‘Trombadonas’…! Ou “mãos de fadas”?

Trom...Este é o perfil das mais novas meliantes que estão agindo em Pouso Alegre. Às vezes esbarram na vitima dentro das lojas. Outras vezes agem tão sorrateiramente, com mãos tão leves e cortam a bolsa da vitima com gilete ou tesoura sem que elas percebam. O furto só é percebido quando a dona da bolsa procura a carteira para pagar uma conta ou então quando chegam em casa!

Foi assim que aconteceu com a senhora Irma, moradora do bairro Santo Ivo em Pouso Alegre. A aposentada esteve fazendo compras no comercio de Pouso Alegre na manhã deste sabdo, 05, e quando chegou em casa deu pela falta da carteira com documentos, três cartões de créditos, cartão do SUS, cartão Drogasil! Detalhe: dona Irma, 72 anos, é do tipo conservador! Daquelas que carregam um papelzinho na bolsa com as senhas bancarias!

Tão logo percebeu que havia sido vitima de furto e comunicou o fato à sobrinha, esta tratou de comunicar o fato às operadoras dos cartões e pedir os respectivos bloqueios… Tarde demais!  As ‘trombadonas’ ou ‘mãos de seda’ já haviam feito a festa com os cartões de credito! Fizeram compras em vários estabelecimentos comerciais de Pouso Alegre. Veja algumas delas com os respectivos valores:

– Perfumaria São Paulo… R$ 560;

– Loja Nucleo … R$ 759;

– Drogaria Teixeira… R$ 110;

– Rosana Modas… Aqui as larapias não quiseram arriscar perder a compra! Compraram em duas vezes, uma de R$ 487 e outra de R$ 740.

Um dos cartões de dona Irma foi usado pela ultima vez, já no final da tarde de sábado no Posto Canelão, chegando em Jacutinga, para pagar R$ 50 de gasolina…

Pelo jeito as ‘trombadonas’ estavam pretendendo acabar de torrar os cartões na liquidação de inverno da ‘Capital da Malhas’! Quando tentaram, pagar a gasolina no canelão, no entanto, o cartão já havia sido bloqueado!

Antes do registro do BO de dona Irma, outros casos de ‘trombadonas’ ou “mãos de fada” já haviam sido registrados na cidade.

Uma das lojas onde as ladras fizeram a festa com o cartão da aposentada forneceu imagens do circuito interno de segurança. Veja se você reconhece as “mãos de fada”…!

Aconteceu o 9º homicídio em Pouso Alegre

DESCONHECIDO CARBONIZADO (1)O encontro do cadáver aconteceu no inicio da tarde deste domingo, 06. Nóias que frequentam o local para usar drogas, bebidas e dormir, sentiram um cheiro além do habitual e chamaram a policia. O corpo, parcialmente carbonizado e em estado de putrefação, estava num buraco de difícil acesso, mais precisamente na cabeceira da ponte. O cadáver do sexo masculino, tinha roupas e trapos enrolados na cabeça, região, portanto preservada do fogo. Com isso pode-se ver que era uma pessoa de meia idade, cabelos longos e barba amarela também grande.

A julgar pelo estado de decomposição do corpo, o óbito aconteceu nas ultimas 72 horas. Segundo populares, até ontem à noite havia vários nóias usando drogas e dormindo no local, ao lado do cadáver à beira do rio.

O corpo foi retirado do buraco da cabeceira da ponte por uma equipe do Corpo de Bombeiros. Além da policia militar que isolou a área e registrou o fato, e do perito criminal da PC que fez os levantamentos iniciais, estiveram também no local o delegado Renato Wisniewski e a medica legista de plantão, a qual determinou a remoção do cadáver para o IML onde foi submetido à exame de necropsia e constatou:

DESCONHECIDO CARBONIZADO (3)O indigente foi assassinado a pancadas na cabeça como vem acontecendo nos últimos anos nas imediações da ponte – Só este ano foi o terceiro! Segundo a médica legista, o indigente não respirou fumaça!

O assassino – ou assassinos – foi cruel. Depois de mata-lo, provavelmente no local, enrolou panos e trapos na sua cabeça, colocou no buraco no fundo da cabeceira da ponte e ateou fogo para destruir os indícios da causa mortis e dificultar sua identificação! No entanto, o ‘tiro saiu pela culatra’… A cabeça, protegida pelos trapos, foi justamente a parte menos atingida pelas chamas. Os longos cabelos grisalhos e parte da barba amarelada ficaram quase intactos!

