Uma baranga de maconha leva meliante para o xadrez

Marcos Barbosa Vilar... O Passado condena!

Marcos Barbosa Vilar… O Passado condena!

Passavam os homens da lei pela famosa Gerson de Paula Oliveira na baixada do Mandu, conhecido ponto de comercio ilegal de drogas, no meio da tarde quente de quarta feira, 21, quando avistaram dois sujeitos trocando figurinhas! Naquele exato momento Marcos Barbosa Vilar entregava uma baranga de maconha ao cliente Tiago Francisco dos Santos… Ao ver a aproximação da policia a cédula de dez reais que Marcos recebia até caiu de sua mão!

– Eu sou usuário de maconha há dois anos… Vim até aqui comprar a droga para satisfazer meu vicio. – Admitiu Tiago Francisco ao mesmo tempo que ‘dava a cabeça do vendedor’!

– Não, sargento, eu acabei de comprar esta baranga de maconha para usar com meu amigo aqui… – acudiu Marcos tentando escapar das iras do artigo 33!

 

Mas não conseguiu. Se as declarações de Tiago eram convincentes, o passado de Marcos era ainda mais contundente… Aos 22 anos ele possui uma gorda capivara recheada de 155, 157 e até fuga. Já passou por vários presídios da região, incluindo APAC. Estava em liberdade condicional desde agosto deste ano. Por isso acabou assinado o 33.

Uma baranga de cannabis sativa de Linneu foi suficiente para mandar Marcos Barbosa Vilar de volta ao lar-doce-lar do Hotel do Juquinha!

Carro quebrado… Bolso roubado!

WellingTOM assinou mais um 155 e subiu para o Hotel do Juquinha!

WellingTOM assinou mais um 155 e subiu para o Hotel do Juquinha!

A policia militar foi chamada ao velho Aterrado no final da noite desta quinta, 22, para atender uma ocorrência diferente. De um bar na Rua Padre Natalino, o cidadão Francislei Aparecido Martins contou que havia acabado de ser roubado e pedia providencias.

– Eu estava voltando para casa com meu carro… De repente ele quebrou! Eu parei para ver o que era e quando me abaixei, um sujeito passou por tras, pegou minha carteira do bolso e saiu correndo. Na carteira havia R$800 proveniente de uma rescisão trabalhista!

No bar os policiais que levantaram que o sujeito sorrateiro que havia passado a mão leve na carteira do Francislei, era um tal de “Tom”, morador da imediações.

Minutos depois Wellington Jose Faustino, o TOM, 30 anos foi abordado em sua residência e recebeu as pulseiras de prata. Mas nao foi fácil. Tom destoou, jurou de pés juntos que era inocente e rolou na poeira com os policiais.

– Este sujeito estava na minha casa usando drogas comigo agora a pouco! Depois que ele foi embora é que ele foi roubado… – insistia Tom.

– Se eu for preso, quando sair da cadeia vou te matar! – desafinava Tom.

Apesar de dizer que Francislei estivera em sua casa usando drogas com ele, Tom não sabia o nome dele!

WellingTOM Jose Faustino responde a vários processos por furto desde que atingiu a maioridade penal. Ele havia deixado o Hotel do Juquinha em liberdade condicional, em dezembro do ano passado!

Diante da conjuntura, ainda que obnubilada, com base no relato dos policiais e depoimento da vitima, o paladino da lei enquadrou Tom no 155. E lá foi ele de volta para o Hotel do Juquinha!

 

Tres assaltantes, uma mascara de plástico e uma pistola de brinquedo…

A pistola era de plastico...

A pistola era de plastico…

O imbróglio aconteceu ao meio dia desta quarta, 21, no Colina verde.

Tres assaltantes entraram na mercearia Xamego. Um deles usava uma mascara de plástico para esconder o rosto. Os outros dois colocaram a camiseta no rosto. Um portava uma pistola preta. Um dos garotos tinha o cabelo pintado de amarelo!

Levaram do mercadinho R$90, uma nota de R$100 falsa e uma mochila cheia de bagatelas tais como balas, salgadinhos Doritos, um litro de 51, uma garrafa de Montilla, um celular e um tablete…

O trio foi preso algumas horas depois ali perto no Jardim Aeroporto. Na casa de um deles a policia encontrou a nota de R$100 falsa e na casa do outro a pistola usada no assalto… Era de plástico!

