Ao passar por uma rua do centro de Cambuí na noite desta quarta, os homens da lei perceberam que o cidadão Jose Luzia da Silva, 37 anos, trocando as pernas, entrou no veiculo VW Gol cinza. Tentaram impedir que ele saísse conduzindo o veiculo em zig-zag mas ele foi rápido e disparou rua abaixo. Quando foi finalmente detido, Jose Luzia explicou porque tentou vazar; Continuar a ler
Dois “somongós” e 84 barangas de drogas na “boca de fumo”!
Claudemir Vieira Gonçalves dos Santos, 30 anos, morador de Estiva e Diogenes Cavalcanti dos Santos Martins, 26, morador do bairro Santo Antonio em Cambuí, tem algo em comum. Ambos conhecem alguns artigos do código penal e ambos gostam de viajar … no “rabo do cometa”.
Foi por causa de uma dessas prováveis viagens que eles sentiram Continuar a ler
Filha manda o pai para cadeia
A violência domestica, agora apenada pela Lei 11.340, não se restringe a marido & mulher. Irmão e pai também podem sentir as palmadas corretivas de Maria da Penha!
A bola da vez – e não foi a primeira – é o cidadão Vicente Salvador da Silva, 61 anos, morador do jardim Aeroporto.
Segundo sua filha T.A.Silva, 25, anos, ele tem como principal atividade o ‘alterocopismo’. Quando mamado fica insuportável. Ontem ele chegou em casa no meio da tarde, pendurado no pé de cana, Continuar a ler
Por ciúmes do sapato…
Com a criminalidade sob controle em Pouso Alegre e ‘suas’ cidades satélites, quem anda entupindo o Hotel do Juquinha de presos é Maria da Penha. Treleu-não-deu os homens da lai são chamados e mais um brucutu vai sentar-se ao piano do delegado de plantão. Se tiver o dim-dim para pagar a fiança responde o processo em liberdade. Se estiver tão duro quanto os sentimentos pela cara metade… Cadeia!!!
Foi o que aconteceu com Marcelo Fonseca Pereira, 36 anos, morador de Heliodora. Ao chegar em casa nesta terça, ele não encontrou a amasia Rosemeire Ferreira Roberto, 22 anos. Ela havia ido na vizinha comprar um sapato novo. Quando chegou entrou no borralho. Marcelo ainda ameaçou;
– … E se voce fizer a mala e for embora ou me trair, vou te matar!
Rosimeire disse que já apanhou antes e deu queixa do amasio com quem vive a seis anos. Mas fizeram as pazes, ela esqueceu as marcas da manguara e retirou a queixa. Desta vez quer ver o amasio pelas costas, bem longe dela. Será?
Com um salário de fiança Marcelo volta para casa…
Protesto de usuários da Perimetral no Jardim Yara…
Estão certos ou errados?
A Avenida perimetral é tão importante para a cidade de Pouso Alegre, que um usuário chegou a dizer:
– Não tem jeito de consertar os buracos! Se interditar a via para consertar, por onde irão passar as carretas???
De fato a avenida é muito importante. Deve ser por isso que ela parece uma ‘fronteira’ entre Bélgica e Bolívia – se isso fosse possível. Do pontilhão da BR 459 até a rodoviária seria Bélgica, um dos países mais desenvolvidos da Europa. Da rodoviária até a MG 290 seria a Bolívia, um dos mais ‘atrasadinhos’ da America do Sul. A partir dali é só buraco. Se seu carro tiver um parafuso frouxo, até o trevinho oeste ele já terá ficado pelo caminho.
Naquele trecho os veículos já estão trafegando pelo acostamento… Está menos pior do que a pista.
Curioso é que a placa com o nome do homenageado pela via, fica justamente no inicio do trecho esburacado…!
Agora uma ironia… à esquerda do inicio da avenida esburacada, está sendo levantada uma obra magnífica e necessária – a tão sonhada ponte da Avenida Dique II, que deverá receber também uma placa igual àquela…
Enquanto isso os buracos da “Avenida Bolívia” vão aumentando… Será que os protestos também?
Quanto à pergunta acima, será que o “protestante” não está sendo injusto com o prefeito?
Um coisa é certa… O usuário que paga seus impostos e a cidade de Pouso Alegre, merecem uma “Avenida Bélgica”…
Renove sua carteira ‘fria’ por 300 reais…
Durante blitz de rotina na MG 290 proximo a Ouro Fino, os patrulheiros abordaram o caminhão Mercedes Benz GQZ-7155 conduzido por Jose Roberto Treva, 45 anos, morador de Baependi… Com o mercedão e a carga não havia nada de rrado. O problema era com a CNH do piloto! O documento apresentava todas as características de uma carteira… Falsa.
