As mulas foram presas tentando entrar no presidio com quase meio quilo de droga nas ‘partes pudendas’! A farinha do capeta e a erva marvada estavam na vagina… e a coisa fedeu!

Não obstante as mulheres pregarem a igualdade de direitos e estarmos justamente na semana dedicada a elas, algumas mulheres continuam submissas a ponto de colocar em risco a saúde e a vida, e sacrificar a própria liberdade para satisfazer as vontades dos seus homens! À ponto de – como Samantha, Helma e Helenir – darem o tiro no próprio pé!

Levar drogas para seus maridos recolhidos aos presídios, no entanto, talvez não seja um caso de falta de amor-próprio das mulheres…

Considerando que o comercio de drogas, mesmos as ilícitas, estão sujeitas à lei da oferta e da procura e, portanto, oscilam de acordo com a demanda, o trafico-mula de drogas chega a ser um meio de vida. Pois, enquanto numa biqueira qualquer ou numa esquina da Maria Porfiria de Jesus, na Rua Nova, na rua Juruá ou na pioneira Oscar Dantas, onde droga é erva daninha, um pino de farinha custa R$10, na sombria ala III do Hotel do Juquinha não sai por menos de R$50!

Deve ser por isso que, depois de tanta festividade e homenagens às mulheres durante a semana que marcou o seu dia, duas delas deram um tiro no pé! Elas levavam droga para seus maridos no interior do presidio! Mas a droga não chegou até eles. Antes mesmo de as mulas – aliás, neste caso o jargão policial cai como luva! – passarem pelo portão do Hotel do Juquinha, os agentes do Setor de Inteligência do presidio já sabiam o que elas haviam ‘feito no verão passado’! Quando entraram no recinto de revistas foram advertidas pelas agentes Maura, Selma, Rhaissa e Luana:
– Já sabemos que vocês estão trazendo droga para seus maridos. Vão entregar na boa, ou preferem ser levadas para o raio X? – perguntou a agente.
– É isso mesmo. A casa caiu. Entrega que dói menos… – disse a outra.
Como represa arrombada não tem conserto, as mulas abriram o livro, quero dizer, abriram a… a… a… as ‘partes’ pudendas! E entregaram a droga.
A mula Samantha Estefânia de Souza Silvério,23 anos, caiu no sábado,11. Ela levava quase 200 gramas de farinha do capeta. A droga era para seu amasio Douglas Laurindo da Silva.
A mula Helma Lemes de Almeida, 25, tropeçou durante na revista intima de domingo, 12. Ela levava maconha para o irmão Helson Lemes de Almeida.

