Policia Militar oferece café da manhã à imprensa

O encontro tem por objetivo aproximar a policia da sociedade. Para isso a policia militar quer estreitar a parceria com a imprensa!

Cel. Oterson Luis Nocelli assumiu o comando do Decimo Setimo Departamento de Policia em fevereiro… TenCel Rogério Santos de Souza assumiu o comando Vigésimo BPM em janeiro.

O evento aconteceu ao pé da manhã desta quinta-feira,14, na sede do 20º BPM no Jardim Aeroporto em Pouso Alegre. Em volta da mesa farta regada a café, suco e variadas guloseimas, o jovem comandante Ten Cel Rogério Santos de Souza, recém empossado no comando do batalhão, recebeu dezenas de repórteres, jornalistas, radialistas e blogueiros de Pouso Alegre e região. E fez questão de conversar, individualmente, com cada um!

“Queremos aproximar a Polícia Militar dos órgãos de imprensa de Pouso Alegre e cidades vizinhas, trazer as novas diretrizes do novo comandante da Unidade, e obter conhecimento dos estimados profissionais sobre os desejos referentes a divulgação de notícias pela PMMG e estreitar ainda mais nossos laços”, frisou o comandante que responde por 26 municípios no entorno de Pouso Alegre.

Presente ao encontro também o novo comandante do 17º Departamento de Policia Militar, Cel. Oterson Luis Nocelli. Responsável pela segurança pública nos 72 municípios que compõem o departamento ele vem com o mesmo espírito do comandante do batalhão: aproximar a policia da sociedade através da imprensa. “Não se trata de marqueting, trata-se de divulgar as ações da policia e conhecer os anseios da sociedade. Queremos ser parceiros da imprensa e passar uma sensação de segurança. A criminalidade nunca vai acabar, mas podemos diminui-la, como tem acontecido nos últimos anos. Queremos contar com a imprensa e com a sociedade no combate à criminalidade”, enfatizou o Cel. Oterson.

O encontro descontraído, alegre e informal – e com algumas cobranças por parte da imprensa – veio em boa hora. Com a expansão cada vez maior das redes sociais, cada cidadão está se tornando ‘repórter em tempo real’ e massacrando os cidadãos com imagens de fatos do cotidiano sem nenhum compromisso com a informação, gerando ao contrário, desinformação, tumulto. Através do WhatsApp e dos “repórteres onipresentes” – e descompromissados com a informação –, em minutos todo mundo fica sabendo de um acontecimento. Mas ninguém tem a mecânica dos fatos, os detalhes… Ninguém responde a nenhuma das premissas do jornalismo. Muitos sequer sabem dizer onde ou quando o fato aconteceu. Mas continuam compartilhando e desvirtuando os fatos.

      Atualmente, quando a imprensa constituída, aquela que tem o compromisso com a informação séria e responsável, finalmente consegue esclarecer os fatos, redigi-los e publicá-los, eles já perderam o viço… já ficaram velhos!

A cobrança dos jornalistas presentes ao ‘café com o comandante’ foi unânime: celeridade na informação vinda da fonte, ou seja: da polícia que a detêm. Em volta da mesa farta do café da manhã juntou-se ‘a fome com a vontade de comer’! Pois foi justamente isso que o novo comandante do 20º BPM ofereceu… parceria com a imprensa, para buscar os anseios da comunidade, inspirar confiança, e prestar um serviço cada vez mais eficiente.

A julgar pela conversa franca e descontraída, o casamento PM/Imprensa de Pouso Alegre – a partir desta ‘gestação’ – deve gerar bons frutos!

Primeiro post de março…

Mudanças de rumo!

Este é o primeiro…

 

Você já leu meu ‘segundo’ livro de crônicas policiais e personagens folclóricos da região?

Não, não é? Claro, pois ainda não foi lançado!

E sabe por que?

Não tive tempo de concluí-lo!