DESCONHECIDO CARBONIZADO (2)O Encontro do cadáver de mais um – indigente – ‘nóia’ – às margens do Rio Mandu, levanta uma questão social:

– O que fazer para mudar este quadro tão deprimente?

– A quem compete tomar providencias para tirar estes indigentes dali?

– Compete à policia?

– É atribuição da prefeitura? Ou,

– É obrigação do Juca do Barzinho da esquina?

A imensa plateia que assistiu o resgate o cadáver putrefato do local, uns pendurados no gradil da ponte, outros tentando invadir a área isolada pela PM para poder sentir o cheiro mais de perto, tem suas opiniões:

– A prefeitura devia fazer uma cerca de grade aqui… – dizia João.

– Essa cidade está virando uma cidade de mendigos, tem que arrumar um lugar para coloca-los… – Dizia Maria.

– A culpa é da Pastoral de Rua que toda noite vem trazer comida pra eles aqui! Assim eles não vão embora! – dizia Jose!

Ainda não há informação sobre a identidade do morto!

A conclusão a que chegou a medica legista de plantão – à meia hora atrás – aumenta para nove o numero de assassinatos em Pouso Alegre até o nono mês do ano! Os últimos quatro homicidas ainda não sentiram o frio das pulseiras de prata da lei!

Tensão na "Baixada do Mandu"

O mês da primavera mal desabrochou e já tivemos uma tentativa e um homicídio em Pouso Alegre! Pra variar os sinistros aconteceram no velho Aterrado, também conhecido por ‘Baixada do Mandu’.

Um crime foi consequência do outro. No final da manha de sexta, 04, o ‘dimenor’ Leonardo Henrique Alves Pereira foi juntamente com o primo Juliano, acertar velhas contas com o desafeto Fabio Possidonio da Silva, o Gigante, na vargem de cima. Durante abordagem ainda na Rua Luiz Prudenciano Alves, Leonardo errou o alvo! Gigante conseguiu vazar e enfurnar-se na casa da Gina, mãe de Romarinho. Leonardo entrou atrás, de arma em punho, mandando bala, com o risco iminente de acertar crianças inocentes que vivem sob as saias de Gina. Acabou acertando apenas um tiro no traseiro de Romarinho!

Seguindo informações de populares e do próprio Gigante, a policia militar prendeu Juliano Alves. No momento de sua prisão chegou ao local, na Sapucaí, o primo Leonardo. Inconformado com a prisão do primo, pois sabia que o primo era inocente, Leonardo rodou a baiana e rolou na poeira com os policiais. Levado para a DP por obstruir o trabalho policial, Leonardo assinou um procedimento de menor e foi liberado… Para morrer meia hora depois na porta de sua casa, da mesma maneira que tentou matar Gigante no final da manhã!

Os Silva Alves, oriundos do Bairro do Sitio, pessoas corretas e de estopim curto, no Aterrado tem historia marcadas por crimes e tragédias. Em 2003 Flavio Silva Alves, também conhecido pela alcunha de “Cagão”, com ficha criminal recheada de roubos, atravessou a avenida que corta o bairro de Norte a Sul e foi acertar as contas com um irmãos ‘Mateus”, seu rival. Na porta do bar do cunhado dele descarregou o trabuco no desafeto que tombou sem vida! Antes que o trabuco esfriasse na sua mão, Flavio recebeu uma saraivada de balas do cunhado e do irmão de ‘Mateus’. Flavio morreu quase abraçado com o rival. E levou com ele o amigo André Cabinho que estava dando ‘uma força’!

Daniel Silva Alves, o “Dani Boy”, também começou a carreira criminosa no século passado. Furtos, trafico de drogas e finalmente homicídio. Atualmente está hospedado na Penitenciaria Nelson Hungria em Contagem, aguardando julgamento pelo assassinato de Rodolfo Ronivaldo Correia, ocorrido em junho de 2013.

