Casal usava bebê para distribuir drogas e munições em Ouro Fino

      Você desconfiaria que um discreto casalzinho de adolescentes com um bebezinho no colo estaria levando drogas e munições na bolsa do rebento? Ha dez anos atrás, não, mas hoje em dia, no amor, na guerra e no trafico… vale tudo. Até misturar barangas de pedra bege fedorenta ou erva maldita nas fraldas, mamadeiras, babadores e chupetas do bebezinho para ludibriar os homens da lei.

       Com o sol ainda alto banhando os cafezais, ruas e jardins da cidade de 38 mil habitantes, abençoada por São Francisco de Assis, os irmãos S.A.R., 18 anos e C.M.R. 15 anos, desfilavam belos e formosos pelas ruas do centro quando foram abordados pelos policiais. Ao ver a casa desabando, a pirralha que fingia ser mãe, tentou vazar, mas enroscou-se nas malhas da lei. Na bolsa do bebezinho, ao invés de mamadeira de Nan ou potinhos de papinha Nestlé, levavam mais de quarenta barangas de crack e cocaína e uma dúzia de munição calibre 38. O jovem S.A.R. tentou empurrar a droga para a irmãzinha inimputável, mas não ‘colou’. Desceram ambos com pulseiras de prata para a DP e assinaram o 33. Ela voltou para casa acompanhada de uma conselheira tutelar, com o inocente traficantezinho de fraldas no colo. Ele foi conhecer por dentro o velho hotel Menino da Porteira

Para relaxar… no meio da tarde

São Pedro e o moribundo de Camanducaia

      Outro dia São Pedro estava tirando um cochilo – coisa rara, com tanto motociclista malabarista e irresponsável e motoristas dirigindo mamados por aí – quando ouviu o som da campainha. Levantou-se tropeçando nas barbas, abriu lentamente a porta e… Não havia ninguem!

      – Melhor assim. Pensou. Pelo menos poderia voltar a cochilar sem ter que fazer a costumeira entrevista da prestação de contas.

       Mal sentou-se na sua esfolada poltrona, novamente o som da campainha. Antes de levantar-se o bom santo de cabelos e barbas de plumas brancas fez um pequeno gesto de irritação. Abriu a porta e… novamente não havia ninguem. Ele resolveu esperar uns segundos e novamente a campainha soou. São Pedro tornou abrir a porta do céu mas só conseguiu avistar um vulto desaparecendo…

      O velho santo pensou consigo:

– Ahh, é algum moleque querendo brincar comigo… Ja sei o que vou fazer. Fechou a porta e ficou atrás em silencio, segurando a maçaneta. Alguns segundos depois ouviu passos e novamente a campainha tocou. Ele abriu a porta de sopetão, passou a mão grande no colarinho do brincalhão e puxou para dentro.

– Te peguei, engraçadinho…

    No mesmo instante no centro cirúrgico do hospital de Camanducaia a doutora Tatiana T.K. de Matos falou desconsolada para as colegas de trabalho Noemi, Eugenia, Cida, Samanta, Lucheska,  Loydi Sara …:

– É meninas, fizemos o possivel…. O paciente parou de respirar…

 

MotoCross e barraco em Camanducaia

     Quando passava pela praça Santa Rita na manha de ontem, chegando de Camanducaia, vimos um comboio de motoqueiros trilheiros se preparando para pegar a estrada rumo a Camanducaia. Foi inevitável comentar a coincidência e acrescentamos; “Tomara que tudo termine em festa, sem acidente e sem B.O…

     Não terminou. Já no final da exibição dos motoqueiros, que acontecia no Loteamento Tancredo Neves, o casal L.C.F. & R.R.C. armou o barraco. Enfadado, ele queria ir embora. Curiosa, ela queria ficar até o fim da festa. Discutiram, trocaram desaforos, fizeram ‘biquinhos’ e finalmente o rapaz disse; “Eu vou embora… pode ficar”.

     Andou alguns metros e arrependeu-se de deixar a pombinha no meio dos gaviões e voltou para buscá-la.

