O monstro está solto…

Ele abusou sexualmente de dezenas de mulheres, destruiu sonhos de dezenas de mulheres que queriam ser mães, levou varias delas literalmente à loucura, foi condenado a 181 anos de prisão, fugiu do país para ludibriar a justiça, foi preso no Paraguai, mas passou menos de três anos vendo o sol nascer quadrado!

A noticia da liberdade precoce do ex-médico Roger Abdelmassih, condenado a 181 anos, nesta quarta feira,21, deixou muitos brasileiros indignados com a (in)justiça. É difícil compreender que um criminoso – monstruoso – ganhe a liberdade antes de cumprir sequer 2% da pena. A prisão domiciliar do monstro com uso de tornozeleira – que não o priva de viver no conforto de sua mansão em São Paulo e ir aos hospitais que quiser a hora que quiser – foi concedida pela justiça de Taubaté, onde ele estava preso até outro dia. O tarado estava internado no hospital de Taubaté desde o dia 18 de maio, com broncopneumonia. Para conceder a mamata domiciliar o Homem da Capa Preta baseou-se no estado de saúde do criminoso, que agravou muito nos últimos meses.
– Ele precisa de cuidados constantes, que não poderiam ser oferecidos dentro do presidio – justificou o Homem da Capa Preta atendendo a argumentação do causídico.
Em 2010 o medico especialista em reprodução humana foi condenado, em primeira instância, a 278 anos de cana. Aproveitando a brecha legal que permite recorrer em liberdade, ele, a jovem esposa que abandonou uma profícua carreira de procuradora de justiça para segui-lo, e o bebezinho do casal, atravessaram a fronteira e foram curtir a vida no país vizinho. A policia brasileira precisou gastar todos seus cartuchos para encontra-lo anos depois numa discreta mansão num bairro nobre no Paraguai. Preso em agosto de 2014, Roger Abdelmassih voltou ao Brasil com pulseiras de prata e foi cumprir sua pena no presidio de pessoas ilustres em Tremembé, no Vale do Paraíba.

… Não durou tres anos!


Somando os quatro meses que ficou preso preventivamente, de agosto até as oito da noite do dia 24 de dezembro, – quando deixou uma cadeia de São Paulo com autorização do Ministro Gilmar Mendes, – aos dois anos e dez meses, de agosto de 2014 até ontem, o criminoso já pagou cerca de 2% da pena. Agora, aos 74 anos, por causa da saúde debilitada e a impossibilidade de ser tratado no presidio, o monstro que dopou e estuprou dezenas de pacientes em seu consultório, volta livre para casa. Apenas com o incomodo de uma tornozeleira…!
Isso é Brasil, onde a lei é cumprida ao pé da letra! A justiça que se dane…!

Droga e dinheiro falso

Os dois adolescentes disseram que esquentariam as notas frias nas baladas na cidade!

Uma abordagem de rotina levou a policia militar a apreender 29 cédulas de cinquenta reais mais falsas que notas de quinze e 7 comprimidos de LSD. A apreensão aconteceu na noite ainda criança desta quarta-feira,21, na Rua Mons. Dutra, no bairro Primavera em Pouso Alegre. Os garotos estavam conferindo a bufunfa que havia acabado de chegar, quando os policiais passaram pelo local. Os dois garotos disseram que haviam comprado as notas de um tal ‘xyz’ pela internet e elas teriam sido entregues via Sedex.
– Pagamos R$310 pelas notas – disseram eles.
Numa busca mais minuciosa os policiais encontraram dentro da capa de proteção do celular do menor, 7 micro pontos de LSD.
Ainda segundo os adolescentes, tanto a droga quando as notas frias seriam esquentadas nas festas que frequentam cidade afora.
Natan Rodrigo Franco Silva, 18 e C.A.D.F., 16, receberam pulseiras de prata, pegaram carona no taxi do contribuinte e foram sentar ao piano do paladino da lei na DP.

Levaram o malote do Alvorada com R$ 11 mil

O crime foi cometido por uma dupla célebre: o Gordo & o Magro!

