“… Morrendo de saudade de você!!!”

Minha sogra está no quarto e ultimo casamento. Meu sogro no terceiro e ultimo também. Eles têm um belo relacionamento. Se falam e se vêem com freqüência via internet e toda vez que ela vem nos visitar eles se encontram – ela com o marido, ele com a esposa e nós – em nossa casa ou em restaurantes, como bons amigos, como devem ser as famílias que se separam e tomam novos rumos. Afinal entre eles existem três belas mulheres – uma aliás, linda e maravilhosa – três genros – um deles lindo! – e seis netinhos sapecas e maravilhosos.

Mês passado, ao anunciar o falecimento da senhora Esther Telles, em Santa Rita do Sapucaí, a radialista Kátia Kersul tomou um susto:

– Nossa!!! A amiga da Clarisse morreu… Será que ela está sabendo? Preciso avisá-la! – pensou Kátia.

Acontece que uma semana antes, nós havíamos sepultado nossa querida Tia Dinda, ex-cunhada, amiga e vizinha dela no Rio de Janeiro. Por isso Kátia ‘encheu-se de dedos’ e telefonou para ex-esposa do marido e deu a triste noticia.

Clarisse, muito sensível e emotiva, ainda abalada com a morte da ex-cunhada, ligou para a casa da amiga que não via há anos, em Santa Rita para expressar seus sentimentos – e como expressou! – e saber detalhes de sua morte. Depois do quarto “trimmm” uma voz de mulher idosa foi ouvida do outro lado do aparelho. De quem era a saudosa e distante voz??? Da própria Esther, cuja morte e velório Kátia havia anunciado com pesar na Radio Difusora horas antes!!! Caso de assombração?! Um equivoco?! Numero errado?!

Pega de surpresa, já chorando, Clarisse tentou ordenar as idéias enquanto as lagrimas molhavam sua delicada mesinha de telefone:

– É você, Esther…?

– Oi… Há quanto tempo Clarisse?

– Está tudo bem na sua casa?

– Sim. Tudo bem, e com você e o Jose?

– Mas está tudo bem com sua família…

– Sim…

– E aí em Santa Rita, os vizinhos… está tudo bem…? – E as lagrimas já inundando o Aterro do Flamengo…!!!

– Ah, Esther, que bom saber que está tudo bem com vocês…

– Mas, Clarisse… porque você está chorando?

Já sem perguntas e sem uma resposta mais adequada, minha sogra soltou de chofre, deixando as lagrimas escorrerem até a prainha, suja de óleo de barcos, do Botafogo…

– Ah, eu estava com tanta saudade de você……..!!!!!

Bem… Esther estava e está vivinha de Azevedo em Santa Rita. E talvez nem saiba que sua homônima, galho de outra arvore de “Telles” – que Deus lhe dê um bom lugar – naquela tarde descia à sua ultima morada. Apesar da gafe pela qual passou e das lagrimas equivocadas que escorreram até a Baia de Guanabara, minha sogra não rompeu a amizade com a esposa do meu sogro…

Jacutinga… lavrador estupra garotinho de 4 anos

        Ele abusou da amizade com a família do garotinho para levá-lo para o bananal e estuprá-lo.

A dona de casa, de 24 anos, estava distraída cuidado dos afazeres domésticos quando viu seu filhinho de 4 anos chegar em casa meio ressabiado, andando com dificuldade e comentar com um amiguinho, que o vizinho “Parafuso” havia ‘judiado’ dele no morro.

A mãe quis saber do que se tratava e o garotinho choroso contou com detalhes os fatos. Disse ele que o Sr. Jose Maria Soares, conhecido da família pela alcunha de Parafuso, convidou-o para ir com ele buscar bananas e chegando no alto do moro, baixou suas calças e abusou sexualmente dele. O menino tinha ainda as vestes e o corpo sujos de sangue. O hediondo crime aconteceu no meio da tarde de sábado num sitio no bairro São Sebastião dos Robertos, no município de Jacutinga, terra das malhas.

