Ei tia…! Seu carro tá ´pegando fogo!!!

Mas o que queimou mesmo foram os 5 mil reais que a tia deu para o mecânico trocar a peça do carro!

(I.i.)


Passava a professora aposentada bela e formosa pela avenida Vicente Simões no meio da tarde desta terça-feira,11, conduzindo seu Renault Sandero, quando, ao passar por uma lombada de repente ouviu um barulho vindo aparentemente do seu carro. Ao olhar pelo retrovisor notou uma cortina de fumaça! No segundo seguinte um carro vermelho emparelhou ao seu e seus dois ocupantes gesticularam e alertaram:
– Tia, caiu uma peça… tem muita fumaça! Seu carro tá pegando fogo!
– “Óh, céus, óh Deus, óh vida – pensou a aposentada e parou seu carro na primeira brecha que deu.
Mal estacionou o carro, seu ‘salvador’ apareceu. Era moreno alto – não há registros se era bonito & sensual – e vestia uma blusa com emblema da Volkswagen. O solícito moço imediatamente se prontificou a ajudar a senhora. Após se informar sobre a seguradora pegou o celular dela e ligou para seguradora. Dois minutos depois chegou o mecânico da seguradora, também usando camisa com emblema da Volkswagen. Após avaliar o estrago o segundo mecânico disse:
– Lamento informar, mas a rebimboca da parafuseta queimou! Vai ter que trocar. A original de fabrica custa R$5 mil. A senhora vai ter que comprar a peça, mas como seu carro está na garantia, a seguradora repõe pra senhora a despesa. Posso ir buscar a peça?
A aposentada então foi ao banco, sacou R$5 mil e entregou ao funcionário da seguradora, enquanto o mecânico ‘trocava’ a peça queimada.
Ao chegar em casa e contar o fato ao filho, este ligou para a segurança da mãe e recebeu a seguinte informação:
– Não, não recebemos nenhuma ligação da cliente E.S.F. solicitando socorro ou peça para o Renault Sandero…
Neste momento a ficha caiu! E a professora se deu conta de que caíra num golpe. Seu Sandero não havia pegado fogo e nem soltado peça. Quem soltou uma peça qualquer de metal debaixo do seu carro quando ela passou na lombaba, foram os ocupantes do ‘carro vermelho’, obrigando-a parar. Eles são parceiros dos dois ‘mecânicos’ que simularam a troca da ‘rebimboca da parafuseta’…!
A única coisa que queimou neste embuste foram os cinco mil reais que a professora deu aos vigaristas!
A historia da professora aposentada E.S.F. tem uma particularidade…

Na manha do dia 26 de julho de 2016, um ano atrás, uma professora aposentada recebeu um telefonema em sua casa. O interlocutor dizia que havia sequestrado sua filha e exigia R$40 mil para soltá-la são e salva. Desesperada a professora pechinchou e conseguiu baixar o pagamento do resgate para R$9.900. No momento em que ela fazia as transferências para várias contas dos sequestradores no banco, o funcionário, percebendo seu nervosismo, conseguiu puxar sua linga, e ela contou que estava pagando o resgate da filha. Neste momento o bancário fez a perguntinha básica:
– A senhora já tentou ligar para o celular da sua filha?
Ela ligou… E descobriu que sua filha estava bela e formosa cuidando da vida lá na cidade do ET!
Felizmente o gerente conseguiu bloquear parte das transferências bancarias, e ela não perdeu tudo.
Mas qual mesmo a particularidade do caso?

A professora que caiu no golpe do “Tia, seu carro tá pegando fogo!”, nesta terça-feira, é a mesma professora que caiu no golpe do falso sequestro um ano atrás!
… Um raio às vezes cai duas vezes no mesmo lugar!

Policia Civil prende ladrão de carro e assaltante da enfermeira

Ele usou uma máquina de choque para subjugar e atacar as vítimas.

Luciano Gonçalves de Souza, o “Baiano” “Paulista” diz que o autor dos roubos é outro “Paulista”.

