Policia Civil prende Galinha em Heliodora

O fugitivo carioca era procurado desde o final do ano passado quando matou a tiros um ex-vereador na Baixada Fluminense!

A prisão do bandido aconteceu ao pé da manhã desta quinta-feira, 16. Ele estava trabalhando numa lanchonete em Heliodora, cidadezinha mineira no sul do estado, que homenageia a musa do inconfidente Tomas Antônio Gonzaga, autor do celebre poema… “Barbara bela do norte estrela, que o meu destino sabes guiar…”.
A polícia civil de Pouso Alegre soube do paradeiro de Galinha através de denúncias de amigos ocultos da lei nesta quarta-feira, 15 e armou a arapuca. Quando o sol mostrou os bigodes na manhã desta quinta, 16, a mando do inspetor Balca, os detetives Valdo e Davi, de Natércia e de São Gonçalo do Sapucaí, já estavam de campana na bucólica pracinha da cidade. Tão logo entrou na lanchonete, na qual trabalhava, Galinha ouviu a frase de gelar a espinha:
– “teje preso”! – e recebeu as pulseiras de prata.
Alexandre Magno de Aquino Sampaio, o “Galinha”, 30, era procurado pela justiça carioca desde o final do ano passado. Ele estava com a prisão preventiva decretada por conta do assassinato do ex-vereador e ex-policial militar aposentado, Nelson Gomes de Souza, o Nelson Lilinho. O crime capital contra o político aconteceu no dia 16 de dezembro do ano passado no bairro Tomazinho em São João do Meriti, na Baixada Fluminense. Galinha e o ‘parça’ Rodrigo Siqueira Moura teriam matado o desafeto em terras fluminenses por causa de uma briga de transito. Os assassinos que estavam numa moto atiraram quatro vezes contra o ex-vereador. Dois tiros acertaram sua cabeça. O comparsa de Galinha foi preso no mesmo dia. Galinha bateu asas, dobrou a serra da cajuru, a Serra das Araras, e foi se esconder na cidadezinha das cachoeiras, a 54 quilômetros de Pouso Alegre.

Fim da linha para o “Galinha” Fluminense…


Além do assassinato do político, o meliante carioca é figurinha fácil no álbum da polícia por furtos, receptação e estelionato. A última vez que ele viu o sol nascer quadrado foi em dezembro de 2013, quando então saiu em liberdade condicional.
Enquanto espera bandeira 2 no Taxi do Magaiver para São João do Mariti, Galinha ficará hospedado no Hotel do Juquinha.

Moradores de rua arrombam restaurante no centro

O destempero dos moradores de rua aconteceu no Restaurante “Tempero Caseiro” na Com. J. Garcia.

Passava pouco da meia noite desta quarta, 15, quando transeuntes notaram as luzes do restaurante Tempero Caseiro acesas e a porta arrombada. Segundo os amigos ocultos da lei que chamaram a polícia, os fregueses madrugadores eram quatro; três homens e uma mulher.
Chamado pela polícia ao local, o proprietário constatou que os gatunos da madrugada haviam furtado a caixa registradora com cerca de R$300 em notas pequenas e moedas, e vários pacotes de cigarro. Para entrar no restaurante os meliantes usaram três barras de ferro, furtadas em um estacionamento ali perto.
O quarteto de gatunos foi preso meia hora depois na Rua Dom Assis, paralela ao restaurante arrombado. O dim-dim em notas miúdas e os cigarros ainda estavam com eles.
São todos moradores de rua com vários anos de ‘caminhada’. Todos tem origem na cidade de São Gonçalo do Sapucaí. Alguns, além de andar a esmo sem lenço, sem documentos e sem nem um passarinho para tratar, vez por outra passam a mão leve nos bens alheios, para saciar a fome.
Apesar da falta de responsabilidade, de compromissos e de não precisarem de relógios, a vida dos moradores de rua – e gatunos nas horas vagas, – no entanto, não tem sido um mar de rosas.
Leandro Ramiro Faustino, 24, tem vários registros policiais. Na maioria deles, ele é vítima de ameaças e de lesões corporais. Para piorar um pouco, ele tem convulsões! Ele já foi trabalhador da construção civil, mas teve a profissão prejudicada pelas frequentes convulsões!
Natan Expedito dos Santos, 26, foi preso em Pouso Alegre em 2012, tentando furtar uma bateria de caminhão.
Kenia Reis Sabiá, 31, é a que tem o perfil mais sinistro. Ela já foi casada, tinha um lar, mas acabou perdendo a família para as drogas. E já cometeu vários furtos pés-de-couve.
Diordi Antonio dos Santos, 37, natural de Vinhedo, o mais velho do quarteto que destemperou no restaurante Tempero Caseiro, embora já esteja há muito na estrada, não registra nenhum crime no Estado de Minas.
O quarteto sentou ao piano e assinou o 155 qualificado. Por uns tempos os moradores de rua terão casa, comida, roupa lavada, assistência medica, assistência jurídica e segurança armada… no majestoso Hotel do Juquinha!

