As mulas foram presas tentando entrar no presidio com quase meio quilo de droga nas ‘partes pudendas’! A farinha do capeta e a erva marvada estavam na vagina… e a coisa fedeu!

Não obstante as mulheres pregarem a igualdade de direitos e estarmos justamente na semana dedicada a elas, algumas mulheres continuam submissas a ponto de colocar em risco a saúde e a vida, e sacrificar a própria liberdade para satisfazer as vontades dos seus homens! À ponto de – como Samantha, Helma e Helenir – darem o tiro no próprio pé!

Levar drogas para seus maridos recolhidos aos presídios, no entanto, talvez não seja um caso de falta de amor-próprio das mulheres…

Considerando que o comercio de drogas, mesmos as ilícitas, estão sujeitas à lei da oferta e da procura e, portanto, oscilam de acordo com a demanda, o trafico-mula de drogas chega a ser um meio de vida. Pois, enquanto numa biqueira qualquer ou numa esquina da Maria Porfiria de Jesus, na Rua Nova, na rua Juruá ou na pioneira Oscar Dantas, onde droga é erva daninha, um pino de farinha custa R$10, na sombria ala III do Hotel do Juquinha não sai por menos de R$50!

Deve ser por isso que, depois de tanta festividade e homenagens às mulheres durante a semana que marcou o seu dia, duas delas deram um tiro no pé! Elas levavam droga para seus maridos no interior do presidio! Mas a droga não chegou até eles. Antes mesmo de as mulas – aliás, neste caso o jargão policial cai como luva! – passarem pelo portão do Hotel do Juquinha, os agentes do Setor de Inteligência do presidio já sabiam o que elas haviam ‘feito no verão passado’! Quando entraram no recinto de revistas foram advertidas pelas agentes Maura, Selma, Rhaissa e Luana:
– Já sabemos que vocês estão trazendo droga para seus maridos. Vão entregar na boa, ou preferem ser levadas para o raio X? – perguntou a agente.
– É isso mesmo. A casa caiu. Entrega que dói menos… – disse a outra.
Como represa arrombada não tem conserto, as mulas abriram o livro, quero dizer, abriram a… a… a… as ‘partes’ pudendas! E entregaram a droga.
A mula Samantha Estefânia de Souza Silvério,23 anos, caiu no sábado,11. Ela levava quase 200 gramas de farinha do capeta. A droga era para seu amasio Douglas Laurindo da Silva.
A mula Helma Lemes de Almeida, 25, tropeçou durante na revista intima de domingo, 12. Ela levava maconha para o irmão Helson Lemes de Almeida.

Na mesma revista intima de domingo mais droga na vagina. A mula Helenir Lemes de Almeida,23, irmã de Helma também caiu. Ela levava maconha e cocaína para o amasio Rayron dos Santos Silva.
As três mulas sentaram ao piano, assinaram o 33 e agora não precisam mais visitar seus parentes… elas estão bem pertinho deles… No Hotel do Juquinha.
Aquivos por Autor: airtonchips
Aconteceu o segundo homicídio do ano em Pouso Alegre
A vitima da vez foi um assaltante!
Ele estava fazendo terror durante o roubo quando o comerciante sacou o trabuco e o matou, dentro do boteco.
O sinistro aconteceu na noite ainda criança deste sábado, 11, no bar do Valdir no bairro do Algodão. Eram menos de nove da noite quando os dois guampudos entraram no bar, um deles de arma em punho e anunciaram, o roubo mandando todo mundo beijar o chão. Não satisfeito em fazer a coleta, o assaltante armado passou a dar tiros no interior do bar. Um deles atingiu de raspão um dos fregueses do qual ele havia acabado d pegar R$500.
Na iminência de levar balas ou ver seus clientes serem alvejados o comerciante pegou o revolver que mantinha em local estratégico no balcão, justamente para situações como essa, e mandou bala no assaltante. Apenas dois tiros. Um deles no peito.
Ao ver o comparsa estendido no chão, o outro assaltante tentou arrastá-lo para fora do bar, mas desistiu. O meliante então pegou o revolver do assaltante morto e dobrou a serra do cajuru, deixando ‘parça’ para trás.
