Ele queria o leite das crianças para pagar a droga

Dalila Dias do Santos parece ter jogado pedra na cruz! – diriam alguns… Ela vive maritalmente com o cidadão João Carlos dos Santos há três anos, mas vivem entre tapas & beijos. Treleu não deu, entra no borralho. O único consolo é que a violência não é gratuita… Ele é usuário de maconha e crack!!!

João Carlos dos Santos: Eu precisava do dinheiro para pegar minha bicicleta que deixei penhorada com o traficante...

João Carlos dos Santos: Eu precisava do dinheiro para pegar minha bicicleta que deixei penhorada com o traficante…

Na segunda à tarde ele chegou em casa mais uma vez chapado e desceu a manguara em Dalila. O motivo? Ele queria que ela lhe desse 50 reais… Para pagar uma divida de drogas e recuperar sua bicicleta que ficara penhorada com o traficante. Antes da chegada da policia João “Sansão” Carlos  dobrou a serra do cajuru. Voltou meia hora depois, com uma faca na mão querendo dinheiro ou escalpo. Desta vez não deu tempo de vazar. Sansão desceu no taxi do contribuinte para a delegacia regional onde assinou o 129 e o 147.

Enquanto o cabelo de João Carlos “Sansão” não cresce, ele ficará atrás das grades, pois a fiança é de 1.356 reais. O dinheiro que sua Dalila ganha fazendo bicos, mal dá para sustentar o bebezinho de dez meses do casal…!

Derrame de notas falsas em Estiva: Dupla de vigaristas foi presa pela PM

Dos crimes de estelionato, o velho golpe da nota falsa parece nunca sair de moda. Ultimamente tem aparecido vários pequenos golpes cá em terras manduanas. Uma onça pintada aqui, uma garoupa ‘pintando’ acolá… A tática dos falsários é comprar um pequeno objeto corriqueiro, de menos de dez reais, pagar com a nota fria e pegar o troco quente.

Na vizinha Estiva uma dupla de vigaristas inovou. Eles andam em um Fiat Uno azul escuro usando chapelão, roupas sujas e botinas, disfarçados de pequenos sitiantes compradores de batata ou morango. Chegam nas casas de pessoas simples da roça alegando que precisam trocar dinheiro miúdo para pagar caseiro ou sanar outro compromisso qualquer. Derramam as notas falsas  e levam o dinheiro bom. As vezes chegam a pagar uma pequena comissão pelo ‘favor’ de trocar o dinheiro.

Foi assim que os respeitáveis ‘sitiantes’ Levi de Souza Pereira e Benedito Augusto da Costa levaram a senhora Maria Benedita Pereira na lábia. Dona Maria, moradora do bairro Boa Vista, entregou a Levi R$ 1,5 mil reais e ficou com R$1,6 mil  em papel que qualquer criança pode fazer em casa, usando um scanner.

Notas de 50 e 100: Falsificação grosseira. Qualquer pessoa consegue fazer em casa usando um simples escanner..

Notas de 50 e 100: Falsificação grosseira. Qualquer pessoa consegue fazer em casa usando um simples escanner..

O golpe aplicado na velhinha de 78 anos aconteceu na terça feira passada e os vigaristas gostaram tanto, acharam tamanha facilidade que nesta terça voltaram ao local do crime. Eles tentavam derramar mais notas falsas no bairro Taperas, quando esbarraram em um cidadão que ouvira falar do caso da velhinha. Ele levou o caso ao vereador do bairro, a policia foi avisada e esperou o Uno azul escuro na saída da cidade. Além de pouco mais de 500 reais em dinheiro bom, a dupla levava camuflada em suas vestes mais de seis mil reais em notas de 50 e 100 que mal pagam o papel em que foram xerocadas.

Usando chapeus, vestindo roupas simples de roceiros em um Uno sujo de barro, eles ganhavam a confiança das pessoas simples da roça...

Usando chapeus, vestindo roupas simples de roceiros em um Uno sujo de barro, eles ganhavam a confiança das pessoas simples da roça…

O falsário Benedito Augusto disse que estava apenas Continuar a ler

Dedé, “O inocente” cai em Ouro Fino

     Ele é procurado pela policia de Itapira, foi preso com 50 pedras de crack prontas para venda, com 4 notas de 50 com o mesmo numero de serie e com uma motocicleta com chassi adulterado… Mas diz que é inocente, que a policia ‘armou pra ele”!

 

Dedé: É tudo 'armação' da policia...!

Dedé: É tudo ‘armação’ da policia…!