     A jovem impetuosa e ofendida fincou pé e recusou-se acompanhá-lo. Sem argumentos civilizados para convencê-la, Roberto encheu sua cara de bolachas no meio do povão. Ela revidou e o barraco só aprumou com a chegada da PM.

     Desta vez, querendo ou não, a mocinha deixou a festa e acompanhou o marido… mas foi direto para a DP.

A historia de Valeria…Como a falta de instrução, uma casinha mal-assombrada e a cachaça podem mudar o destino de uma familia!!!!

       Como todo cidadão do interior João Batista sonhava dar conforto e alegria para sua familia. Apesar do espirito aventureiro, era um homem serio, sisudo e conservador, daqueles que corrigem os filhos onde quer que esteja se eles fazem feiúra. Escola ele frequentou apenas o suficiente para aprender a ler e escrever, não o bastante para assumir uma carreira profissional estável, nem mesmo com mão de obra qualificada. Por isso, sem estudos e sem profissão definida, em 1993 João Batista, resolveu partir em busca de aventuras. Deixou sua pequena Camanducaia e foi parar em Carlopolis no norte do Paraná, levando a esposa e os tres filhos recem-saidos das fraldas.

     A bagagem era pequena, pouco mais do que malas de roupas, mas ia recheada de sonhos. Inicialmente teve sorte. Conseguiu um emprego de zelador num predio da cidadezinha de 13 mil habitantes banhada pela imensa represa artificial. Para morar, conseguiu de graça uma singela casinha mobiliada nos fundos de um Terreiro de Macumba em troca de cuidar do imovel. Mal sabia ele que aquele local ja era habitado e muito ‘mal habitado’ por sombras que somente permitiriam que eles morassem ali se ‘jogassem no seu time’. 

      Em pouco tempo a sisudez de João Batista deu lugar à irresponsabilidade e ele, até então abstemio, apaixonou-se perdidamente por Severina do Popote e entregou-se à bebida. Não tardou a perder o emprego de zelador. Como desgraça pouca é bobagem, à medida que a situação economica definhava, a prole aumentava. Desempregado, sem ter como sustentar a familia e sem dinheiro para voltar para Camanducaia onde deixara parentes, ele passou a pedir esmola pelas ruas. Sua esposa Vanderleia passou a ajudá-lo… a consumir o famigerado suco de gerereba. Agora, além de sustentar meia duzia de rebentos, todos na primeira infancia, tinha que sustentar também o vicio de ambos.  Precisava conseguir ajuda ao menos dos filhos. E conseguiu. A garotinha Valeria, que quando sairam de camanducaia era a filha do meio, tinha agora 9 anos e passou a ajudá-lo… a roubar. Não lembravam nem de longe a famosa dupla “Bonnie & Cleide”, mas formavam uma dupla quase perfeita. Valeria, pequenina, mirrada, mal nutrida, cabia perfeitamente em pequenos espaços e janelas de residencias. Ele proprio ajudava a filha passar pelas grades dos quintais e frestas de portas e janelas. Passaram a viver de pequenos furtos e daria até para fazer um pé de meia se Valeria não tivesse se apaixonado…. pela cannabis sativa de Linneu. Agora eram tres viciados em casa. E a familia continuava aumentando que nem coelho.

      Os sonhos de grandeza do casal João Batista/ Vanderleia, pelo menos num aspecto estava se realizando. Deixaram Camanducaia com tres filhos e mesmo em meio a derrocada moral conseguiram ter outros sete filhos na cidadezinha paranaense. Um deles morreu sem ver o mundo cruel dos pais. Certa manhã Vanderleia saiu de casa para mendigar levando numa sacolinha de plastico um dos filhos. No primeiro boteco que avistou deu um abraço na katia…ça. Depois da primeira dose, como sempre acontecia, perdeu a razão e a noção de quantidade e qualidade. Bebeu o resto do dia. No final da noite, uma alma caridosa ou curiosa que lhe deu umas moedas, mesmo sabendo que seriam trocadas por umas doses da Cangibrina, quis saber o que ela levava na sacolinha. Nem ela sabia mais. Quando o samaritano abriu a macambuzia sacolinha, lá estava o bebê. Palido, desnutrido, duro, frio, sem vida. O medico legista atestou apenas inanição mas não soube precisar quando ele parara de respirar. Talvez  no final da manhã. Vanderleia passara o dia inteiro carregando o caçulinha morto pela cidade sem se dar conta disso.