Flavia de Fatima Alves, a Flavia Ruiva, mãe de Juliano, com infindáveis denuncias de trafico de drogas em sua residência, caiu no final de janeiro de 2014. Ficou três meses hospedada no Hotel do Juquinha. Saiu em maio passado em liberdade provisória!

Juliano Alves Silva, 19, figurinha fácil no álbum da policia por trafico de drogas, roubos e tentativa de homicídio enquanto menor, estava preso preventivamente desde o ano passado. Deixou o Hotel do Juquinha, absolvido da ultima acusação, no dia 18 de julho ultimo.

Segundo Flavia Ruiva, não foi seu filho quem atirou em Gigante e em Romarinho.

Duas pessoas tem certeza disso; o próprio Gigante e o primo Leonardo Henrique…! Gigante ainda não sentou ao piano, mas, ainda no hospital alegou que o seu algoz é Juliano. Leonardo, quando esteve sentado ao piano do delegado na sexta feira, fez de tudo, menos defender o primo… Agora é tarde!

Enquanto isso a tensão entre Capullettos & Montechios, desculpe, Possidonios & Silva Alves  só aumenta! A tendência de armistício é remota!

O assassinato de Leonardo Henrique Alves Pereira, no dia em que completava 17 anos, é o oitavo do ano em Pouso Alegre. Sétimo ocorrido na ‘baixada do Mandu’, sétimo envolvendo pessoas com passagens pela policia!

 

* Foi encontrado agora a pouco o corpo de um homem parcialmente carbonizado e putrefato debaixo da ponte do Rio Mandu, no Aterrado…!

 

 

Tensão na “Baixada do Mandu”

O mês da primavera mal desabrochou e já tivemos uma tentativa e um homicídio em Pouso Alegre! Pra variar os sinistros aconteceram no velho Aterrado, também conhecido por ‘Baixada do Mandu’.

Um crime foi consequência do outro. No final da manha de sexta, 04, o ‘dimenor’ Leonardo Henrique Alves Pereira foi juntamente com o primo Juliano, acertar velhas contas com o desafeto Fabio Possidonio da Silva, o Gigante, na vargem de cima. Durante abordagem ainda na Rua Luiz Prudenciano Alves, Leonardo errou o alvo! Gigante conseguiu vazar e enfurnar-se na casa da Gina, mãe de Romarinho. Leonardo entrou atrás, de arma em punho, mandando bala, com o risco iminente de acertar crianças inocentes que vivem sob as saias de Gina. Acabou acertando apenas um tiro no traseiro de Romarinho!

Seguindo informações de populares e do próprio Gigante, a policia militar prendeu Juliano Alves. No momento de sua prisão chegou ao local, na Sapucaí, o primo Leonardo. Inconformado com a prisão do primo, pois sabia que o primo era inocente, Leonardo rodou a baiana e rolou na poeira com os policiais. Levado para a DP por obstruir o trabalho policial, Leonardo assinou um procedimento de menor e foi liberado… Para morrer meia hora depois na porta de sua casa, da mesma maneira que tentou matar Gigante no final da manhã!

Os Silva Alves, oriundos do Bairro do Sitio, pessoas corretas e de estopim curto, no Aterrado tem historia marcadas por crimes e tragédias. Em 2003 Flavio Silva Alves, também conhecido pela alcunha de “Cagão”, com ficha criminal recheada de roubos, atravessou a avenida que corta o bairro de Norte a Sul e foi acertar as contas com um irmãos ‘Mateus”, seu rival. Na porta do bar do cunhado dele descarregou o trabuco no desafeto que tombou sem vida! Antes que o trabuco esfriasse na sua mão, Flavio recebeu uma saraivada de balas do cunhado e do irmão de ‘Mateus’. Flavio morreu quase abraçado com o rival. E levou com ele o amigo André Cabinho que estava dando ‘uma força’!

Daniel Silva Alves, o “Dani Boy”, também começou a carreira criminosa no século passado. Furtos, trafico de drogas e finalmente homicídio. Atualmente está hospedado na Penitenciaria Nelson Hungria em Contagem, aguardando julgamento pelo assassinato de Rodolfo Ronivaldo Correia, ocorrido em junho de 2013.

Flavia de Fatima Alves, a Flavia Ruiva, mãe de Juliano, com infindáveis denuncias de trafico de drogas em sua residência, caiu no final de janeiro de 2014. Ficou três meses hospedada no Hotel do Juquinha. Saiu em maio passado em liberdade provisória!