Na mesma revista intima de domingo mais droga na vagina. A mula Helenir Lemes de Almeida,23, irmã de Helma também caiu. Ela levava maconha e cocaína para o amasio Rayron dos Santos Silva.
As três mulas sentaram ao piano, assinaram o 33 e agora não precisam mais visitar seus parentes… elas estão bem pertinho deles… No Hotel do Juquinha.
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Aconteceu o segundo homicídio do ano em Pouso Alegre
A vitima da vez foi um assaltante!
Ele estava fazendo terror durante o roubo quando o comerciante sacou o trabuco e o matou, dentro do boteco.
O sinistro aconteceu na noite ainda criança deste sábado, 11, no bar do Valdir no bairro do Algodão. Eram menos de nove da noite quando os dois guampudos entraram no bar, um deles de arma em punho e anunciaram, o roubo mandando todo mundo beijar o chão. Não satisfeito em fazer a coleta, o assaltante armado passou a dar tiros no interior do bar. Um deles atingiu de raspão um dos fregueses do qual ele havia acabado d pegar R$500.
Na iminência de levar balas ou ver seus clientes serem alvejados o comerciante pegou o revolver que mantinha em local estratégico no balcão, justamente para situações como essa, e mandou bala no assaltante. Apenas dois tiros. Um deles no peito.
Ao ver o comparsa estendido no chão, o outro assaltante tentou arrastá-lo para fora do bar, mas desistiu. O meliante então pegou o revolver do assaltante morto e dobrou a serra do cajuru, deixando ‘parça’ para trás.
Segundo levantamentos da policia militar, os assaltantes usaram um veiculo Fiat Uno para roubar o bar no Algodão. O carro com placas de Ipuiuna havia sido roubado entre dez e onze da manhã no centro de Pouso Alegre.
Após atirar no assaltante para preservar a própria vida e a de terceiros, o comerciante Valdir Jose Silvério, 67, deixou o local e tomou rumo ignorado. Um dos filhos fez contato com a policia, entregou o revólver calibre 38 usado no sinistro, com duas capsulas deflagradas e três intactas, e disse que seu pai irá se apresentar à policia na segunda feira…Acompanhado do seu causídico naturalmente!
A polícia ainda não identificou o comparsa do assaltante morto, o qual fugiu no Fiat Uno roubado e o abandonou na Fernão Dias, trocando-o – provavelmente – por um Honda Civic que fugira do local do sinistro minutos antes.
A mãe do assaltante morto ficou sabendo do fato minutos depois.
– Eu estava chegando da igreja quando me contaram… Mas eu não acreditei – disse ela aos policiais. E contou também que o filho havia saído de casa mais cedo na companhia de um irmão e da namorada.
O assaltante morto durante o assalto no Algodão, Bruno Alves dos Santos, 25, conhecido no meio policial pela alcunha de “Bruno Lambari”, morador da “Baixada do Mandu”, é figurinha fácil no álbum da polícia. Crimes contra o patrimônio é sua especialidade. Segundo a PC, Bruno Lambari integra uma quadrilha que praticava roubos isolados a supermercados na cidade e região. O assalto ao Supermercado do Maneco no Jardim Noronha em 2015; ao supermercado da Cristina no Santa Edwiges, também em 2015; o roubo ao deposito de gás em Paraisópolis, no qual um assaltante acabou matando o próprio comparsa, também em 2015, segundos os policiais, tinham as suas digitais.
A ultima aparição de Bruno Lambari no palco da polícia aconteceu no dia 15 de setembro de 2016. Ele foi preso no pátio da Policlínica do bairro São Geraldo na posse de um Fiat Strada roubado duas semanas antes na cidade de Itapeva-MG.
Este foi o segundo homicídio do ano em Pouso Alegre, ambos acontecidos durante assalto à mão armada. A diferença é que neste, quem morreu foi um dos assaltantes!
Wander Luiz & Gislene… o casal 20 da internet!
Eles pululam do face para o WhatsApp como o casal de criminosos mais perigosos dos últimos tempos em Pouso Alegre. Mas seus crimes são bem menos glamurosos do que os do casal Bonnie & Cleide…!
Não se fala outra coisa no ‘face’ nos últimos dias… As versões são as mais tenebrosas possíveis. Cada um pinta a megera e seu comparsa como perigosos assaltantes que usam um engodo para atrair suas vítimas ao portão e tomar seu dinheiro. Uns dizem que a magricela bate no portão e quando saem para atender, topam com um sujeito tenebroso, que aponta um trabuco, invadem a casa e roubam o que querem. Outros dizem que o cumplice fica esperando na esquina, numa moto. Hoje chegou no meu face, enviado por um leitor do Blog, em Ouro Fino, que o nefasto casal, dono de extensa capivara, havia sido preso na terra do Menino da Porteira nesta segunda-feira,06, depois de mais um assalto à mão armada. Tudo não passa de ‘viagens’, de notícias e comentários de ‘jornalistas de WhatsApp’, ‘jornalistas copiar-colár’ pessoas ávidas para dar o furo de notícia! Inclusive alguns jornalistas profissionais que querem porque querem aumentar o crime! O buraco é muito, muuuuuito mais embaixo.
Wander Luiz figura no álbum da polícia desde 2010. Crime? Pilotar uma motoca velha em velocidade incompatível com a via. Ele ainda seria abordado pela polícia outras três vezes em situação semelhante. Uma delas com a CNH vencida. Teve também uma abordagem em que levava na garupa da moto um ‘dimenor’ portando duas barangas de pedra bege fedorenta. No ano seguinte o promotor da Infância e da Juventude mandou investigá-lo por tráfico. A policia não achou nada. Nem para ‘formiguinha’ ele serviu.
Wander Luiz & Gislene – daria nome de dupla sertaneja universitária de sucesso – aparecem no álbum da polícia juntos duas vezes. A primeira em agosto de 2014, por maus tratos e abandono de incapaz. Eles não estavam e não estão nem aí para o casal de filhos – uma menina hoje com 6 e um garoto com 9 anos. Quando da visita da polícia, as crianças estavam sujas e maltrapilhas no meio da rua, enquanto a casa estava cheia… de sujeita e entulhos! Essa prisão por abandono das crianças, rendeu também um BO de desacato à Gislene, que teria mandado o policial catar coquinhos!
A segunda vez que o casal posou junto para o álbum da polícia foi no início de janeiro de 2015. Na ocasião Wander e Gislene tentaram sair do “Alvoradinha” da Silviano Brandão levando duas peças de contrafilé na sacola… Sem pagar! Deu BO.
Gislene da Silva que no mês passado completou 37 anos, e é dependente química – aliás, dá para perceber pela fisionomia dela – sozinha, sentiu o frio das pulseiras de prata mais recentemente. Ela foi presa no dia 15 de janeiro do corrente, tentando sair do Baronesa, também furtando carne embalçada a vácuo, da mesma marca. As câmeras do hipermercado mostram que na véspera, dia 14, ela já havia surrupiado outras duas peças de contrafilé friboi!
Como se vê, a capivara do casal é mais pobre do que o próprio casal…!
Desde então não há outros registros de furtos ou de prisões do casal, ou de Wander ou de Gislene no Estado de Minas Gerais. Portanto, 99% do que disseram os repórteres do Whatsap até o momento, segundo o ‘detetive virtual’, é falso! Até porque o casal não tem créditos para adquirir uma moto. Arma para assaltar o máximo que Wander vai conseguir será um porrete… ou uma faquinha de manteiga!
Apac… A ultima fronteira!
Quando os pais falharem…
Quando os professores falharem…
Quando o promotor da infância e da juventude falhar…
Quando os homem da capa preta da infancia e da juventude falhar…
Quando o Hotel do Juquinha falhar…
…Tente a Apac!
Mario Otoboni esteve visitando a APAC de Pouso Alegre neste sábado, 03. Na sala de multimídia do Regime fechado, o fundador da entidade prisional, hoje com 86 anos, falou durante duas horas. Não falou mais porque o coordenador do evento não deixou, pois se deixasse ele estaria falando até agora. E estaríamos com o queixo dolorido de tano dar risada!
Não, não… Mario Otoboni não é um humorista de stand up! É que ele tem conhecimento, tanto carisma, tanto ‘tempo de voo’ com um microfone, tanta história para contar, que cada ‘causo’ que ele conta, cada experiência vivida, em cada frase que diz ele consegue inserir uma piadinha!
Mas o viajado e ilustre palestrante, fundador da APAC há quatro décadas e meia, fala de coisa séria. Ele propõe matar o criminoso… Para salvar o homem! E tem conseguido.
Esta é enésima vez que Mario Otoboni visita a Apac de Pouso Alegre desde sua criação em 2003. Já se tornou cidadão porto-alegrense por causa disso. Sua experiência, sua vivencia e suas palestras foram fundamentais para a instalação da entidade na Comarca. Quando soube, durante a palestra, que a Apac manduana irá promover mais um curso para novos voluntários, a partir deste mês, ele se ofereceu para voltar à entidade durante o curso para ministrar uma das aulas.