O roubo aconteceu ao pé da noite desta quarta-feira, 21,na Rua Adolfo Olinto. E foi um roubo básico, onde o assaltante nem precisou fazer força… Bastou apontar o trabuco e tomar o malote!
Passava pouco das oito da noite quando os dois funcionários saíram do supermercado Alvorada, na Vicente Simões e atravessaram a rua com o malote para depositá-lo no Banco Itaú, do outro lado da rua. Antes de chegarem ao caixa foram abordados pelo assaltante que já esperava por eles. O macambúzio sujeito cobriu o rosto com uma mascara e uma manta vermelha, mandou que ambos deitassem no chão e tomou a guaiaca com R$11.100! E passou sebo nas canelas. A poucos metros dali um comparsa esperava por ele em uma motoca pequena, e dobraram a serra do cajuru Adolfo Olinto acima.
Segundo os funcionários do supermercado, que viram o cano escuro do trabuco apontando pra eles, os soturnos assaltantes eram, um gordo e outro magro!

Mãe desesperada paga resgate da filha à prestação

Depois de receber a primeira ‘parcela’, o sequestrador continuou extorquindo a vitima, até que um parente abriu os olhos dela…!

Este caso aconteceu no bairro esplanada em Pouso Alegre, no sábado,17. Dona Maria recebeu a tradicional ligação de um desconhecido que dizia estar com sua filha. E como sempre, queria muito dinheiro para devolvê-la sã e salva.
Embora não dispusesse de dinheiro para este tipo de despesa extra, ao ouvir as chorumelas da suposta filha no celular, dona Maria pechinchou e pagou R$300.
Depois do primeiro deposito, o sequestrador, sentindo firmeza no negocio, ou fraqueza na vitima, pediu mais dinheiro! E dona Maria fez novo deposito, desta vez de R$450. Quem tem trezentos e depois consegue pagar mais quatrocentos, certamente consegue pagar mais um pouco… Foi o que pensou o sequestrador a centenas de quilômetros de Pouso Alegre, numa penitenciaria qualquer. Por isso ele fincou o pé que só soltaria a filha de dona Maria se ela pagasse mais R$400. E o cofrinho de porquinho virou cacos…! Tão logo recebeu o terceiro pagamento, o salafrário, dando risadas baixinho, pediu mais R$500! E não parou por aí.
Antes de fazer o quinto deposito, já tendo quebrado todos os porquinhos da casa, dona Maria pediu ajuda a familiares… E finalmente a ficha caiu! A filha nunca estivera sequestrada.
A essa altura, o falso sequestrador já havia levado R$1.650 reais de dona Maria!
Isso poderia ter sido evitado…
Quando ouviu o primeiro pedido de resgate e a ameaça para não desligar o telefone, bastava dona Maria dizer:
– Espere um minuto senhor sequestrador. O susto que você me deu foi tão grande que minha pressão foi às nuvens… Só vou tomar meu Atenelol e já volto para resgatar minha filha!
Ao invés do remedinho para pressão, era só ir à casa da vizinha, pedir o seu celular e ligar para a filha! E descobrir que ela estava ‘diboinha’ no seu trabalho, na sua escola, no motel, enfim: gozando plena liberdade. Depois era só mandar o sequestrador pé-de-chinelo sequestrar a senhora mãezinha dele, desejar-lhe boa tarde, desligar o celular e deixá-lo só com o cabo do guarda chuva na mão!

Cachorrada em Cambui

Estudante comprou cachorro de raça, pela internet, por R$2,7 mil… e ficou só com a coleira na mão!

Semana passada a jovem estudante M.M.O., 22, moradora de Cambui, encontrou o cachorro dos seus sonhos… Um “Spitz Alemão”! e resolveu compra-lo. O preço do latildo: R$2.712,00! Mas isso não é problema quando se quer um bichinho de estimação. O enrosco é que o cão é de um criadouro da cidade de Agudos-SP. E para garantir o negócio, a estudante teria que depositar um ‘sinal’ de R$500. Mesmo sem ouvir ao vivo e a cores o latido do Totó, ainda assim, na sexta-feira, 16, M.M. depositou o sinal.
Toda a negociação foi feita virtualmente, através de e-mails e celulares. Tão logo pagou os quinhentos reais de sinal… o cachorro parou de latir, quero, dizer: o vendedor não respondeu mais seus e-mails e nem suas chamadas!