      Se Vanderleia assistia passivamente o definhar dos filhos, João Batista, não. Muito pelo contrario. Ele enfrentava até balas para defender os filhos, especialmente sua ‘parceira’ Valeria, que lhe garantia os trocados para a cachaça. Certa vez os homens da lei vieram buscar a adolescente, a mando do Juizado da Infancia e Juventude para interná-la em clinica de tratamento e João Batista escorou os homens da lei com um arfanjo. Foi necessario atirar em suas pernas para levar a pequena ladra ja viciada na pedra bege fedorenta.

      Depois de sucessivas audiencias no Conselho Tutelar e Juizado da Infancia, finalmente a justiça tirou as crianças do antro de perdição. Tres infantes foram mandados para adoção no estado do Mato Grosso e outros tres foram para Rondonia.

     Para se ver livre das deprimentes cenas de mendicancia, furtos e consumo exagerado de alcool que manchavam a acolhedora cidadezinha a Assistencia Social de Carlopolis ‘extraditou’ o restante da familia para Camanducaia. João Batista, depauperado moral e financeiramente voltou para ‘casa’ com a mulher e os mesmos tres filhos que levara. Voltou e trouxe a mala – Mala? Quando muito uma mochilinha!!! –  recheada dos vicios adquiridos naquela casinha nos fundos do “terreiro” de macumba de Carlopolis.

     Sem casa para morar, sem credito, sem saude e sem moral, o outrora sisudo João Batista ficou uns dias em casa de parentes mas não tardou a retomar a mendicancia, unica atividade cujos ‘requisitos’ preenchia. E seguiu capengando moral e fisicamente – a bala do policial em Carlopolis deixou sequela – até o ano passado quando o fígado não resistiu mais ao banho diario de suco de gerereba. Morreu tão pobre quanto os espiritos com os quais dividiu aquela casinha nos fundos do Centro Espirita lá em Carlopolis

      Vanderleia, apesar da degradação fisica e moral, aos quarenta anos, com aparencia de sessenta, ganhou um sopro de vida. Separada, por lei, dos filhos, separou-se do que restava da familia; o decrépito marido e foi viver em Joanópolis, logo depois da divida do Estado onde voltou a juntar os cobertores com um novo companheiro. Mas não conseguiu se desgarrar completamente da estonteante cangibrina.

      O filho mais velho que ja conhecia Severina  do Popote e a fumacinha do diabo, arrumou uma companhia feminina, que vem tentando mante-lo na linha – Mulher quase sempre endireita o homem – A caçula mineira teve melhor sorte… foi entregue para adoção a uma familia de Divinopolis.

        E Valeria?

       A jovem Valeria, apesar das marcas desregradas das drogas pelo corpo, ainda mantinha alguns atrativos fisicos e alguma experiencia no trafico. Não foi dificil conseguir ocupação – perniciosa – em Camanducaia. Em pouco tempo estava fazendo ‘programas’ na beira da Fernão Dias. A prostituição era complementada com a atividade de ‘mula’ do trafico. Sua casa era a rua, a estrada, muquifos de amigos, companhia de noias, mendigos…. Mesmo assim, apesar de não dar a minima para sua dignidade, Valeria defendia com unhas e dentes suas conquistas – Conquistas!?!?!? Esperneava e chorava quando o irmão lhe tomava as merrecas que ganhava na boléia de um caminhão, tendo que encarar um suado e mal-cheiroso caminhoneiro por dez reais ou quando o guampudo deixava de lhe pagar por um ‘aviaozinho’.

      Aos 19 anos deu a luz a um filho – que não teve nenhum pudor em entregar para adoção. Não teve mais porque implantou DIU para evitá-los. Mesmo sendo util ao trafico a vida não lhe sorriu. Apanhava até do irmão, o unico que ficou na cidade. E recebeu golpes de machado do padrastro nas poucas vezes que visitou a mãe. O que ela aprendeu na pequenina Carlopolis, foi só um aperitivo. Entregando drogas em Camanducaia, Cambui, Extrema, Bragança… Valeria conheceria todos os meandros do crime. Mas conhecê-los não lhe daria dinheiro, poder e nem mesmo status.