Juliano Alves Silva, 19, figurinha fácil no álbum da policia por trafico de drogas, roubos e tentativa de homicídio enquanto menor, estava preso preventivamente desde o ano passado. Deixou o Hotel do Juquinha, absolvido da ultima acusação, no dia 18 de julho ultimo.

Segundo Flavia Ruiva, não foi seu filho quem atirou em Gigante e em Romarinho.

Duas pessoas tem certeza disso; o próprio Gigante e o primo Leonardo Henrique…! Gigante ainda não sentou ao piano, mas, ainda no hospital alegou que o seu algoz é Juliano. Leonardo, quando esteve sentado ao piano do delegado na sexta feira, fez de tudo, menos defender o primo… Agora é tarde!

Enquanto isso a tensão entre Capullettos & Montechios, desculpe, Possidonios & Silva Alves  só aumenta! A tendência de armistício é remota!

O assassinato de Leonardo Henrique Alves Pereira, no dia em que completava 17 anos, é o oitavo do ano em Pouso Alegre. Sétimo ocorrido na ‘baixada do Mandu’, sétimo envolvendo pessoas com passagens pela policia!

 

* Foi encontrado agora a pouco o corpo de um homem parcialmente carbonizado e putrefato debaixo da ponte do Rio Mandu, no Aterrado…!

 

 

Filho do prefeito é assaltado na madrugada

assaltante de facaOs roubos a transeuntes em Pouso Alegre estão se tornando tão corriqueiros que às vezes falta vitima! E dois tem que atacar uma mesma pessoa! Quase se tem que fazer fila ou tirar no palitinho pra ver quem assalta primeiro!

Passava pouco das três da manhã deste sábado, 05, quando o jovem Mikhael Augusto saiu da danceteria MOON CLUB na Vicente Simões, centro de Pouso Alegre, para ir pra casa. Mal deu os primeiros passos pela calçada na madrugada fria e deserta, percebeu que um sujeito magro e mal encarado, usando blusa e bermuda de ‘mano’ seguia seus passos. Temendo ser assaltado, Mikhael apertou os passos…! Neste instante percebeu que à sua frente, pela calçada, vinha outro sujeito com pinta de ‘mano’, ainda mais taciturno! Pior, o sujeito que vinha de frente portava um canivete na mão…! O jovem baladeiro ficou Mikhael ficou no mato sem cachorro! Ficou naquele… “Se correr o bicho pega… Se ficar o bicho come”! Antes que Mikhael decidisse o que fazer, o que vinha de frente decidiu! Encostou o canivete no seu peito e fez a proposta indecorosa…

– A carteira ou furinhos?

Não houve pechincha! O assaltante levou carteira com documentos pessoais e uma merreca em dinheiro!

Mal o assaltante do canivete que viera por frente saiu pela tangente em direção à Perimetral, o meliante soturno que vinha por trás, atacou o jovem baladeiro!

Ser assaltando por dois ladrões diferentes no mesmo momento, no mesmo local, era demais para Mikhael…! Ao perceber que o segundo meliante estava desarmado querendo levar seu celular, Mikhael levantou a crista! Rolou com ele na poeira e conseguiu evitar o roubo. Tomou socos, pontapés, mordidas e saiu da luta todo arranhado! Mas não deixou que o segundo assaltante levasse seu aparelho celular!

Foi através do celular bravamente defendido das garras do meliante que o jovem Mikhael Augusto de Paiva Francisco Sipressi Perugini, 23, filho do prefeito municipal de Pouso Alegre, Agnaldo Perugini, chamou os homens da lei para registrar o fato e leva-lo ao hospital regional.

Apesar da ‘ilustreza’ da vitima, os homens da lei não conseguiram localizar e prender nenhum dos assaltantes do filho do prefeito!

Aconteceu o 8º homicídio do ano em Pouso Alegre!