       As denuncias de amigos ocultos da lei eram tantas que a policia militar resolveu montar um posto móvel de policiamento no bairro Centenário em Ouro Fino para melhor observar a movimentação delituosa. No final da tarde desta segunda resolveram dar o bote no meliante até então conhecido pela alcunha de Dedé. Ao se aproximar do moço, na calçada defronte sua casa, ele tentou dispensar um pequeno embrulho enquanto botava a boca no trombone para chamar a atenção das vizinhança;

– Socorro!!! Eles estão me prendendo à toa… Vão ‘plantar’ drogas em minha casa…!

Depois de rolar com o traficante na poeira e usar a força física para colocar-lhe as pulseiras de prata, os homens da lei recolheram o embrulho no chão. Eram seis pedras beges fedorentas presas a uma fita adesiva. Arrolados os ‘galos’ que estavam na vizinhança, entraram no muquifo do moço e encontraram mais 42 pedras de crack nas mesmas condições da seis primeiras, dentro de um tênis velho. No outro tênis havia uma pedra maior, do tamanho de uma caixa de fósforo, ainda sem fracionar. Entre seus pertences os policiais encontraram também 4 notas de 50 com a mesma numeração de serie. No quintal havia três motos todas de procedência duvidosa. Uma delas, com placa de Aracaju-SE, tinha a numeração do chassi raspada. Para completar, André de Oliveira Ferreira, 24 anos, o “Dedé” tinha contra ele um mandado de prisão oriundo da vizinha cidade de Itapira-SP. Mesmo assim o jovem meliante não deu o braço a torcer;

– Eu sou inocente, doutor!

– Mas e o Mandado de Prisão?

– Isso aí é por causa de uma arma que os ‘zomi’ pegaram comigo lá em Itapira. Eu nem sabia que tinha mandado…!

– E a moto com chassi remarcado?

– Não sei não, eu fiz rolo com o Giorjanis, vendedor de queijo. Já peguei a moto assim…!

– E as notas falsas…?

– Esse dinheiro não é meu – Esta frase ele deve ter copiado do Maluf!

– E a droga encontrada em sua casa?

– … Essa droga não é minha!!!

– E como foi parar em sua casa?

– Os zomi ‘plantaram’ lá doutor…!

– Mas porque?

– Isso é ‘rixa antiga’, perseguição. Eu estava ficando com a namorada do policia!

– Só por isso?

– É que na semana passada eu consegui fugir da policia rodoviária. Ontem eu fugi de novo…!

O delegado de plantão quase chorou de pena, mas teve que fritar o pobrezinho injustiçado nos crimes de trafico de drogas, moeda falsa e receptação de produto de furto. Dedé, “o inocente”, seguiu no final da manhã desta terça para seu novo lar… O velho hotel “Menino da Porteira”!

Óh céus… Óh vida!

Atravessaram a fronteira… para cair em Minas

Policiais que passavam pela Vila Esperança em Estrema, na virada da noite de domingo viram dois sujeitos com pinta de somongós.

Hugo Libarino: Não mexo com furto de carro, não... Meu negocio é o 33...

Hugo Libarino: Não mexo com furto de carro, não… Meu negocio é o 33…

Hugo Libarino dos Santos estava ao volante de um Voyage, enquanto Uilson Pereira Simões tentava fazer um VW gol pegar no tranco. Solicitadas as explicações de praxe, os dois moços de Bragança Paulista se perderam em controversas. Enquanto eles tentavam tapar o sol com a peneira, passou por ali um cidadão morador dos arredores e exclamou:

– Uai sô, o que gol do Wirso tá fazendo aqui sem ele? Ocês compraram o golzinho dele…!?

– Quem é esse tal Wirso, moço? – Perguntaram os policiais.

– O Wirso é o Wirso, uai… Ele mora ali naquela casa verde!

Quando o Sr. Wilson Augusto Munhoz, abriu a porta de sua casa e deu de cara com os policiais, levou um tremendo susto!

– Ô seu guarda. O que aconteceu? O que eu fiz de errado?

– O Sr. nada, mas estes moços, pelo jeito fizeram. O Sr. tem um gol assim assado?

– Tenho sim seu guarda! Ele está estacionado bem aqui na frente da casa, olha… Uai, cadê meu gol? Roubaram meu gol seu guarda…!!

– Roubaram sim Sr. Wilson, mas nós já o recuperamos. Por acaso é aquele lá perto da esquina?

– É ele sim! Mas como é que ele foi parar lá sem a chave.

– Ladrão não precisa de chave, seu Wilson…

Não de uma chave especifica! Hugo e Uilson, os homens de Bragança Paulista usaram uma micha para abrir o gol do Wilson e foram surpreendidos casualmente no momento em que tentavam a ‘ligação direta’. A frente do aparelho Continuar a ler

Desceu a rua desgovernado, atropelou o cachorro, ‘derramou’ o amigo e foi parar no mato!