Ao tomar conhecimento dos fatos, os pais do menino saíram em perseguição ao estuprador e abalroaram sua moto numa curva da estrada, tentando dobrar a serra do cajuru. O indignado pai ‘entortou’ o “Parafuso” ali mesmo na estrada e somente não o linchou, graças a intervenção de populares que o contiveram e entregaram o estuprador para a policia.

Jose Maria “Parafuso torto” Soares, sentou-se ao piano do delegado de plantão em Pouso Alegre, assinou o 217 A e foi se hospedar no velho hotel de Albertina, onde deve enferrujar pelos próximos oito a 15 anos.

Motorista mamado… perigo constante

Depois de desfilar pelo bares da vida, se amarrando no pé-de-cana, o motorista Dionísio Gonçalves da Rocha, 58 anos, morador de Cambui, abraçou o volante do seu VW gol e pegou a Fernão Dias. Estava tão mamado que esqueceu até de ligar os faróis. Fez uma manobra perigosa e encostou-se ao canteiro para fazer um retorno proibido na Fernão Dias. Antes que ele ‘pegasse’ alguém, o motorista que vinha logo atrás e conseguiu evitar o sinistro, acionou os homens da lei.

O bafômetro dos patrulheiros federais acusou o obvio: 19dg/l por litro de sangue no organismo, muito além do permitido. Depois de passar uma noite curando a ressaca no velho hotel de Cambui, Dionísio pagou a fiança de 620 reais e voltou para casa… à pé. E a batata continua assando pra ele!

Clayton Fernandes, na vizinha Camanducaia, fez ainda pior. Depois de abraçar a loira gelada, ele abraçou o volante do seu caminhão e tentou pegar a estrada. Pegou um gol… estacionado na porta de uma casa e de quebra, quebrou também a antena parabólica da residência. Não se pode dizer que ela foi culpada…!

Vizinho chamaram os homens da contaram que Cleyton é useiro e vezeiro na pratica de virar canecos de suco de suco de gerereba na vizinhança e bater seu possante em carros parados.

Ele também soprou o bafômetro e o aparelhinho quase pegou fogo. 18.40 dg/l. Cleyton também ficou a pé e foi dormir no hotel do contribuinte, até pagar a fiança de um salário mínimo. Ficou barato…

Formiguinha do São João é ‘esmagada’ no Aterrado

Hamilton Teodoro da Luz, 24 anos, mora na Vendinha e há anos faz o incansável trabalho de formiguinha no trafico. No final de semana a droga estava em falta no São João e ele desceu ao velho Aterrado para buscar uma remessa. Levou R$ 140 reais. Quando passava próximo à ponte do velho Mandu, pedalando sua magrela,  levando na algibeira 10 pedras beges fedorentas, esbarrou numa blitz da policia militar.

Hamilton Teodoro da Luz

Hamilton tentou engolir a encomenda, mas assim, sem nem um refrigerante ou um cafezinho, a droga não desceu. Mas ele sim, desceu… Para a DP, sentou-se ao piano, assinou o 33 e depois subiu… Para o hotel do Juquinha.

Chiquinho da Borda manda servente matar o filho de 2 meses

O caso aconteceu na semana passada e já ganhou a mídia nacional. Tem menos glamour do que o os maus tratos e lesões corporais praticados pelo comerciante João Dacir Magalhães há três meses, quando enfiou o dedo na garganta do filho, também de dois meses de vida e quebrou-lhe a clavícula, para ver-se livre do seu choro. A menor notoriedade deve-se, talvez, ao fato da iniciativa corajosa da esposa em denunciar as agressões. No caso do bebe atirado ao chão, apesar da mãe não ser conivente, ela parece não ter noção da gravidade do ato do marido. Embora não o defenda, também não demonstra nenhuma indignação com a brutal violência contra seu filho nascido em 06 de dezembro ultimo.