Segundo levantamentos da policia militar, os assaltantes usaram um veiculo Fiat Uno para roubar o bar no Algodão. O carro com placas de Ipuiuna havia sido roubado entre dez e onze da manhã no centro de Pouso Alegre.
Após atirar no assaltante para preservar a própria vida e a de terceiros, o comerciante Valdir Jose Silvério, 67, deixou o local e tomou rumo ignorado. Um dos filhos fez contato com a policia, entregou o revólver calibre 38 usado no sinistro, com duas capsulas deflagradas e três intactas, e disse que seu pai irá se apresentar à policia na segunda feira…Acompanhado do seu causídico naturalmente!
A polícia ainda não identificou o comparsa do assaltante morto, o qual fugiu no Fiat Uno roubado e o abandonou na Fernão Dias, trocando-o – provavelmente – por um Honda Civic que fugira do local do sinistro minutos antes.
A mãe do assaltante morto ficou sabendo do fato minutos depois.
– Eu estava chegando da igreja quando me contaram… Mas eu não acreditei – disse ela aos policiais. E contou também que o filho havia saído de casa mais cedo na companhia de um irmão e da namorada.
O assaltante morto durante o assalto no Algodão, Bruno Alves dos Santos, 25, conhecido no meio policial pela alcunha de “Bruno Lambari”, morador da “Baixada do Mandu”, é figurinha fácil no álbum da polícia. Crimes contra o patrimônio é sua especialidade. Segundo a PC, Bruno Lambari integra uma quadrilha que praticava roubos isolados a supermercados na cidade e região. O assalto ao Supermercado do Maneco no Jardim Noronha em 2015; ao supermercado da Cristina no Santa Edwiges, também em 2015; o roubo ao deposito de gás em Paraisópolis, no qual um assaltante acabou matando o próprio comparsa, também em 2015, segundos os policiais, tinham as suas digitais.
A ultima aparição de Bruno Lambari no palco da polícia aconteceu no dia 15 de setembro de 2016. Ele foi preso no pátio da Policlínica do bairro São Geraldo na posse de um Fiat Strada roubado duas semanas antes na cidade de Itapeva-MG.
Este foi o segundo homicídio do ano em Pouso Alegre, ambos acontecidos durante assalto à mão armada. A diferença é que neste, quem morreu foi um dos assaltantes!
Sufocado com leite
Bebezinho de 7 meses morre em casa na companhia dos irmãozinhos menores.
O fato aconteceu no bairro Capelinha, zona rural de Ouro Fino, no meio da tarde desta quinta,09.
O óbito do bebezinho Jackson, de 7 meses de vida, chegou ao conhecimento da policia através de uma vizinha da criança. Ela, fora chamada pela garotinha Y.T. que pedia socorro, pois o irmãozinho não estava respirando. Levado para a Santa Casa da cidade, já não havia mais nada a fazer.
Gerusa Batista e Jose Luciel de Oliveira, pais do bebezinho disseram que tinham ido à cidade tratar de assuntos judiciais sobre pensão alimentícia e haviam deixado o bebê Jackson de 7 meses e outro bebê de dois anos aos cuidados da irmãzinha Y.T., de 13 anos.
Segundo a medica que atendeu e constatou o óbito, o corpo do bebezinho não apresentava sinais de violência.
O débil corpinho sem vida foi encaminhado ao IML de Pouso Alegre para se investigar a causa mortis, onde se constatou que a morte se deu por asfixia com leite de mamadeira.
Os pais do bebê foram levados para DP e deverão ser processados – no mínimo – por abandono de incapaz!
Policia Civil fecha ‘biqueira’ na Rua do Queima
E ‘queima’ dois traficantes e um nóia!
Os policiais chegaram ao local no momento em que o formiguinha atendia um cliente!
Lautair Aguiar Rodrigues há tempos andava na corda bamba da polícia civil de Santa Rita do Sapucaí. Segundo a investigação, ele era ‘empregado’ do patrão Edceu Ferreira da Silva e fazia distribuição de pedra bege fedorenta na sua residência, na Rua Capitão Vicente Ribeiro do Vale, a famosa Rua do Queima, que margeia o nordeste do Rio Sapucaí. De posse do ‘mandamus’ do Homem da Capa Preta da Comarca, os pupilos do delegado Diego Bruno armaram o bote para o início da noite desta quinta, 09. Ficaram na moita. Quando um dos incontáveis clientes da biqueira chegou para buscar uma pedrinha, eles deram o bote.
