beber aquela agua e ficar eufóricos, e consequentemente mais produtivos, tiveram que batiza-la de “Aguardente”! Dai o primeiro nome da nossa cachaça.
A descoberta da cachaça pelos escravos, foi portanto por acidente! No processo de fabricação das rapaduras, moía-se a cana de açúcar, fervia-se a garapa e deixava-se esfriar em formas, de forma que ficasse somente o extrato que era usado para adoçar as bebidas, como café, sucos entre outras. Porém uma vez ou outra esse processo dava errado, e o caldo fermentava e tinha que ser jogado fora, pois não era aproveitado para adoçar. Por sua vez esse caldo esverdeado e escuro era chamado pelos escravos de ‘cagaça’, remetendo a algo que se dava errado. Entretanto, era consumido por alguns escravos, que após beber, trabalhavam com uma certa euforia e contentamento, fazendo até com que o trabalho rendesse mais.
Vendo que os escravos trabalhavam entusiasmados, os senhores de engenho por sua vez incentivavam os escravos a consumir a bebida. E se era bom para os escravos, devia ser bom também para o restante da população, que logo a adotou! E a bebida ganhou espaço importante na economia colonial, sendo usada por comerciantes como moeda de troca. Isso fez com que a cachaça se tornasse concorrente da bagaceira, do vinho, produzida em Portugal.
No entanto, para a corte portuguesa, essa atitude era uma afronta ao poder da metrópole, e foi decretada a proibição da bebida para os negros. Para intimidar os senhores de engenho e produtores de Cachaça, estabeleceu-se um decreto através do qual era cobrado um imposto abusivo sobre a fabricação e venda da Cachaça. Inicialmente os produtores acataram as taxas, porém, chegou em um certo momento, como acontece até hoje, que estava prejudicando-os e, claro, pois não estavam conseguindo arcar com seus custos. E partiram então para a ilegalidade. A corte não deixou barato: ordenou a destruição de alguns alambiques, causando indignação com alguns revoltosos.
O descontentamento dos produtores provocou uma rebelião contra a metrópole que, em 1660, data do marco histórico, estabeleceu-se a ‘Revolta da Cachaça’.
No dia 13 de Setembro de 1661 indignado com as leis decretadas na Carta Real que também em 13 de setembro do ano de 1649, havia proibido a venda e a comercialização em todo território colonial, os proprietários de alambique e de plantação de cana de açúcar tomaram o poder na cidade do Rio de Janeiro, por aproximadamente cinco meses. Após a tomada do poder os rebelados foram reprimidos pela corte com extrema violência. Seu líder, Jerônimo Barbalho Bezerra, foi capturado, enforcado e decapitado. Como forma de repressão às revoltas e para amedrontar a população e evitar movimentos semelhantes, sua cabeça foi pendurada na cidade!
Essa ciumeira do Império, colocou a cachaça na ilegalidade, sendo consumida em sua maioria por escravos e pessoas com pouca renda. Por isso sua imagem ficou denegrida e associada a uma qualidade inferior às demais bebidas.
Mas a estonteante bebida – que, 320 anos depois seria rebatizada por este jornalista com o pomposo nome de ‘Severina do Popote’ – apesar de rustica, descoberta acidentalmente, continuou se aperfeiçoando.
Com o passar do tempo, passou a ser destilada, filtrada e seu processo de fermentação foi melhorado. Hoje é fonte de divisas para o país. Os mais tradicionais ‘mercadões’ municipais abrigam ao menos uma cachaçaria. Os mercadões municipais de Belo Horizonte e de Curitiba juntos, tem duas dezenas de lojas que só vendem cachaças!
Da branca ou da amarela? Como chegaram a essa coloração e esses sabores? Isso também foi acidental.