A agressão bárbara ao pequeno Jhonatan Rayan chegou ao conhecimento da policia civil na segunda feira através da Assistente Social do Hospital Regional Samuel Libanio, alarmada com as múltiplas lesões faciais e cranianas constatadas pelos médicos. O bebezinho que dera entrada no pronto socorro ao pé da noite de sexta apresentava escoriações pelo corpo e hematomas no rosto e cabeça além de sangramento nasal estancado e embora respirasse, não respondia a qualquer estimulo nervoso. Estava já com morte cerebral. Aos médicos, os pais Quiterio de Lima e Valquiria da Silva alegaram que a criança havia caído do sofá da sala, cerca de 40 centímetros de altura – movimento voluntário impraticável por um bebê de dois meses, sei-o, de carteirinha – o que não condiz com as lesões constatadas. Aos detetives Balca e Teobaldo e à Delegada substituta de Crimes Contra a Vida, Lucila Vasconcelos, o paraibano Quiterio, servente de pedreiro de 25 anos e pai de outra infante de três anos, repetiu a versão dada aos médicos. Mas ainda na saída do hospital regional onde foram detidos pela dupla “Starsk & Hutch”, Valquiria fez a clássica e denotativa pergunta;

– Eu vou ser presa também?  Já na delegacia de policia, após um interrogatório mais ‘firme e estreito’ e algumas contradições, o pedreiro abriu o verdadeiro livro. Disse que estava sozinho com a criança em casa e se pôs a pensar na vida, nas dificuldades de se criar uma criança, nas privações a que estava sujeito, até que ‘ouviu’ a solução para sua insípida vida. Disse ele aos policiais;

– Antes eu tinha tempo para sair, passear, pensava em comprar uma moto, ou quem sabe um carro, agora não tenho mais condições por causa do bebê… De repente começei ouvir uma voz; “Mate esta criança…mate esta criança…

Quiterio pegou então o baby que estava ao seu lado no sofá e o jogou de costas ao chão. Tomou-o no colo ainda com o ensurdecedor “uééé, uééé´, uééé´, começou a embalá-lo e a voz tornou: “ Mate esta criança…. mate esta criança”. E ele voltou a atirá-la ao chão. Desta vez de bruços. O pequeno Jhonatam esboçou outro tipo de choro, agonizante e perdeu imediatamente os sentidos com o rostinho banhado em sangue. Quiterio levou-o ao banheiro, deu-lhe um banho para limpa-lo e voltou a sentar-se no sofá na companhia da criança que agonizava, agora silenciosa. Uma hora depois sua esposa chegou em casa e ele contou que a criança havia caído do sofá e resolveram então levá-la ao hospital.

Com os indícios do bárbaro crime e a confissão do pai, o delegado Clauber Moura, do 2º Distrito, circunscrição a qual pertence o bairro Jatobá onde ocorreu o crime, pediu e o sempre atencioso e solícito homem da capa preta, Walter Jose Vieira, expediu o mandado de prisão preventiva para o desalmado pai.

Os crimes de estupro, atentado violento ao pudor, crueldade contra crianças e idosos, costumam receber duas penas; a do código penal e as do código dos presos. Ao chegar ao hotel do Juquinha, o endiabrado Quiterio foi rejeitado e escarnecido por todos os presos. Os do ‘convívio’, que se acham mais dignos do que os outros, não o aceitaram com eles. Os do “seguro” considerado inferiores, menos dignos, justamente por crimes desta natureza, por serem caguetas, inadimplentes de drogas ou amigos dos ‘zomi’, também o rejeitaram, pois seriam obrigados pelos do convívio, a matá-lo. Restou ao pai que cumpre ordens do capeta para matar criancinhas, ir se alojar numa cela da enfermaria, onde ora se cala taciturno, ora distribui sorrisos dementes à agentes e funcionários que o fuzilam com os olhos, sem se dar conta de que sua vida está mais tênue e mais frágil do que a do pequeno Jhonatam que ele atirou ao chão.

Antes de concluir o Inquérito Policial inicialmente instaurado para apurar tentativa de homicídio, mas que deve evoluir para homicídio consumado, caso se confirme a morte cerebral do pequeno baby, o delegado Clauber Moura deverá fazer um levantamento da vida pregressa do pedreiro junto à comunidade em que ele vivia, no bairro Jatobá, para apurar como era seu relacionamento e comportamento com os filhos, esposa e vizinhança. “Direto da Policia” se antecipou. Na terça fui ao local do crime e conversei com vários vizinhos do casal de nordestinos – ele paraibano, ela pernambucana – na Rua das Quaresmeiras, onde moram com simplicidade há poucos meses. Segundo moradores do local, era um casal comum, discreto, sem alardes. Nunca ouviram nenhuma bulha vinda da casinha simples, que pudesse prenunciar o hediondo crime. A policia não encontrará nenhum antecedente sócio-familiar que justifique ou explique a atitude do servente de pedreiro.

