Vizinho prende assaltante ‘dedo-duro’…

Ele roubou uma lanchonete e tentou roubar uma garota usando o dedão por baixo da camisa para simular um trabuco!

O primeiro roubo aconteceu por volta de cinco da tarde desta segunda,22, no bairro Inconfidentes. O sujeito de cabelos arrepiados e fisionomia de índio, entrou no estabelecimento e anunciou o roubo. Apesar da ameaça ele não parecia assaltante. Nem portava nenhum tipo de arma. Na verdade parecia mais um pedinte do que um assaltante.
– Olha moço, eu não sou bandido, não, e nem sou nóia… Eu estou roubando para comprar comida para minha filha, pois estou desempregado! Mas olha, eu estou armado, viu! A arma está por baixo da camisa! – choramingou o assaltante. E levou 18 reais do comerciante.
Meia hora depois o mesmo assaltante com cara de ‘pelamordedeus’ desfiou seu rosário de chorumelas a outra vitima, no Jardim California. Ao ver uma garota sentada na porta de casa navegando na internet, o ‘indinho arrepiado’ se aproximou e disse que ‘queria’ seu celular.
– Olha, isso é um assalto, tà! Eu preciso do seu celular. Eu estou armado viu! Quer ver o revolver debaixo da minha camisa?
Neste momento o vizinho da jovem estava saindo ao portão e ouviu a palavra “revolver”! e resolveu entrar em cena. Ao ver a aproximação do vizinho da jovem, o assaltante, cuja única arma que portava era o dedão por baixo da camiseta, passou sebo nas canelas e dobrou a serra do cajuru.
Fugiu, mas não escapou! Alguns quarteirões depois, na entrada do CCPC o assaltante dede-duro caiu nos braços do vizinho que vinha fungando no seu cangote e foi entregue aos homens da lei. Os dezoito reais do primeiro roubo, ele já havia fumado numa ‘marika’ no Chapadão.
Luan Felipe Landro, 22, o assaltante que chora as pitangas para suas vítimas e usa o dedo para imitar trabuco, sentou ao piano do paladino da lei, assinou o 157 e foi se hospedar no Hotel do Juquinha!

Ladrões levam R$ 62 mil em cigarros

A ‘queima’ aconteceu ao pé da manhã desta segunda-feira abençoada por Santa Rita de Cassia, no Algodão.

Depois de um final de semana de temperatura fria, e criminalidade morna, em Pouso Alegre, com apenas 09 furtos e um roubo pé-de-couve, a segunda-feira, 22, começou quente – como tem sido nos últimos meses! Logo de manhazinha um vendedor de cigarros sentiu um friozinho na espinha ao ver o cano frio de um trabuco.
O sol mal havia colocado os bigodes para fora quando o motorista M.C.A. subiu na sua Ducato no bairro São Cristóvão, pediu a benção do protetor dos motoristas e pegou a estrada. Mas não foi longe! No final da Prefeito Olavo Gomes de Oliveira, no Costinha, antes de entrar da Fernão Dias, ele teve que parar. À sua frente, na curva de acesso, parada na pista, estava uma Parati velha. Antes que Marcelo engatasse a ré, um gol parou colado na sua traseira e um dos ocupantes levantou a fralda da camisa exibindo o cabo do trezoitão. A parada foi rápida. No minuto seguinte já estavam rodando novamente pela Fernão Dias. Só que Marcelo agora era passageiro! Sua Ducato com cerca de R$64 mil em cigarros era conduzida por um dos assaltantes. O outro ocupava o assento da porta. A viagem seguiu tranquila até o Algodão. Lá, na estrada de terra a poucos metros do asfalto, outra Ducato esperava por eles. O transbordo da carga de cigarros durou poucos minutos, ao cabo dos quais, o vendedor de cigarros retomou a liberdade, com uma recomendação:
– Pode ficar sentado atrás do volante da Ducato. Mas não saia daqui antes de meia hora… – disse o assaltante alisando o cabo do trezoitão.
Tão logo viu a Van sumir na Fernão Dias sentido São Paulo levando sua carga de cigarros, Marcelo avisou a firma e chamou a polícia. Mas… Só o pó! Aliás, só as cinzas da carga de R$ 62 mil em cigarros!

Tragédia familiar em Senador Amaral

Ao ver o irmão mais novo morto afogado, irmão mais velho entra em desespero e comete suicídio.