Ibirá x Astúrias…

Onde acontecem os piores crimes?
Quem nunca foi vitima de perturbação do sossego, que atire a primeira pedra!
Colocação estranha não é mesmo? Foi de propósito. Resolvi começar este artigo pelo avesso! Não sei se vou conseguir sensibilizar alguém com isso, mas é esse o objetivo.
Nunca antes na história deste país o brasileiro falou tanto em direitos… “Dos seus direitos”.
Nunca antes na história deste país o brasileiro – jovem, de classe média, mal-educado, prepotente, insensível, impaciente, aproveitador, sob efeito de drogas licitas ou não – desrespeitou tanto o direito… “dos outros”! E ficou sem punição!

Asturias…

O loteamento Alto Ibirá está localizado no ponto urbano mais alto de Pouso Alegre. Loteamento nobre por conta da mais bela vista da cidade, o local tem sido ponto de encontro de casais de namorados, de usuários se drogas licitas e ilícitas, de pessoas solitárias que querem apenas curtir o silencio da noite da noite ou o brilho das estrelas, e até mesmo de pais corujas que querem mostrar sua cidade a seus filhos, ou quem sabe estudar astronomia! Por estar num local ainda desabitado, com um mínimo de policiamento, o local tem sido palco também de graves crimes contra o patrimônio. Só no curto período de maio a setembro do ano passado sete casais viram o cano frio de um trezoitão a pouco mais de um palmo dos olhos! Alguns chegaram a sentir o cheiro da pólvora…! Outros casais tiveram que beijar o chão frio das largas avenidas ainda desertas e ficaram sem dinheiro, sem lenço, sem documentos, sem celular e sem carro! Tiveram sorte de não ficar em trajes de Adão & Eva!

Asturias…

Os crimes afugentaram os frequentadores do local e naturalmente secaram a mina de ouro dos meliantes que até então surgiam literalmente de trás das moitas sombrias.
O belo bairro, de onde se pode avistar quase todos os bairros da cidade, voltou às páginas policiais no dia 25 de janeiro, com mais um roubo, que culminou com a morte de um estudante dias depois.
No meio do carnaval noticiamos aqui um estupro, segundo a vítima, acontecido no local. Aliás, este, mal contado, ainda vai dar pano para manga!

Alto Ibirá visto do Astúrias…

E o residencial Astúrias? Onde entra nas paginas policiais? Não entra! Perturbação do sossego alheio não tem espaço nas páginas policiais…
Mas deveria.
Tirar o direito líquido e certo do cidadão ao seu descanso é tão grave quanto tirar o ‘radinho’, a bicicleta, o carro, uma nota de cinquenta ou qualquer outro bem material!
É por isso que alguns moradores do bairro Pousada dos Campos, vizinho ao belo Astúrias, estão imolando a justiça em busca dos seus diretos ao descanso noturno.

Astúrias…

João da Silva – vou chama-lo assim para não expô-lo ainda mais aos baderneiros de plantão, e até porque ‘João da Silva’ é o típico brasileiro que diariamente tem seus direitos espoliados por pessoas que ainda não aprenderam a viver em sociedade, e pela própria lei, que no Brasil só existe para inglês ver! – um dos moradores do Pousada, não tem mais o direito de ‘pousar’ em paz! É que o ponto mais nobre do Residencial Astúrias, desde que foi pavimentado e urbanizado, se tornou point de usuários de drogas. Mas João não está nem aí para o que as pessoas andam fazendo no verão… desde que façam – de preferência longe da sua casa – em silencio! Desde que não perturbem o seu descanso. Por isso ele impetrou várias ações na justiça em busca do seu direito ao descanso.