A medica Tatiana Telles e Koeler de Matos e qualquer psiquiatra, forense ou não, encontrou. Graduada em pela Univas, pós-graduada em Impactos da Violência na Saúde, pela Fiocruz, Pós-graduada em Saúde da Família pela UFMG e pesquisadora de tudo que se relaciona a crimes, comportamento criminoso e suas causas, há quatro anos atendendo presos dentro e fora dos presídios – levada por mim para trabalhar voluntariamente no Hotel Recanto das Margaridas em Santa Rita do Sapucaí há quatro anos e há um ano trabalhando concursada no Hotel do Juquinha – Tatiana analisou o caso do servente desalmado.

– Quiterio pode sofrer de esquizofrenia, doença que advém da somatória de dois fatores: orgânico, que pode se manifestar a qualquer momento independentemente de causa e o ambiental, que pode se manifestar num momento de stress, como por exemplo, dificuldade financeira, choro da criança, etc. E não tem cura, mas tem controle, aliás, relativamente fácil, com uso continuo de anti-psicóticos neurolepticos e terapia.” – Não confundir psicóticos com psicopatas, que é o caso do João Dacir Magalhães, aquele que quebrou a clavícula do filho e enfiou brutalmente o dedo na sua garganta e foi denunciado pela esposa e aguarda sua dura sentença num presídio qualquer do Estado. Ele pode ser chamado de psicopata; não tem cura e nem controle, age consciente e calculadamente com frieza, buscando um resultado final. O ‘psicótico’ do Quiterio seria o de neurose, loucura. A esquizofrenia normalmente se manifesta depois dos 10 anos de idade e antes do 50 – Ufa, estou livre dela… já dobrei o Cabo da Boa esperança – se manifesta geralmente num momento de stress e provoca alucinação auditiva e ou visual. O servente do Jatobá teve uma alucinação auditiva – “….mate esta criança” – quando refletia sobre sua vida e as agruras e privações de pai de família, sem profissão qualificada, tendo que sustentar esposa e dois filhos com os parcos salários de servente e um calor de trinta e tantos graus à sombra e atendeu a ordem do capeta – também já estive investigando, não foi o ‘Chiquinho da Borda’ – atirou o bebezinho indefeso ao chão para ver-se livre dele.

A jovem medica ilustra o assunto contando o caso de outro homicida, que atendeu e ‘curou’ no ano passado no Hotel do Juquinha. Dono de uma respeitável ‘capivara’ com infrações a vários artigos do código penal, este matou a tiros um desafeto no aterrado e dobrou a serra do cajuru. Foi esconder e bronzear sua cara de mau e o enorme corpanzil numa praia de Ubatuba. Semanas depois ele apareceu na delegacia de policia dizendo que estava sendo perseguido pelo morto.

– Ele estava tendo alucinações auditivas e visuais –  Conta a medica. Ora se recolhia num mutismo amedrontador, ora se encolhia e choramingava com medo das ameaças do ‘fantasma’ de sua vitima que a todo custo queria abraçá-lo. Numa tentativa de trazê-lo à realidade pela força, um agente penitenciário, coincidentemente um amigo de infância, foi duramente espancado por ele na enfermaria.  Depois deste fato ele se recolheu numa greve de fome e somente aceitava o bandeco das mãos do mesmo agente que ele havia agredido. Era o único cujo rosto não lhe parecia um fantasma.