Com o declínio do ciclo açucareiro, no século XVII, a descoberta do ouro no interior da colônia, tomou seu lugar na economia nacional. Por este motivo, houve uma grande migração da população para o interior do país, mais especificamente Minas Gerais. Com isso era necessário transportar a produção das Cachaças que eram feitas em sua maioria em cidades litorâneas, para Minas Gerais, onde tinha um grande mercado e oportunidades para o crescimento.
Os produtores transportavam para o interior as cachaças brancas (puras) em barris de madeira e devido ao tempo que era gasto para transportá-los, através do contato com as madeiras, a cachaça acabava alterando o sabor, amarelando e tomando aromas diferenciados. Assim foi descoberto um processo de aperfeiçoamento do nosso destilado. Com a descoberta, os produtores viram a oportunidade de diferenciar as suas Cachaças das concorrentes. Hoje, cerca de 90% da garrafas expostas nas prateleiras da cachaçarias, é amarela.
Com o aprimoramento da produção, a Cachaça começou a ter atenção dos nobres e ser consumida em banquetes do palácio e confraternizações.
A ‘agua’ que pingava e ‘ardia’ nas costas dos escravos e quando consumida os deixava ‘alegrinhos’, há quase quinhentos anos, se tornou a bebida típica e grande fonte de economia no país. Gera empregos diretos, indiretos e em 2016 gerou aproximadamente 14 milhos de dólares para o Brasil.
Por essas e por outras, em 2010, a Câmara dos Deputados aprovou o projeto de Lei do Deputado Valdir Colatto, que institui o dia 13 de setembro o “Dia Nacional da Cachaça”.
Hoje é 13 de setembro… Dia de comemorar o dia do destilado 100% brasileiro, que emprega, que gera renda e nos faz feliz!
Portanto abrace a sedutora Severina do Popote… Mas sempre com moderação!

21 de julho… Uma data especial!

Devia ser duas e meia da manhã quando sua mãe falou:
– Temos que ir para o hospital!
Corri à casa do vizinho, peguei a Brasília amarela emprestada e saímos apreensivos na madrugada! Antes de o dia clarear você já estava enrolado na mantinha chita, no seu bercinho… Havia acabado de nascer! Veio fazer companhia para o irmãozinho, que ainda engatinhava e o chamaria de “Peto”. E encheu de luz nossas.
Numa época de muitas carências materiais nunca lhe faltou carinho, afeto, orientação e muito amor e, é claro, as bênçãos de Deus.

Acho que a data merece uma destas, hein…?


Você cresceu forte, saudável, decidido…! Ganhou uma camiseta do Flamengo… e virou vascaíno! Fez suas escolhas, acertou todas e hoje completa 35 anos cercado de amigos, uma linda namorada, realizado profissionalmente, estimado socialmente e buscando cada vez mais luz…!
O aniversário é seu… O presente em nossas vidas é você, Diego!
Me orgulho muito de você meu filho.
Parabéns… Deus o abençoe sempre, meu filho.
Te amo.

Cavucada 48

Não, não se trata de nenhum produto de beleza que promete deixar a cútis das quarentonas com maciez de bumbum de bebê, ou algo parecido, não…!
Quarenta e oito é o número de velinhas que o nosso amigo Alexandre Reis Assunção, o popular “Cavucada” soprou no último domingo, 28 de maio! 48 anos bem vividos, com muita inocência, muita paz, muita amizade, e muita sabedoria.

Aos 48 anos Cavucada parece um menino! E é um menino! Não tem mais do que dez anos de idade, embora o conheçamos há mais de trinta anos sempre com aquele sorriso e a mansidão de um monge tibetano.
Cavucada estava deitado no sofá de sua casa no Belo Horizonte quando parei o carro defronte sua casa no meio da tarde desta quarta, 31. Através da porta aberta ele me viu, e mesmo que eu não estivesse indo especificamente visita-lo e levar-lhe uma lembrancinha pelo seu aniversário, eu teria que parar para dar-lhe um abraço. Tão logo me viu, ainda no interior da sala, ele foi logo chamando meu nome e perguntando dos meninos…
– He Chips, vamos chegar… Cadê o Diego, o Marcelo…?
Assim é o nosso amigo Cavucada… Ele não esquece as pessoas que lhe querem bem.
Pena que ele tem se tornado mais caseiro… Cada vez o vemos menos pelas ruas da cidade. Embora o portão agora com grades estivesse aberto, Cavucada passa os dias em casa, esperando a irmã e o irmão que trabalham o dia inteiro. Só à noite quando eles chegam, ele sai para dar uma voltinha na rua. Está feliz com a nova pintura que a irmã mandou fazer na casa. Fala nela o tempo todo;
– A casa ficou mais nova, ficou bonita né, Chips!
Apesar da mudança de hábitos nos últimos anos, Cavucada continua distribuindo sorrisos a quem o visita, e abordando qualquer assunto do momento, especialmente a performance do seu Palmeiras… Que vai ser campeão de novo!
Esse é Cavucada, ‘menino que vi crescer’, mas que permanece na mais doce infância! Menino de coração puro; menino que, sem fazer força, deixa um rastro de alegria por onde passa.
Feliz aniversario Cavucada!

* Leia mais sobre o Cavucada aqui no blog…

Crianças e adolescentes estão se mutilando e se matando…

É o desafio da Baleia Azul!