 

O assaltante 'dimenor'  escondeu o rosto com a camiseta mas esquecer ude esconder o cabelo amarelo... Assim ficou fácil ser reconhecido!

O assaltante ‘dimenor’ escondeu o rosto com a camiseta, mas esquecer de esconder o cabelo amarelo… Assim ficou fácil pra vitima reconhece-lo!

Dois dos ladrões são “dimenor”… Roger Chagas Basso, 18, o único imputável segurou a bronca sozinho e foi se hospedar no Hotel do Juquinha!

Cachoiêra de Minas continua lá…

Placa proxima
Placa distante
Esta crônica foi publicada aqui no Blog no dia 20 de outubro de 2011 com o titulo; “Retrato da educação no Brasil”. De lá para cá muitos carros passaram cantando pneus a poucos centímetros dela; muita agua passou no leito do Rio Sapucaí alguns metros abaixo; milhares de pessoas leram o ‘vacilo’; Cachoiera ganhou o mundo através do Blog… E nada mudou!

“Terminou outro dia a greve – recorde – de 112 dias dos professores de Minas. Aliás, terminou como todas as outras nos anos anteriores; com os professores com uma mão na frente e outra atrás. Enquanto isso, os estudantes brasileiros se formam, recebem seus canudos e ingressam  na faculdade ou no mercado de trabalho escrevendo assim:

A placa está ali a quinhentos metros da cidade de Santa Rita, saída para Pouso Alegre, na descida do bairro Serrinha, acima da ‘vivenda’ do “Psicoteca” – Aliás, ‘psicoteca’ é corruptela de ‘psicotécnica’, resultado da cultura ou incultura do Sr. Sebastião ao pronunciar tal palavra – há cinco anos, desde a conclusão das obras de recapeamento e ampliação da BR 459.

O erro não é somente gráfico, mas também fonético, afinal, cachoeiiiiiiiira soa bem diferente de cachoiêêêêêêêêra…

De quem é a culpa?

Do funcionário do DENIT/DER que mandou pintar a placa? Ou do ‘profissional’ que pintou a dita cuja? De ambos. E acrescento ainda mais dois culpados. O cidadão cachoeirense e a escola.

O funcionário do DENIT ou encarregado da obra deveria escrever no papel os dizeres a serem pintados e conferir a ‘obra’ depois de pronta. O ‘artista’ que pegou no pincel, se não sabia escrever, deveria consultar quem sabe antes de ‘pintar o sete’.

Tudo bem, não dá para esperar muito destes dois; um é empregado do governo e fiscalizando ou não a qualidade da obra, vai receber seu polpudo salário no fim do mês – Aliás, obra do DENIT… Põe polpudo nisso!!! O outro, tanto faz; cachoeira, cachoiera ou cachorreira… o que importa é que o dimdim ‘escorra’ para seu bolso.

Mas e o cidadão cachoeirense??? Por ali passam diariamente centenas de cachoeirenses todos os dias… Será que não sentem nem mesmo um arranhão no orgulho ao verem o nome de sua cidade escrito de forma errada? Ou será que nunca repararam?

Bem, se o cidadão ‘cachoierense’ não se importa em ver o nome de sua cidade deturpado, se o funcionário do DENIT não se importa em ver a competência do seu trabalho atestada e se o pintor de placas não se importa em pintar publicamente sua ignorância, desculpem-me. Deixem a placa lá. Serve ao menos para alguns motoristas mais atentos se distrair na viagem, pintando comentários pejorativos sobre os três.

Enquanto isso, os governos deixam seus estudantes meses sem aula por causa de cento e poucos reais e se justificam dizendo que estão cumprindo a lei…! Mais correto seria se tivessem pintado; “Cachorrada” dos polit….”, bem, deixa prá lá…

Não se surpreendam se na próxima placa escreverem “Cachorreira” de Minas…”

Em 2014 a rodovia que havia sido totalmente reformada em 2006, passou por nova reforma. Aliás, reforma desnecessária e inexplicável, uma vez que só tinha alguns buraquinhos aqui e acolá. Muito mais gritante é construir uma 3ª faixa no trecho da MG 350, que liga Itajubá ao alto da serra da Mantiqueira, e, melhor ainda, até Piquete, caminho inevitável de milhares de romeiros que dobram a serra com destino à Padroeira do Brasil e ao Rio de Janeiro. Esse é um mistério que, embora saibamos, não nos arriscamos explicar! Um dia ‘aquele pessoal de Brasilia’ irá prestar contas lá no ‘escritório de cima’…!