Luciano Gonçalves da Silva, o “Paulista” ou “Baiano” recebeu as pulseiras de prata da lei ao pé da manhã desta quarta, 12, no Cidade Jardim. Apesar de estar manso de gaiola, para evitar que ele batesse asas e levantasse vôo, o delegado Gavião e seus pupilos bateram à sua porta bem cedinho, e pegaram ainda no ninho. Embora não estivesse em flagrante, Luciano Baiano Paulista Gonçalves de Souza tinha a prisão preventiva decretada pelo Homem da Capa Preta, doutor Marcio Tulio L.Mota Naves, a pedido do delegado Renato Gavião. A investigação dos pupilos do delegado de furtos & roubos colocou Luciano na cena de ao menos dois roubos “chocantes” no comecinho deste mês.
No final da noite de sábado 1º de julho, o caminhoneiro J.B.N. estava dentro do seu Kadet, parado defronte a lanchonete do Gomes, perto da Medicina, esperando seu lanche, quando um macambuzio sujeito apareceu na janela, apontou uma pistola de choque e ameaçou eletrocutá-lo se ele não entregasse o carro. Mais tarde o Kadet foi vendido para dois moleques no Cidade Jardim por trezentos reais!
Segundo os moleques intrujões – que disseram que não sabiam que o carro era roubado! – eles o haviam comprado do tal “Baiano” ou “Paulista”.
Na aurora do domingo, 02 de julho, depois de uma noite de plantão no hospital Regional Samuel Libanio, a enfermeira J.D.R. voltava para casa pela Brito Filho, quando conheceu também a pistola de choque. Não só conheceu como sentiu os choques! Na tentativa de proteger sua bolsa ‘com tudo dentro’, ela foi agredida com socos, pontapés, puxões de cabelos e choques elétricos.
A dupla de assaltantes chocantes, que desceu o borralho na enfermeira e tomou sua bolsa com celulares e tudo mais, dobrou a serra do cajuru em um Fiat Palio Weekend… O Palio foi o fio da meada que levou os pupilos do delegado Gavião ao assaltante ‘chocante’.
Depois do ‘café na cama’ com os policiais em sua casa ao pé desta manhã de quarta, Luciano Gonçalves de Souza foi sentar-se ao piano do paladino da lei na DP… mas jurou de pés juntos que é inocente!
– Devo nada, não doutor. Já paguei minha cana tudo. Tô limpo. Quem fez essa fita aí da enfermeira foi o ‘Ditão’ e outro ‘maluco’ que tem o apelido de Paulista… Sou eu não senhor! O Kadet também foi desse Paulista. O carro tava parado na porta da minha casa… Só pedi para os moleques tirar ele de lá – afirmou o ‘cadeieiro véio’.

Luciano Baiano ou Paulista já passou 17 dos seus 40 anos atrás das grades paulistas e do Hotel do Juquinha, por roubos e trafico.


Se Luciano Gonçalves de Souza, figurinha fácil no álbum da policia, e no bairro Cidade Jardim, pelas alcunhas de Baiano e Paulista está dizendo a verdade, ele deve ter um irmão gêmeo univitelino! Com a mesma cara – e os mesmos hábitos – pois seu rosto estava no local dos dois crimes! Tanto a enfermeira quanto o caminhoneiro e uma testemunha que viu o assaltante levar o Kadet, reconheceram Luciano “Baiano” “Paulista” como sendo o assaltante da pistola de choque. Nos dois casos. Inocente ou não, ele voltou para o lar-doce-lar do Hotel do Juquinha! E pode ser reconhecido por outras vitimas em outros casos…

Aleluia!!! 9 anos e meio de cadeia para Lula

Enfim saiu a primeira condenação do ex-Presidente petista. A sentença do juiz Sergio Moro acaba de ser divulgada, nesta quarta-feira, 12 de junho. Aliás, um dia histórico para a politica e para a justiça no país!

Nove anos e meio de cana é só por conta do famoso “Triplex” do Guaruja, que o ex-presidente cinco dedos, quero dizer quatro dedos, jura de pés juntos que não é dele! Tem ainda o sitio de Atibaia – que ele também coloca o resto dos dedos no fogo que não é dele – onde guarda sua adega e mais uma carreta de objetos que ele levou do Palácio da Alvorada.
E agora? Quem irá apresentar as pulseiras de prata ao ex-presidente?
A noticia é boa mas nem tanto. A decisão do paladino da lei, Sergio Moro, ainda cabe recurso. Mas já é um marco na historia.
A sentença do juiz Sergio Moro ainda não torna Lula inelegível. Veja o que dizem os especialistas.

