Furtos & roubos do fim de semana em PA

Foram poucos, mas teve roubo no ponto de ônibus, teve furto mixa com a dona dormindo, teve furto de carro na porta de casa! O mais o mais significativo foi o furto de uma cabrita!
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* Furtaram o ‘velhinho’…
Não, não se trata de uma vitima octogenária… Trata-se de um carro do século passado. O Gol branco 1996, placas LAZ-9861, dormiu fora de casa, na Rua Honório Luiz Gusmão no Arvore Grande. Até as três da madrugada ele ainda estava lá. Quando o dono acordou pela manhã, o possante havia ido embora nos braços de outro!

* Visita silenciosa
Ao procurar seu celular para se conectar com mundo na manhã deste domingo, 05, Paula Cristiane não o encontrou. Procurou então o notebook… Também não encontrou! Apelou para a TV… e também não a encontrou! A moradora do Aterrado então constatou que havia recebido visita durante a madrugada. Como não havia sinais de arrombamento, a cabeleireira concluiu que o visitante silencioso deve ter usado uma chave mixa para entrar na casa e furtar seus bens enquanto ela dormia!
* Roubado às seis da manhã.
Este foi pior! Além de ficar sem o celular, o jovem recebeu umas bolachas! Guilherme voltava da casa da namorada às seis da manhã, pela João Beraldo, quando foi atacado por três guampudos. Um lhe aplicou uma gravata, o outro deu-lhe um soco no olho, e o terceiro tomou-lhe o celular e o relógio!

* No ponto de ônibus
O antenista Sandro Alex estava na Perimetral esperando o ônibus para Bela Vista, ao pezinho da manhã desta segunda-feira,06, quando a dupla de motoqueiros parou a sua frente e o piloto perguntou as horas. No momento que ele sacou o celular para olhar a hora, o garupa sacou um trezoitão e tomou-lhe o celular! Tomou também a carteira com documentos pessoais e R$280, e dobraram a serra do cajuru em direção à BR 459.

* Cabritinha marrom!
Ao acordar pela manhã deste domingo, 05, a jovem Daiana Cardoso, moradora do Aterrado, teve uma desagradável surpresa… sua cabritinha marrom havia desaparecido do quintal! O sentimento maior da jovem não é tanto pelo valor ínclito do animal, que em breve lhe daria o mais saudável leite, mas sim pelo valor afetivo. A cabritinha marrom, de seis meses de idade, vinha sendo criada no quintal!

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