Astúrias visto do Ibirá…

Num dos trechos das inúmeras petições que já encaminhou à justiça, João relata o desconforto causado pelos baderneiros a ele, à sua família e aseus vizinhos:
– Perdemos horas de sono por noite, pois ao acordar com o barulho, não conseguimos mais dormir! Aí temos que chamar e esperar a polícia! E Depois que eles vão embora, quando vão, devido a interrupção do sono, a agitação, o estresse, demoramos horas para dormir – desabafa – com razão – João da Silva.
Em todas as petições que fez ao douto Homem da Capa Preta, Joao da Silva anexou reportagens sobre trabalhos científicos que compravam que “dormir pouco aumenta riscos de doenças, causa confusão mental, reduz a produtividade no trabalho e reduz a expectativa de vida”. Todas as petições são fartamente ilustradas com áudios e vídeos gravados por ele durante as madrugadas de insônia a poucos metros do local da balburdia!

Astúrias visto do Ibirá…

Dentre os baderneiros ‘surdos’, alheios ao direito dos outros ao silencio noturno, pilhados acima dos cem decibéis no Residencial Astúrias, os quais deverão ser chamados na chincha e deverão sentir as iras do artigo 42 da Lei das Contravenções Penais, estão João Pedro Franco Silva, morador do centro de Pouso Alegre e Jung Nam Oliveira, morador do Cidade Jardim.
João Pedro estava curtindo funk e baladas sertanejas na madruga do dia 14 de fevereiro. O som para vizinhança toda saia do seu Chevrolet Onix preto.
Jung Nam também curtia os mesmos ritmos e gêneros através do aparelho instalado no seu Fiat Elba Weekend, a plenos pulmões, na madrugada do dia 25 de fevereiro.
Um deles, ao ser abordado, alegou que estava no local com seus amigos curtindo funk e música sertaneja, para espairecer, por causa da morte de sua avó!
O incomodado João da Silva chama a atenção do signatário da petição para o sutil escarnio do moço:
“Ora, note-se que os infratores, em seu egoísmo, pretendiam festejar após a morte de sua avó, ouvindo funk e música sertaneja (vide vídeos anexos) durante toda a madrugada, como meio de “espairecerem”, perturbando o sossego das pessoas inocentes, ocupadas e já cansadas por seus exaustivos afazeres diários, que moram nos arredores”.
Apesar de ambos estarem infringindo a lei, nenhum deles recebeu as pulseiras de prata.

Um das mais belas vistas da cidade…

A última vez que João da Silva foi trabalhar cansado, mal dormido e estressado, foi nesta quarta-feira,15! É que no meio da madrugada aconteceu outro show de funk ao lado da sua casa. O som vinha do veículo Fiat Bravo branco estacionado no cume do residencial. Eduardo Henrique da Silva, Pedro Henrique Matozzo Medeiros e Debora Matozzo Medeiros Leite, residentes no bairro Tijuca estavam no veículo. Segundo o BO, quando os policiais chegaram não havia som nas ‘alturas’. O trio foi orientado pelos policiais a deixar Joao da Silva em paz!
Segundo João da Silva, a policia militar, embora compareça ao local, constate a ocorrência do crime, libera os infratores no local! E, na maioria das vezes, como de praxe, tão logo os baderneiros veem a última luzinha colorida da viatura sumir na esquina, recomeçam a baderna! Inclusive, à titulo de vingança, ou para comemorar a impunidade, aumentam ainda mais o volume do som!