A Lei da Ficha Limpa impede a candidatura de condenados por uma decisão colegiada, ou seja, por mais de um julgador. Lula foi condenado em primeira instância por apenas um magistrado, o juiz Sergio Moro. Por isso, ainda não está inelegível.
E a defesa ainda pode recorrer ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), onde um grupo de desembargadores vai decidir se mantém a sentença ou se o absolve. O nome dessa decisão colegiada é acórdão.
Pedro Horta, especialista em direito eleitoral do Dorta & Horta Advogados, explica que a Lei da Ficha Limpa barra apenas candidatos com condenação em segunda instância. “Se ele tiver uma condenação em primeira instância, só pelo juiz Moro, ele pode ser candidato”, afirma.
Mesmo uma condenação em segunda instância não impede automaticamente que Lula concorra à Presidência no próximo pleito, a depender de quando essa decisão for tomada.
Se o caso for julgado pelo TRF-4 antes da eleição, Lula corre risco de ter o registro de candidatura negado. Já se o TRF-4 só julgar o processo após o prazo para registro de candidaturas, Lula poderá tanto ter o registro cassado como concorrer sub judice (pendente). “Ele é votado, mas não aparece a votação até julgar o recurso para manter ou não a candidatura como válida. Aí, quando chegar a fase de diplomação, pode ser que não seja diplomado ou reverta”, explica Horta.
Já se a condenação ocorrer após a diplomação, a lei prevê que o diploma seja declarado nulo, se já expedido. “Mas, no caso de presidente da República, a Constituição Federal prevê a suspensão do processo”, afirma Horta. “Teríamos então a hipótese de presidente apenado ocupando o cargo.”

Como se vê, ainda é pouco… Mas ja é uma luz no fim do túnel da justiça no Brasil!

Finória & Simplória atacam novamente

E fazem empréstimo de R$ 4,1 mil com cartão bancário da viúva!

A viúva M.V.F.R. caminhava bela e formosa pela rua Bernardino de Campos, no centro de Pouso Alegre, quando ouviu uma voz às suas costas.
– Moça, moça… você deixou cair sua carteira! – dizia a mulher alta, magra, cabelos castanhos e blusa branca – era a simplória!
Antes que a viúva de 57 anos conferisse se de fato havia derrubado sua carteira, outra mulher atravessou a conversa;
– Ei, a carteira é minha! Graças a Deus que você achou! Nem sei como agradecer… – emendou a mulher baixa, gorda, cabelos escuros, de meia idade, juntando as mãos em prece, quase ajoelhando na calçada… – Era a finória!
Mas a finória gorda e baixa sabia, sim, como agradecer a magricela que havia ‘achado’ sua carteira! Mas sabia agradecer também a viúva, que havia ‘ajudado’ a achar sua carteira.
– Vou dar um par de sapatos para cada uma de vocês – disse a gorducha. Tenho uma loja de calçados na rua Com. Jose Garcia. Vou te dar um bilhete… Você vai até a loja, entrega para a minha gerente que ela vai te entregar o par de sapatos – acrescentou a Finoria, entregando um bilhete para a magricela que havia ‘achado’ sua carteira. Antes que ele se afastasse a Finória disse:
– Deixe sua bolsa aqui comigo. Enquanto você vai lá buscar seu par de sapatos. Eu e dona Maria ficaremos aqui esperando você.
E lá foi a Simplória magricela com o bilhetinho na mão. Minutos depois voltou ao local do ‘achamento’ da carteira exibindo uma caixa de sapatos. Finória então preencheu outro bilhetinho, entregou à viúva e disse, assim mesmo:
– Agora é sua vez – otaria! – de buscar o seu par de sapatos. Me dê sua bolsa. Nós vamos ficar aqui te esperando enquanto você vai buscar sua recompensa por ter achado minha carteira…
E a viúva foi…!!!
Atravessou a Mal. Deodoro, cruzou a Herculano Cobra, chegou na Com. Jose Garcia, andou um tanto para direita, procurou a tal loja de sapatos da gorducha, procurou, procurou e depois que se cansou de procurar voltou para a Rua Bernardino de Campos para reclamar da gorducha e pegar sua bolsa de volta…!
Mas só o pó!
Simplória & Finória… e sua ‘bolsa com tudo dentro’, inclusive seu cartão do banco Mercantil, haviam sovertido!
Ao perceber que havia caído no ‘conto do vigário’ dona Maria foi ao banco Mercantil sustar seu cartão. E levou um tremendo susto! Ele já havia sido usado! A gorducha já havia feito um empréstimo de R$4,1 com seu cartão e feito dois saques nos valores de R$2,3 mil e R$500 reais!