Sem se comunicar verbalmente, a muito custo ele respondeu à medica com gestos de cabeça de sim e não e admitiu que estava ‘vendo coisas’ que o incomodava. Ela o convenceu a tomar um medicamento que iria mandar as ‘coisas’ embora. O homicida foi tratado com neurolépticos prescritos inicialmente por ela e continuou o tratamento com o psiquiatra. Hoje está tão lúcido quanto eu e você …. e se arrepende amargamente, não do crime que cometeu, mas de ter ido à delegacia se entregar. Se puder, ele galga os muros do Hotel do Juquinha e dobra a serra do cajuru como um mortal comum… mas o bichinho da esquizofrenia continua, lá, incipiente, nos braços de Morfeu. Se parar de tomar o comprimidinho de nome difícil os fantasmas voltam …

O homicida matou o mecânico e depois teve alucinação. Quiterio teve alucinação e jogou o filho ao chão. Fora esta diferença, a situação do servente paraibano do Jatobá é semelhante. Ele cometeu o crime num momento de alucinação auditiva e como todo doente desta natureza, alterna momentos de lucidez e alucinação. Já sob efeito de medicação, nos momentos de lucidez, ele se acanha, se retrai e se diz arrependido do que fez. Começa entrar em depressão.

A confirmar o que você está lendo, Quiterio Lima, o homem que obedeceu ao “Chiquinho do Jatobá” deverá passar entre doze e trinta anos no manicômio judicial Jorge Vaz, em Barbacena. Isso, se sobreviver ao ‘Código’ dos demais hospedes do Hotel do Juquinha e…. aos seus próprios fantasmas.

Semana passada soube que Quiterio foi pronunciado pelo Ministério Publico por homicídio doloso. Enquanto aguarda o momento de sentar-se no Banco dos Réus ele antecipa o cumprimento da  pena – física –  na Penitenciaria de Neves, na região Metropolitana da capital.

Homicidios ocorridos em Pouso Alegre no ano de 2011

No inicio do mês a SEDS divulgou dados estatísticos criminais do Estado. Na ocasião comentei que os dados não são fidedignos, pois nas duas cidades que acompanhei passo a passo a evolução dos homicídios, há divergências. Em Passos, a Seds anunciou 37 homicídios; foram 46. Em Pouso Alegre a Secretaria acusou 7 mortes ‘matadas’. Eu publiquei nesta coluna, dez homicídios. Três ocorreram no mesmo dia do mês; 19 de março, de agosto e de dezembro. O mês mais violento foi fevereiro; 3 mortes. Ao contrario de Passos onde 42 dos 46 estão relacionados ao trafico, em Pouso Alegre apenas dois assassinatos foram motivados por drogas.

O mais violento foi o caso do servente Quiterio de Lima, que jogou o filho de dois meses ao chão duas vezes até silenciá-lo.

Conforme prometido em matéria anterior, eis os dez casos do ano passado, media inferior aos anos anteriores;

1º – Dia 03 de janeiro – João Batista Zorzetto enfiou a ponta do guarda chuva no olho do mecânico Jose Donizette Amantino no bairro Jardim Satélite, penetrando até o cérebro. Ele entrou em coma no ato e morreu duas semanas depois. Motivo; divida

2º -Dia 05 de fevereiro – Quiterio de Lima jogou o filhinho Jhonatham Ryan de 2 meses ao chão, no bairro Jatobá. Ele parou de respirar no dia seguinte. Motivo; Esquisofrenia…!?!?

3º – Dia 08 de fevereiro – Diego da Silva Pessanha, o Grão, matou o colega de rancho e de trabalho João batista Murano, o Porquinho, no bairro Olaria, próximo ao Cidade Jardim, com pedradas na cabeça. Motivo; Fútil.

4º – Dia 20 de fevereiro – Paraplégico Bruno Leandro Pontes Brasil, matou a ex-mulher Letícia Aparecida Pereira com seis tiros, tentou matar o novo namorado dela e depois suicidou dentro do carro em movimento, com 3 tiros na cabeça, no bairro Maçaranduba. Motivo Passional.

5º – Dia 19 de março – Anderson Lopes do Prado e Jeferson Rodrigues Marçal Carreiro, engarupados em uma moto, mataram o agricultor de Estiva, Marcelo Andrade de Castro, no momnto em que ele comprava um carro de Jose Conceição Macedo, no Chapadão e levaram os R$ 12 mil reais. Motivo; Latrocínio.