As notícias policiais corriqueiras, de Pouso Alegre e região, tem ocupado quase todo meu tempo. O leitor tem notícias em dezenas de outros sites… mas é aqui que ele encontra a informação policial precisa, detalhada, com a capivara completa, com o ‘nome dos bois’!

Isso demanda tempo: pesquisa a várias fontes, busca da informação confiável, responsável, fidelidade! E como o dia só tem vinte e quatro horas, outras prioridades vão ficando pelo caminho…!

Por isso vou mudar de rumo!

A partir de março vou reduzir a cobertura policial, para me dedicar ao meu segundo livro.

O blog continuará ‘on line’. Afinal, aqui tem muitas histórias que fizeram história!

Doravante abordarei somente os fatos policiais relevantes. E assim terei tempo também para falar um pouco de esporte, de política, do cotidiano… além de concluir meu livro que anunciei há mais de ano!

Abraço afetuoso a todos os leitores do blog.

Assassinato no Alto das Cruzes

O corpo da vitima foi encontrado com marcas de tiros nas costas em um mato a poucos metros da estrada. Há indícios de que o crime tenha ocorrido em outro local e o corpo desovado ali.

Uma ciclista que passava por uma estrada vicinal no bairro Alto das Cruzes, com acesso para o bairro Bom Jardim, município de Cachoeira de Minas, encontrou casualmente o corpo no início da noite desta sexta-feira, 19. Ele tinha marcas de violência física no rosto e duas perfurações feitas à bala, uma na perna e outra – que entrou nas costas e saiu pelo –  tórax, ambas feitas à queima roupa. O corpo foi identificado como sendo de Manoel Paulo Soares de Pinho. Ele tinha 52 anos e morava no bairro Arvore Grande em Pouso Alegre. Em outubro de 2017, ele teve um filho assassinado entre os bairros Foch e São Geraldo em Pouso Alegre. Veja o link abaixo.

Assassinato no "lixão" do "Altidouro"

Segundo levantamentos feitos pela policia militar na tentativa de descobrir o assassino, Manoel Paulo estaria envolvido em negócios, ainda obscuros, na cidade de São José dos Campos no Vale do Paraíba, onde trabalhou nos últimos cinco meses até o início de dezembro. No dia anterior ao crime, em conversa com um irmão, ele teria dito que tinha uns “beózinhos” para resolver, mas não explicou do que se tratava. Câmeras de segurança  nas proximidades de sua casa, mostram o momento em que ele entrou em um carro com placas de São Jose dos Campos no dia do crime. A polícia suspeita de ‘queima de arquivo’. Ele tem passagens recentes pela polícia por furto e estelionato.

Depois dos levantamentos iniciais no local, feitos pela perita da PC, o corpo foi levado para o IML de Pouso, onde passou por exames de necropsia e foi liberado para os familiares, no meio da manhã deste sábado.

Pep, o matador de gatos, morreu!

Ele cumpria pena na ‘penita’ da Filadelfia, onde o condenado cumpre sua pena até o fim… ou até a morte! Pep havia sido condenado à prisão perpetua, por matar o gato da esposa do governador!

“Pep” já havia cometido alguns felinicídios e passado batido, até que matou o gato da esposa do governador. Aí deu ruim… Foi condenado à prisão perpetua e morreu na cadeia!

 

Aproveitando férias nos Estados Unidos, fui conhecer uma das prisões mais famosas do mundo, a “Eastern State Penitentiary”, na Philadelphia, Pennsylvânia. Desativada em 1971, a prisão mais ‘histórica’ da América, famosa por hospedar’ os bandidos mais perigosos do mundo, tornou-se museu, ponto de visita indispensável para quem vai à Filadelfia à passeio.

Eastern State Penitentiary: visita indispensável de um cronista policial na Filadélfia.

O preço médio para entrar e percorrer pelo tempo que quiser os extensos e sombrios – e mal-assombrados – corredores da prisão em forma de estrela, custa em media $14 (catorze dólares). Os políticos brasileiros e os homens da capa preta, especialmente os do STF, que gostam de dar sua ‘interpretação pessoal’ à letra fria da lei, deveriam conhecer esta prisão… alguns do lado de dentro dos apartamentos solitários de oito metros quadrados!