O sinistro aconteceu no meio da tarde deste domingo, 21, no bairro Ponte Segura, zona rural de Senador Amaral, a 60 quilômetros de Pouso Alegre. Cezar Luan da Silva, 17, portador de epilepsia, foi a um lago da propriedade lavar um funil e não voltou mais. Ao perceber a demora do rapaz, familiares passaram a procurá-lo da beira da lagoa, e ao encontrar seu boné, presumiram que ele havia se afogado.
– Ele pode ter sofrido um ataque epilético – deduziu o cunhado que o vira pela última vez.
O Corpo de Bombeiros foi acionado e uma hora depois encontrou o corpo do adolescente no fundo da lagoa.
Ao ver o corpo sem vida do irmão mais novo, Amarildo Jose da Silva, 23, entrou em desespero e saiu correndo. Os familiares tentaram acalmá-lo, mas o perderam de vista. Minutos depois encontraram seu corpo pendurado por uma corda numa arvore nas imediações. Os bombeiros ainda tentaram reanima-lo e o levaram para a pronto socorro de Cambui, mas ele já estava morto. Ambos, Cesar Luan e Amarildo Jose, passaram por exames de necropsia no IML de Pouso Alegre, na manhã desta segunda-feira, e foram liberados para a família.

Agrônomo dá sopa para o malandro em prato fundo

Ele estacionou seu carro num dos pontos mais vulneráveis da cidade e ainda deixou a janela da caminhonete aberta… Com R$ 7 mil dentro do carro!

Um desses gatunos sorrateiros que vivem sondando carros fáceis de abrir nos locais movimentados da cidade, acertou na loteria neste domingo. É que o carro que ele abordou continha sete mil reais! E melhor… Ele nem precisou arrombar! O dono, naturalmente por descuido, deixou a janela do carro semiaberta. Aí foi só enfiar o braço comprido, pegar a mochila recheada e sair andando. Nem mesmo o ladrão imaginava que fosse capturar uma res tão gorda!
A sopa para o malandro em prato fundo foi servida no meio da tarde nublada e fria deste domingo, 21, na Rua Conego Vicente, no centro da cidade, a dois quarteirões da cracolândia da ponte do velho Mandu, reduto de meliantes usuários de drogas e ‘cositas
mas’!
Ao descer do seu Montana Prata para fazer compras no Alvorada, o agrônomo H.H.B.S. morador de Careaçu, esqueceu a janela do caro semiaberta. Sobre o banco do passageiro havia uma mochila com um notebook e uma ‘pochete’ com R$7.100 em ‘cash’, além de vinte e três mil em cheques.
As câmeras externas do supermercado mostram o momento que o sorrateiro ‘sortudo’ branco, magro, mediano, de cavanhaque e uniforme de mano, enfia o braço comprido pela janela, pega a bolsa, sai andando, vira a esquina e desce em direção à Antônio Vasconcelos até sumir de vista, levando a capivara gorda.
Não adianta chorar sobre leite derramado, mas é sempre bom lembrar que a área central de Pouso Alegre, ou seja uma extensa faixa que vai do terminal rodoviário até o bairro São Jose – entre Avenida Vicente Simões e Perimetral – é quintal de casa dos meliantes que vivem na Baixada do Mandu, especialmente na cracolândia debaixo da ponte. Basta atravessar a Perimetral e já estão em casa. Para dificultar os furtos e roubos nessa área, toda sopa deve ser servida em prato raso… e de canudinho!

Tentativa de homicídio no Faisqueira

– A intenção era matar o agiota e fugir no carro dele e depois sumir com o carro e com o corpo… mas o revolver ‘picotou’ – disse o pretenso assassino.