No sábado, através de uma amiga, a jovem M.M. ficou sabendo que o endereço do canil na cidade de Agudos – cidade na qual se produz a melhor cerveja Brahma do Brasil -, não existe! E a estudante que pagou R$ 500 apenas de sinal para ter um fofinho Spitz Alemão, ficou só com a coleira na mão…
Que cachorrada!!!

Assalto no Jardim Yara

Na fuga o assaltante desfez da arma e da res furtiva. O trabuco ele escondeu no forro da própria casa, o celular voou para o telhado e o dim-dim ele escondeu na casinha do cachorro do vizinho!

G.G.C…. – Ele ja tinha tentando me matar duas vezes!


Os dias que passei sem alimentar o blog com noticiais policiais, não fizeram falta, pois desde quarta-feira,14, quando ‘peguei a estrada’, poucos crimes aconteceram em Pouso Alegre e área do 17º Departamento de Policia que mereçam destaque. Tivemos, como sempre, alguns furtos e roubos, a maioria de celulares, e várias prisões de traficantes formiguinhas. Mas como sempre, “deu nada, não” pois os autores são “dimenor”.
O roubo mais significativo, com emprego de arma de fogo, aconteceu no Jardim Yara. Às sete e meia da noite de quinta, dia de Corpus Christie, o assaltante entrou no mercadinho, na cara limpa, apontou um trabuco prateado e fez a proposta indecente de sempre:
– Perdeu Mané… Passa o dim-dim que dói menos!
E era dia de caça! Havia mais de mil reais no caixa do mercadinho. Mas o assaltante achou pouco e levou também o celular do funcionário.
Tão logo tomou conhecimento do roubo os homens da lei saíram na sombra do meliante. Ele foi abordado na rua do Foch, perto da sua casa e fez o que pode para dobrar a serra do cajuru. Pulou muros e quintais, quebrou telhados e acabou caindo nos braços da lei.
Apesar da fuga desesperada, o assaltante teve tempo de mocosar a res furtiva. Os R$ 1.102 roubados do mercadinho estavam escondidos numa casinha de cachorro de um vizinho, por onde ele passou. O revolver prateado calibre 32 com seis azeitonas prontas para vomitar, usado para convencer os funcionários do mercadinho a entregar o ouro, ele havia guardado no forro da própria casa.
O assaltante que caiu nos braços da lei, apesar da pouca idade, possui uma gorda capivara. Nela consta desde furtos e roubos até homicídio!
KFSR recebeu as pulseiras de prata da lei, desceu no taxi do contribuinte para a DP, sentou ao piano, assinou o 157, mas … ‘Deu nada, não’, pois ele só tem 17 aninhos!

Éramos 13…

Caminhando com fé!

Apesar de ser a sétima caminhada repetida esta também teve suas peculiaridades…
Teve peregrino ‘debutante’…
Teve peregrino que viu assombração!
Teve peregrino empurrando Kombi fundida morro acima…
Teve peregrino abandonando uma cueca em cada pousada – seria algum fetiche?
Teve peregrino pulando no mato para não ser atropelado pelo trem…!
Teve peregrino precisando de carona no carro de apoio.
Teve muita reflexão, alegria, diversão, bom humor, cansaço, superação de limites…
E foi coroada com a emoção de sempre, ao concluir a caminhada e entrar triunfante na casa da Mãezinha, com a missão cumprida!


A caminhada começou, como sempre, com uma hora de atraso. As oito da noite já se ouvia o toc-toc compassado dos cajados de bambu batendo no asfalto frio das ruas do Arvore Grande. A primeira parada foi no bairro dos Ferreiras, para o primeiro lanchinho. E o lanchinho caiu do céu! Renovou as energias na hora certa, pois um quilometro depois, tivemos que empurrar uma Kombi com o motor fundido, por mais de cem metros morro acima na subida do Itaim.

O esforço de bons samaritanos ajudando a Kombi velha do agricultor na subida, foi recompensado meia hora depois… Ao chegarmos na parada do Itaim, lá estavam o Tiago e o Luciano Reis com um belo caldeirão de Canjiquinha com costelinha de porco à nossa espera!