6º – Dia 26 de março – Marco Aurélio Nunes de Oliveira, peão de obra da construção do Fórum, matou o colega de trabalho Francisco Guido dos Santos, que defendeu sua namorada de sua agressões. Motivo; Fútil ou passional.

7º -Dia 15 de maio – Claudinei Souza de Paula matou a tiros o desafeto Marcelo de Souza Puchetti, de madrugada no São João. Motivo. Acerto de contas de drogas.

8º – Dia 19 de agosto – Durante show da cantora Ivete Sangalo no Manduzão, o cearense Antonio Eldo, morador de São Miguel Paulista, matou o vigilante Divanilton Resende de Souza com golpes de canivete no pescoço. Motivo; o cearense teria derramado cerveja acidentalmente na esposa do vigilante, gerando o atrito verbal.

9º – Dia 19 de dezembro – O andarilho Ronan Donizetti Tomaz matou o transexual Francisco Claret dos Santos, o Chico Mara, no bairro Santa Edwiges, com pedradas na cabeça. Motivo; Chico Mara teria insistido em… ficar com ele!

10º – Dia 30 de dezembro – Ronan “Gordinho” Candido da Silva matou a tiros o ‘concorrente’ João “Balaio” Rafael Maximiano, no Cidade Jardim. Motivo; Balaio não se sujeitava ao ‘comando’ de Gordinho no trafico de drogas.

* Leia a historia do servente que matou o filho de dois meses, “a mando do capeta”, jogando-o ao chão duas vezes, no inicio do ano passado, no Morumbi.


Passos… Crimes praticados por “Dimenor” continuam crescendo

O numero de homicídios este ano em Passos está menos alarmante do que no ano passado. Menos alarmante, porém preocupante. Pois quem continua puxando o gatilho são “os inimputáveis”, os chamados “Dimenor”, que após cometer o crime, sendo detidos em flagrante ou não, são custodiados no presídio local por 45 ou 90 dias – para estagiar no crime com os adultos, como se fosse necessário!!! – e voltam para a rua ainda mais insensíveis e violentos. Os motivos para a dizimação da população passense à bala, também continua o mesmo; drogas. O local preferido para o acerto de contas também; bairro Novo Horizonte.

Nesta sexta à noite aconteceu mais um homicídio na cidade, o quinto do ano. A vitima é um garoto de 16 anos. Ele recebeu dois tiros fatais na cabeça.

A policia militar que fez os levantamentos preliminares no local do sinistro, suspeita que ele foi assassinado por envolvimento com o trafico de pedra bege fedorenta e erva marvada. O assassino seria – para variar – um ‘dimenor’. Vários foram detidos e ouvidos, mas nenhum admitiu ter puxado o gatilho.

O terceiro mês do ano está findando… Até agora 05 passenses já bateram à porta de São Pedro pedindo hospedagem eterna…

TAÇA POUSO ALEGRE DE FUTSAL ADULTO MASCULINO E FEMININO

Foi realizada nessa quinta-feira,  22 de março, a 3ª rodada da Taça Pouso Alegre de Futsal, evento realizado pela Secretaria Municipal de Esportes e Lazer.

 

Com jogos bem equilibrados e disputados, obtivemos os seguintes resultados:

 

Na primeira partida da noite jogaram Juventus (Bairro São João) x Saúde. A equipe Saúde chegou a abrir 3 x 0 no marcador,  mas com muita vontade, a equipe do Juventus conseguiu empatar a partida, terminando 4 x 4.  Marcaram pela equipe da Saúde: Mauro Gustavo,  aos 7 minutos e 10 minutos do 1º tempo; Rafael aos 12 minutos do 1º tempo e Vilmar aos 10 minutos do 2º tempo.

No segundo jogo entre PA Pneus Futsal e União São Geraldo, a partida iniciou equilibrada, mas com um maior volume de jogo e mais experiência, a equipe de PA Pneus aproveitou bem as oportunidades, vencendo a partida por 6 x 0. Os gols foram marcados por Rafael aos 5 minutos do 1º tempo, Carlos aos 16 minutos do 1º tempo, Lucas Rodrigo aos 18 minutos do 1º tempo, Rafael aos 3 minutos do 2º tempo e Wladimir aos 15 minutos e 18 minutos do 2º tempo.