Por isso, além de noticiar o frequente crime de perturbação do sossego, previsto no artigo 42 da LCP, e pedir a consequente persecução penal aos infratores, João da Silva noticia também suposto crime de “prevaricação”, por parte dos agentes policiais, uma vez que, embora surpreenda os infratores durante o cometimento do crime, de acordo com a Lei 9.099, deveria conduzi-los à presença da autoridade policial, mas não o fazem, incorrendo nas iras do artigo 319 do CP.
João da Silva, fecha sua petição ao magno Homem da Capa Preta com um alerta; apesar dos “ incontáveis casos de perturbação de sossego e outras infrações no loteamento “Residencial Astúrias”, ninguém jamais foi conduzido à Delegacia de Polícia ex lege – o que em muito tem contribuído para a cifra negra e para a impunidade que tanto assolam não só a comarca, mas toda a nação brasileira.
Voltando ao subtítulo da matéria, onde acontecem os piores crimes?
No Alto Ibirá, onde acontecem os crimes contra o patrimônio?
Ou no Astúrias, onde acontecem os crimes contra a pessoa?
No Ibirá, as vitimas vão até lá…
No Astúrias, as vitimas não podem fugir de lá…!

Policia prende gatuno tomando Chamyto

Além da guloseima que ele tomava, levava também na mochila, celulares, notebook e mais chamytos, chambinhos e chandelles…!

Voce sabe como nascem os apelidos dos gatunos no meio policial? Então leia essa.

Essa é uma daquelas histórias em que a vítima recebe duas notícias da policia no meio da madrugada; uma boa e outra ruim!
Passavam os homens da lei pelo Jardim Guanabara no meio da madrugada fresca desta segunda,13, quando avistaram um sujeito com uma mochila nas costas tomando “chamyto”! Ao abordar o sujeito para checar seus dados descobriram que a mochila estava recheada de iogurtes e frascos de leite fermentado! Havia dezenas de chambinhos, chandelles e chamytos iguais aos que ele tomava tranquilamente madrugada afora!
Mas não era só isso. Além das guloseimas, o gatuno esfomeado levava também na mochila um notebook, dois celulares, vários pendrives e uma chave de fenda, torta.
Questionado sobre a procedência dos objetos, Ewerton Rodrigo dos Santos ainda tentou tapar o sol com a peneira. Mas não teve choro e nem vela e nem fita amarela! Através do celular Black Barry – furtado – que o meliante noctívago levava, os policiais descobriram que toda res furtiva pertencia ao salão de beleza “Espaço Bella Mulher”, no Jardim Guanabara, a poucos metros do local onde ele foi abordado.
Foi aí que os proprietários do salão receberam as duas notícias no meio da madrugada; uma ruim e outra boa
– Seu salão foi arrombado…
– Mas nós já prendemos o ladrão e recuperamos a res furtiva – disseram os policiais.
Ewerton Rodrigo dos Santos, 35, morador do Vista Alegre, é figurinha fácil no álbum da polícia. Este foi seu sétimo BO. Todos por furtos. Sua especialidade é furtar bicicletas presas a postes e arvores próximos a casas lotéricas. Para isso ele carrega um alicate tipo “troquez” na algibeira. O arrombamento no “Espaço Bella Mulher” foi sua primeira fita na calada da noite.
O gatuno do salão de beleza gosta mesmo de leite fermentado… Antes de deixar o salão ele consumiu vários frascos de “chamyto”! Alguém tem dúvida de como Ewerton Rodrigo será chamado daqui por diante pelos colegas do Hotel do Juquinha?

Farinha na vagina no Hotel do Juquinha

As mulas foram presas tentando entrar no presidio com quase meio quilo de droga nas ‘partes pudendas’! A farinha do capeta e a erva marvada estavam na vagina… e a coisa fedeu!

Não obstante as mulheres pregarem a igualdade de direitos e estarmos justamente na semana dedicada a elas, algumas mulheres continuam submissas a ponto de colocar em risco a saúde e a vida, e sacrificar a própria liberdade para satisfazer as vontades dos seus homens! À ponto de – como Samantha, Helma e Helenir – darem o tiro no próprio pé!

Levar drogas para seus maridos recolhidos aos presídios, no entanto, talvez não seja um caso de falta de amor-próprio das mulheres…

Considerando que o comercio de drogas, mesmos as ilícitas, estão sujeitas à lei da oferta e da procura e, portanto, oscilam de acordo com a demanda, o trafico-mula de drogas chega a ser um meio de vida. Pois, enquanto numa biqueira qualquer ou numa esquina da Maria Porfiria de Jesus, na Rua Nova, na rua Juruá ou na pioneira Oscar Dantas, onde droga é erva daninha, um pino de farinha custa R$10, na sombria ala III do Hotel do Juquinha não sai por menos de R$50!