Dos treze peregrinos, Tiago Batista, Marcelo Matos, Rick, Machado, Luciano, Airton Chips, Marquinhos, Rodrigo e Luizão eram veteranos. Edão, Elbert, Alex e Gil eram os ‘debutantes’.
E os marinheiros de primeira viagem surpreenderam. Edão não deixou ninguém andar na frente e imprimiu um ritmo forte à caminhada. Até Elbert, do qual duvidávamos, andou na frente… Alex, inseparável do irmão Luciano, não reclamou nem das piadas sem graça do Tiago. Gil comeu pelas beiradas e foi um dos mais emocionados na chegada. Aliás, marcante sua emoção ao falar do propósito da sua caminhada!

Num trecho do caminho antes de Sapucaí Mirim, no meio da madrugada branca de neblina, um dos parceiros se distanciou do grupo e … Viu uma assombração!
– Tinha um colega com colete há poucos metros na minha frente, no meio a neblina… Eu apertei o passo para alcança-lo… de repente ele sumiu no meio da neblina! – contou ele.
Será que era mesmo assombração?

Caminhando e fazendo faxina ecológica…

Um dos romeiros, apesar de veterano, errou na medida das cuecas, e pagou caro… Em cada parada deixou uma cueca encharcada de sangue para trás!

As ausências

Um grupo de 12 ou 13 pessoas caminhando junto durante vários dias deixa algumas marcas. Impossível não observar o comportamento individual dos companheiros e alguns ‘lances’ durante a caminhada.
* Segundo os parceiros, o Marcelo estava menos cítrico este ano!
* O Tiago ainda é o contador-mor de piadas… Mesmo não tendo graça!
* Alguém sabe porque o jacaré foi preso?
* Este ano não tivemos o desafio dos 50 metros perto de Roseira. É que o desafiante estava ‘avariado’! Ainda bem que não teve, senão o Edão ganharia fácil…
* Dentre as ausências deste ano, a mais notada foi a do Bruninho. O grupo ficou sem ter a quem zoar! Em três viagens seguidas ele conseguiu caminhar quase três quartos do trecho. Na quarta viagem ele completaria uma caminhada. Portanto, embora tenha saído três vezes para ir à Aparecida à pé, ele nunca foi…!
* Marcelo e Rick receberam o cartão de prata, que homenageia quem completa 10 anos de caminhada. (embora o Rick já tenha ido mais de trinta vezes, pois tem ano que vai uma vez em cada estação). No caso do Bruninho Abrantes, que precisa de quatro romarias para contar uma, para ganhar o cartão de prata ele terá que ir mais 37 anos!

Catando plásticos e latinhas na serra…

na falta de perna… vai o cajado!

Beiras de estradas e de trilhas Brasil afora, infelizmente, servem de descartes de lixo de toda espécie. Latinhas, garrafinhas pets, embalagens de salgadinhos, materiais estes que demoram décadas para serem consumidos pela natureza, são dispensados ao longo das trilhas dia e noite. Ano passado resolvemos recolher o lixo deixado ao longo da trilha que antecede Piracuama, do lado de lá da Serra da Mantiqueira. Em três quilômetros de trilha, de improviso, sem sacolinhas, recolhemos mais de sessenta itens. Este ano levamos sacolinhas. Enchemos quatro sacolinhas e um fardo de lixo reciclável ao pé da serra.

Carros de apoio ou de anjos?

Japão e Guilherme, agora na foto… Nossos anjos sem asas!

Depois de fazer sua primeira viagem a pé em 2014, Japão decidiu continuar na romaria como apoiador. Guilherme está no grupo desde sua criação em 2011. São eles que levam agua, comida e nossas malas – e as vezes alguns malas! A cada ponto de parada lá estão Guilherme e Japão com agua fresca, lanche e café quentinho. Sabem onde está cada mala, cada blusa, cada colchonete. Dormem tão pouco quanto os peregrinos. Estão sempre prontos para resgatar um peregrino que sofreu uma baixa. São muito mais do que simples apoiadores… São cozinheiros, garçons, camareiros, enfermeiros, confidentes e amigos. Um exemplo vivo de servidão. E sentem a mesma emoção dos caminhantes na chegada.

Amigos da Romaria “Bar dos Reis”… Juntos na estrada e na foto!