Durante as buscas na biqueira encontraram 36 pedras beges fedorentas e farta quantidade de material para dolagem de drogas. O mais interessante é que, o nóia que havia vazado ao ver a aproximação da polícia, voltou à biqueira minutos depois para concluir a aquisição da droga… E recebeu as pulseiras de prata.
Ainda durante as buscas na biqueira de “Tair”, seu patrão, Edceu Ferreira da Silva, chegou para fazer a coleta do montante do dia… E também recebeu as pulseiras de prata da lei.
Segundo a esposa do fornecedor Edceu, ele costuma levar diversos pacote de cédulas miúdas para casa – como se tivesse feito ponto na porta da igreja na Semana Santa!
O flagrante dos traficantes e do nóia foi lavrado na própria delegacia de polícia da Comarca e só terminou no meio da madrugada desta sexta,10. Wesley Aparecido Oliveira, 28, funcionário da prefeitura, assinou o 28. Lautair Aguiar Rodrigues, o “Tair”, 37, e Edceu Ferreira da Silva, 33, assinaram o 33 e foram se hospedar no Hotel Recanto das Margaridas.
Oi… esse cheque é seu?
Deus seja louvado!!! Ainda bem que foi você, uma pessoa boa e honesta, que achou! Você merece uma recompensa por isso. Vou te dar um par de sapatos…
Foi mais ou menos assim o diálogo travado entre as duas mulheres de meia idade no centro de Pouso Alegre, no meio da manhã desta quarta-feira, 08.
Dona Maria passava defronte o Banco Mercantil quando viu uma senhora à sua frente derrubar ao chão uma folha de cheque. Honesta e bem intencionada, ela se abaixou, pegou o cheque e fez a clássica pergunta:
– Esse cheque é seu?
Ao ouvir a pergunta, a senhora de cerca de 60 anos, usando blusa listrada e óculos se grau, virou-se, juntou as mãos, chamou meia dúzia de santos e fez a cena de beata agradecida.
E não ficou só nas palavras. A beata de óculos fundo de garrafa – que não passava de armação -, fez questão de dar uma recompensa à dona Maria, pela honestidade.
– A senhora salvou minha vida. Se a senhora não tivesse devolvido o cheque eu estaria perdida… Vou te dar um par de sapatos para compensar sua honestidade – disse a vigarista.
Dona Maria não sabe explicar muito bem o que se passou. Mas diz que neste interim surgiu outra senhora, morena, obesa e entrou na conversa, e também ganhou um par de sapatos não se sabe bem por quê.
E para dar autenticidade ao engodo, a morena obesa foi primeiro buscar seus sapatos novos na loja da beata óculos fundo de garrafa ali perto. Voltou minutos depois exibindo um pisante novo.
‘Autenticado’ o engodo, dona Maria, 52 anos, moradora do bairro Cruzeiro em Cachoeira de Minas, pegou seu vale-sapato e foi à Rua Pedro Adão número 1620 buscar também seu pisante novo. O detalhe é que ela deixou sua bolsa com as duas mulheres conversando na porta do banco! Depois de andar de uma ponta a outra da Rua Pedro Adão de pouco mais de cem metros de extensão à procura de um número que nunca existiu, dona Maria voltou à porta do banco para pegar sua bolsa. Mas só o pó… A beata dona do cheque e a morena obesa, há muito haviam dobrado a serra do cajuru… Levando sua bolsa ‘com tudo dentro’. Inclusive R$ 360…!
Mais um golpe do empréstimo na praça
O jovem fez o empréstimo sem sair de trás do computador… E ficou R$ 870 mais pobre!
Com a crise batendo de porta em porta, tem muita gente por aí precisando tomar dinheiro à juros para acudir suas dividas. Como os bancos quase sempre puxam o laço dos clientes que já estão com a corda no pescoço, o cidadão tem apelado para as financeiras do tipo “empréstimo fácil”, sem consulta ao SPC/Serasa e sem avalista. Assim ninguém fica sabendo que ele está matando jacaré a beliscão!