Mario Otoboni, ‘tutor’ de tantos ‘meninos’, recebendo o exemplar do livro “Meninos que vi crescer”, deste colunista.
A visita do criador à entidade ‘filha’ é sempre motivo de festa, de alegria. Não só os voluntários e convidados, mas também os recuperandos querem desfrutar da sua presença. No final da palestra, cercado de meninos que vi crescer, conversei com ele.
– Sei que são tantos os momentos marcantes vividos pelo Sr. nestes 45 anos de Apac… o Sr. Poderia destacar um deles? – perguntei.
– De fato são tantos, que eu cometeria injustiça se destacasse um… – respondeu depois de ficar sério, franzir a testa e olhar o vazio por alguns segundos.
– Com tanta transformação na sociedade, com tanta inversão de valores nas últimas décadas, com tanta violência nos presídios, o ‘Método Apac’ ainda tem aplicação na recuperação do criminoso?
– Continua mais atual do que nunca … – respondeu o ‘criador’, desta vez sem pestanejar. E acrescentou:
– Se não existisse, eu o criaria hoje… O método Apac, alicerçado na doutrina cristã, é o único caminho para recuperar criminosos…
Conversei também com alguns dos “meninos que vi crescer”. A mudança se percebe na fisionomia e na fala…
– Eu era muito moleque e irresponsável. Agora estou percebendo o que é a vida… – disse-me o garoto Alex, personagem de várias manchetes policiais aqui no blog a pouco mais de dois anos.
– Posso tirar uma foto com o sr…. Para mandar pra minha família? – Quis saber o recuperando Jeferson Maciel, um dos ganhadores do concurso de resenha literária da entidade, já abrindo o sorriso e posando para a foto.
Um dos mais empolgados com a nova perspectiva de vida é o recuperando Lucio Gaudino, ‘menino que vi crescer’ junto com os meus no bairro da Saúde. Bem trajado, bem barbeado, solícito e educado ele se orgulha de ser o presidente do Regime fechado. Tem sob sua responsabilidade o comportamento de dezenas de recuperandos.
– Vou sair daqui outro homem, sr. Chips – diz ele confiante, com os olhos brilhando.
Próximo de 90% dos presos que cumprem pena na Apac se recuperam, se tornam homens outra vez. O sistema apaqueano é tão eficiente – e é o único capaz de fazer isso – que se espalhou por vinte e sete países. Inclusive Estados Unidos e Alemanha. Só no Estado de Minas Gerais são 70 unidades da Apac. Trinta e oito delas já instaladas, matando criminosos, salvando homens – e mulheres.
Apesar da possibilidade única oferecida pela Apac, alguns escorregam…! Quando o leitor lê a manchete aqui no blog: “fulano abandonou a recuperação na Apac e dobrou a serra do cajuru”. É isso mesmo… Ele desistiu da recuperação, desistiu dele mesmo! Ele se enquadrou nos 12 ou 13% dos que não se recuperam!
Por isso, quando o velho advogado, que em 1972 teve um insight e criou a Apac, afirma que a entidade prisional é única capaz de recuperar o criminoso, ele não está sendo imodesto.