O ‘poderoso chefão’, Al Capone, foi o único a ter moveis em sua cela! A luz azul que vem do teto deve ser das estrelas. Era por ali também que ele recebia a luz do sol!

Nos seus 142 anos de existência como prisão – foi construída em 1829 e desativada em 1971 – o “Hotel do Juquinha” da Filadélfia, abrigou 7.500 condenados, entre eles os mais ilustres hospedes do contribuinte americano e alguns estrangeiros. Dentre eles o famigerado “Al Capone”! Aliás, o único que tinha regalias… sua cela, também de dois metros por quatro ficava em local privilegiado do pavilhão e tinha moveis de luxo!

Somente os corredores, diariamente visitados, continuam preservados e limpos…

Outro preso que viveu vários por aqui na década de 1920, foi o “Pep”. Ele chegou como um ilustre desconhecido, mas ganhou notoriedade e fama pela sua espécie e raça. Isso mesmo. Pep era um cão Labrador, preto. Embora dócil com os humanos, ele tinha verdadeira aversão pelos gatos. Chegou a ganhar o epíteto de ‘matador de gatos’. Apesar das vidas felinas ceifadas, Pep teria passado seus doze ou treze anos de existência para cão do seu porte, impune, não fosse por um detalhe: um dos gatos que ele matou era o gato de estimação da esposa do governador do Estado! Que azar! Foi preso e condenado à prisão perpétua. Viveu suas últimas sete vidas vendo o sol nascer quadrado!

Aos 14 anos Myron Semunchick estuprou e matou uma garotinha de 9 anos. Foi condenado à prisão perpetua. Mas conseguiu sair sob fiança 21 anos depois e nunca mais cometeu nenhum crime!

Pep não virou filme como o mundialmente famoso Gangster Al Capone, o “Scarface”, mas virou souvenir! O museu vende diariamente camisetas, canecas, baralhos e outras lembrancinhas do cão que, aqui, nos Estados Unidos, ao tirar uma vida felina, foi pra cadeia cumpriu prisão perpetua!

As leis penais no Estados Unidos variam de Estado para Estado da Federação. No Estado da Pensilvânia, o “dimenor” não fica impune e, se for condenado, pode nunca mais sentir o benfazejo ar da liberdade. Preso aos catorze anos, por estupro e assassinato de uma garotinha de 09 anos, Myron Semunchik foi condenado à prisão perpetua. Depois de 21 anos num cubículo, tendo por companhia apenas sua bíblia, os carcereiros que via apenas o rosto através da janelinha da cela, e seus fantasmas, Mayron o “dimenor”, conseguiu sair da cadeia mediante pagamento de fiança! Se voltasse a delinquir voltaria para a penitenciaria estadual. Não foi preciso. Os vinte e um anos de solidão serviram de lição…!

As paredes tem meio metro de espessura e são feitas de pedra… Mesmo assim, um dos 7.500 presos que viveram ali conseguiu fugir.

Como se vê nas fotos, as celas eram individuais, ou seja; cada preso cumpria sua pena na ‘solitária’! Mas tinha o lado bom, aliás um lado bem pequenino: trinta centímetros de largura por um metro de extensão, no teto da cela. Por ali se podia ver as estrelas à noite e tomar ‘banho de sol’ todo dia através da claraboia. O único problema é que o sol na Filadélfia – bem como em quase todo os Estados Unidos – nunca fica à pino… Ele nasce, se levanta alguns metros no horizonte, desliza na horizontal e se despede no fim do dia sem que seus raios penetrem nas celas. Pode-se ver a luz do sol, mas não sentir seus raios na pele. Mas poderia ser pior. Há um pavilhão com dezenas de celas solitárias – para o período de adaptação ao sistema – … sem claraboias! Fugir daqui? Poucas chances. Em 142 anos existência 100 dos 75.000 presos tentaram, apenas um conseguiu fugir sem ser recapturado! As paredes das celas têm meio metro de espessura, e são feitas de pedras!