Algumas dessas financeiras de fato tiram o cidadão da beira do abismo… E jogam no fundo do poço!
Foi o que aconteceu com meu conterrâneo RPB, 21, morador de Congonhal.
Outro dia ele fez um empréstimo numa dessas financeiras salvadoras da pátria… E acabou apertando ainda mais o nó da corda no pescoço. O motivo foi o juro. Na verdade as ‘juras’!
Os ‘agenciadores’ de clientes com a corda no pescoço ‘juraram’ que tão logo o negócio fosse fechado, eles depositariam o empréstimo solicitado na sua conta. Ele nem precisava sair de casa. Só que havia umas ‘taxinhas’ a serem pagas! Ele tinha que depositar R$ 620 para abertura de credito e mais R$ 250 para despesas de cartório. E ele depositooooou…
O jovem negociou com três pessoas pela internet. Depois que fez os depósitos, o site naturalmente saiu do ar. E RPB ficou só com o cabo do guarda-chuva na mão…!
Assaltante comilão ataca no centro
Ele foi o primeiro freguês do dia na lanchonete! Comeu, bebeu e … Levou o dim-dim do caixa!
Tão logo abriu seu estabelecimento comercial no inicio da Dom Nery, ao pé da manhã desta quarta-feira, Dia Internacional da Mulher, o primeiro cliente da lanchonete Sabor & Pasta chegou. O moço gordo, branco e baixo, levou uma mão por baixo da camiseta como se estivesse segurando um trabuco e com a outra segurou firme o braço da comerciante, e fez a proposta indecorosa de sempre:
– Se você entregar tudo o dinheiro e o celular, eu não te machuco!
Sem esperar resposta, ele mesmo se serviu das bolsa da comerciante, e passou a mão leve em R$ 400 e em dois celulares.
Mas o assaltante matutino era mentiroso. Depois de pegar o dinheiro e os ‘radinhos’, ele quis mais. E deu nova ordem!
– Agora vá para o banheiro e fique quietinha lá, que eu vou tomar café!
Minha amiga M.J.R.M., 61, só saiu do banheiro depois que o assaltante tomou café com pão de queijo e dobrou a serra do cajuru!
Apesar se não dispor das imagens do assaltante matutino cometendo o crime na lanchonete, a polícia militar conseguiu rastreá-lo até a Baixada do Mandu. Ele foi levado até a toca do lobo por um mototaxista. Além de madrugador o assaltante é comilão! Antes de dispensar os serviços do mototaxista, ele parou numa padaria da entrada do velho Aterrado e fez mais uma boquinha! Só depois seguiu para a velha Rua Nova, onde saltou da garupa da moto.
O assaltante comilão ainda não sentiu o calor das pulseiras de prata… mas a sua batata está assando!
Wander Luiz & Gislene… o casal 20 da internet!
Eles pululam do face para o WhatsApp como o casal de criminosos mais perigosos dos últimos tempos em Pouso Alegre. Mas seus crimes são bem menos glamurosos do que os do casal Bonnie & Cleide…!
Não se fala outra coisa no ‘face’ nos últimos dias… As versões são as mais tenebrosas possíveis. Cada um pinta a megera e seu comparsa como perigosos assaltantes que usam um engodo para atrair suas vítimas ao portão e tomar seu dinheiro. Uns dizem que a magricela bate no portão e quando saem para atender, topam com um sujeito tenebroso, que aponta um trabuco, invadem a casa e roubam o que querem. Outros dizem que o cumplice fica esperando na esquina, numa moto. Hoje chegou no meu face, enviado por um leitor do Blog, em Ouro Fino, que o nefasto casal, dono de extensa capivara, havia sido preso na terra do Menino da Porteira nesta segunda-feira,06, depois de mais um assalto à mão armada. Tudo não passa de ‘viagens’, de notícias e comentários de ‘jornalistas de WhatsApp’, ‘jornalistas copiar-colár’ pessoas ávidas para dar o furo de notícia! Inclusive alguns jornalistas profissionais que querem porque querem aumentar o crime! O buraco é muito, muuuuuito mais embaixo.