O computador de bordo dos patrulheiros informou que Jose Roberto era habilitado mas a licença está vencida desde fevereiro do ano passado. Indagado sobre o imbróglio ele confessou que renovou a carteira com o cidadão Cesar Aquino, na cidade de Caxambu, por R$ 300 reais. Segundo ele, Cesar trabalha com uma Van e faz viagens periódicas para a cidade Poá-SP, levando a clientela para comprar carteira de motorista…

Depois de assinbar o 304, o caminhoneiro conterraneo da beata Nhá Chica, ficou no meio do caminho… No velho Hotel Menino da Porteira!
O comerciante e as telhas do Paraíso dos Pescadores
Quem tem sitio e mora distante dele, tem sempre uma pulga atrás da orelha. Mesmo quem tem um caseiro, nem sempre consegue dormir em paz. Daniela Toledo Franco que o diga. Ela mora em Córrego do Bom Jesus e possui um rancho no Paraíso dos Pescadores, na margem direita do Sapucaí, município de S.S.da Bela Vista. Como seu caseiro costuma tomar umas e outras e é pouco confiável, ela pediu à vizinha Noemi Vitor da Silva para dar uma olhadinha básica no rancho de vez em quando.
No final da tarde fresca deste domingo, 16, Noemi, que mora perto, foi dar uma espiada. O que viu? Uma caminhonete Corsa azul carregando as telhas da vizinha. Ela chamou os homens da lei e o larapio foi parar na DP.
O comerciante Valdir Carlos de Lima, 56 anos, morador do Belo Horizonte, também ‘rancheiro do Paraíso’, pilhado com 57 telhões na caminhonete, não teve como tapar o sol com a peneira. Mas tentou um saída honrosa!
– Tenho mais de mil telhas no meu rancho, perto do ranho da Daniela… Peguei as telhas dela enganado! – Disse ele.
Quem não se enganou o foi delegado de plantão… Enquadrou Valdir no 155 e arbitrou um salário mínimo de fiança. O advogado também não se enganou… Deve ter cobrado ao menos um salário para acompanhar seu depoimento!
… Se tivesse ido buscar os telhões na “Telhanorte” em Bragança Paulista, teria ficado bem mais barato…
Ele queria se defender dos desafetos com pistola de plástico
Amigos ocultos da lei digitaram o 190 e avisaram que havia um cidadão ‘assim-assado’ desfilando pelos bares da pequenina Natercia, atrás da serra da Manoela, exibindo uma pistola negra dentro da calça…! Não, não pensem besteira! O informante falava de uma pistola automática, com carregador, escondida em um coldre de couro, só com o cabo para fora.
Os policiais montaram cuidadosamente o cerco, abordaram o jovem, exibiram suas pistolas Continuar a ler
Apanhou da mulher no Andurah e foi em cana
A Lei 11.340, mais conhecida como “Lei Maria da Penha”, poderia ser chamada também de “Lei da Vingança”… Sim, pois depois do advento da famigerada lei em 2006, a mulher que sempre foi saco de pancada dos brucutus da vida, agora pode mandar o marido valentão p’ra cadeia… mesmo que que ela tenha começado a confusão!
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Sexta à noite S. Dias, 25 anos moradora do Jardim Olímpico, saiu de casa à procura do amasio Renan Augusto Dias da Silva, 21 e o encontrou… acompanhado. Renan estava belo e formoso ‘levando um ‘lero’ com outra mulher na danceteria Andurah…!
S., mordida pelo ciúme, rodou a baiana Continuar a ler
Futebol saudade
O futebol de Pouso Alegre pode ser dividido em três períodos distintos. O primeiro vai dos seus primórdios até o final dos anos 70. Aí se inclui a criação do PAFC em 1913, com a doação do terreno pela família ‘pinto cobra’ para construção do estádio no alto da Comendador em 1928, o qual viria ser conhecido por Estádio da LEMA, numa alusão à Liga Esportiva Municipal de Amadores, criada em 1948.
O auge dessa primeira fase do nosso futebol aconteceu no final dos anos 50 e 60. Clubes como Facit, Manchester, Madureira, Flamengo do Quartel, Rodoviários, Bangu, São Paulo e outros marcaram aquela época.
O declínio aconteceu, ironicamente, com o auge! Depois de galgar à primeira Divisão de profissionais do Estado, em 68 o PAFC perdeu no tapetão a vaga para disputar o mineiro de 69 e o futebol da cidade caiu no ostracismo.
Voltou a brilhar em meados dos anos 70, com o campeonato regional disputado no campo da Lema. Era um campeonato de grande nível técnico… começava com jogadores amadores de Pouso Alegre e terminava sendo disputado por profissionais da Caldense, Guarani e Ponte Preta de Campinas. Quem tinha mais dinheiro levantava o caneco. Era muito bom para o torcedor, que podia assistir grandes espetáculos no campo da Lema … Péssimo para o futebol da cidade, que, ao desprestigiar seus jogadores que jogavam de graça, esvaziava o futebol nos anos seguintes.