O macambúzio crime aconteceu às nove e meia da noite fresca desta quarta-feira, 17, na Avenida Antônio Scodeler, no bairro Faisqueira. Ao ser preso tentando se esconder entre as maquinas da empreiteira Delft nas imediações, Jose Aparecido Ferreira da Silva Resende confessou o crime e explicou porque tentou matar Júlio Cesar Domingues da Silva.
– Eu tenho uma dívida de R$ 9 mil com o Júlio. Ele estava ameaçando me matar porque eu atrasei duas parcelas. Por isso eu pedi para ele me levar na casa de um amigo, para pegar uma TV para abater na dívida. No meio do caminho eu mandei ele parar o carro e atirei nele. A intenção era matar e depois sumir com o corpo e com o carro dele… Mas o revolver falhou os primeiros tiros e acabamos entrando em luta corporal – admitiu Jose Aparecido.
Os primeiros tiros foram efetuados pelo pretenso assassino através do para-brisas do carro. Isso permitiu a reação da vítima que entrou em luta corporal com seu algoz. Ainda durante a luta, ele atirou outras vezes até descarregar o Smith Wesson calibre 32. Dois tiros acertaram os braços e outros dois o peito do suposto agiota, pondo fim à luta corporal.
A falha do trabuco e a reação da vítima atrapalharam os planos do assassino. Por isso ele fugiu à pé, pelo mato, e foi se esconder no pátio da empreiteira no loteamento Bela Italia, de onde pretendia pegar uma moto taxi para fugir. Mas foi descoberto pelos vigias e entregue à policia. O trabuco da famosa marca – que não costuma falhar – estava escondido a poucos metros de onde o assassino foi preso.
A versão do comerciante Júlio Cesar não difere muito da do assassino. Ele disse que tem um credito com Jose Aparecido, proveniente de uma moto Honda Hornet que vendeu à ele. No momento em que seguiam para o bairro Faisqueira a fim de receber parte da dívida, Jose Aparecido pediu pra parar, sacou o trabuco e atirou nele. O comerciante foi socorrido por terceiros e levado para o Hospital Regional Samuel Libânio. Os tiros de 32 recebidos nos braços e no peito não lhe oferecem risco de vida!
Jose Aparecido Ferreira da Silva Resende, 27, recebeu as pulseiras de prata, sentou ao piano do paladino da lei, assinou o 121 c/c 14 do CP e foi se hospedar no Hotel do Juquinha!
E a dívida aumentou…

Meliantes voltam do recesso…

… E até uma empregada domestica entra em cena e furta a patroa!

Depois do assalto atrapalhado na porta do banco Itau, onde o assaltante teve que atirar na comerciante para tomar sua bolsa, os meliantes de plantão resolveram tirar folga. Mas o recesso durou só um dia! Na terça-feira eles já colocaram as manguinhas – as faquinhas e os trabuquinhos – de fora! Foram 22 furtos e 4 roubos em Pouso Alegre desde então.
Teve roubo a mercearia, teve roubo a caminhoneiro na Fernão Dias, teve roubo a transeunte. Num deles o assaltante levou a fortuna de R$10 e acabou sendo preso! Teve furto de moto, furto de carro, furto de celular, furto à residência, furto em fábrica de cadeados e até um furto de dinheiro e cordão de ouro do armário de um técnico de enfermagem dentro do hospital regional Samuel Libânio!
O caso mais interessante, no entanto, ainda que insignificante, foi o furto ‘domestico’, cometido por uma empregada no bairro Santa Rita, no final da manhã desta terça, 16. O furto foi percebido pela patroa quando ela chegou ao banco para fazer o deposito e o envelope com o dim-dim não estava mais na sua bolsa! A empresaria, que antes havia deixado o dinheiro dentro de um envelope, dentro da sua bolsa, dentro do carro aberto dentro da garage por apenas alguns minutos, onde só havia a empregada, voltou para casa e chamou a empregada na chincha! Pressionada pela patroa, Elenise Satiro admitiu o ‘deslise’!
– Desculpe patroa, eu não sei o que deu na minha cabeça. Fui eu mesmo que pegou o dinheiro. Ele está escondido na lavanderia – confessou a empregada com cara de pelamordedeus!
A prova do crime, ou seja, o envelope que continha os R$322, Elenise disse ter queimado na pia, para sumir com as cinzas!
O detalhe ainda mais interessante nesta história, é que empregada Elenise já havia trabalhado na mesma casa anteriormente e havia sido despedida por causa de pequenos furtos!
– Depois de um tempo eu resolvi dar a ela uma segunda chance e a contratei de novo – contou a empresaria furtada pela segunda vez!
Elenise Satiro,41, desta vez saiu do serviço no taxi do contribuinte e foi sentar-se ao piano do delegado de plantão na DP. Para evitar a hospedagem gratuita no Hotel do Juquinha, a doméstica, que não é ladra, mas escorregou nos trezentos e vinte dois reais, terá que desembolsar um salário mínimo de fiança!

Preso foge da Delegacia de Policia

O fato aconteceu no final da noite desta segunda,15, na delegacia regional de Pouso Alegre. Mas a liberdade durou apenas três horas!