Na última partida da rodada jogaram as equipes do Paulistano Futsal e Mandú Futebol e Samba, onde a equipe do Mandú demonstrou um maior entrosamento, abriu o marcador logo no 1º minuto de jogo com o atleta Matheus Garcia, aos 13 minutos e 16 minutos do 1º tempo o atleta José Marcelo assinalou mais 2 gols para o Mandú. No segundo tempo, com o placar de 3 x 0, a equipe Paulistano partiu para cima conseguindo marcar aos 2 minutos e aos 9 minutos do 2º tempo com o atleta Bruno Ricardo.

 

PLACAR DA RODADA:

 

JUVENTUS          4 X 4         SAÚDE

PA PNEUS          6 X 0        UNIÃO SÃO GERALDO

PAULISTANO FUTSAL          2 X 3        MANDÚ FUTEBOL E SAMBA

 

Reliase por Mariângela Padilha

Maria da Penha continua enchendo os presídios

Não obstante a sisudez e rigor da lei “Maria da Penha”, os valentões de plantão continuam descendo o borralho em suas companheiras… E sentindo a clava forte da lei defensora das mulheres fracas e indefesas – e de algumas nem tanto…!!!

Ao chegar em casa, em Jacutinga, ao pé da noite de ontem, segurando uma  bela tocha, exalando o terrível bafo de jibóia, Gilmar Kluge, 34 anos desentendeu-se com a amasia com quem vive há 5 anos, Andréia Samira Consentino e desceu-lhe o borralho. A jovem que tem um filho de colo com ele e sofre de depressão, justamente por conta do seu comportamento agressivo, revidou, pegaram no tapa, rolaram na poeira e como ela estava levando desvantagem, recebeu ajuda dos parentes.

Quando os homens da lei chegaram, Gilmar havia dobrado a serra do cajuru deixando pra trás um rastro de escoriações e hematomas. Não foi longe. Recebeu pulseiras de prata e desceu para a delegacia regional de Pouso Alegre.

Andréia, que das vezes anteriores havia perdoado o amasio pelas agressões, desta vez ratificou a vontade de processar o valentão. Gilmar Kluge teve a fiança arbitrada em R$ 1 mil reais e como o caixa estava no vermelho, ele foi se hospedar no velho hotel Menino da Porteira. Esta lei ainda vai encher o cofre do contribuinte…!

3ª Copa de Futsal de Base de Cachoeira de Minas

As equipes de Futsal de Base Sub 13, Sub 15 e Sub 17 iniciaram no dia 20 de março de 2012 a disputa da 3ª Super Copa de Futsal de Base da cidade de Cachoeira de Minas.

Neste primeiro jogo a equipe da Prefeitura Municipal de Pouso Alegre enfrentou a cidade de Conceição dos Ouros, obtendo os seguintes resultados:

 

Categoria Sub 13 –Pouso Alegre 4 x 1 Conceição dos Ouros

Categoria Sub 15 –Pouso Alegre 2 x 5 Conceição dos Ouros

Categoria Sub 17 – Pouso Alegre 7 x 3 Conceição dos Ouros

 

Para os Técnicos da Equipe, Professores Ricardo Paula de Luna e Vitor Gomes da Silva, foi uma boa estréia onde puderam observar melhor o desempenho de cada atleta e corrigir as falhas apresentadas.

Os próximos jogos serão:

 

Dia 29/03 – quinta-feira

Sub 13 – Pouso Alegra x Cachoeira de Minas

Sub 15 – Pouso Alegre x Cambuí

Sub 17 – Pouso Alegre x Cambuí

 

Dia 03/04 – terça-feira

Sub 13 – Pouso Alegre x Independente (Cachoeira de Minas)

Sub 15 – Pouso Alegre x Independente (Cachoeira de Minas)

Sub 17 – Pouso Alegre x Independente (Cachoeira de Minas)