O sinistro aconteceu às 20h15 da noite desta sexta na Rua João Sabino de Azevedo, na Baixada do Mandu. Leonardo Henrique havia acabado de voltar da delegacia de policia para onde fora levado preso no meio da tarde, depois de tentar arrebatar o primo e homicida Juliano Alves Silva da policia. Ele estava na companhia da jovem Luana Aparecida Mendes, 26, na porta de sua casa quando dois motoqueiros engarupados se aproximaram. De repente o garupa sacou um trezoitão e mandou bala em sua direção. Leonardo recebeu um tiro nas costas, cujo projetil transfixou o peito. Ele foi levado por vizinhos para o Pronto Socorro do Regional, mas lá chegou sem vida. Luana foi atingida no ombro. Embora a bala tenha também transfixado, não atingiu órgão vital e ela não corre risco de vida!

A policia ainda não tem o nome dos assassinos. No entanto, foi informada por amigos ocultos da lei, que logo atrás da dupla de motoqueiros que efetuaram os disparos fatais contra Leonardo, passou pela Rua João Sabino de Azevedo um Fiat Palio escuro com dois ocupantes. Um deles era “Romarinho”, aquele mesmo que horas antes havia tomado um tiro nas nádegas a poucos quarteirões dali!

O garoto Leonardo Henrique, que saiu da Delegacia de Policia prometendo processar metade da policia por causa da sua prisão, estava completando 17 anos nesta sexta, 04…!

 

Tentaram matar Romarinho e Gigante

Juliano Alves Silva havia saído da cadeia ha duas semanas!

Juliano Alves Silva havia saído da cadeia ha duas semanas!

O acerto de contas aconteceu às 11h30 da manha ensolarada desta sexta,04, na rua Luiz Prudenciano Alves,  na Baixado Mandu. Segundo populares o autor dos disparos é o cidadão Juliano Alves Silva, o qual no momento dos disparos se fazia acompanhar do primo L.H., de 17 anos. Juliano teria disparado a esmo na direção de Fabio Possidonio da Silva e de Romario Cesar dos Santos, que estava na sua companhia.

Romarinho recebeu um tiro nas nádegas e Fabio Gigante três tiros; um no peito, outro no ombro e um na mão. Eles foram socorridos por vizinhos e, segundo populares, ambos chegaram caminhando ao pronto socorro do hospital regional!

Chamada para registrar o BO a policia militar logrou prender o suspeito Juliano Alves Silva em sua residência na Sapucaí. Não foi fácil. Juliano rodou a baiana e rolou na poeira com os homens da lei.

No momento da sua prisão chegou ao local o também suspeito de participar da tentativa de homicídio, o ‘dimenor’ L.H.A.P. o qual além de insuflar os parentes e populares tentou arrebatar o primo das garras da policia.

Informações não oficiais obtidas ao pé da noite, dão conta de que tanto Romarinho quanto Gigante não correm risco de vida.

Juliano Alves Silva, 19, figurinha fácil no álbum da policia por trafico de drogas, roubos e tentativa de homicídio enquanto menor, estava preso preventivamente desde o ano passado. Deixou o Hotel do Juquinha, absolvido da ultima acusação, no dia 18 de julho ultimo.

 

A capivara de Gigante é mais gorda do que a de Juliano!

A capivara de Gigante é mais gorda do que a de Juliano!

A capivara de Fabio Possidonio da Silva, 21, é mais extensa do que a de Juliano. Gigante possui 330, 329, 121 tentado e 121 consumado. Ele deixou o Hotel do Juquinha no dia 01 de julho de 2015.

Depois de assinar 121 c/c 14 do CP Juliano voltou a se hospedar no Hotel do Juquinha.

Seu primo L.H.S. P., o qual tentou toma-lo das mãos dos policiais, assinou apenas um AFAI e foi devolvido à liberdade!

Liberdade que aliás durou pouco… Leonardo Henrique Silva Pereira foi assassinado às 20h15 da noite antes de chegar em casa…

 

* Leia também: Aconteceu o 8º homicídio do ano em Pouso Alegre!

Alexsandro estelionatário caiu de novo!

O imbróglio aconteceu nesta primeira semana de setembro. Depois de falsificar crachás da empresa New Hollalexsandro-camargo....and e cartão magnético de um supermercado de Pouso Alegre, com nome de Alex Carlos, Alexandro Camargo dos Santos se hospedou em um hotel do centro da cidade e colocou em pratica suas maracutaias! A jogada era arrebanhar pessoas que estavam procurando trabalho, pegar seus documentos pessoais e 20 reais de cada pretendente a um emprego na empresa!