Lucio Gaudino – de branco em pé- , responsável pelo regime fechado, muito próximo de ganhar a liberdade.
Na Apac há vida sem medo, sem carranca, sem rancor. Na Apac todos trabalham, todos produzem, todos aprendem, todos – que querem – se transformam. Na Apac o criminoso morre à mingua… e ressurge o homem. Na Apac o preso recupera a saúde física e moral. Essa recuperação se vê nos corpos fortes e nos rostos sorridentes dos recuperandos. Essa começa a partir do momento que ele enxerga uma nova perspectiva, e renova a esperança na vida! É comum depararmos com presos fazendo planos para o futuro, quando retomarem a liberdade. É comum vermos presos cuidando de pequenas tarefas, que lhe foram confiadas, com a responsabilidade que jamais tiveram quando estavam em liberdade. O maléfico ócio foi expulso do regime prisional da Apac. Os recuperandos tem hora até para dormir. Mas continuam presos! Continuam privados da liberdade de ir e vir até pagarem seus débitos com a justiça. Portanto não é exagero dizer:
Quando os pais falharem…
Quando os professores falharem…
Quando o promotor da infância e da juventude falhar…
Quando o homem da capa preta da infância e da juventude falhar…
Quando o Hotel do Juquinha falhar…
…Tente a Apac!
Tentativa de homicídio no Santa Edwiges
Vizinha tenta intervir na briga de “marido & mulher” e recebe três golpes de faca.
Antônio Pereira da Silva, 36 e E.R.V.R., 44, já formaram um casal. Eliane Tem até um filho infante em comum. Apesar da paixão pela companheira, Antônio nunca deixou sua segunda paixão… a estonteante Severina do Popote! E foi justamente essa segunda paixão que levou Antonio às barras dos tribunais de Maria da Penha e pôs fim ao conturbado romance do casal. Apesar dos cobertores separados Antônio continua vivendo sob o mesmo teto que a ex-cara-metade no bairro Santa Edwiges!
Por volta do meio dia deste sabado, 18, além do teto, Antônio quis usar também o celular das ex-amasia. ‘Não deu linha’. Teve inicio, então, mais um trololó, agora entre o ex-casal.
Para pôr fim à discussão, a senhora Claudete dos Santos Hugo, amiga de Elaine, arrumou a mochila de Antônio para que ele deixasse de vez a casa. Para confirmar o velho ditado que diz que ‘em briga de marido – ou de ex-marido – e mulher ninguém deve meter a colher’, Antônio sacou de um canivete que mantinha na algibeira e tentou matar a ‘mui’ amiga. Foram três golpes de canivete. Um de cada lado do abdome e um na perna. Apesar dos ferimentos, Claudete, que foi levada para o hospital regional Samuel Libanio, não corre risco de perder a vida.
O pretenso assassino Antônio Pereira da Silva não esperou para dar entrevistas aos homens da lei. Mais tarde ele foi visto numa mata às margens da rodovia MG 179, mas conseguiu ludibriar a policia. Segundo Elaine, seu ex-marido estava com o braço engessado.
Este foi o quinto BO de Antônio Pereira da Silva contra a ex-companheira E.R.V.R. nos últimos anos. Histórico parecido na cidade de Careaçu terminou de forma trágica na semana passada…!
Furto de carro no lava-jato
Quando o dono do veiculo foi busca-lo no lavador, outro ‘dono’ já o havia pego!
Esse tipo de furto, embora simplesinho, acontece mais vezes do que se imagina! É pratico, fácil, rapido, não é preciso uso de armas. Basta usar a cara de pau! É só dizer que é o dono do carro. Nem precisa mostrar documentos!
O último em Pouso Alegre aconteceu no início da tarde desta segunda-feira, 13. Dona Josiane levou seu Fiat Palio ao lava-jato da Brito Filho para um banho geral e deu a devida orientação:
– Depois das quatro da tarde meu marido vem buscar o carro.
Meia hora depois um cidadão alto, branco, de cavanhaque, usando calça jeans e camisa vermelha, portando uma pasta chegou e disse ao proprietário do lava-jato:
– Olá… eu sou o Max, marido da Josiane. Estou precisando do carro para ir ao supermercado… Vou leva-lo e daqui meia hora eu o trarei de volta para terminar o serviço!
O sr. Felipe prontamente entregou o carro ao cidadão de cavanhaque e ele foi embora belo e formoso conduzindo o Palio da senhora Josiane. Simples assim…!
Às quatro e meia da tarde, quando o verdadeiro Max foi ao lava-jato buscar seu carro, só o pó…! o carro já estava há mais de 100 quilômetros dali!
Furtos & roubos do fim de semana em PA
Foram poucos, mas teve roubo no ponto de ônibus, teve furto mixa com a dona dormindo, teve furto de carro na porta de casa! O mais o mais significativo foi o furto de uma cabrita!