Amigos de caminhada

A maioria das romarias à Aparecida tem sua data programada para certa data do ano. Uns vão por ocasião do Dia de Nossa Senhora, o 12 de outubro; outros vão por ocasião da Semana Santa; outros por ocasião da Lua Cheia num determinado mês. A nossa acontece todo ano por ocasião de Corpus Christi. Em nossa jornada todo ano ‘esbarramos‘ em varias romarias. Já se tornou rotina alternarmos alguns trechos da caminhada com as romarias do Leandro do Sertãozinho e Celso do Foch. Ora um passa pelo outro, ora outro passa pelo um e no final nos encontramos no mesmo destino… na casa da nossa Mãezinha! E a amizade se estreitando!

A força da fé
Como nas caminhadas anteriores, aprendemos muito. Aprendemos sobre fé, sobre limites, sobre superação. Aprendemos conhecer as pessoas ao nosso lado. Aprendemos que as fraquezas ou vícios de uma pessoa não são importantes. Elas resultam talvez da falta de luz ou de escolhas sem orientação. Mas o que importa são suas virtudes. E aí passamos a respeitá-las e amá-las. Aprendemos que a força que conduz os romeiros não vem de sanduíches, barrinhas, bananas, maçãs, isotônicos e outros alimentos… Ela vem da alma, vem da fé, do motivo, do propósito que nos leva a fazer a caminhada! Por isso muitos curiosos começam e não terminam a caminhada… Porque falta o propósito! Assaduras, bolhas nos pés, dores nas articulações, cansaço não impedem o peregrino de caminhar… Se ele tiver um motivo para isso! Há, no entanto, lesões mais sérias como o rompimento de um músculo ou de um tendão do tornozelo ou do joelho que impede que o órgão obedeça a ordem do cérebro. Tiago, que aguarda agenda para fazer cirurgia no tendão, foi assim mesmo. E por alguns quilômetros teve que apelar para o carro de apoio.
Rodrigo, na terceira caminhada, sentiu o joelho. Na descida da trilha da serra, o joelho abandonou. Ele ainda tentou outras duas vezes mas o joelho não obedeceu. Nos dois últimos quilômetros de caminhada, com ajuda de dois cajados e com a visão da casa da Mae à sua frente e … com lagrimas, ele chegou andando! Aliás, se conhecermos a história de vida familiar recente do Rodrigo, fica fácil entender porque algumas pessoas deixam o conforto do seu lar num final de semana de inverno para caminhar por três dias e noites por estradas e trilhas até o Santuário daquela que consideram sua mãe! É que “ a fé em Deus nos faz crer no incrível, ver o invisível e realizar o impossível”!

Assim foram nossos 154 quilômetros de Pouso Alegre à Aparecida, à casa de nossa Mae… Caminhando com fé!

Foi furto? Ou foi mais um conto do bilhete premiado???

No final da tarde desta segunda-12, a viúva HJF, 62 anos chamou a policia militar à sua casa, no Jardim Europa em Pouso Alegre, para dar queixa de furto. Segundo ela, uma mulher bem arrumada, com blusa de oncinha, tomou-lhe a quantia de R$4 mil! Mas a estória é um tanto quanto obnubilada…!!!

O golpe do falso sequestro é quase tão velho quantos essas cédulas… Mas tem gente que ainda cai!


-Eu havia acabado de sair da casa lotérica da Silviano Brandão, quando uma senhora se aproximou e disse para eu ficar quieta. Em seguida ela me fez entrar no seu carro. Dentro do carro ela falou que precisava de 4 mil reais!
– “Vou te levar ao banco e você vai sacar 4 mil e me entregar”! – Teria dito a tal mulher.
Ainda segundo a viúva, elas passaram quase duas horas rodando no carro da mulher de oncinha pela cidade, até foram juntas à matriz da Caixa Econômica Federal na Praça Senador Eduardo Amaral sacar o dinheiro.
– E a senhora sacou o dinheiro no caixa eletrônico? – quis saber o policial.
– Não. Sacamos na “boca do caixa”… – contou a viúva.
– Mas ela te ameaçou, te mostrou alguma arma? – indagou o policial.
– Não. Mas eu fiquei com medo, por isso obedeci e entreguei o dinheiro pra ela na boca do caixa…
Segundo a viúva, depois de entregar o dinheiro, entraram novamente no carro da ‘mandona’ e seguiram em direção ao bairro Faisqueira. Logo depois do Baronesa a vigarista parou o carro e mandou a viúva descer, deixando-a só com o cabo do guarda-chuva na mão…
O ‘roubo’ do qual a viúva foi vitima, segundo ela, desenrolou-se a partir das dez e meia da manhã, mas chegou ao conhecimento da policia militar às três e meia da tarde, quando finalmente dona HJF chamou os policiais à sua casa, no Jardim Europa, e contou o imbróglio.
Ainda segundo a viúva, a ladra era alta, forte, loira, bem arrumada, tinha cerca de 45 anos e usava blusa de oncinha!
Essa foi a estória que a viúva HJF contou aos policiais…!!!
Essa é mais uma típica estória de Conto do Bilhete Premiado que, por vergonha de si mesmo, por ter caído na conversa do vigarista e entregado seu rico dinheirinho de mão beijada, a vítima conta – tardiamente – pela metade!!!
Contado assim, pela metade, tardiamente, a polícia tem muito pouco a fazer…!