Numa noite fresca de 1982 sentimos pela primeira vez o dissabor de ver um preso escapar pelo vão dos dedos. A sensação é parecida com chupar cabo de guarda-chuva velho! Interrogávamos um suspeito de pelos menos meia dúzia de furtos a residências em Pouso Alegre. Sabíamos quem eram os ladrões… faltavam as provas! A confissão era uma delas! Quando ele começou a abrir o livro, fui à Inspetoria da velha delegacia da Silvestre Ferraz, duas salas ao lado, checar suas informações no livro de “registro de crimes contra o patrimônio”. Como não encontrei o BO a que ele se referia, o Adair foi me ajudar. Enquanto procurávamos, o Paixão também chegou para ajudar. E o preso ficou no ‘confessionário’ aos cuidados apenas do Barbosa! Não havia riscos. Afinal, o preso estava algemado, sem o cinto, com a calça na mão, justamente para dificultar seus movimentos! Dois minutos depois o Barbosa também chegou à Inspetoria para ajudar a procurar o tal registro. No minuto seguinte nós quatro perguntamos juntos:
– Quem está no ‘confessionário’ com o preso ???
Ninguém. E não havia necessidade. Não havia mais preso no confessionário! Foram necessários poucos segundos para que ele batesse asas!
Quando estávamos no meio da rua tentando avistar sua sombra em cima do telhado da velha delegacia, único local possível para se fugir, o Mauricio Chiarini que chegava em casa com amigos, ao lado da delegacia perguntou:
– Vocês estão procurando um preso que fugiu algemado e seminu? Nós acabamos de encontrar com ele lá perto do portão da Rinha…!
Demorou vários meses para esclarecer aqueles furtos…
Naquele mesmo ano eu estava no mesmo confessionário interrogando o Peixinho, às dez da manhã. Quando ele terminou de contar para quem havia vendido a televisão furtada do Dr. Afonso Celso, eu fui à inspetoria pedir uma viatura para continuar as diligencias. Um minuto depois o colega Mairinques, que havia ficado com o Peixinho, também chegou à Inspetoria. Antes que eu perguntasse a ele onde estava o nosso preso, o detetive Pomarola, – que na época era ainda um meninão gordo e cabeludo que trabalhava com seu pai no escritório em frente, me respondeu… Depois de bater timidamente nas minhas costas ele falou… com a boca e com os braços:
– Saiu um cara algemado correndo ali do fundo da delegacia!
Era o nosso preso Peixinho… Ensaboado!
Esse eu consegui recapturar. Corri sem vê-lo por vários quarteirões, atravessei a linha férrea da Avenida Brasil, entrei na várzea do Aterrado e finalmente o alcancei na beira do Rio Mandú – essa história está na pagina 37 do livro “Meninos que vi crescer”!
Fugas de presos são assim… Basta um descuido do policial, e o preso, que nunca se descuida, bate asas e levanta voo! Mesmo que ele esteja sem o cinto, tendo que segurar as calças, ou com as mãos presas por algemas, se houver possibilidade de fugir… ele foge! Motivo para o bandido fugir não falta: ele não tem nada a perder! E pode ganhar um valioso prêmio… a liberdade!
No final da noite desta segunda, 15 de maio, aconteceu mais uma fuga deste tipo na delegacia de polícia civil de Pouso Alegre. Quem dobrou a serra do cajuru foi o meliante Wagner Aparecido Roque, 27. Ele havia sido recapturado duas horas antes na cidade de Cachoeira de Minas. Wagner o “Negão” era fugitivo da cadeia de Itajubá, para onde fora levado uma semana atrás, depois de ser preso preparando para dar o bote em um posto de combustíveis na vizinha Piranguinho.
Negão, 27 anos, está na estrada do crime desde o fim da adolescência. No entanto, não costuma criar raízes atrás das grades. E é do tipo valentão! Daqueles que gostam de rolar na poeira com os homens da lei. Em 2011 a Juíza Criminal da Comarca de Itajubá mandou chamar Negão à sua presença para dar-lhe uns puxões de orelha. Negão, que estava cumprindo pena no regime aberto, engrossou com a juiza! Quando os policiais chegaram para conduzi-lo para o presidio, Negão rolou na poeira com os homens da lei…! Mesmo na presença da ‘Mulher da Capa Preta’!
As onze e meia da noite desta segunda, depois de ter sido preso num mocó em Cachoeira de Minas, Wagner Negão esperava no ‘corró’ da DP o momento de pegar o taxi do Magaiver para o Hotel do Juquinha. Mesmo dentro do ‘corró’ ele continuava com as pulseiras de prata. Mas bastou um minuto de descuido para Wagner Negão bater asas e levantar voo! Três horas mais tarde ele voltou a andar no taxi do contribuinte. Wagner Negão foi novamente recapturado às três da manhã na BR 459, perto da Maria Fumaça.
Apesar de ter sido recapturado poucas horas depois da fuga da DP, pelos mesmos policiais que cochilaram, Wagner Negão deixou uma peteca quente para os policiais segurarem!