E não ficou nisso. Enquanto a viúva procurava a loja fantasma na Comendador Jose Garcia, a três quarteirões do local do engodo, Simplória & Finória gastaram oitocentos reais em compras com o cartão no comercio!
… Tudo porque ela aceitou a recompensa de um par de sapatos, por ter presenciado o ‘achamento’ de uma carteira de uma desconhecida!
Você que acabou de ler e acha que é apenas uma estorinha do Blog do Airton Chips, enganou-se redondamente…! O fato aconteceu mesmo no final da manhã desta quarta-feira, 05, no centro de Pouso Alegre. Foi exatamente assim que a viúva de 57 anos, moradora do Pantâno contou à policia militar…

Kadet roubado no Medicina foi comprado por R$300 reais

Mas o intrujão quebrou a cara…! No momento em que saiu dirigindo o carro roubado em busca do dinheiro para pagá-lo, bateu num poste!

(I.L) O Kadet voltou para os braços do dono… mas voltou machucado!

O roubo do Chevrolet Kadet cinza, ano 1993, placas GPQ-4546 aconteceu no final da noite de sábado, 01 de julho. Estava o cidadão J.B.N. dentro do carro estacionado na avenida Alfredo Custodio de Paula, ao lado do trailer de lanches do Gomes, atendendo o celular, quando o assaltante chegou. O meliante de estatura mediana, magro, com uniforme de mano se aproximou da porta do veículo, apontou um aparelho de eletrochoque para o motorista e ameaçou usá-lo caso ele não entregasse o veículo. Não houve reação. E o assaltante esquentadinho foi embora levando o velho e conservado Kadet ‘93!
Vinte e quatro horas depois do roubo a polícia militar foi chamada ao Cidade Jardim para registrar um acidente de veículo. Ao chegar ao local deparou com o carro roubado na noite anterior, avariado, batido, de cara num poste! Os ocupantes do veículo roubado e sinistrado haviam dobrado a serra do cajuru.
Uma hora depois do acidente os homens da lei chegaram aos responsáveis pelo acidente com o carro roubado. Eram Gabriel Valdemar da Silva, 19, e M.A.L.17, ambos moradores do próprio bairro Cidade Jardim. Em virtude do acidente com o Kadet roubado, Gabriel havia sofrido lesões no rosto e na cabeça e fora medicado no Pronto Atendimento do bairro São João e em seguida liberado. Ao ser indagado a respeito do acidente com o veiculo roubado na noite anterior, Gabriel contou uma história curta e original…
– Eu estava no bar com o meu amigo M. quando o “Paulista” chegou e me ofereceu o Kadet por trezentos reais! Aí eu e o M. resolvemos compra-lo. Quando eu saí dirigindo para buscar o dinheiro acabei batendo o carro! – contou o jovem intrujão, sem nenhum rubor!
Gabriel Valdemar da Silva e o intrujão M.A.L. receberam as pulseiras de prata e foram sentar ao piano do paladino da lei na DP, onde assinaram o 180. Gabriel, que tem 19 anos subiu para o Hotel do Juquinha. M.A.L. que só tem 17 voltou para casa de braços dados com o pai, pois “dimenor” não comete crime!
“Paulista”, o sujeito que vendeu o Kadet roubado por R$300, – e nem recebeu – é Luciano Gonçalves de Souza. Ele atende também pelas alcunhas de “Magrão” e “Baiano”. Nascido em Vitoria da Conquista, na Bahia em 1976, o Baiano Paulista é
figurinha fácil no álbum da policia e nas ruas do bairro Cidade Jardim por crimes diversos. A PC vai agora investigar se a historia do intrujão barbeiro é verdadeira e se de fato foi o “Paulista Baiano” que apontou a pistola de choque para o motorista J.B. no sábado à noite e tomou seu Kadet cinza!