O fato é que durante a operação tapa buraco – no bolso de alguns políticos! – a placa de Cachoiera foi retirada na margem da via. Aí eu pensei:

– Bem, a reforma da pista servirá para alguma coisa além e financiar campanha politica… Finalmente, oito anos depois, irão corrigir a grafia da placa!

Mas… para minha surpresa, a placa voltou ao mesmo local com a mesma grafia tal qual era antes!

Meu Deus, pelos meus professores da infância, pelos meus netinhos que ainda não nasceram… Será que nem desta vez perceberam o erro?

Pelo andar da carruagem, não… Cachoeira de Minas continua Cachoiiiiiiiiiieeeeeeeeera de Minas!

 

 

Encontro com a professora da infancia

A professora Marla Paiva e o aluno Airton Chips, 45 anos depois...!

A professora Marla Paiva e o aluno Airton Chips, 45 anos depois…!

Hoje fui visitar minha amiga Marla… Ela foi minha professora na E.E. Presidente Bernardes em 1970. Desde então havíamos nos perdido de vista.

Nosso convívio foi curto, porém inesquecível… E ficou marcado pela sensibilidade da jovem professora.

Marla mudou-se de Pouso Alegre, mudou até de profissão – hoje é bióloga – e recentemente voltou a morar em terras manduanas.

No começo do ano eu a encontrei no face. Falamos virtualmente e logo depois ela comprou meu livro “Meninos que vi crescer”… Faltava o autografo!

Esta manhã fui visita-la e autografar o livro. A alegria imensa foi dupla, pois neste 22 de outubro Marla, minha professora da infância, está completando mais uma primavera!

Parabéns Marla, só as pessoas especiais ficam guardadas para sempre em nossos corações. Parabéns pelo seu aniversario. Que Deus a abençoe hoje e sempre! Abraços

Thaeme Dandara caiu outra vez

DSC06148Estava a comerciante Carla quieta no seu canto, navegando no whatsapp na sua loja na Avenida Getulio Vargas, no meio da tarde desta terça, 20, quando entrou o cidadão Maicon Pereira Vilela e pediu para ver umas saias…! Depois de separar quatro delas, o cliente – ou seria ‘a’ cliente? – entrou no provador, provou e não aprovou nenhuma peça! Instantes depois, com voz ligeiramente debochada, Maicon agradeceu e devolveu as saias dizendo:

– Não gostei… Não ficaram bem em mim! Não vou levar desta vez, fofa! – e foi saindo de fininho! Só que devolveu… Apenas três! Quando a policia chegou o rapaz alegre já havia dobrado serra do cajuru levando uma saia estampada.

Ao ouvir a descrição do cidadão das saias, os homens da lei imediatamente mataram a charada…

– É a Thaeme Dandara…! Disse o soldado Caetano.

– Eu sei onde a Dandara mora… – completou o cabo Gouveia!

Mais tarde foram bater à porta da casa de Thaeme Dandara, quero dizer, de Maicon Pereira Vilela, na rua Joaquim Candido Rodrigues, no velho Aterrado. Surpreendida com a calça na mão, quero dizer, com a saia na mão, Maicon Dandara nem tentou tapar o sol com a peneira. E desceu pra DP onde sentou ao piano e assinou o 155.

 

Agora eu sou mulher... Sou Thaeme Dandara, Chips...!

Agora eu sou mulher… Sou Thaeme Dandara, Chips…!

Este foi apenas mais um furto pé-de-couve na carreira de Maicon. Os últimos cinco anos ele passou mais da metade no Hotel do Juquinha ou na APAC vendo o sol nascer quadrado depois de cometer furtos e roubos deste mesmo naipe. O ultimo foi no dia 20-06-2015, – ‘TRAVECOS’ ATERRORIZAM COMERCIANTES NO FOCH – na loja “Brechó Coisas de Garimpo”! Havia deixado o presidio no dia 22 de agosto…!

Quando procurava Maicon no ‘corró’ a fim de atualizar sua foto no arquivo, topei com essa mulata usando vestido estampado… E ela fez questão de deixar claro:

– Eu assumi meu lado feminino… O Maicon já era, Chips! Agora eu sou Thaeme Dandara…!

Tudo bem. Cada um com seu cada um! O problema está agora com a direção do Hotel do Juquinha… Em qual setor colocar Maicon Dandara? No masculino ou no feminino?

