Na casa do comerciante a polícia encontrou centenas de barangas de farinha do capeta, rádios transmissores, balança e um revolver sem munição.

Marcelo já conhecia as pulseiras de prata…
Dezenas de denúncias de amigos ocultos da lei levaram a policia militar a monitorar o cidadão Marcelo Pereira de Almeida, no bairro Belo Horizonte em Pouso Alegre. Segundo as denúncias, ele usa seu estabelecimento denominado ‘Zero Grau’, para vender também coisas quentes!
No inicio da madrugada desta quinta-feira,15, os policiais resolveram fazer uma visita ao moço que faz comercio geral! Logo na entrada do estabelecimento, os policiais encontraram uma baranga de maconha jogada aos pés do moço. Questionado sobre a erva, Marcelo deu uma resposta bem original…
– Deve ser de algum frequentador do local que a derrubou aí no chão!
Durante buscas no interior da residência, acompanhados de testemunha, os policiais encontraram mais de seiscentas barangas de farinha do capeta prontas para venda, dezenas de pinos vazios para embalar drogas, 12 sacos plásticos com pó branco que pode ser usado para aumentar o volume da droga e ainda balança de precisão, três rádios transmissores – para seguir os passos da polícia – e um revólver calibre 22.
As drogas e objetos ilícitos estavam escondidos em diversos lugares da casa, desde o quarto, passando pela cozinha até o quintal. Espalhados também em pontos diversos da casa, foram encontrados R$3.676. Para encontrar as provas do crime a policia contou com a ajuda de ‘Katan’, o cão ‘faro-fino’ do 20º Batalhão.
Marcelo Pereira de Almeida, 41, e sua amasia Eline Santos da Silva, 29 receberam as pulseiras de prata, desceram no taxi do contribuinte e foram sentar ao piano do paladino da lei na DP, onde assinaram o 33.
Esta não foi a primeira vez que Marcelo Pereira de Almeida sentiu o frio das pulseiras de prata da lei. No dia 15 de abril de 2012, ele, a amásia Eline e outro casal seguiam para uma boate em Borda da Mata em um Corsa, quando foram abordados pela policia na Avenida Perimetral em Pouso Alegre. Marcelo levava na algibeira 07 barangas de farinha do capeta. Na sua casa, no bairro Belo Horizonte, havia mais 43 barangas da mesma droga ( Viajantes escorregam na farinha no Belo Horizonte).