Os documentos eram para serem escaneados para confecção de crachás e registros e os vinte reais eram para pagar o exame medico admissional! O salario prometido pela empresa era de R$1.700 reais, mais vantagens! Preparado o terreno, Alexsandro, ou melhor, Alex Carlos foi à luta… Saiu andando pelas ruas da cidade em busca de novos funcionários para a empresa… E alguma merreca para o seu bolso!

Mas havia dois problemas;

Primeiro… A empresa New Holland em Pouso Alegre não possui vagas e não está contratando novos funcionários;

Segundo… Alexandro Camargo ou Alex Carlos não é funcionário do setor de RH da empresa!

O plano do estelionatário Alexandro começou ruir quando um dos pretendentes ao emprego começou desconfiar e ligou para a empresa para falar com o chefe do setor, o tal Alex Carlos. E ouviu alto e bom som:

– Nós não estamos contratando ninguém e aqui não trabalha ninguém com o nome de Alex Carlos…!

Algumas horas depois o falso agenciador de empregos, Alexandro Camargo dos Santos, recebeu as pulseiras de prata na recepção do Hotel Cometa e foi sentar-se ao piano do delegado Erasmo Kennedy na Delegacia Regional de Policia.

Alexandro tentou tapar o sol com a peneira dizendo que não chegou a receber nem um centavo dos pretendentes, mas não colou. O passado condena! Alexandro é figurinha fácil no álbum da policia desde o século passado. Ele assinou seu primeiro 171 no ano de 1998. De lá pra cá nunca mais desistiu de ganhar dinheiro sem trabalhar!

Em 2006 Alexsandro se apresentou numa grande empresa com filial em Cachoeira de Minas, usando um documento falso se fazendo passar por um alto funcionário da empresa e ficou uma semana hospedado no melhor hotel da cidade por conta da firma… Até que a casa caiu! Foi nessa ocasião que o conheci em Santa Rita do Sapucaí, onde ele morava e ainda mora. Quando bati na porta de sua casa à sua procura quem atendeu foi meu amigo Kita, colega de futebol no time do Corinho em Pouso Alegre, pai de Alexsandro. Ainda bem que eu não encontrei nesse dia. Seria constrangedor apresentar as pulseiras de prata ao estelionato na frente do seu pai, meu amigo!

Falsificação de documentos e estelionato são os delitos rotineiros de Alexandro. Mas assinou também receptação, ameaça, porte de arma e até um 155. Deixou o presidio de Varginha no dia 02 de julho de 2015 onde passou uma curta temporada.

E já que Alexandro gosta tanto de hospedagem gratuita, foi se hospedar por conta do contribuinte no Hotel do Juquinha!

 

Leia também:https://airtonchips.com/2012/11/08/alexsandro-camargo-o-preso-universitario-volta-para-o-hotel-do-juquinha/

 

Tia Silveria e o Mini Buggy

Min BuggyComo todo homem que nasce, cresce e amadurece, sempre guardei boas e saudosas lembranças da infância e dos tempos idos. Dentre elas, tem uma que certamente vai acompanhar-me até a despedida quando eu for chamado a prestar contas ao criador.

Ao criar a coluna Cotidiano neste Blog, vi a oportunidade de falar um pouquinho de uma pessoa bela e dadivosa que conheci desde que me percebi gente, a qual prestou contas há alguns anos, cuja lembrança estará sempre comigo. Ainda posso vê-la na janela da casa amarela, com seu sorriso despretensioso acenando com o braço e dizendo:

– Chega pra cá. Vem contar umas mentiras da cidade pra gente…

Na minha mais tenra infância morava eu com meus pais e minhas dez irmãs numa casa grande de pau-a-pique, um metro acima do chão, no local denominado ‘Vargem do Coqueiro’, cerca de quinhentos metros distante da estrada principal do bairro. A casa mais próxima era a da tia Silvéria, a cinqüenta metros da estrada. Caminho inevitável para se chegar ao centro do bairro. Até a casa dela se chegava pela estrada. A partir daí havia apenas um trilho batido. O acesso era somente à pé ou a cavalo. Carro só existia um mesmo no bairro… Logo, ir de minha casa para a dela era ir para a civilização. Da dela para a minha era voltar para o mato.