A segunda fase do futebol de Pouso Alegre, começou com a ressurreição do PAFC, em 82, curiosamente treinando no campo da Escola Profissional. No ano seguinte seria campeão estadual amador e em 84 voltaria a disputar o campeonato profissional da Segunda Divisão até conseguir o acesso à Primeira em 88. Em 90 teve sua melhor performance, ficando em segundo lugar do interior, depois de vencer o Atlético em pleno Mineirão no dia do seu aniversario.
O retorno do PAFC ao profissionalato em 84, forçou a reestruturação da Lema – Liga Esportiva Municipal de Amadores, para cuidar estritamente do futebol amador. Foram incontáveis reuniões com cartolas e aficionados do futebol na antessala da Rádio Clube de Pouso Alegre e no escritório da Brahma do radialista Paulo Roberto até que se definiu a nova diretoria da Liga, tendo como presidente o inesquecível Aguinaldo Maranhão Cordeiro Falcão, o “sô” Aguinaldo, que recebia dirigentes e jogadores amadores a qualquer hora do dia e da noite em sua própria casa na Manoel Matias.
O período mais retumbante dessa segunda fase do futebol de Pouso Alegre, talvez o mais marcante de toda sua historia, foi de 87 a 92. A liga mudou seu nome de LEMA para LEPA, ganhando “identidade”, tornando-se eclética. Foram criadas as categorias Fraldinha, Mirim, Infantil, Juvenil, Junior, Veteranos e a volta do campeonato regional nos moldes do campeonato brasileiro, com jogos nas cidades participantes em torno de Pouso Alegre. Durante os seis anos dos dois mandatos, foram realizados mais de sessenta campeonatos de futebol e outros eventos de voleibol, futsal e ciclismo. Foram assinalados 11.480 gols em competições oficiais da LEPA. O “gol dez mil” aconteceu as 17:27h do dia 7 de abril de 91 no campo da Escola Profissional. Foi o segundo da goleada do Guarani do São Geraldo diante da seleção de Bueno Brandão pela Copa Regional. O histórico gol “10 MIL” foi marcado pelo camisa 7 alviverde, Cipozinho.
No dia 21 de dezembro de 92, o presidente da liga fez o que todo cartola deveria fazer ao termino do seu mandato… Promoveu a eleição do seu sucessor e passou o bastão. A eleição foi realizada na sede da LEPA na Rua Mons. Jose Paulino às oito da noite. A Assembléia contou com a presença de 21 dos 23 clubes aptos a votar. Numa virada histórica Jose “Niquinho” Tadeu Flauzino venceu Emilio Masaharu ‘Sato’ por 13 a 8.
Esta foi a ultima eleição regular da Liga Esportiva de Pouso Alegre, que nos anos seguintes caminharia lentamente para o abismo do ostracismo, se envolveria em bingos ilícitos e perderia um terreno de 10.800 metros quadrados, onde deveria ter sido construído o tão sonhado Estádio da Lepa, no bairro São Geraldo. Estava inaugurado, em 1993, o terceiro período do futebol de Pouso Alegre. A Lepa nunca mais teria sequer um calendário de atividades.
Nos últimos anos o futebol amador tem dando sinais de vida. A COE, Comissão Organizadora de Esportes, do São João, bairro onde nasceu em 87 um dos maiores e mais vitoriosos clubes amadores da cidade, o Sport Club Cantareira, vem organizando a Copa COE nas categorias adulto e veteranos. Apesar de disputado em um só campo de pequenas dimensões, os campeonatos já ganharam fama e projeção estadual pelo numero de participantes. Clubes e ‘boleiros’ também tem promovido torneios nos campos do Bangu e do São Cristovão. É um bom começo.
Quanto ao profissional, na década passada quatros clubes da cidade disputaram o certame da categoria inicial da FMF, o Modulo B da Segunda Divisão; PAFC, Guarani, Esporte Sul Mineiro e Sul Minas. Nenhum deles chegou à fase final. Nenhum deles levou mais do 300 torcedores ao estádio.
Há muito mais o que falar do glorioso futebol de Pouso Alegre… Há muito o que fazer por ele!!!
Por ora falemos um pouco do …
São Paulo do São Camilo…
Há trinta anos quantos campos de futebol existiam em Pouso Alegre?
Quantos foram construídos e quais foram demolidos?
Vou deixar as respostas para você leitor saudosista. Por ora vou falar apenas do campo do bairro São Camilo – Só joguei lá uma vez, em 76, pelo Flamengo do Bairro da Saúde, que eu criara aquele ano… 4 x 1 para o time da casa!