      Apesar da vida completamente desregrada, Valeria não era uma pessoa má. Vivia aquela vida porque não conhecera outra. Era fragil, carente, não tinha freios na boca e nem escolhia vocabulario.

 –“ Aquele safado tomou meus dez reais… Eu que ‘dei’ para o cara para ganhar, era meu…” – Se referindo ao irmão que vez por outra à ‘assaltava’, muito mais preocupado com o dinheiro do que com o que ela fazia para ganhá-lo. Em outra ocasião chegou ao Pronto Socorro da cidade toda esfolada e contou à tia enfermeira;

 – “Eu fui levar uma remessa para um nóia, quando cheguei lá, eram tres… Eu ja estava chapada. Eles me ‘comeram’, me bateram e me mandaram embora”. Quando voltei p’ra ‘biqueira’ sem o dinheiro e sem a droga, tomei outra surra…”.

      Usando e entregando a erva marvada, a pedra bege fedorenta e farinha do ‘capeta’, ela se aproximava a passos largos ‘dele’. Jamais passaria de um mulambo no crime. E foi assim que morreu.

     Numa noite fresca do dia 03 de outubro – as noites de Camanducaia são todas frescas, exceto as de inverno… que são geladas – Valeria consumiu sua ultima dose de suco de gerereba na companhia de mendigos e saiu pela estrada. Seu corpo foi encontrado na manhã seguinte, no trevo da cidade, com marcas de estrangulamento. A mãe ligou, de Joanopolis, para confirmar a noticia da morte da filha… dois dias depois do enterro´… bem menos concorrido do que o de Amy Winehouse.

     Foi assim, numa madrugada fria na beira da estrada, aos 25 anos, que terminou a saga da menininha que aos 09 anos de idade trocou a boneca pelos pequenos furtos na companhia do pai embriagado nas ruas da cidadezinha beira-lago do norte do Paraná. Se vivesse mais, certamente entraria para o folclore de Camanducaia, com seus rompantes de ‘brabeza’ desbocada, com seus momentos de ternura, com seu olhar carente dizendo; “Me leva p’ra casa… cuida de mim”…

     Dividir gratuitamente o espaço, com dezenas de espiritos perturbados, atrazados, desajustados e cachaceiros na casinha de meia-água nos fundos do ‘terreiro’ em Carlopolis, custou caro à familia de João Batista.

Triangulo amoroso, barraco e tentativa de suicidio em Camanducaia

      A jovenzinha Arian viveu um ardente romance com Airton, com quem teve um filho. A falta de ‘prendas domesticas’ da moça acostumada receber tudo de mãos beijadas da mãe, ofuscou o brilho do romance e o casamento acabou.

     Precisando trabalhar para se sustentar ela conseguiu emprego de faxineira no motel “Momentos” de Camanducaia. Lá conheceu o gerente Marcos e como estava livre, leve e solta, enamorou-se do companheiro de trabalho. Viveu ‘momentos’ de idilio com o moço. Mas para algumas mulheres, amores são como chuvas de verão; eles vem e vão. Quando parecia que fincaria raizes no novo ninho Arian começou frequentar em demasia a casa da avó, perto da casa do antigo marido, para despertar o ciume de Marcos.

      Com o relacionamento abalado, preocupado com a possibilidade de perder a cara-metade para o antigo amor, Marcos tentou tirar o escalpo da jovem. O momento de destempero do rapaz aconteceu no interior do motel ‘Momentos’, onde antes viveram momentos de fogo e paixão. Ele somente não acabou definitivamente com o romance porque a mae de Arian socorreu-a e ambas distribuiram socos e pontapés, inclusive naquela região que faz até o mais valente dos homens se curvar…

      Ao deixar o motel brigado com a morena, Marcos abraçou a loira gelada e tentou se matar. Tomou um coquetel de Losartana com higroton, captopril e rivotril e saiu pela cidade atras do volante do seu golzinho branco. A cabeça ficou grande, a rua ficou pequena e um poste irresponsavel entrou na sua frente. O choque foi tão violento que o poste ficou desmaiado no chão. Ao ser levado para o hospital com algumas escoriações, Marcos contou aos policiais e às enfermeiras que havia rolado na poeira com o rival Airton, por isso estava ferido e tentara se matar.

