A cena, gravada por celular e postada nas redes sociais, está dando o que ver…! Mas tem muita gente que não quer ver nada disso na porta de sua casa!

A imagem de uma figura feminina, escultural, usando uma microssaia e balançando o bumbum ao pisar firme com seu salto alto, desfilando à luz brilhante do sol na Avenida Duque de Caxias no centro de Pouso Alegre, chegou ao blog através do Messenger… Mas não foi enviada para meu ‘deleite’, e sim, para fazer um apelo, para quem de direito, contra cenas como esta que se repete todos os dias, ou melhor: todas as noites no inicio da rua Bueno Brandão e adjacências da Praça Jorge Beltrão. Segundo a leitora do blog, cenas de nudez degradante e gratuita e sexo explícito naquele trecho já se tornaram rotina.
– O local já ganhou o pejorativo título de baixa “Avenida Augusta” – em alusão à famosa avenida paulistana onde cenas assim fazem parte do cotidiano – diz ela.
Segundo a leitora, moradora da Bueno Brandão, a melhoria da iluminação no local já inibiria um pouco a presença dos desocupados, drogados e depravados que frequentam o local.
– Temos filhos pequenos. Ontem meu filho de 12 anos chegou em casa às dez da noite e ficou apavorado ao ver a mulher desfilando pelada! E ninguém faz nada! – desabafa a moradora do trecho, que fica a três quarteirões do coração da cidade. Aliás, no quarteirão seguinte há duas grandes e tradicionais escolas com centenas de estudantes de todas as idades: Colégio São José e Colégio Estadual!
Nem a presença de uma câmera de Olho Vivo instalada no meio da pracinha, de frente para rua Bueno Brandão, tem inibido a presença e atuação dos depravados. Foi a poucos metros dali, na Rua São Jose, que a polícia militar flagrou Robison Izaias de Souza e Marciano Rodrigues da Silva fazendo sexo oral, às seis da manhã deste domingo, 06.
Se na Duque de Caxias o traveco rebolando o ‘bumbum de fora’ ‘quebrou o clima’ e provocou risos, nas quebradas da pracinha Jorge Beltrão a nudez tem provocado tensão e medo, muito medo!
Será que alguém pode fazer alguma coisa? Ou os moradores, pagadores de impostos, – e que impostos!! – terão que conviver com essa promiscuidade e continuar reféns dos infratores da lei?