Mas falemos das grandes emoções do mais famoso Tricolor da cidade, o São Paulo do São Camilo. Um das maiores tristezas foi perder o seu campo. Não se sabe quando ele foi construído, a partir dos fundos da extinta usina Vigor divisando com as margens antigas do Rio Mandu. Sabe-se quando o singelo, macio e alegre palco de peladas e clássicos se foi, sepultando também seu maior astro, o SPFC do ‘matador’.
Na década de 80 a Avenida Perimetral tomou um pedaço do campo, a prefeitura doou parte do terreno para construção de moradias e o que restou virou barracão da Escola de Samba Unidos do Mandu, até hoje inacabadas.
Impossível aos boleiros daquela época não falar com saudade das glorias do velho campo varzeano, o campo do ‘matador’, nome pelo qual também era conhecido o bairro até alguns anos atrás, por causa do matadouro municipal que ficava ali ao lado da Vigor – Hoje Bretas.
Mais glorioso ainda foi o São Paulo F.C. que popularizou o bairro por causa dos espetáculos e do inacreditável titulo de 1978.
Na década de 70 o futebol amador de Pouso Alegre era disputado todo na Lema, semi-profissional, com organização própria, com regulamento frouxo, onde prevalecia não o talento do jogador, mas a vaidade e poder aquisitivo dos cartolas. Montava-se excretes para ganhar o campeonato ao preço que custasse. Tanto que, a medida que o certame se afunilava, aumentava o nível técnico e o custo do campeonato. Na final do certame invariavelmente tinha uma Caldense da vida de um lado e um Guarani ou Ponte Preta de Campinas, ou uma seleção de craques do futebol profissional do outro. Bom para o torcedor…. Péssimo para a estrutura dos clubes amadores da cidade que caia no ostracismo no ano seguinte e só se movimentava novamente à custo de dinheiro.
Gabriel Sapinho não levou o Troféu…
Os campeonatos daquela época reuniam ADJ de Jacutinga, Sete de Setembro, de Ouro Fino, Botafogo da Borda, “o papão” dos cartolas Cobrinha e Rogerinho, além dos tradicionais times manduanos Mercantil, Atlético do Pingüim, Cometa do Agostinho, Atlético do Tião Cueca, Cruzeiro do Corinho entre outros, além, é claro do Tricolor do Matador.
O regional de 78 levou à final São Paulo e, para variar, o alvinegro de Borda da Mata.
Ademir Ribeiro Gomes, o Bulau, nascido na beira do campinho do ‘matador’, atleta e cartola, do tricolor, quase teve um atrito com o presidente da Liga Esportiva, Gabriel Sapinho;
– Ele queria que nós ‘passássemos o chapéu’, que a gente fizesse uma vaquinha para arrecadar dinheiro para trazer reforços de fora para a grande final – conta ele.
O São Paulo não tinha dinheiro e além disso discordava dessa política, pois não queria desprestigiar seus jogadores, deixando-os de fora do filé depois de terem roído o osso durante o campeonato. E não afinou…
Com raiva por ter sido contrariado e duvidando que o time do São Camilo conseguiria barrar o Fogão da Borda, Gabriel Sapinho não levou o troféu de campeão para o estádio da Comendador.
O São Paulo foi a campo somente com a prata da casa e enfrentou com galhardia o bicho papão de Odirlei, da Ponte Preta de Campinas, Darci, da Portuguesa, Fernandinho, do Tricolor paulista e Jorge Mendonça, do Guarani e Seleção Brasileira. Nos 90 minutos ninguém balançou a rede… 0x0. O time do Bulau venceu por 5×4 nos pênaltis e sagrou-se Campeão Regional. Faltava o troféu para a volta olímpica. O time seguiu então em carreata para a Cantina do Bié, na Rua Dom Nery, onde ficara guardado o troféu e dali desceu a Comendador fazendo a festa.
O time campeão de 78 da Lema, o ultimo daquele áureo período da historia do nosso futebol, levantou o caneco com Zorro, Zé Maria,Valdir Maracanã, Lisio Guedes, Claudio Andradas, Ariovaldo, Tira-mé, Bruxa e Bulau, Tomazinho, Mazinho do Valdemar, Ferraz, Beto Nery, Geremias, Marquinho Boneco, Zé Marques Trevauto e o massagista Paulinho Guedes.
Na semana seguinte o Tricolor manduano fez o jogo da troca de faixas com o campeão municipal de Conceição dos Ouros. Levou apenas parte dos titulares, mas foi o suficiente para carimbar a faixa do campeão do polvilho por 3×1.
O time da troca de faixa jogou com Zé Maria, Ariovaldo, Silvão, Bulau, Lizo, Porvinha, Ferrina, Marquinho Boneco, Ferraz, Cridi e Zé Armando.