Homem Aranha ataca no Jardim Guanabara

Depois de invadir a clinica Femina, ele passou por cima se vários prédios, mas… caiu nas teias da lei!

As cenas de cinema ‘tupiniquim de 5ª’, filmadas por um morador de um dos prédios, aconteceram no início da tarde deste domingo, 02 de julho. Ao ser dedurado pelo alarme eletrônico da clínica, onde entrara através de um prédio vizinho, o meliante tentou dobrar a serra do cajuru. E escolheu o caminho mais difícil… Pelos telhados dos prédios vizinhos! Enquanto passava de um telhado a outro o meliante-aranha, sem perceber, era filmado por um morador. Num destes telhados, ele fez uma rápida parada para trocar de roupa… Dispensou a blusa preta, o boné e continuou a fuga de camiseta branca.

Mas não era dia de Homem-Aranha… quando o meliante aracnídeo pisou em terra firme, já no quarteirão de baixo do bairro, lá estava o sargento Almeida e seus pupilos esperando com as pulseiras de prata! Antes de desfilar para os celulares dos vizinhos, sobre os telhados, o meliante pé-de-couve chegou a visitar a cozinha e o banheiro da clinica, de onde furtou alimentos e produtos de higiene pessoal.

Douglas Rodolfo da silva, o homem aranha do jardim Guanabara, tem 34 anos, nasceu em São Jose dos Campos, é amante da pedra bege fedorenta pela qual faz este tipo de ‘escalada’, tem BO inexpressivos em Três Pontas, Baependi e Itajubá onde mora atualmente. Antes do final da tarde ele pegará o Taxi do Magaiver para o Hotel do Juquinha. Daqui algumas semanas, quando sair do majestoso hotel, será mais um morador de rua de Pouso Alegre.

Encontrado corpo do pescador que caiu no Rio Sapucaí

O acidente aconteceu no inicio da noite de terça feira, 21, no Rio Sapucaí no bairro do Cristal em Pouso Alegre. Pedro Alif Ferreira Feliciano estava pescando com dois amigos quando a canoa virou numa corredeira. Os dois amigos conseguiram nadar até a margem. Pedro submergiu e desapareceu.

A procura pelo corpo do pescador teve inicio na manhã de quarta feira, 22, sendo sempre interrompida à noite, por questões de segurança dos bombeiros.
O corpo do pescado foi encontrado no final da manhã desta segunda, 26, quase uma semana depois do afogamento. O corpo deu entrada no IML de Pouso Alegre no início da tarde, passou por necropsia e foi liberado para os familiares.
Pedro Alif Ferreira Feliciano tinha 23 anos.

Mais um roubo do malote fora de hora

Os assaltantes esperavam pelo gerente no interior da agencia, e levaram os envelopes com R$17 mil do posto Saracura!

O assalto aconteceu dentro da agencia do Bradesco na Avenida Rio Branco, no centro de Camanducaia, no final da manha deste domingo. Quando o gerente do Posto Saracura chegou com o envelope recheado para fazer o deposito no caixa eletronico, um guampudo esperava por ele. Ao ver o assaltante brandindo a pistola oxidada, o gerente virou nos calcanhares e tentou desistir do deposito, mas já era tarde. Do lado de fora da agencia havia outro lombrosiano impedindo sua fuga.
Após tomar o malote com R$17 mil os assaltantes dobraram calmamente a serra do cajuru, seguindo à pé pela rua Nadine Moraes até dobrar uma esquina.
A perguntinha básica que o leitor certamente fará:
– Como é que os assaltantes sabiam que o gerente iria ao banco àquela hora fazer o deposito?

‘Ronald Bigs’ ataca em Pouso Alegre

Ele e um comparsa roubaram R$8,8 mil do empreiteiro de uma obra. O dinheiro se destinava ao pagamento dos funcionários!