Todo mundo hoje em dia conhece a famigerada “Lei Seca”. Alguns a respeitam. Outros tem medo dela! Muitos no entanto, não estão nem aí para a ‘cor da chita’. Continuam abraçando Severina do Popote e dirigindo sem o menor pudor. Muitas vezes consegue chegar em casa sem esbarrar em ninguém, sem tropeçar nos homens da lei. Outras vezes ate os cachorros pagam o pato.

Esnael Pereira: - Eu me atrapalhei na hora de engatar a marcha...- Nós acreditamos Esnael!

Esnael Pereira: – Eu me atrapalhei na hora de engatar a marcha…
– Nós acreditamos Esnael!

Esta é estória do cidadão Esnael Pereira dos Santos, 52 anos residente na terra da batata, Bom Repouso. Ele entrou a noite deste domingo nos braços da Kátia…ça e quando tentou voltar para casa na companhia do amigo Jose Nunes, pilotando seu Ford Escort, foi um pandemônio…! Quando ele entrou no carro na Avenida Esplanada e tentou sair dirigindo, por incrível que pareça, conseguiu…! O difícil foi parar! Só o mato para segurá-lo…!

Parecia cena de filme do saudoso Mazzaroppi… Quando o Escort desceu a avenida desgovernado, foi gente pulando pelas janelas, subindo em arvores, escondendo atrás de postes… O cachorrinho da dona Filó não teve tanta sorte! Acabou sendo atropelado. O Escort desceu trocando as pernas, quero dizer as rodas, bateu em uma cerca, bateu em outra, tomou novo rumo, atravessou a cerca e foi parar no meio do mato. Quando os homens da lei chegaram o passageiro Jose Nunes estava desmaiado ao lado do Escort, não se sabe se por causa do suco de gerereba ou dos sacolejos…!

– Eu bebi uma cerveja… Na hora de engatar a marcha eu me atrapalhei…- Disse Esnael.

Imagine…!

Sem dinheiro – por enquanto – para a fiança, o piloto atropelador de cachorro foi se hospedar no velho hotel de Cambuí.

Quebrou o barraco outra vez e continuou em liberdade

S.C.Modesto, 19 anos vive com a mãe e o irmão Wellington Lucio Modesto, numa modesta casa da rua Benedito Bento de Souza no velho Aterrado. A vida poderia ser um pouco mais alegre se Wellington não fosse tão brucutu. Além do suco de gerereba, o moço de 28 anos é chegado também numa droga.

– Eu fumo a erva, queimo a pedra e de vez em quando cheiro a farinha também, doutor! – Admitiu ele ao piano do delegado de plantão.

Tudo bem! Cada um faz o que melhor lhe aprouver com sua saúde e seu dinheiro. Desde que curta sua nóia no seu canto sem incomodar ninguém. Mas não é caso de Wellington. Quando está chapado ou mamado ele derruba o barraco da mãe e passa por cima de quem estiver na frente dele. São inúmeros os BOs que sempre acabam no arquivo;

– Minha mãe sofre, mas tem dó dele… – Diz S.C..

Neste domingo, 17, Wellington começou cedo. Logo pela manha. Levou um amigo chapado para casa, fez barulho e destruiu um pedaço do telhado da casa da mãe. Desta vez a Irma S.C. queria processá-lo de acordo com a Lei Mara da Penha, mas… As agressões e ameaças contra ela e sua mãe aconteceram em outras ocasiões! Desta vez foram apenas danos materiais.  O irmão valentão não estava em flagrante, por isso o delegado o devolveu à liberdade.

Quem sabe da próxima vez…!

 

Bateu no carro parado e foi dormir…

O sujeito estava tão mamado que não deu conta de saltar na porta de casa. Dormiu dentro do carro mesmo!!!

O jovem Joel Nascimento Finamor, 25 anos, estava encostado em seu carro na Avenida Artur Ribeiro Guimarães, no Noronha, no final da noite de sábado, quando de repente avistou um carro vindo desgovernado em sua direção. Quando ele se deu conta do perigo e tentou sair do local já era tarde… O sujeito bateu em suas pernas e o arremessou sobre o carro parado. Por um triz teria esmagado suas pernas contra a lataria. Quando Joel se refez do susto, o veiculo da morte já havia dobrado a serra do cajuru.

Quando voltava para casa, depois de ser medicado no hospital regional Samuel Libanio, ao passar pela rua Esmeralda no jardim Santa Cruz, la estava o carro que o atropelou. O motorista Daniel Antonio de Figueiredo, ao parar o carro, pegou no sono e dormia placidamente no seu interior.