Mas o que é o desafio da Baleia Azul?
É um jogo criado por psicopatas virtuais para matar o tempo. Trata-se de uma sequência de 50 desafios que envolvem isolamento social, automutilação e incentivo ao suicídio.
Vence o jogo quem levar mais vítimas ao suicídio. O jogo sem fronteiras, teria surgido na Russia e já levou ao menos uma adolescente de 16 anos ao suicídio. No Brasil já há registro de uma morte noMato Grosso e outra senod investigada em Pernambuco, além de dezenas de casos de automutilação. As vitimas, todas na idade crucial da vida… a adolescência, são desafiadas a entrar na brincadeira mortal, testando os limites do corpo. Elas são convencidas a desenhar a figura de uma baleia no braço, usando estiletes, giletes ou navalhas! Daí o nome “Desafio da Baleia Azul”. Há também a tortura psicológica! Os donos do jogo, os únicos vencedores do desafio, que na verdade são adultos por trás de ‘fakes’ na internet, acordam seus “jogadores” as 04:20h da manhã e os convencem a assistir filmes de terror e outros programas depressivos e macabros do gênero. São desafiados a passar o dia inteiro vendo este tipo de espetáculo!
No decorrer dos cinquenta desafios, o adolescente vai expondo sua vida e sua família. Se, ao chegar ao 50º e último desafio, o adolescente desiste de se matar, o jogador ameaça matar seus familiares, que ele já conhece de cor e salteado!

É bom lembrar que embora tenha informações sobre a vida e rotina do desafiado e de seus familiares, o jogador-desafiante nada pode fazer contra eles. Tudo não passa de ameaças impossíveis de serem cumpridas.

E o que fazer para proteger nossas crianças?
Há três caminhos:
O primeiro, é torcer para que a brincadeira mortal seja efêmera, como a ridícula febre da “Caça ao Pokemon”, que levou milhares de pessoas a andar com os olhos grudados nos celulares pelas ruas, pastos e brejos nos quatro cantos do mundo. Muitos caçadores se despencaram de penhascos na caça ao bichinho! A Caça ao Pokemom acabou quando a bestial brincadeira começou a fazer vítimas nos Estados Unidos. Rapidamente a Cia entrou em cena, rastreou o idiota dono da brincadeira e fez-lhe uma visitinha pouco cordial!

Esperemos que a tão criticada – e tão necessária – espionagem americana entre logo em cena e faça uma visitinha semelhante aos criadores da Baleia Azul.

Enquanto a Cia não lança seu arpão, cada pai deve entrar na vida do seu filho. Todo pai é ídolo do seu filho! Mas é preciso que os pais saibam que ostentam esse ‘título’! E façam jus a ele!
É necessário que os pais reduzam a doação de bens materiais e doem mais tempo, mais atenção, mais orientação aos filhos…! Isso significa colocar limites e saber o que seu filho faz, com quem faz, quando faz e porque faz. E mais importante que tudo… participar da vida do filho, e vice-versa, fazer as coisas junto com seu filho!

Se depois de cuidar de seu filho como se ele fosse a coisa mais importante da sua vida, no momento mais critico e perigoso da vida dele, ainda assim ele preferir ocupar seu tempo com brincadeiras – macabras – virtuais, traga seu filho para a realidade.

Como?

Proponha a ele os desafios que um psicólogo amigo meu sugere. Ei-los:

“50 desafios para os adolescentes”