Santa Doroteia foi o primeiro bairro a ter suas casas construídas em serie em Pouso Alegre. Foi rápido, entre 1969 e 1970. Dezenas de serventes e pedreiros trabalharam nas obras do bairro que começa na rua Pedro Caldas Rebelo.
O êxodo rural estava em franca ascensão. A construção das casas do bairro Santa Doroteia pôs comida na mesa de muitas famílias cujos varões haviam acabado de chegar da roça. E não foram somente os varões que ganharam dinheiro, no muque, trabalhando na obra. Muitos garotos no final da infância, numa época em que garotos podiam trabalhar, ganharam dinheiro vendendo doces, salgados e sorvetes para os peões da construtora. Na hora do almoço os peões se concentravam perto do portão de entrada do bairro, na Rua Pedro Caldas Rebelo. Os que moravam no Fátima velho ou outro local mais próximo dali, recebiam dos familiares suas marmitas de alumínio enroladas em pano de prato, ainda quentinhas! Os que moravam mais distante levavam as mesmas marmitas de alumínio enroladas em panos de pratos dentro do ‘bornal’ de lona. Na hora do almoço cada um esquentava sua marmita. O fogareiro era, apesar de rústico, pratico e barato. Bastava uma latinha de massa de tomate com três furos laterais – para entrar oxigênio -, e algumas gotas de álcool no fundo!
Era nesse intervalo de almoço, entre onze horas e meio dia, que os garotos, alguns deles filhos dos peões, ganhavam seu rico dinheirinho vendendo a sobremesa. Entre eles havia um branquelinho franzino, alegrinho, que vendia picolés da sorveteria do Ferreira, que ficava ali nas Taipas, no final da Comendador Jose Garcia. O ‘picolezeiro’ franzino vivia dando risadas. Ria de tudo que via ou ouvia. Os peões, sabendo que ele ria a toa, viviam provocando seu riso. Uns o chamavam de “Risadinha”! Outros o chamavam “Sorriso”! – Na rua Cel. Brito Filho, tem um senhor, hoje octogenário, que ainda chama o picolezeiro de “Sorriso”!- Talvez por essa empatia, Sorriso era o que mais vendia picolés no canteiro de obras do bairro Santa Doroteia. O melhor dia para se vender picolés ali era no final de manhã de sábado, quando a peonada recebia o vale semanal. Amilar, um sujeito moreno, alto, magro, ligeiro, cara fechada, – salvo engano mora na Rua Mons. Jose Paulino – era quem entregava o envelope com o ‘vale’. No final da manhã de todo sábado, dezenas de peões desciam a Com. Jose Garcia a caminho de casa – ou do mercado dos Irmãos Fonseca onde gastavam quase tudo com comida – contando a bufunfa.
À oeste do Santa Doroteia já existia o velho Cascalho. Dos outros três lados só existia pastos e fazenda. Na porta do bairro passava uma estradinha de terra vermelha – hoje Rua Pedro Caldas Rebello – que seguia para a sede da fazenda do Policarpo Campos. Pouso Alegre contava magros 40 mil habitantes. Traficantes só chegariam alguns anos depois. Maconheiros já havia uns oito ou dez. Só maconheiros. Cocaína era coisa de artista, ou de ‘filhinho de papai’ desajustado. Crack já existia… Mas só no Estádio da Lema, que em 1969 havia chegado à primeira divisão do futebol mineiro, e caído no ‘tapetão’! Assaltantes? Não! Isso era coisa de capital! Pouso Alegre era pura pureza… Naquele tempo, sim, ‘dava gosto viver’! Quem dava trabalho para a polícia eram os ladrões de jabuticaba, ou ladrões de galinhas! Em cada quarteirão do centro da cidade existia um frondoso pomar ou um galinheiro!
Bons tempos aqueles em que se podia andar na rua contando dinheiro! Jamais um peão foi assaltado! Jamais houve sequer um roubo no escritório da construtora Urano!
Quanta mudança!
As fazendas viraram bairros, as trilhas viraram ruas, a população quadruplicou, os assaltantes se ‘miltiplicaram’, e o sorveteiro ‘Sorriso’ cresceu, estudou um pouco, trabalhou o suficiente, aposentou e virou jornalista! Hoje vive contando histórias de assaltantes pés de chinelos… E de outros nem tanto!
Um dos assaltos que poderiam ter acontecido no canteiro de obras do Santa Doroteia, no dia de pagamento dos peões da obra, aconteceu no meio da tarde desta sexta-feira,23 de junho de 2017, com quase meio século de atraso! E foi bem rendoso: R$ 8,8 mil e dois celulares.
Como de habito às sextas-feiras, o empreiteiro da obra ali no bairro foi ao banco, sacou oito mil e quatrocentos reais e voltou para o prédio a fim de fazer o pagamento dos funcionários. No momento em conversava com o engenheiro, já no interior do prédio em construção, entrou um guampudo usando calça jeans dobrada até os joelhos, camiseta vermelha, pés de chinelo e touca ninja portando um trabuco prateado na mão. O lombrosiano não trabalha na obra, mas queria receber seu ‘pagamento’! E era guloso… queria tudo! Após obrigar as vítimas a deitarem no chão e dar uns chutes no empreiteiro, o assaltante enfiou a mão pesada na sua algibeira e pegou a bufunfa. Para aproveitar a empreitada o assaltante enfiou a mão no bolso do engenheiro e pegou também mais quatrocentos reais e seu celular.
A fuga do assaltante do local do sinistro, foi como as demais… Numa motocicleta preta, na garupa do comparsa que o esperava ali perto.
E o assaltante do prédio em construção, apesar de usar chinelos, que aliás deixou para trás durante a fuga, é mesmo apetitoso! Na fuga, já na rua Pedro Caldas Rebello no limite do bairro, ele avistou uma jovem a caminho do trabalho e não perdeu tempo. Fez parar a moto, saltou da garupa, jogou a jovem na parede e tomou seu celular! E dobrou calmamente a serra do cajuru levando quase nove mil reais e dois celulares…!

