O sinistro aconteceu na noite criança de sábado ao pé da Rua Bento Doria Ramos no Ribeirão das Mortes. O cidadão Raimundo Nonato Martins Costa tentava voltar para casa conduzindo seu Chevrolet Chevette até que, na curva, a rua ficou pequena e ele pegou atalho pela contramão. Não viu que por ali descia um VW Gol… Bateu de frente. O Fiat Uno conduzido pelo cidadão Alexandre Cassio da Silva, que vinha logo atrás do gol, não conseguiu frear a tempo e também bateu na traseira do Gol. Logo atrás vinha o Chevrolet Opala conduzido pelo sr. Dener Cezar Ferreira e também chapou a traseira do Fiat Uno.
Foto: Carlos Manoel
Quando os motoristas desceram dos seus carros para sinalizar o local, para evitar novos acidentes, já que era uma curva em declive, o motorista do Chevette causador do “sanduíche” desceu do seu carro trocando as pernas e tentou dobrar a serra do cajuru. Imediatamente foi cercado pelos demais motoristas envolvidos no acidente e impedido de deixar o local. Mas não foi fácil. Seu bafo de jibóia era tamanho que os outros motoristas acabaram se afastando dele. Quando viram ele havia dobrado o morro do Hotel do Juquinha. Os homens da lei, que demoraram para chegar ao local do sinistro, foram alcançar Raimundo Nonato cruzando a rodovia BR 459 tentando ir pra casa no bairro dos Afonsos onde mora. Com o rosto sangrando em virtude da batida, Raimundo tinha os olhos vermelhos, a fala mole, as pernas bambas e o terrível hálito etílico. Para constatar seu alto grau de embriagues nem seria necessário soprar o bafômetro! Mas soprou. O sisudo aparelhinho acusou apenas 0,64 dg/l por álcool em suas veias.
Ao sentar ao piano da Delegada Cibeli Molinari, Raimundo Nonato explicou que antes de pegar a estrada de volta para casa atrás do volante do seu Chevette, havia estado em um restaurante ali perto onde bebera somente três litroes da loira gelada.
– E porque o Sr. não esperou a chegada da policia?
– Eu fui embora… Eu tinha outros compromissos em casa, doutora! – Disse o moço.
Raimundo Nonato Martins Costa, 34 anos, Continuar a ler





A animadíssima cantora baiana estava baixando a ‘poeira’ no palco, já no inicio da madrugada do dia 20 de agosto, no Estádio do Manduzão em Pouso Alegre quando o crime aconteceu. Um cidadão de baixa estatura, com sotaque nordestino, de repente esbarrou na senhora Juliana de Almeida Resende Souza, derrubando um pouco da cerveja do copo em sua roupa. O marido que a acompanhava, imediatamente chamou o desastrado na chincha… Houve discussão! De repente o ultrajante e o marido da ultrajada estavam rolando na poeira! A briga durou poucos segundos. Foi interrompida por um objeto frio e cortante no pescoço do vigilante. Enquanto a esposa do vigilante e seus parentes se abaixavam para tentar conter o sangramento no pescoço, o dono do objeto cortante e seus acompanhantes se misturaram à multidão assustada e dobraram a serra do cajuru. Saberiam depois os policiais da Delegacia Regional de Pouso Alegre, que na verdade o assassino dobrara a serra da Cambuava e da Cantareira até se esconder na impunidade na periferia de São Paulo…