* Furtaram o ‘velhinho’…
Não, não se trata de uma vitima octogenária… Trata-se de um carro do século passado. O Gol branco 1996, placas LAZ-9861, dormiu fora de casa, na Rua Honório Luiz Gusmão no Arvore Grande. Até as três da madrugada ele ainda estava lá. Quando o dono acordou pela manhã, o possante havia ido embora nos braços de outro!
* Visita silenciosa
Ao procurar seu celular para se conectar com mundo na manhã deste domingo, 05, Paula Cristiane não o encontrou. Procurou então o notebook… Também não encontrou! Apelou para a TV… e também não a encontrou! A moradora do Aterrado então constatou que havia recebido visita durante a madrugada. Como não havia sinais de arrombamento, a cabeleireira concluiu que o visitante silencioso deve ter usado uma chave mixa para entrar na casa e furtar seus bens enquanto ela dormia!
* Roubado às seis da manhã.
Este foi pior! Além de ficar sem o celular, o jovem recebeu umas bolachas! Guilherme voltava da casa da namorada às seis da manhã, pela João Beraldo, quando foi atacado por três guampudos. Um lhe aplicou uma gravata, o outro deu-lhe um soco no olho, e o terceiro tomou-lhe o celular e o relógio!
* No ponto de ônibus
O antenista Sandro Alex estava na Perimetral esperando o ônibus para Bela Vista, ao pezinho da manhã desta segunda-feira,06, quando a dupla de motoqueiros parou a sua frente e o piloto perguntou as horas. No momento que ele sacou o celular para olhar a hora, o garupa sacou um trezoitão e tomou-lhe o celular! Tomou também a carteira com documentos pessoais e R$280, e dobraram a serra do cajuru em direção à BR 459.
* Cabritinha marrom!
Ao acordar pela manhã deste domingo, 05, a jovem Daiana Cardoso, moradora do Aterrado, teve uma desagradável surpresa… sua cabritinha marrom havia desaparecido do quintal! O sentimento maior da jovem não é tanto pelo valor ínclito do animal, que em breve lhe daria o mais saudável leite, mas sim pelo valor afetivo. A cabritinha marrom, de seis meses de idade, vinha sendo criada no quintal!
Assalto no Esplanada
Ladrão surpreende professor de mecânica no final da aula
O roubo singelo, solitário e silencioso aconteceu às dez da noite desta quarta, aniversário da cidade de São Paulo, na rua Miguel Saponara no bairro Esplanada em Pouso Alegre. Amilton Guimaraes havia acabado de ministrar uma aula de mecânica a seus alunos e no momento em que manobrava os veículos para guarda-los na oficina, foi surpreendido pelo assaltante. O guampudo jovem, alto, magro, moreno claro, de cavanhaque, usava uma camiseta de manga longa e bermuda e empunhava uma pistola. Diante da ameaça implícita o professor de mecânica entregou seu celular, um notebook e R$ 450.
Após a ‘coleta’, o assaltante guardou a pistola, saiu andando tranquilamente como se tivesse comprado um pão-de-ló na padaria, virou a primeira esquina e dobrou a serra do cajuru!
Policia Civil queima drogas…
… E o crack virou fumaça!