Deve ser por isso que, depois de tanta festividade e homenagens às mulheres durante a semana que marcou o seu dia, duas delas deram um tiro no pé! Elas levavam droga para seus maridos no interior do presidio! Mas a droga não chegou até eles. Antes mesmo de as mulas – aliás, neste caso o jargão policial cai como luva! – passarem pelo portão do Hotel do Juquinha, os agentes do Setor de Inteligência do presidio já sabiam o que elas haviam ‘feito no verão passado’! Quando entraram no recinto de revistas foram advertidas pelas agentes Maura, Selma, Rhaissa e Luana:
– Já sabemos que vocês estão trazendo droga para seus maridos. Vão entregar na boa, ou preferem ser levadas para o raio X? – perguntou a agente.
– É isso mesmo. A casa caiu. Entrega que dói menos… – disse a outra.
Como represa arrombada não tem conserto, as mulas abriram o livro, quero dizer, abriram a… a… a… as ‘partes’ pudendas! E entregaram a droga.
A mula Samantha Estefânia de Souza Silvério,23 anos, caiu no sábado,11. Ela levava quase 200 gramas de farinha do capeta. A droga era para seu amasio Douglas Laurindo da Silva.
A mula Helma Lemes de Almeida, 25, tropeçou durante na revista intima de domingo, 12. Ela levava maconha para o irmão Helson Lemes de Almeida.

Na mesma revista intima de domingo mais droga na vagina. A mula Helenir Lemes de Almeida,23, irmã de Helma também caiu. Ela levava maconha e cocaína para o amasio Rayron dos Santos Silva.
As três mulas sentaram ao piano, assinaram o 33 e agora não precisam mais visitar seus parentes… elas estão bem pertinho deles… No Hotel do Juquinha.

Aconteceu o segundo homicídio do ano em Pouso Alegre

A vitima da vez foi um assaltante!
Ele estava fazendo terror durante o roubo quando o comerciante sacou o trabuco e o matou, dentro do boteco.

A policia investigava Bruno Lambari por furtos a sítios. (foto: redes sociais)

O sinistro aconteceu na noite ainda criança deste sábado, 11, no bar do Valdir no bairro do Algodão. Eram menos de nove da noite quando os dois guampudos entraram no bar, um deles de arma em punho e anunciaram, o roubo mandando todo mundo beijar o chão. Não satisfeito em fazer a coleta, o assaltante armado passou a dar tiros no interior do bar. Um deles atingiu de raspão um dos fregueses do qual ele havia acabado d pegar R$500.
Na iminência de levar balas ou ver seus clientes serem alvejados o comerciante pegou o revolver que mantinha em local estratégico no balcão, justamente para situações como essa, e mandou bala no assaltante. Apenas dois tiros. Um deles no peito.
Ao ver o comparsa estendido no chão, o outro assaltante tentou arrastá-lo para fora do bar, mas desistiu. O meliante então pegou o revolver do assaltante morto e dobrou a serra do cajuru, deixando ‘parça’ para trás.
Segundo levantamentos da policia militar, os assaltantes usaram um veiculo Fiat Uno para roubar o bar no Algodão. O carro com placas de Ipuiuna havia sido roubado entre dez e onze da manhã no centro de Pouso Alegre.
Após atirar no assaltante para preservar a própria vida e a de terceiros, o comerciante Valdir Jose Silvério, 67, deixou o local e tomou rumo ignorado. Um dos filhos fez contato com a policia, entregou o revólver calibre 38 usado no sinistro, com duas capsulas deflagradas e três intactas, e disse que seu pai irá se apresentar à policia na segunda feira…Acompanhado do seu causídico naturalmente!
A polícia ainda não identificou o comparsa do assaltante morto, o qual fugiu no Fiat Uno roubado e o abandonou na Fernão Dias, trocando-o – provavelmente – por um Honda Civic que fugira do local do sinistro minutos antes.
A mãe do assaltante morto ficou sabendo do fato minutos depois.
– Eu estava chegando da igreja quando me contaram… Mas eu não acreditei – disse ela aos policiais. E contou também que o filho havia saído de casa mais cedo na companhia de um irmão e da namorada.
O assaltante morto durante o assalto no Algodão, Bruno Alves dos Santos, 25, conhecido no meio policial pela alcunha de “Bruno Lambari”, morador da “Baixada do Mandu”, é figurinha fácil no álbum da polícia. Crimes contra o patrimônio é sua especialidade. Segundo a PC, Bruno Lambari integra uma quadrilha que praticava roubos isolados a supermercados na cidade e região. O assalto ao Supermercado do Maneco no Jardim Noronha em 2015; ao supermercado da Cristina no Santa Edwiges, também em 2015; o roubo ao deposito de gás em Paraisópolis, no qual um assaltante acabou matando o próprio comparsa, também em 2015, segundos os policiais, tinham as suas digitais.
A ultima aparição de Bruno Lambari no palco da polícia aconteceu no dia 15 de setembro de 2016. Ele foi preso no pátio da Policlínica do bairro São Geraldo na posse de um Fiat Strada roubado duas semanas antes na cidade de Itapeva-MG.
Este foi o segundo homicídio do ano em Pouso Alegre, ambos acontecidos durante assalto à mão armada. A diferença é que neste, quem morreu foi um dos assaltantes!