Há quase meio século, durante a construção do bairro Santa Doroteia, na época do sorveteiro “Sorriso”, cada assalto desse renderia pelo menos 90 mil cruzeiros ao Ronald Bigs tupiniquim!

Mãe desesperada paga resgate da filha à prestação

Depois de receber a primeira ‘parcela’, o sequestrador continuou extorquindo a vitima, até que um parente abriu os olhos dela…!

Este caso aconteceu no bairro esplanada em Pouso Alegre, no sábado,17. Dona Maria recebeu a tradicional ligação de um desconhecido que dizia estar com sua filha. E como sempre, queria muito dinheiro para devolvê-la sã e salva.
Embora não dispusesse de dinheiro para este tipo de despesa extra, ao ouvir as chorumelas da suposta filha no celular, dona Maria pechinchou e pagou R$300.
Depois do primeiro deposito, o sequestrador, sentindo firmeza no negocio, ou fraqueza na vitima, pediu mais dinheiro! E dona Maria fez novo deposito, desta vez de R$450. Quem tem trezentos e depois consegue pagar mais quatrocentos, certamente consegue pagar mais um pouco… Foi o que pensou o sequestrador a centenas de quilômetros de Pouso Alegre, numa penitenciaria qualquer. Por isso ele fincou o pé que só soltaria a filha de dona Maria se ela pagasse mais R$400. E o cofrinho de porquinho virou cacos…! Tão logo recebeu o terceiro pagamento, o salafrário, dando risadas baixinho, pediu mais R$500! E não parou por aí.
Antes de fazer o quinto deposito, já tendo quebrado todos os porquinhos da casa, dona Maria pediu ajuda a familiares… E finalmente a ficha caiu! A filha nunca estivera sequestrada.
A essa altura, o falso sequestrador já havia levado R$1.650 reais de dona Maria!
Isso poderia ter sido evitado…
Quando ouviu o primeiro pedido de resgate e a ameaça para não desligar o telefone, bastava dona Maria dizer:
– Espere um minuto senhor sequestrador. O susto que você me deu foi tão grande que minha pressão foi às nuvens… Só vou tomar meu Atenelol e já volto para resgatar minha filha!
Ao invés do remedinho para pressão, era só ir à casa da vizinha, pedir o seu celular e ligar para a filha! E descobrir que ela estava ‘diboinha’ no seu trabalho, na sua escola, no motel, enfim: gozando plena liberdade. Depois era só mandar o sequestrador pé-de-chinelo sequestrar a senhora mãezinha dele, desejar-lhe boa tarde, desligar o celular e deixá-lo só com o cabo do guarda chuva na mão!