A ultima dor de cabeça que os 100 quilos de crack aprendidos pela PRF no ultimo sábado deu à policia civil de Pouso Alegre, foi às quatro da tarde desta segunda-feira, 23! Dor de cabeça causada pela fumaça da queima da droga! Mas durou pouco… em menos de dez minutos cerca de milhão de reais em drogas, virou fumaça! A pedra bege virou fumaça negra, fedorenta!

A droga foi incinerada nas fornalhas da Cerâmica Pouso Alegre. Por ordem do Homem da Capa Preta de São Gonçalo do Sapucaí, jurisdição na qual os 100 quilos da droga foi apreendida, peritos colheram amostras de cada um dos tabletes de crack.

Além do delegado Gilson Baldassari, responsável pela queima da droga, estiveram presente no local detetives, peritos, representante da Vigilância Sanitária do município, representante da OAB, representante do Ministério Publico e naturalmente este colunista policial.

Fuga da Apac – parte …?
Cinco hospedes do regime fechado desistiram da ‘recuperação’!
A fuga aconteceu no final da noite deste domingo, 22.

Ricardo Bezerra Inojosa – Ele era o elo entre os presos e a direção da APAC, por isso tinha a chave da cela…
Passava pouco das dez quando o plantonista da APAC sentiu a lamina fria de uma faca de cozinha encostada no seu pescoço. Antes que ele saboreasse o sabor frio da lamina, sentiu também a ponta afiada de um rústico chuço encostado no seu abdome!
– Fique diboinha! Nós não vamos te machucar… Desde que você siga nossas ordens, mano! – disse um dos quatro fugitivos.
– Nós só queremos que você não atrapalhe nossos planos… – Acrescentou o terceiro.
Surpreendido na sala do plantão da ala do regime fechado, o plantonista foi levado para a sala de ‘mosaico’ e trancado sem celular numa cela vazia. Usando tambores e peças de metal, os quatro fugitivos galgaram o muro, passaram pelo telhado, desceram pela “tereza” e dobraram a serra do cajuru. A fuga dos quatro presos foi percebida imediatamente pelos recuperando do regime semiaberto e comunicada à policia.
Fugas do sistema aberto e semiaberto da APAC tem sido frequentes, pois a vigilância é precária. Só fica mesmo quem quer mudar de vida. A fuga deste domingo, no entanto, foi mais ousada. Os quatro ‘recuperandos’ fugiram do regime fechado. Para chegar ao vigia na sala de plantão, eles usaram um molho de chaves das celas. Tal molho fica em poder do preso Ricardo Bezerra de Inojosa o qual pertence ao CSS – Conselho de Sinceridade e Solidariedade – órgão interno que serve de elo entre os presos e a direção da entidade prisional. A faca usada para subjugar o plantonista havia desaparecido da cozinha dias atrás e ainda não havia sido encontrada.
Os quatro fugitivos são Mauro Sergio Izidoria, 27, preso por furtos, roubos e trafico de drogas; Adalberto Resende da Costa, 29, furtos, roubos e trafico de drogas; Kerlon Greisson “Bacalhau” da Silva de Souza, 21, Furtos, trafico de drogas e homicídio; e Ricardo Bezerra der Inojosa, 30, furtos e trafico de drogas.
Uma perguntinha para desanuviar…: Os presos que deixaram o plantonista trancado numa cela do mosaico da Apac podem ser processados por cárcere privado?