Sufocado com leite

Bebezinho de 7 meses morre em casa na companhia dos irmãozinhos menores.
O fato aconteceu no bairro Capelinha, zona rural de Ouro Fino, no meio da tarde desta quinta,09.

Toda vez que eu viaj…


O óbito do bebezinho Jackson, de 7 meses de vida, chegou ao conhecimento da policia através de uma vizinha da criança. Ela, fora chamada pela garotinha Y.T. que pedia socorro, pois o irmãozinho não estava respirando. Levado para a Santa Casa da cidade, já não havia mais nada a fazer.
Gerusa Batista e Jose Luciel de Oliveira, pais do bebezinho disseram que tinham ido à cidade tratar de assuntos judiciais sobre pensão alimentícia e haviam deixado o bebê Jackson de 7 meses e outro bebê de dois anos aos cuidados da irmãzinha Y.T., de 13 anos.
Segundo a medica que atendeu e constatou o óbito, o corpo do bebezinho não apresentava sinais de violência.
O débil corpinho sem vida foi encaminhado ao IML de Pouso Alegre para se investigar a causa mortis, onde se constatou que a morte se deu por asfixia com leite de mamadeira.
Os pais do bebê foram levados para DP e deverão ser processados – no mínimo – por abandono de incapaz!

Policia Civil fecha ‘biqueira’ na Rua do Queima

E ‘queima’ dois traficantes e um nóia!
Os policiais chegaram ao local no momento em que o formiguinha atendia um cliente!

Lautair Aguiar Rodrigues há tempos andava na corda bamba da polícia civil de Santa Rita do Sapucaí. Segundo a investigação, ele era ‘empregado’ do patrão Edceu Ferreira da Silva e fazia distribuição de pedra bege fedorenta na sua residência, na Rua Capitão Vicente Ribeiro do Vale, a famosa Rua do Queima, que margeia o nordeste do Rio Sapucaí. De posse do ‘mandamus’ do Homem da Capa Preta da Comarca, os pupilos do delegado Diego Bruno armaram o bote para o início da noite desta quinta, 09. Ficaram na moita. Quando um dos incontáveis clientes da biqueira chegou para buscar uma pedrinha, eles deram o bote.
Durante as buscas na biqueira encontraram 36 pedras beges fedorentas e farta quantidade de material para dolagem de drogas. O mais interessante é que, o nóia que havia vazado ao ver a aproximação da polícia, voltou à biqueira minutos depois para concluir a aquisição da droga… E recebeu as pulseiras de prata.
Ainda durante as buscas na biqueira de “Tair”, seu patrão, Edceu Ferreira da Silva, chegou para fazer a coleta do montante do dia… E também recebeu as pulseiras de prata da lei.
Segundo a esposa do fornecedor Edceu, ele costuma levar diversos pacote de cédulas miúdas para casa – como se tivesse feito ponto na porta da igreja na Semana Santa!
O flagrante dos traficantes e do nóia foi lavrado na própria delegacia de polícia da Comarca e só terminou no meio da madrugada desta sexta,10. Wesley Aparecido Oliveira, 28, funcionário da prefeitura, assinou o 28. Lautair Aguiar Rodrigues, o “Tair”, 37, e Edceu Ferreira da Silva, 33, assinaram o 33 e foram se hospedar no Hotel Recanto das Margaridas.