1 – Arrumar a cama ao levantar sem que ninguém precise mandar;
2 – Lavar os pratos e deixá-los limpos a ponto de uma pessoa poder comer neles;
3 – Varrer a casa toda, deixando tudo limpo em até
5 minutos;
4 – Subir numa escada e tirar as roupas do varal;
5 – Conseguir dobrar e colocar todas as suas roupas nas gavetas, igualzinho sua mãe faz;
6 – Mandar mensagens no WhatsApp sem erros de português;
7 – Tirar as melhores notas da turma e tirar uma foto do boletim;
8 – Tomar banho sem molhar o banheiro todo;
9 – Suportar conviver com um celular mais antigo sem ficar enchendo o saco pai pra comprar um novo;
10 – Obedecer no mínimo 70% das ordens dos pais durante o dia;
11 – Reconhecer publicamente que não é que as pessoas não te entendem… é que você é idiota mesmo, e quer fazer drama por causa disso;
12 – Se comportar como alguém da sua idade;
13 – Parar de se vestir como se todos da sua idade tivessem que usar o mesmo tipo de roupa;
14 – Parar de ser Zé Droguinha. Todo mundo já entendeu que você é o revoltadinho da família.
15 – Não beber, porque se você já é idiota sóbrio, imagina bêbado!;
16 – Não ser um imbecil por 1 dia;
17 – Fazer sua própria comida, afinal você tem mãos também;
18 – Lavar o seu banheiro para que ele não pareça um banheiro de rodoviária;
19 – Ouvir música em volume que não incomode os outros moradores da casa;
20 – Ir à padaria comprar o pão todos os dias;
21 – Assistir um documentário sobre a fome na Africa, pra saber que você não é o mais sofredor do mundo;
22 – Passar um dia sem falar a palavra “top”;
23 – Limpar os pés quando entrar em casa;
24 – Limpar os pés antes de deitar no sofá;
25 – Passar um dia sem irritar seus pais;
26 – Passar um dia sem gastar o dinheiro dos seus pais;
27 – Nas reuniões de família, ser simpático. É tão chato pra você aguentar sua família quanto é para sua família aguentar você;
28 – Comer de boca fechada;
29 – Usar talco para chulé;
30 – Ligar para os seus pais pra avisar pelo menos onde está, seu inútil!;
31 – Não jogar lixo na rua;
32 – Não gritar na rua;
33 – Não incomodar a vizinhança;
34 – Respeitar seu professor;
35 – Chegar no horário combinado;
36 – Não pichar o muro da casa dos outros;
37 – Apagar a luz, se não estiver no quarto, pois seus pais não são sócios da Cemig;
38 – Desligar a tv, se não estiver assistindo;
39 – Parar de reclamar das roupas que tem;
40 – Comer tudo que colocou no prato;
41 – Arrumar um emprego;
42 – Pentear o cabelo que nem gente;
43 – Não usar óculos escuros em ambiente fechado;
44 – Não usar bonés em ambientes fechados;
45– Não usar bonés de aba reta em nenhum ambiente;
46 – Ter um mínimo de educação
47 – Dar bom dia as pessoas;
48 – Falar com frequência a frase: “Com licença”;
49 – Falar com frequência a palavra: “Obrigado”;
50 – Não tentar se matar, imbecil!

E para finalizar o choque de realidade, lembrar a ele que: o mundo não foi feito para o adolescente, ao contrario… o adolescente foi feito para o mundo! Portanto, não seja marionete diante de uma maquina! Enfrente o mundo de verdade, mude o mundo… ou adapte-se a ele!
Agora, volte para sua “pokebola”…!

Parabéns Marcelo Matos…!

O texto é velho, mas me trouxe saudade… Afinal, tudo começou há 36 anos!

“Chegou numa sexta feira fresca de outono, via Clinica São Camilo! Era ansiosamente esperado! No sábado de manhã fui busca-lo no hospital, num fusca marrom… Foi para casa embrulhado em mantas amarelas.
Durante quinze meses recebeu todos os mimos de primogênito até que chegou o irmãozinho Diego para lhe fazer companhia e dividir as travessuras.
Cresceu sem muito conforto material, mas cercado de carinho e amor, fazendo ‘arte’…
Certa vez tentou descer a escada… de velocípede! Peguei-o no ar por um dos braços enquanto o velocípede se espatifou lá embaixo!
No seu terceiro aniversário, com a casa cheia de convidados, se trancou acidentalmente no banheiro… Me deu um trabalho danado abrir o trinco com um bambu, através da janelinha basculante, pendurado na parede!!!
Dei-lhe uma camisa do Atlético… Virou são-paulino! Passou a infância, adolescência e chegou à maturidade sorridente e saudável, cercado de amigos, com fé em Deus e no próprio taco! E conquistou seu espaço como cidadão respeitando e cativando pessoas.
Realizou-se profissionalmente através do estudo, com seus méritos!
Parabéns Marcelo de Almeida Matos, parabéns meu filho amado!
Que Deus continue a iluminar, como sempre, o seu caminho…!”
Te amo filhão!

Você viu o Alfredo?

Ele está desaparecido desde sábado!

Você tem um cachorrinho de estimação? Então é fácil para você imaginar a angustia de alguém quando perde seu animalzinho.
Pois é!
A dona do Alfredo está vivendo essa incerteza desde que o Alfredo saiu de casa, no último sábado de manhã. Ele se perdeu no bairro recanto dos Fernandes e ainda não voltou para casa. Alguém disse tê-lo visto próximo à faculdade de Direito, mas a informação não se confirmou!
O Alfredo não tem pedigree. Seu valor é afetivo. Ele tem três anos de idade e é totalmente dócil. Dorme na cama com a dona.

Ajude o Alfredo a voltar para casa.
Se você o encontrar por aí, ou se você o encontrou e recolheu na sua casa, entre em contato com a Aretuza através do WhatsApp 9.9812-2703, ou com este blog.

Faça sua boa ação da semana… Ajude o Alfredo para a sua família!