Mas não foi este divisor geográfico de sentimentos e comportamentos que isoladamente marcou minha infância, adolescência e maturidade. Se tia Silvéria não tivesse recebido do Pai os dons que recebeu e distribuiu, sua casa seria apenas um caminho por onde passar. O que ficou guardado e merece ser sempre retirado do baú da memória é o que a boa e obesa senhora levava no peito e expressava sempre no seu cotidiano; alegria, muita alegria! Contagiante alegria e bom humor. Era bom demais chegar à casa de tia Silvéria, vindo do mato ou da civilização. Afastar de lá, o fazíamos com aperto no peito e saudade precoce. E olhe que a casa dela era uma casinha de cangalha, paredes de pau-a-pique pintadas com tabatinga e fogão a lenha, composta de  quatro cômodos de dois metros e meio por dois.

Quando nos mudamos pra cidade e ficávamos às vezes  semanas sem nos ver, a efusão com que ela nos recebia era redobrada. Embora houvesse no bairro outros parentes do mesmo grau e afinidade e até minha querida avó, eu somente “chegava” realmente ao bairro depois de visitar tia Silveria! Ela também se mudou para outra casa perto dali. Para se chegar a casa de minha avó Ana, prédio conservado até hoje tal como foi construído, existe um atalho que leva direto a ela, bem mais curto. Mas eu ia primeiro ver tia Silveria, para depois visitar minha avó!

Toda vez que ali chegava, nosso diálogo se repetia. Quando eu empurrava a porteira do curral ela aparecia na janela da casa alta e simples como ela e perguntava;

– Porque não trouxe o resto da bagaceira?

Sem responder sobre o resto da bagaceira – minha família – eu perguntava como estavam as coisas por ali. E ela dava a resposta que carrego e uso até hoje;

– Aqui está tudo uma prata preta!

Não sei se existe prata preta. Talvez a prata escura seja mais pura e valiosa e ela usasse o termo para deixar claro que a vida era muito valiosa e, à sua volta estava tudo bem. Esta era a sua maneira de dar as boas vindas. Com descontração, alegria e otimismo. Jamais se queixava de qualquer incomodo. E depois do tradicional ‘entra pra dentro’, entre um gole de café, que jamais esfriava na chapa do fogão à lenha e umas mordidas no tradicional e delicioso bolo de fubá, em poucos minutos ela me punha a par de tudo que acontecera no bairro na minha ausência. E naturalmente ficava sabendo das novidades que eu levava da ‘praça’!

O tempo passou e a casa velha amarela que pertencera ao meu tio André foi demolida. Outra de alvenaria foi construída em seu lugar. Pouco depois de se casar, seu filho caçula pediu que ela se mudasse e ocupou a casa dela. Voltando a morar na casa em que nascera, com o filho mais velho e sua família, tendo como privados apenas o quarto de dormir e uma cozinha no quintal, tia Silveria mudou muito seu jeito de ser. Tornou-se doentia e amarga. Diante da costumeira pergunta…

– Como vai, tia?

Ela respondia sempre;

– Não estou boa hoje, não… – E enumerava seus males na mesma intensidade que anos antes jogava alegria pela janela da casa de assoalho alto.

Mas a chorumela era passageira. Depois de colocar para fora suas dores e anseios não revelados ela voltava a ser a Silveria dos meus sonhos, cuja presença e convivência queríamos que durasse para sempre.

Tia Silveria continuou sendo referencia para mim em minha terrinha amada até o fim de sua caminhada terrena. Em 1996 tive a benção de morar na mesma casa que foi dela, há menos de cinquenta metros de sua cozinha e pude desfrutar, ao menos nos finais de semanas, de sua alegre companhia.

Naquele ano aconteceu um fato inusitado que fez reviver tia Silveria dos meus tempos de criança. No inicio de uma ensolarada tarde de sábado, meus filhos e o amigo Marquinhos estavam aprendendo dirigir um mini- bug cor de rosa em volta da casa, quando tia Silveria chegou e pediu-me para leva-la à casa da tia Rosina,  um quilometro distante dali. Naturalmente me dispus a fazê-lo, mas antes, de brincadeira, sugeri que ela fosse no carrinho com os meninos. Para minha surpresa, tia Silveria simplesmente empurrou o Diego do assento do passageiro com um porretinho que levava para se apoiar, dizendo;

– Chega pra lá menino… – e sentou-se espremida no único banco do buguinho, ao lado do Marcelo! E seguiram estrada afora até a localidade do Mourão Furado!