Construida no meio do nada em 1829, a penitenciaria abrigava 300 presos. Em 1930, ja no centro da cidade, e com vários anexos, a prisão abrigou 2.000 preso. Em 1971, por conta da superlotação e por não cumprir mais seu papel de reabilitação através da solidão e reflexão, foi desativada.

Apesar de todas as agruras da penitenciaria de Filadelfia, ela foi muito bem pensada e planejada levando em conta o ser humano e sua possível reabilitação, não sem pagar pelo seu crime.

Em meados do século XVIII a prisão de Walnut Street, também na Filadelfia – semelhante a tantas Brasil afora, hoje – abrigava homens e mulheres, adultos e crianças, ladrões e assassinos encarcerados juntos, formando um antro onde doença, estupro, roubo e morte eram ocorrências comuns. Não por acaso, tal presidio ficava atrás do Independence Hall, onde Benjamim Rush, Benjamim Flanklin e outros intelectuais da época se reuniam para discutir aquela que se tornaria a Constituição do Estados Unidos. Foi aí que Rush, conhecido como “pai da psiquiatria americana”, por suas ‘inovadoras observações’ sobre as “doenças da mente”, sugeriu a ideia de construir a penitenciária do leste como “casa de arrependimento”, onde os presos pudessem meditar sobre seus crimes, remorsos através de uma experiência espiritual e, desta forma, passar por uma reabilitação. Com isso,  numa época em que nem a Casa Branca em Washington tinha eletricidade, água e esgoto encanados, a penitenciária da Filadelfia foi construída com sistema de aquecimento, água e esgoto em cada uma de suas celas.

O modelo da ‘Eastern State Penitentiary’ da Filadélfia foi copiado por vários Estados da Federação e países sul-americanos, asiáticos e europeus. Em 1994 a Penitenciaria abriu as portas à visitação e tornou-se museu, e tem sido visitada diariamente por centenas de pessoas de todos os cantos do mundo.

O prédio do “Velho Hotel da Silvestre Ferraz” em Pouso Alegre, poderia ter destinação semelhante! Além de render uns trocados aos cofres públicos e preservar a história da cidade, quem sabe se o jovem que por ventura esteja pensando em seguir o caminho do crime, ao conhecer um pouco da vida na cadeia, ou melhor: ao conhecer um pouco da ‘falta de vida na cadeia’, faça uma escolha melhor!

Furto e fúria em Cachoeira de Minas

Ao tentar recuperar um celular furtado, a vitima foi agredida com socos e pauladas!

 

Imagem ilustrativa

Conhece aquela história de saber quem é o autor do furto e tentar recuperar a res furtiva por conta própria? Pois é… Quase sempre dá errado!

Fato dessa natureza aconteceu no final da madrugada deste domingo, 10, nos arrabaldes de Cachoeira de Minas. Camilla Fernanda procurou a policia e contou que estava no Bar do Joaquim, quando colocou seu celular para carregar e se afastou. Segundo ela, ao se afastar, estava perto do celular o cidadão Sidney Devito. Quando voltou ao balcão, ambos, Sidney e seu celular, haviam ido embora. Deduzindo que Sidney era o autor do furto, Camilla foi à casa dele ‘buscar’ o celular. E prometeu que se ele devolvesse seu aparelhinho, não daria BO. Mas deu BO…

Segundo Camilla, Sidney a atendeu na porta, pareceu cordato, se afastou como se fosse pegar o celular dentro de casa, mas voltou um minuto depois com um pedaço de pau e desceu-lhe o borralho!

Mais tarde, depois de sair do pronto socorro de Conceição dos Ouros onde recebeu vários pontos cirúrgicos no rosto, Camilla procurou a policia para registrar o furto e as agressões!

Questionado pelos homens da lei, Sidney jurou de pés juntos que nunca viu o celular mais gordo de Camilla e negou também as agressões com pedaço de pau. Mas admitiu que, ao ser agredido com uma pedrada, na porta de sua casa, deu um empurrão em Camilla.