       Curou as feridas do corpo mas não as da alma e continuou com as ideias suicidas. Ao sair do nosocomio foi logo se atirando na frente do primeiaro carro que viu passar. ‘Tirou uma fina’… e ganhou xingamentos do motorista furioso; “ Ô, maluco, quer se matar vá pra BR….”. E Marcos foi mesmo. Desceu a rua resmungando e fazendo graça e se deitou no meio da pista da Fernão Dias.

       Apesar de todo forrobodó, Marcos é como todo suicida apaixonado; daqueles que faz a lambança com os dedos cruzados nas costas, torcendo para não acontecer nada, pedindo ‘pelamordeDeus’ para alguem salvá-lo. Por isso, deitou-se na pista do trevo, em frente o posto da BRVida, onde havia dezenas de socorristas de plantão. Nem chegou a engraxar as rodas de uma carreta. Foi demovido da ideia insana … ou infantil, e levado de volta para o hospital onde recebeu um sedativo e dormiu até o meio dia de sexta feira… até passar os xiliques suicidas.

      Mas… pelo andar da carruagem, o triangulo amoroso nascido no motel “Momentos”, ainda promete ardentes momentos …

Policia Civil prende família e 5 k de maconha em Santa Rita do Sapucaí

       A apreensão da droga e prisão da família de traficantes aconteceu na manha deste sábado e não foi por acaso. Ha meses os detetives chefiados pela delegada Stella Reis vinham filmando as atividades de Joraci de Jesus e sua família no bairro Pedro Sancho Vilela. As investigações concluíram que Joraci, 37 e a esposa Regina Nazaré Ferreira, 36 usavam o enteado Marcos Roberto Ferreira, 20 e as filhas N.F. e M.F.J. de 14 e 16 anos para distribuir a droga no bairro e adjacencias. Armaram a arapuca, esperaram a chegada de uma leva caprichada da droga e chegaram de surpresa, às seis da manha, para o tradicional “café com maconha” no Recanto das Margaridas.

       O excelente trabalho de inteligência realizado pela Policia Civil, que culminou com o mandado de busca e apreensão expedido pela juíza da Comarca, seria coroado mesmo que apenas meia dúzia de baranguinhas de erva marvada fossem colocadas na mesa do café da manha. Mas a despensa estava cheia. Foram aprendidos quase cinco quilos da erva marvada ainda embaladas para viagem em formato de tijolos.  A droga havia chegado de madrugada e seria distribuída pelos filhos do casal e outras ‘formiguinhas’ do trafico no final de semana. No muquifo da família de traficantes os detetives apreenderam também 7 barangas de maconha e 5 de crack, alem de balança de precisão para pesagem rigorosa da droga, computadores e celulares de procedência duvidosa.

Desceram todos com pulseiras de prata para DP. As meninas aviões foram apenas ouvidas no I.P. pois são inimputáveis. Já os pais e o meio irmão assinaram o 33 e voltaram para o mesmo bairro… para o Hotel Recanto das Margaridas…

“Peneirão” do Santos aprova 09 garotos em Pouso Alegre

      A diretoria das Categorias de Base do Santos F.C. divulgou ontem a relação dos futuros craques pre-aprovados no Peneirão realizado no inicio da semana no Manduzão. Brevemente eles serão chamados para o  teste final na Vila.

      São eles;
Categoria 2000
– Matheus Xavier Silva
– João Victor Guimarães Azevedo
– Hitalo Nunes Furquim
Categoria 2001
– Wesley Kennedy R. C. Lirio
Categoria 2002
– José Eduardo Sciolli Filho
Categoria 2003
– Jonathan Fidelis de Souza
Categoria 1997
– Carlos Alberto Lopes Ferreira Jr.
Categoria 1996
– Samuel Marques da Silva
Categoria 1994
– Lucas Matheus Gonçalves dos Santos

      Será que sai algum Neymar daí????