Oi… esse cheque é seu?

Deus seja louvado!!! Ainda bem que foi você, uma pessoa boa e honesta, que achou! Você merece uma recompensa por isso. Vou te dar um par de sapatos…

Foi mais ou menos assim o diálogo travado entre as duas mulheres de meia idade no centro de Pouso Alegre, no meio da manhã desta quarta-feira, 08.
Dona Maria passava defronte o Banco Mercantil quando viu uma senhora à sua frente derrubar ao chão uma folha de cheque. Honesta e bem intencionada, ela se abaixou, pegou o cheque e fez a clássica pergunta:
– Esse cheque é seu?
Ao ouvir a pergunta, a senhora de cerca de 60 anos, usando blusa listrada e óculos se grau, virou-se, juntou as mãos, chamou meia dúzia de santos e fez a cena de beata agradecida.
E não ficou só nas palavras. A beata de óculos fundo de garrafa – que não passava de armação -, fez questão de dar uma recompensa à dona Maria, pela honestidade.
– A senhora salvou minha vida. Se a senhora não tivesse devolvido o cheque eu estaria perdida… Vou te dar um par de sapatos para compensar sua honestidade – disse a vigarista.
Dona Maria não sabe explicar muito bem o que se passou. Mas diz que neste interim surgiu outra senhora, morena, obesa e entrou na conversa, e também ganhou um par de sapatos não se sabe bem por quê.
E para dar autenticidade ao engodo, a morena obesa foi primeiro buscar seus sapatos novos na loja da beata óculos fundo de garrafa ali perto. Voltou minutos depois exibindo um pisante novo.
‘Autenticado’ o engodo, dona Maria, 52 anos, moradora do bairro Cruzeiro em Cachoeira de Minas, pegou seu vale-sapato e foi à Rua Pedro Adão número 1620 buscar também seu pisante novo. O detalhe é que ela deixou sua bolsa com as duas mulheres conversando na porta do banco! Depois de andar de uma ponta a outra da Rua Pedro Adão de pouco mais de cem metros de extensão à procura de um número que nunca existiu, dona Maria voltou à porta do banco para pegar sua bolsa. Mas só o pó… A beata dona do cheque e a morena obesa, há muito haviam dobrado a serra do cajuru… Levando sua bolsa ‘com tudo dentro’. Inclusive R$ 360…!

Mais um golpe do empréstimo na praça

O jovem fez o empréstimo sem sair de trás do computador… E ficou R$ 870 mais pobre!

Com a crise batendo de porta em porta, tem muita gente por aí precisando tomar dinheiro à juros para acudir suas dividas. Como os bancos quase sempre puxam o laço dos clientes que já estão com a corda no pescoço, o cidadão tem apelado para as financeiras do tipo “empréstimo fácil”, sem consulta ao SPC/Serasa e sem avalista. Assim ninguém fica sabendo que ele está matando jacaré a beliscão!
Algumas dessas financeiras de fato tiram o cidadão da beira do abismo… E jogam no fundo do poço!
Foi o que aconteceu com meu conterrâneo RPB, 21, morador de Congonhal.
Outro dia ele fez um empréstimo numa dessas financeiras salvadoras da pátria… E acabou apertando ainda mais o nó da corda no pescoço. O motivo foi o juro. Na verdade as ‘juras’!
Os ‘agenciadores’ de clientes com a corda no pescoço ‘juraram’ que tão logo o negócio fosse fechado, eles depositariam o empréstimo solicitado na sua conta. Ele nem precisava sair de casa. Só que havia umas ‘taxinhas’ a serem pagas! Ele tinha que depositar R$ 620 para abertura de credito e mais R$ 250 para despesas de cartório. E ele depositooooou…
O jovem negociou com três pessoas pela internet. Depois que fez os depósitos, o site naturalmente saiu do ar. E RPB ficou só com o cabo do guarda-chuva na mão…!