Sidney tinhas pequenas escoriações no rosto, por isso passou por exames de corpo de delito antes de seguir para a Delegacia de Policia de Pouso Alegre. Mesmo sem a ‘aparição’ do Motorola da Camilla Fernanda, Sidney, que tem BOs de transito e de injuria, sentou ao piano e assinou o 155.

   

PM prende dupla com droga na Perimetral

Eles foram confundidos com assaltantes de posto de gasolina!

 

Esse é o típico caso de “lugar errado, na hora errada”!

No início da tarde deste sábado, 02, dois sujeitos montados em uma motocicleta preta fizeram um roubo ao Posto Cascudo, no município de Estiva e dobraram a serra do cajuru em direção à Pouso Alegre…

Também no início da tarde deste sábado os amigos Heleno e Evandro, moradores do bairro Bom Jardim, município de Cachoeira de Minas, foram à Pouso Alegre, em uma motocicleta preta,  comprar umas barangas de erva, para consumo.

Quando voltavam para casa conduzindo a motoca Honda CG 150, preta, pela Avenida Perimetral, H.R.C e o amigo E.R.A. foram abordados pelos homens da lei. Os dois policiais pensaram que eles fossem os assaltantes do posto de Estiva. Depois de checadas as características e detalhes dos assaltantes, os dois amigos foram inocentados. Que sorte! Heleno e Evandro não eram os assaltantes do posto de Estiva. Mas não ficaram sem chumbo. Os dois amigos de Bom Jardim portavam três barangas de farinha do capeta e um tabletinho de maconha!

– Nós   acabamos de comprar a droga numa biqueira do Aterrado, para consumo – confessaram os amigos, admitindo que são usuários.

Os amigos de Bom Jardim foram levados para o quartel da PM, sentaram ao piano, assinaram um TCO se comprometendo a comparecer ao Fórum da comarca daqui a três meses e poderiam ter seguido viagem para Cachoeira de Minas… só que não! É que nenhum dos dois possui CNH! Diante disso a moto Honda CG 150 preta pegou carona no guincho do Vieira e foi para o estacionamento credenciado. Heleno e Evandro, sem a moto, sem a droga e sem dinheiro, foram para o trevo pedir carona…

. e os assaltantes do Posto Cascudo com sua motoca preta, continuam rodando por aí!

 

Você viu este caminhão?

Ele pertence ao produtor rural Edson Luiz Ribeiro e foi roubado na madrugada deste sábado, 17 em Pouso Alegre.

     O caminhão Ford F 4000 G de cor branca, placas CYQ-0768 Pouso Alegre, ano 1999, pertence ao produtor rural Edson Luiz Ribeiro. O possante foi furtado do interior da garagem no bairro dos Afonsos, sem arrombamento, durante a madrugada. O caminhão furtado está com o para-brisa trincado, o que pode facilitar sua identificação. Ele é a única ferramenta de trabalho do Sr. Edson Luiz!

Se você souber o seu paradeiro, entre em contato com a policia.

Obs: Na verdade a vitima não tem foto do caminhão propriamente dito. O da foto é semelhante ao que foi roubado!

Confraternização da Policia Civil

Fim de ano batendo à porta! É momento de confraternização entre familiares, amigos, grupos de peladeiros, empresas, instituições…

Este sábado, 09, foi dia de festa para os policiais civis do 17º Departamento de Policia Civil de Pouso Alegre, afinal, ninguém de ferro e os policiais também são filhos de Deus…!

O dia festivo começou logo cedo, às dez da manhã, com o tradicional torneio de futebol soçaite entre escrivães, detetives e delegados de policia. Logo em seguida foi servido um lauto almoço, regado a muita loira… gelada para os adultos, e ‘refri’ para as crianças e abstêmios! – Teve até uma garrafa de Ypióca 160 que alguém ‘levei’, a qual caiu no gosto dos diretores da chinesa XCMG. Aliás, guardaram até a garrafa vazia, como recordação!