APA apreende bezerros por maus tratos…. Agora está fazendo uma vaquinha para alimentá-los

       Na sociedade das abelhas, o Zangão serve apenas para um rapido namorico com a Rainha e logo depois é devorado por ela. Na pecuaria leiteira os machos nem para isso servem. Logo que nascem são sacrificados e viram banquete de urubus ou então são vendidos a preço de banana para servir de recheio de cachorro quente… viram salsicha.

       L.G.A.J.R. 35 anos é um destes carniceiros que vive do abate destes tenros bezerrinhos descartados pelos fazendeiros que priorizam a produção de leite. Ele roda toda a região à procura dos inocentes gabiruzinhos malhados e os leva para o frigorifico.

      Não é uma atividade digamos, muito catolica, mas, vá lá… afinal mais cedo ou mais tarde os chifrudinhos irão virar churrasco, mesmo…. O que não se pode é matá-los à mingua, de fome, de sede e de desconforto. Enquanto não são apresentados ao carrasco no frigorifico, os bichinhos tem direito à comida, agua e transporte digno, pois são seres vivos.

       L.G. no entanto não parece estar nem um pouco preocupado com o bem estar dos bezerros que compra, condenados à morte. Na quarta feira, depois de rodar pelas fazendas da região comprando os malhadinhos para fazer salsicha, ele parou sua caminhonete F.1000 na esquina na rua Vista Alegre e foi encher o pandú num restaurante popular ali em frente. Enquanto isso sua carga animal, mais animal impossivel, 11 bezerrinhos recem-nascidos, todos amarrados pelas patas, ficaram amontoados na carroceria da caminhonete expostos ao sol escaldante da estação, como se fossem ‘bichos para o abate’. Se os filhotes tiveram o azar de ir parar justamente na caminhonete do malvado carniceiro, ele também não teve muita sorte… parou a caminhonete justamente em frente a residencia do diretor da Sociedade Protetora dos Animais de Santa Rita, Rafael Ferrari!!!

       Indignado com os maus tratos impigidos ao bezerros, Rafael chamou os homens da lei e com ajuda de populares e outros membros da sociedade, impediu a saida da caminhonete do local. Os bezerros foram apreendidos pela policia e depositados precariamente à SPA, sendo levados para um curral onde receberão os cuidados necessarios. Dada a conjuntura da situação, no futuro, quando os bezerros se tornarem garrotes, marrucos reprodutores ou virarem churrasco, a justiça poderá autorizar o leilão dos mesmos e reverter a renda para a S.P dos Animais.

        O insensivel dono dos bichinhos contou uma historia para boi dormir. Primeiro disse que era policial, depois disse que os animais estavam em outro caminhão, mas o mesmo quebrou e para terminar explicou que pararam apenas alguns minutos no restaurante antes de seguirem para São Gonçalo do Sapucaí. Não tapou com a peneira, nem o sol e nem os bezerros. Aliás, mais uns minutos amontoados debaixo do sol do meio dia virariam churrasco… Além de ficar sem os bezerros, L.G. vai responder a processo por maus tratos de animais.

       A Sociedade Protetora dos Animais resolveu o problema dos bezerros mas criou um outro ainda maior para si propria. Como alimentar 11 bezerrinhos malhados sem mãe???? Nos primeiros meses de vida eles só ‘comem’ leite. E não é um leite qualquer. É um leite especial, à base de ‘colostro’, aquele que toda mãe produz nos primeiros meses de lactação. Ele é produzido comercialmente e vendido na Coper Rita mas custa um preço também ‘especial’. Um pacote que dá para alimentar o time de bezerros por dois dias custa R$34 reais!!!

       A SPA salvou os filhotes de morrer à mingua e de insolação, agora precisa da ajuda do internauta para salvá-los da inanição. Por isso está fazendo uma vaquinha para alimentar os bezerros.

       Faça sua parte. Doe leite. Ajude a criar o churrasquinho de amanhã… sem toxina.