Jardineiro assanhado canta menina de sete anos na rua

Leandro Funchal: - Eu bati a cabeça numa arvore... Não lembro de nada!

Leandro Funchal: – Eu bati a cabeça numa arvore… Não lembro de nada!

A noite desta terça, 20, era ainda um bebezinho em fraldas quando o assedio aconteceu no bairro São Cristóvão, o popular Chapadão.

Dona G. passeava com a filhinha R. próximo ao campo de futebol do bairro quando olhou para tras e viu um sujeito de camisa verde falando com sua filha. Como o sujeito tinha as pernas bambas e o terrível bafo de jiboia, dona G. imediatamente se aproximou e quis saber o que ele havia dito à sua filha…

– Ele disse para eu tirar a roupa pra ele, mãe! – Disse a garotinha.

Como uma onça ferida prestes a dar o bote na presa, dona G. fuzilou o sujeito de camisa verde e desafiou;

– Repita o que você falou pra minha filha!

– ‘Tira a roupa prá mim, garotinha’! – Repetiu o gaiato.

E a mãe indignada deu o bote… Encheu a cara do desaforado de bolachas!

Mas não ficou nisso. Populares que passavam e presenciaram parte da cena, tomaram as dores de dona G. e sua filhinha e também desceram o borralho no sujeito de camiseta verde. E o entregaram aos homens da lei.

Ao sentar ao piano da delegada de plantão na DP, Leandro Funchal Alves, 36, ainda mamado e todo arranhado, disse que não se lembrava de nada.

– Eu tinha bebido, doutora… Acho que eu caí e bati a cabeça numa arvore! Não vi nada… Nem sei quem me bateu!

Ainda mamado Leandro sentou ao piano e assinou o 241-D do ECA, por tentativa de assedio da criança, cuja pena vai de 1 a três anos de cana. A fiança foi levinha… R$500. No entanto, até o final da manha desta quarta, 21, o jardineiro assanhado, que mora longe dali, no São João, continuava no corró da DP, à espera do Taxi do Magaiver para o Hotel do Juquinha! … E continuava afirmando que não se lembrava de nada!

Dona Severina do Popote é assim mesmo… Além de seduzir os apaixonados, ainda causa amnesia…!

Quem te viu TVs?

DSC06156 Alessandro da Silva Pacheco, 27 anos, natural de Gravataí-RS, sentou atras do volante da sua carreta no final da tarde desta terça,20, e pegou a Fernão Dias. Seguiu tranquilo de São Paulo para Belo Horizonte levando no baú da Scania 700 aparelhos de TV. No inicio da noite o carreteiro parou no Posto Dom Pedro em Pouso Alegre para jantar. Cozinhou, fartou-se do arroz à carreteiro. limpou a cozinha do caminhão, lavou a louça e talheres, trancou tudo e foi assistir a novela “A regra do jogo” na lanchonete do posto! Minutos depois recebeu um telefonema da empresa rastreadora Brasil Risk, informando que o baú da carreta estava aberto! Alessandro pediu intervalo na novela e correu para a carreta… O baú estava de fato aberto! Ao conferir a carga Alessandro constatou que faltavam 25 aparelhos de TV. Eles haviam mudado de ‘canal’…!

Durante registro do BO no posto da PRF ali perto, os patrulheiros depararam com um mistério… O baú da carreta de onde foram furtadas as 25 TVs ao preço unitário de R$1.060, não tinha marcas de arrombamento!

O sumiço das TVs teria sido mesmo um furto… Ou quem sabe, uma ‘novela’!

Preso com celular no ‘fiofó’

Maconha, cocaína, celular no estomago, na vagina ou no ânus circulando nos presídios do país, são mais comuns do que notas de dez no comercio! No Hotel do Juquinha em Pouso Alegre já tivemos até caso de overdose fatal na vagina… Lembram da Michele, há três anos? No entanto, toda vez que um fato desses vem à tona, ainda causa um certo burburinho…

Flavio Martins Neto, preso por furtos, roubos, danos e uso de drogas!

Flavio Martins Neto, preso por furtos, roubos, danos e uso de drogas!