Mágica na caixa econômica federal

Cartão magnético muda de nome… e R$ 1,5 mil mudam de conta!

JCAB entrou na agencia da CEF da Praça Senador Eduardo Amaral no final da manhã desta segunda,12, pagou suas contas no caixa eletrônico, guardou o cartão na carteira, virou as costas e foi embora. Quando já estava lá fora sentiu um leve toque no ombro… Ao virar-se, um cidadão alto, usando bermuda branca e camiseta azul marinho disse-lhe:
– No caixa que o sr. estava operando saiu um papel impresso… Eu entreguei para um funcionário da Caixa…
Neste momento, antes que JC ordenasse as ideias, apareceu o tal funcionário com o papel impresso na não. O moço baixo, branco, bem vestido, usando camisa social e óculos de grau, exibiu o papel e pediu seu cartão para checar os dados. Calmamente olhou, comparou, fez duas ou três perguntas, disse que o impresso não era dele, devolveu o cartão do cliente e voltou para o interior da agencia. E JC foi embora.
Ao chegar em casa, ainda pensando no pequeno incidente, antes de guardar a carteira, JC deu uma última olhada no cartão e … surpresa! O cartão havia mudado de nome! O cartão que estava em sua carteira era de uma tal de F.P.G.
– Mas como isso aconteceu – pensou JC!
Simples! O moço de camisa social e óculos de grau, é magico! Na porta do banco, diante dos seus olhos, ele fez a troca do cartão!
Acabrunhado JC voltou imediatamente a agencia e foi falar com o gerente. E descobriu mais uma mágica…! R$ 1,5 mil havia desaparecido de sua conta! O saque havia sido feito minutos depois da troca dos cartões no caixa eletrônico do Supermercado Alvorada, a poucos metros dali!
… E JC ficou só com o cabo do guarda-chuva na mão!
Para evitar que isso aconteça com você meu estimado leitor, nunca é demais lembrar: “Cartão de banco, escova de dentes e cuecas, são objetos pessoais… Só o dono usa”! Fikadika…

Maconha no Hotel do Juquinha

A mula foi surpreendida com a droga nas partes pudendas, levando para o amasio!

A tentativa se adentrar o presidio levando maconha para o amasio, introduzida no próprio corpo, aconteceu durante o horário de visitas no Hotel do Juquinha, neste sábado, 10.
Durante procedimento de rotina, a jovem visitante Ana Claudia Machado da Silva, 23, deixou aflorar seu instinto de somongó, como se tivesse culpa no cartório. Acostumadas a lidar com visitantes que levam, ou tentam levar, objetos ilícitos para seus maridos ou amasios nas partes mais recônditas do corpo, as experientes agentes femininas ligaram as antenas. Quando chegou a vez da moça, ela foi convidada a abrir as … as… quero dizer, o ‘livro’! E lá estava a causa do stress da jovem visitante… Um belo – e malcheiroso – tablete de maconha!
Pilhada com a maconha introduzida no corpo, a jovem admitiu que levava a droga para o amasio Renan André da Silva. Isso é trafico!
Depois de assinar o 33 na DP, Ana Claudia pegou o taxi do Magaiver e voltou para o Hotel do Juquinha. Agora ela não precisa mais se preocupar com a visita ao companheiro. Desde o final da tarde de sábado Ana Claudia está morando sob o mesmo teto do companheiro!