AVALIAÇÃO DO SANTOS FUTEBOL CLUBE EM POUSO ALEGRE

 

 

 

 

 

             Foi um sucesso total   a Clínica de Futebol   realizada no sábado, dia  15 e domingo, dia  16 pelos avaliadores do SANTOS F.C. , Bebeto  Stival ( supervisor das Categorias de Base  ), pelo Preparador Físico  da Equipe de Juniores    Sérgio Peres   e pelo Treinador de Goleiro  da categoria sub-15  Rogério Lima , que também  é  Treinador de Goleiros da Seleção Brasileira Sub-15,   que irá disputar o Copa Sul Americana  no Uruguai em novembro deste ano .

                          Foram   arrecadados  cerca de meia tonelada  de alimentos, que serão doados para o ASILO  SÃO VICENTE .

Agradecemos  ao Prefeito  Agnaldo PERUGINI  e ao Secretário João  Batista Rodrigues,   por apoiar  esse

Evento  idealizado pelo Diretor de Futebol Jose Carlos do Nascimento ( Espoleta).    Agradecimento ao Sr. Wellington  de Oliveira   e toda a equipe da  ASCOM  pelo suporte dado quanto á estadia  dos avaliadores  do SANTOS F.C. .  Agradecer  a Guarda Municipal , Policia Militar , Secretaria de Saúde,   que estiveram presentes . Agradecer a COPASA  pelo fornecimento de água .  Agradecimento aos professores Marcelo Ferreira de Sousa , Ricardo Paula de Luna , Vitor Gomes , Natanael , Luiz Carlos, Marcelo Prudêncio ,  Prof. Alexandre Silvestre   que estiveram dando suporte  dentro do  campo  e   um  agradecimento especial  Sra . Mariângela  Padilha,  que  cuidou de todas as inscrições (cerca de 650) . Agradecimentos  aos times  ( Presidentes , Técnicos e Professores ) que estiveram presente e aqueles times que  também nos deram suporte . Agradecimentos a todos os atletas  Pouso Alegrenses  e também os que vieram de outras cidades   e de outros estados,  abrilhantando ainda mais este evento .  Agradecimentos a todos os pais  que compareceram  e aqueles que não puderam comparecer,  mas que de certa forma prestigiaram   e acreditaram,   deixando que seus filhos participassem desta avaliação. Agradecimento a todos os Funcionários da Praça de Esporte Municipal ( Rosão )  e do Estádio municipal “Irmão Gino Maria Rossi” – Manduzão,   que nos deram suporte  para que tudo pudesse sair da melhor maneira  possível. Agradecimento a imprensa  e à TV Libertas  que  deram  informações precisas  para todos os  ouvintes  e telespectadores .

                     Devemos ressaltar  que  no dia da avaliação muitos compareceram  e tiveram um excelente comportamento  e que no final do evento toda   a equipe de avaliadores foi aplaudida, gesto de agradecimento por tudo que proporcionaram nestes 2 dias de trabalho.

                    Agora estamos no aguardo da divulgação  dos atletas que passaram    e  isso vai acontecer nesta quarta feira (19), com o nome dos atletas  postados no site do SANTOS FUTEBOL CLUBE .

Mais um passense tem os passos interrompidos à bala em Passos

Não. Não é noticia velha, de quarta feira. Esta é noticia fresca, de fato ocorrido ontem à noite na cidade banhada pelo Rio Grande. A vitima da vez,  ultimo passense a findar os passos diante de um trezoitão, foi o jovem Tiago Rodrigues Silva.

O macambúzio crime aconteceu na virada da noite desta quinta, menos de 48 horas depois do assassinato de Edson Rodrigues Carneiro. Como Edson, Tiago também recebeu três tiros. No braço, no peito e por garantia de morte… no rosto. Alguém que presenciou o crime e naturalmente não quis se identificar imediatamente chamou os homens da lei. O moribundo chegou a ser levado para o pronto socorro mas sucumbiu à hemorragia. Tiago caminhava pelas margens da rodovia MG-050, altura do bairro N.S. das Graças, quando um motoqueiro parou diante dele e puxou o gatilho do trabuco.

O jovem de 25 anos é o 35º passense a colher cacau pela raiz em 2011, o terceiro em menos de uma semana. Desta vez ninguém ligou o homizio à uso ou trafico de entorpecentes, o que não descarta a possibilidade de que seja mais ‘des’-acerto de drogas.