Durante revista nas celas do presidio na manha desta segunda, 19, os agentes perceberam que o hospede Flavio Martins Neto, tinha certa dificuldade para se locomover… Como se estivesse com problemas de próstata! Como o motivo na verdade poderia ser outro bem corriqueiro nos presídios, os agentes resolveram usar o detector de metais! Ao passar o aparelho no traseiro do preso, eis que começou o insistente pi-pi-pi-pi-pi acompanhado de uma luzinha vermelha! Com a casa caída o recuperando admitiu que havia mocosado um aparelho celular no fi-ó-fó!

Levado para o Hospital Alzira Velano e submetido a exames de raio x, confirmou-se o imbróglio… Flavio Martins portava mesmo um aparelho de celular nas ‘entranhas de baixo’!

Flavio Martins Neto, 25 anos, está na caminhada do crime desde a adolescência. Depois que completou a maioridade penal já assinou diversos 155, 157, 163 e 28. Seus crimes são pequenos, por isso mesmo suas penas são brandas. Flavio já teve varias oportunidades de entrar na linha, mas sempre acaba sendo seduzido pelo trem do crime e sai dos trilhos novamente. Já ganhou indulto, liberdade provisoria, liberdade condicional… Mas não se emenda.  Sua ultima chance foi no começo deste ano. Ganhou liberdade condicional no final de janeiro… Voltou a cair no final de março e desde então assiste todos os dias o sol nascer quadrado.

Raio X do celular muito bem guardado. Ainda bem que estava desligado...!

Raio X do celular muito bem guardado. Ainda bem que estava desligado…!

Na manha desta segunda ele teve dificuldade para subir na ventana para ver o sol nascer… Em compensação sentiu o gostinho da liberdade! É que ele teve que ficar algumas horas no hospital esperando o laxante fazer efeito para expelir o celular do fiofó!

     O doloroso deslize de Flavio Martins Neto vai doer mais na sua ficha criminal… Por conta do aparelhinho entrão, ele terá que ficar alguns meses a mais atrás das grades! E poderia ter sido pior… Se ele tivesse esquecido de desligar o celular antes de guarda-lo, lá…!

Duas pedras derrubam “ Dez” no Cidade Jardim

"Dez" ja havia sido citado por outro usuário como traficante de drogas no bairro...

“Dez” ja havia sido citado por outro usuário como traficante de drogas no bairro…

Passavam os homens da lei pela Rua Joina Guimaraes, no Cidade Jardim, ao pé da noite de segunda, 19, quando perceberam a presença de dois suspeitos com pinta de somongós na esquina da 24. Durante abordagem e revista na dupla, os policiais encontraram na algibeira de Carlos Alberto da Silva, duas pedras bege fedorentas que, fracionadas, dariam cerca de trinta pedrinhas cada uma.

Questionado a respeito da posse da droga, Carlos Alberto deu a clássica resposta:

– Eu usuário. A droga é para meu consumo!

– É mesmo!? E onde você comprou as pedras?

– Comprei de um menino no Aterrado… Não conheço ele, não!

Durante buscas na residência de Carlos Alberto, os policiais não encontraram mais drogas. Mas acharam R$870 em cédulas diversas. Para explicar a origem do dim-dim debaixo do colchão, já que não possui emprego formal, Carlos Alberto também não se apertou…

– Eu faço serviços de moto táxi aqui no bairro… – afirmou ele!

As declarações nuas e cruas de Carlos Alberto passariam batidas se ele fosse um cidadão comum. Mas Carlos Alberto da Silva, 40, natural de Santa Rita de Caldas, radicado em Pouso Alegre há muitos anos, não é uma pessoa comum! Ele já foi preso por roubo à mão armada e posse de drogas! Passou vários anos atrás das grades vendo o sol nascer quadriculado! E tem mais… Ele é conhecido por um apelido pouco comum; “Dez”! Lembram do Manga, que escorregou na pedra no ultimo dia 16? Manga disse que havia comprado as oito barangas de crack do traficante “Dez”!

Considerando que nenhum usuário – não os inteligentes, pelo menos! – ficam sentados na esquina perto da sua casa com o equivalente a 60 pedras de crack na algibeira para uso próprio;

Considerando que “Dez” mantinha debaixo do colchão quase mil reais supostamente ganho como moto taxista;

Considerando que “Dez” não possui moto com placa de aluguel;

Considerando que “Dez” já havia sido citado como vendedor de drogas no bairro…

O paladino da lei Renato Gavião resolveu fritar “Dez” no 33…!

… E “Dez” foi passar uma temporada no Hotel do Juquinha, de onde havia saído em maio de 2012.