Para ilustrar um pouquinho mais a cena, o buguinho era tão minúsculo que eu o havia levado de Silvianópolis para o sitio, montado, no porta malas do meu Escort!

Quem passou pela estrada alegre e poeirenta do bairro dos Coutinhos naquela tarde, com certeza viu uma cena inesquecível; uma velhinha beirando os 80 anos, espremida entre três garotos de treze e catorze anos num buguinho barulhento cor de rosa, com o vento espatifando o coque dos longos cabelos cinzas!

Uma foto desta cena hoje certamente correria o mundo pelo You Tube.

Assim era tia Silveria. Não fazia graça. Era a graça. Não ria. Fazia-nos rir. Era generosidade, otimismo e alegria em pessoa. Viveu 79 eternas primaveras com Deus e para ele se foi. E a saudade…

 

* Post publicado no dia 03 de setembro de 2011.

Assaltante esquece documentos no carro da vitima

 

Lindomar...

Lindomar…

A noite de terça, 01, era ainda um bebezinho de olhos cor de mel, dormindo angelicalmente no bercinho branco coberto com véu protetor de mosquitos, de com renda azul, quando um moço alto, claro e magricela usando calça e camisa social se abaixou na janela do taxi do Sr. Toninho na rodoviária de Cambui e solicitou uma ‘corrida’ até a vizinha Itapeva, há menos de 30 km dali.

O viajante, no entanto parecia absorto, indeciso… Parecia que estava ‘viajando’! Depois de se acomodar no banco do carro ele mudou o destino! Pediu para ser levado à vizinha leste, Córrego do Bom Jesus, a seis quilômetros de Cambui! Lá chegando deu uma volta na praça parecendo um cachorro caído de mudança e pediu para voltar para Cambui!

De volta ao ponto de partida, perguntou ao taxista se ele tinha troco para cinquenta reais. Ao ver o taxista manuseando o dim-dim para devolver troco, o viajante que ‘viajava’ pulou sobre o taxista e tentou tomar-lhe o dim dim na marra!

‘Seu’ Toninho, apesar das 69 primaveras, não entregou o ouro ao bandido… Lutou com ele e conseguiu escapar, mas ficou sem uma nota de R$50!

Depois de fugir das garras do assaltante, o taxista percebeu que ele havia deixado no carro uma pasta verde. Ao abrir a pasta deixada pelo assaltante, encontrou os documentos pessoais, tais como CNH, titulo de eleitor, fotografia 3×4 e até conta de luz com o endereço do assaltante na cidade de Itapeva! Ele era Lindomar Macedo!

 

Lindomarzinho...!

Lindomarzinho…!

Ao tomar conhecimento do roubo e apreender os documentos, os policiais militares de Cambui, Córrego e Itapeva saíram na sombra do assaltante. Horas depois, trafegando pela Rodovia Fernão Dias avistaram Lindomar ainda mais perdido do que cachorro caído de mudança voltando para Itapeva, à pé. Ao avistar a ‘arvore de natal ambulante’ o Lindomar passou sebo nas canelas e voou no mato à margem da rodovia! No entanto já era tarde. Com os homens da lei fungando no seu cangote ele logo tropeçou e caiu nos braços lei.

Ao sentar ao pino do delegado de plantão na Regional de Pouso Alegre Lindomar Macedo, 25 anos, morador da pequenina Itapeva, já não levava mais a ‘onça pintada’ do taxista Toninho…

– Eu comprei 6 pedras de crack e fumei…! – Disse Lindomar, sem medo de fazer feiura!

Ele assinou um 157 e no final da tarde desta quinta pegou o Taxi do Robertão para o velho Hotel de Extrema!

Necessário salientar que Lindomar, o assaltante trapalhão de Cambui, não era assaltante até no pé da noite de terça feira. Ele ingressou definitivamente no mundo do crime em busca dim-dim para satisfazer o vicio da droga! E foi pouco. Para aplacar a fissura, tem nóia que vai muito mais fundo na dignidade humana!