Daniel Antonio, de 35 anos poderia ter assinado apenas o artigo 303 do Código de Transito Brasileiro. No entanto, como a maioria dos motoristas que misturam álcool com volante, ele não foge à regra. Ao ser ‘despertado abruptamente’ pelos homens da lei batendo na janela do seu carro, ‘a bela adormecida’ soltou-lhes os cachorros… Chamou-os de todos aqueles nomes pejorativos desaconselháveis para crianças! Pior!!! Resistiu à prisão e fez ameaças.

No final das contas acabou assinando o 303 e 0 306 do CTB e o 331 e 147 do Código Penal. Ainda assim, de acordo com nossas leis, ele poderia ter terminado a noite no aconchego de seu caminha macia… Continuar a ler

Bebeu com o amigo e depois o matou na porta do bar

O crime aconteceu na porta de um bar no bairro Correntinha, zona rural de Munhoz, no inicio da tarde deste domingo, 17.

Alcino Pedro da Rosa: Ele me prensou num canto do bar ... queria enfiar um estilete no meu pescoço!

Alcino Pedro da Rosa: Ele me prensou num canto do bar … queria enfiar um estilete no meu pescoço!

Alcino Pedro da Rosa e Jose João Bento, conhecido no local por “Jose Coito”, estavam no bar do Adão desde o final da manha abraçados com a loira gelada, jogando conversa fora. De repente tiveram um curta discussão, Alcino, que morava numa casinha nos fundos do bar deixou o local. Voltou minutos depois, apontou uma espingarda cartucheira para o amigo e disse;

– Ze Coito, você merece isso daqui…!

E puxou o gatilho. O tiro fatal acertou no tórax, mais para o lado da axila.

As pessoas que presenciaram a cena não entenderam nada e nem tiveram tempo de evitar o sinistro.

– Nós pensamos que era brincadeira do Alcino. Eles eram amigos, estavam bebendo juntos no bar até agora a pouco – Disse o dono do bar.

Ao receber o tiro fatal no torax, Jose Coito, 55 anos, morador de São Paulo e sitiante em Munhoz, deu alguns passos, sentou-se atrás do volante do seu carro estacionado na porta do bar, deixando atrás de si um filete de sangue… e morreu.

Enquanto isso Continuar a ler

PRF prende trio armado no pedágio de Cambuí

          Seriam viajantes ou ladrões de carga?

PRF 1 

       Durante abordagem de rotina na rodovia Fernão Dias, no pedágio de Cambuí, no inicio da madrugada deste sábado, 15, os patrulheiros federais prenderam tres ocupantes de um Fiat Palio. Eles levavam no porta-luvas do veiculo um revolver calibre 32, sem registro e com numeração raspada e cinco munições intactas.PRF 2

O trio vinha de São Bernardo do Campo e além da arma de fogo, portavam também no veiculo diversas ferramentas comumente usadas para a pratica de crimes. Dois dos viajantes do ABC paulista possuem condenação por porte de arma. O terceiro, embora não registre passagens pela policia, é portador de CNH categoria “E”, própria para condução de veículos pesados. O patrulheiro Marco Antonio Territo, chefe do Grupo de Policiamento Tático e seus comandados suspeitam que os ‘viajantes’ sejam ladrões de carga!PRF 3

Os três pistoleiros foram autuados pela delegacia de plantão de Pouso Alegre por porte ilegal de arma. Agora os detetives querem saber o que foi que os trouxe cá para os lados do Mandu!

 

Alemão Pintado caiu de novo…

       Desta vez entortou o caneco e bateu um fusca na trazeira de um carro parado!

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      A professora Renata Andrade de Almeida Oliveira havia acabado de estacionar seu VW Voyage na porta da casa de sua mãe, em Cambuí para dar-lhe um abraço, quando ouviu um estrondo na rua. Ao sair na janela um fusca vermelho estava tentando entrar no porta-malas do seu carro. O motorista do fusca ‘entrão’ era Claudio Jose Marques, 38 anos, conhecido no meio policial por Claudinho, Alemão ou Pintado. Apesar de estar completamente mamado e ter desviado do carro imaginário para bater no carro parado, ele conseguiu engatar marcha à ré, primeira e tentou dobrar a serra do cajuru.

Corajosa e imprudente – não é qualquer um que pula na frente de um motorista embriagado e o faz parar – a professora correu para a rua, entrou na frente do pé de cana e impediu sua fuga.

“Pintado” contou agora a pouco que o fusca vermelho não é seu.

– Eu saí da cadeia faz umas cinco semanas… Estava trabalhando numa oficina de funilaria! Peguei o carro do cliente e fui dar uma volta… – disse ele, sem pudor.

Claudinho Alemão está na estrada do crime há muitos anos. Conhece pela ‘pratica’ uma infinidade de artigos do código penal e outras leis especiais. Já assinou quase Continuar a ler