Wander Luiz figura no álbum da polícia desde 2010. Crime? Pilotar uma motoca velha em velocidade incompatível com a via. Ele ainda seria abordado pela polícia outras três vezes em situação semelhante. Uma delas com a CNH vencida. Teve também uma abordagem em que levava na garupa da moto um ‘dimenor’ portando duas barangas de pedra bege fedorenta. No ano seguinte o promotor da Infância e da Juventude mandou investigá-lo por tráfico. A policia não achou nada. Nem para ‘formiguinha’ ele serviu.
Wander Luiz & Gislene – daria nome de dupla sertaneja universitária de sucesso – aparecem no álbum da polícia juntos duas vezes. A primeira em agosto de 2014, por maus tratos e abandono de incapaz. Eles não estavam e não estão nem aí para o casal de filhos – uma menina hoje com 6 e um garoto com 9 anos. Quando da visita da polícia, as crianças estavam sujas e maltrapilhas no meio da rua, enquanto a casa estava cheia… de sujeita e entulhos! Essa prisão por abandono das crianças, rendeu também um BO de desacato à Gislene, que teria mandado o policial catar coquinhos!
A segunda vez que o casal posou junto para o álbum da polícia foi no início de janeiro de 2015. Na ocasião Wander e Gislene tentaram sair do “Alvoradinha” da Silviano Brandão levando duas peças de contrafilé na sacola… Sem pagar! Deu BO.
Gislene da Silva que no mês passado completou 37 anos, e é dependente química – aliás, dá para perceber pela fisionomia dela – sozinha, sentiu o frio das pulseiras de prata mais recentemente. Ela foi presa no dia 15 de janeiro do corrente, tentando sair do Baronesa, também furtando carne embalçada a vácuo, da mesma marca. As câmeras do hipermercado mostram que na véspera, dia 14, ela já havia surrupiado outras duas peças de contrafilé friboi!
Como se vê, a capivara do casal é mais pobre do que o próprio casal…!
Desde então não há outros registros de furtos ou de prisões do casal, ou de Wander ou de Gislene no Estado de Minas Gerais. Portanto, 99% do que disseram os repórteres do Whatsap até o momento, segundo o ‘detetive virtual’, é falso! Até porque o casal não tem créditos para adquirir uma moto. Arma para assaltar o máximo que Wander vai conseguir será um porrete… ou uma faquinha de manteiga!
Furto de balão apagado no centro
O vigilante teve o celular furtado pelo ‘amigo de copo’
Com tanto furto e até roubo de celular por aí, o vigilante W. R. S. deu sopa para o malandro em prato fundo! Ele conheceu um amigo num dos bares da cidade e passaram horas enxugando copo. Lá pelas tantas, já na virada da noite de domingo, o amigo de copo o convidou para dormir na sua casa. W.R. aceitou. E foram em direção à tijuca. Quando passavam pela Silviano Brandão, perto do Santuário, o amigo de copo enfiou a mão na sua algibeira, pegou seu celular e R$40 reais e saiu correndo rua fora, até se misturar na penumbra da noite.
O detalhe é que o vigilante havia acabado de conhecer o amigo no boteco, e não sabe sequer o seu nome e muito menos onde ele mora… Mas estava indo dormir na casa dele!
Assalto no bairro São Jose
O assaltante foi sincero… Disse que queria o dim-dim para comprar droga!
A crise anda tão feia que agora os meliantes estão assaltante até barzinho!
Este aconteceu na noite ainda criança desta segunda, 06, no bairro São Jose. Estava o comerciante Josué quieto no seu canto vendendo suco de gerereba com torresmo de tira-gosto, quando o sujeito chegou, enfiou a mão por baixo da camiseta suja simulando estar armado e foi logo dizendo:
– Passa logo o dim-dim senão te meto bala! Preciso dele para comprar drogas!
Antes que o comerciante esboçasse qualquer reação, o assaltante enfiou a mão na sua algibeira e pegou o que havia; R$180 reais e o celular, e saiu andando calmamente em direção à Perimetral, como se tivesse acabado de tomar um guaraná tubaína!
O assaltante que usou de franqueza nos seus propósitos, era baixinho, jovem, usava uniforme de mano e estava todo sujinho!