Vitima baleada no assalto tranquiliza amigos

Mariângela Muniz Franco Coelho, disse em sua pagina do facebook ela diz que está bem, e agradece à Deus pelas orações e energias positivas dos amigos “- Queridos amigos. Como vocês sabem fui vítima de roubo, levei um tiro de raspão. Já estou em casa e bem. Obrigada pelas orações e energias positivas. Foi só um susto. Deus seja louvado. Deus abençoe todos vocês.”
E é para dar graças a Deus, mesmo! Pois, com o intuito de cessar a resistência da vitima e tomar-lhe a bolsa com R$31 mil, o assaltante atirou sem medir as consequências! Devido ao movimento instintivo de defesa a vitima ficou de lado e o tiro transpassou de ‘perfil’ pelo seu peito.
O roubo aconteceu às 08h45 da manhã desta segunda. Quando chegou ao banco na Adolfo Olinto, os dois assaltantes já estavam à sua espera. Um ao lado da moto Honda Bros vermelha, e o outro disfarçado de funcionário do supermercado Alvorada, ali do lado.
A fuga na moto Honda vermelha durou poucos quarteirões. A menos de um quilometro dali, no bairro São Camilo, os assaltantes trocaram a moto por uma caminhonete e fugiram em direção à rodovia Fernão Dias. Logo depois da ponte do Rio Sapucaí eles abandonaram as roupas usadas no momento do roubo e a bolsa da comerciante somente com os documentos.
A PM continuou as diligencias durante o resto do dia, mas acabou perdendo a pista dos assaltantes.
Mas a batata está assando…!

Comerciante é baleada na porta do banco

O crime aconteceu durante tentativa de assalto ao pé da manhã desta segunda, 15, em Pouso Alegre.

Depois de um final de semana morno, como tem sido os demais nos últimos meses, a terceira semana de maio começou quente. Logo pela manhã um assalto com tiros!
A policia militar ainda está no rastro da dupla de motoqueiros que assaltou uma comerciante na manhã desta segunda, 15, em Pouso Alegre. O roubo aconteceu quase na porta do Banco Itaú da Adolfo Olinto. No momento em que chegava para fazer o deposito da ‘féria’ do final de semana, a comerciante foi abordada por motoqueiros numa moro vermelha, um deles amado. Mesmo diante da ameaça do trabuco, a comerciante segurou firme a bolsa com o dinheiro e se recusou entregar o ouro aos bandidos… E eles cumpriram a ameaça! Atiraram na comerciante!
A comerciante ferida no peito foi socorrida por terceiros e levada para o Pronto Socorro do Hospital Regional Samuel Libânio. Ainda não há informações sobre a gravidade dos ferimentos.
A dupla de assaltantes conseguiu fugir e logo depois trocou a moto vermelha por um carro onde um comparsa os esperava. Até o momento desta publicação, ninguém havia sido preso.

Execução na beira do Rio Sapucaí

O crime aconteceu no meio da tarde deste sábado, 12, exatamente dois meses depois do ultimo assassinato ocorrido no município de Pouso Alegre.

A terceira vitima de assassinato em Pouso Alegre no ano de 2017, é Roger Chagas Basso. Ele foi executado com um tiro na nuca na beira do Rio Sapucaí, nos fundos do Jardim Olímpico, próximo de sua casa. Testemunhas que pescavam nas imediações disseram ter ouvido três disparos e chamaram a policia. Quando os homens da lei chegaram ao local, o jovem de 20 anos já estava morto.
Roger Chagas Basso era figurinha fácil no álbum da polícia. Em outubro de 2015, ele e outros dois menores assaltaram um mercadinho do bairro Colina Verde e minutos depois sentaram o frio das pulseiras de prata. Atualmente ele estava em liberdade condicional.
O corpo de Roger Chagas Basso foi levado para o IML onde deverá passar por exames de necropsia na manhã deste domingo e em seguida será liberado para a família.
A policia militar já levantou três suspeitos do assassinato na beira do rio. Dois deles fizeram ceia na casa de Roger na noite passada, todos envolvidos com drogas!