Em meio aos comes & bebes o delegado Cesar Augusto, chefe do Departamento, ladeado por André Corazza, delegado regional, fizeram o sorteio de presentes à crianças e adultos. Teve desde creme de barbear, passando por bicicleta até TV de 32. A festa aconteceu nas dependências do Sesi e varou o dia ensolarado!







Para a festa de fim de ano da Policia Civil ficar completa, só falta agora o governo do Estado atualizar o pagamento dos servidores, cuja primeira parcela ainda não caiu na conta, e pagar também o 13º ainda este ano.

“Nói que é pobre…”!

Você quer passar momentos alegres, descontraídos, dar gargalhadas…? Então você tem que assistir ao show “Nói que é pobre”, do humorista Cleber Rosa!
Ele está com a agenda cheia, mas reservou um tempinho pra você. Cleber – aquele da ‘reclamação do dia’, que fala num caipirês/mineirês que dá gosto ouvir – estará no Clube Literário e Recreativo de Pouso Alegre nesta sexta,24 de novembro, à noite.
Adquira seu ingresso e vá morrer de rir – bem, morrer também não, né, você ainda tem muito que ler no blog do Airton Chips, mas vá ter ao menos uma dor de barriga de tanto rir – com a ‘prosa’ alegre do Cleber!
“Nói que é pobre” tem colocado um sorriso deste tamanho na cara de quem senta por alguns minutos na frente do Cleber!

Você não vai perder, vai?

Por que os cães não atacavam Fernando da Gata?

Há 35 anos, no final do mês de agosto de 1982, Pouso Alegre vivia seu pior pesadelo: Um “misterioso bandido, com parte com o demônio, capaz de dominar ferozes cães dobermanns, invadia mansões e roubava e estuprava as mulheres na frente de seus maridos…”!

Toda cidade tem uma história de bandido para contar. Algumas tem mais de uma. Pouso Alegre, no Sul de Minas, hoje – 2017 -, com 147 mil habitantes, também tem suas histórias.
O mais ilustre bandido que passou por Pouso Alegre foi o cirurgião plástico Osmany Ramos. Ele, no entanto, não cometeu nenhum crime em terras manduanas. Ele apenas passou por Pouso Alegre vindo de Inconfidentes, onde foi preso em uma chácara. Osmany ficou poucas horas na cidade, em 1996, antes de ser levado pela polícia federal para o Rio de Janeiro. Mas foi o suficiente para causar um tremendo frisson quando foi levado ao hospital regional Samuel Libanio para se submeter a exames de ‘corpo de delito’.
O famoso – às avessas! – que passou como um furacão por Pouso Alegre e deixou sua indelével marca, foi Fernando Soares Pereira, o “Fernando da Gata”. E deixou um rastro de medo, de fatos e de boatos. Ficou menos de uma semana na cidade. Tão sorrateiro como agiu nas caladas da noite o bandido se foi, levando quilos e toneladas de joias! Quilos de anéis, cordões e pulseiras de famílias abastadas da cidade… E toneladas de dignidade! Ele estuprou quatro recatadas senhoras, esposas de ricos empresários… Na frente dos seus maridos!
Fernando da Gata, que viera famoso de Russas, no Ceará, fez escala na capital paulista e bem que tentou mudar de vida… trabalhou alguns meses na construção civil. Mas seu ‘talento’ criminoso era por demais grande para ser desperdiçado debaixo de sacos de cimento, pilhas de tijolos e latas de concreto! Fernando da Gata nascera talhado para grandes empreitadas… Ainda que fossem para o mal! Em poucos meses de atividade criminosa na capital paulista, o eldorado dos nordestinos, o baixinho cearense colocou toda a polícia civil paulistana nos seus calcanhares. E a imprensa, ávida por furos jornalísticos, também!
Foi assim que, para dar folga às madames paulistanas, o assaltante solitário foi parar em Pouso Alegre no final de agosto de …

Para continuar lendo essa historia, acesse ‘[email protected]’