Em Ouro Fino, ‘beato’ e ancião não passam na mesma pinguela…!

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       No meio da tarde deste domingo, 19, a policia militar de Ouro Fino foi chamada para registrar um B.O. de ameaça e porte de arma de fogo, numa viela do centro da cidade. Segundo Luiz Guilherme Assis Castro, ao passar defronte a casa do vizinho Otavio Lino de Souza, este saiu na porta apontando uma arma de fogo e ameaçou matá-lo…

– Eu estava voltando da missa junto com meu pai quando ele apareceu dizendo que a pinguela era dele, que se eu passar de novo na pinguela, ele vai me matar!

        Segundo a própria vitima, os policiais bateram à porta de Otavio e como ele não atendeu, eles foram entrando e acabaram por revistar toda a casa do ancião mas nada encontraram. De repente, ao revistar o quintal de Otavio, os policiais teriam encontrado uma garrucha, debaixo do tanque de lavar roupas.

      Ao sentar-se ao piano do delegado de plantão em Pouso Alegre, Otavio Lino de Souza, 71 anos, alegou que sua casa foi revistada sem sua autorização e plagiou Paulo Maluf – o ‘amigo’ de Fernando Hadad – com sua imortal frase:

– Esta ‘garrucha’ não-é-meeennnha!!!

         Analisando os depoimentos e informações contidas no B.O., informando inclusive que tanto o pai de Luiz Guilherme, que também é vitima de ameaça, quanto sua esposa que presenciara a busca na residência do ancião, não foram arroladas como tais, e diante da negativa de Otavio Lino, o delegado decidiu pela fragilidade das provas e não fritou o ancião nas gordura fria do artigo 14 da Lei 10.826. Com isso ficou o dito pelo não dito e todos voltaram – quase – felizes para a terra do Menino da Porteira.

       … E pelo jeito, Luis Guilherme e Otavio Lino continuam sem passar na mesma pinguela…!    

Dedé, “O inocente” cai em Ouro Fino

     Ele é procurado pela policia de Itapira, foi preso com 50 pedras de crack prontas para venda, com 4 notas de 50 com o mesmo numero de serie e com uma motocicleta com chassi adulterado… Mas diz que é inocente, que a policia ‘armou pra ele”!

 

Dedé: É tudo 'armação' da policia...!

Dedé: É tudo ‘armação’ da policia…!

       As denuncias de amigos ocultos da lei eram tantas que a policia militar resolveu montar um posto móvel de policiamento no bairro Centenário em Ouro Fino para melhor observar a movimentação delituosa. No final da tarde desta segunda resolveram dar o bote no meliante até então conhecido pela alcunha de Dedé. Ao se aproximar do moço, na calçada defronte sua casa, ele tentou dispensar um pequeno embrulho enquanto botava a boca no trombone para chamar a atenção das vizinhança;

– Socorro!!! Eles estão me prendendo à toa… Vão ‘plantar’ drogas em minha casa…!

Depois de rolar com o traficante na poeira e usar a força física para colocar-lhe as pulseiras de prata, os homens da lei recolheram o embrulho no chão. Eram seis pedras beges fedorentas presas a uma fita adesiva. Arrolados os ‘galos’ que estavam na vizinhança, entraram no muquifo do moço e encontraram mais 42 pedras de crack nas mesmas condições da seis primeiras, dentro de um tênis velho. No outro tênis havia uma pedra maior, do tamanho de uma caixa de fósforo, ainda sem fracionar. Entre seus pertences os policiais encontraram também 4 notas de 50 com a mesma numeração de serie. No quintal havia três motos todas de procedência duvidosa. Uma delas, com placa de Aracaju-SE, tinha a numeração do chassi raspada. Para completar, André de Oliveira Ferreira, 24 anos, o “Dedé” tinha contra ele um mandado de prisão oriundo da vizinha cidade de Itapira-SP. Mesmo assim o jovem meliante não deu o braço a torcer;

– Eu sou inocente, doutor!

– Mas e o Mandado de Prisão?

– Isso aí é por causa de uma arma que os ‘zomi’ pegaram comigo lá em Itapira. Eu nem sabia que tinha mandado…!

– E a moto com chassi remarcado?

– Não sei não, eu fiz rolo com o Giorjanis, vendedor de queijo. Já peguei a moto assim…!

– E as notas falsas…?

– Esse dinheiro não é meu – Esta frase ele deve ter copiado do Maluf!

– E a droga encontrada em sua casa?

– … Essa droga não é minha!!!

– E como foi parar em sua casa?

– Os zomi ‘plantaram’ lá doutor…!

– Mas porque?

– Isso é ‘rixa antiga’, perseguição. Eu estava ficando com a namorada do policia!

– Só por isso?

– É que na semana passada eu consegui fugir da policia rodoviária. Ontem eu fugi de novo…!

O delegado de plantão quase chorou de pena, mas teve que fritar o pobrezinho injustiçado nos crimes de trafico de drogas, moeda falsa e receptação de produto de furto. Dedé, “o inocente”, seguiu no final da manhã desta terça para seu novo lar… O velho hotel “Menino da Porteira”!

Óh céus… Óh vida!

Ameaçou o tio… ficou sem a garrucha do avô

O primeiro domingo de “horário velho” na cidade do Menino da Porteira, protegida por São Francisco de Paula, começou com barulho na Rua Treze. O cidadão Luis Roberto Carvalho Rodrigues, 21 discutiu com o tio Jose Sobreiro por causa do volume do som da TV e para finalizar, ameaçou;

– Vou te matar!

Ameaças deste tipo são muito comuns no cotidiano. Policiais então ouvem essa balela o tempo todo. Não há muito com que se preocupar. Em todo caso, como seguro morreu de velho, não custa nada prevenir! Se Luis Paulo estava ameaçando matar, vai ver tinha mesmo uma arma…!

Garruchinha 38 : Herança do vovô!

Garruchinha 38 : Herança do vovô!

O tio resolveu comunicar o fato à policia.

Quando os homens da lei chegaram Luiz Paulo franqueou Continuar a ler

Apanha do marido desde a noite de núpcias…!

O casamento de Selma Aparecida Vaz Ferreira, 35 e Benedito dos Santos Barreto, 42 era um casamento à toda prova. Era…!

Eles estão casados há 16 anos, mas entre eles existe uma rival traiçoeira e malvada. È a sedutora e estonteante Severina do Popote. Sóbrio Benedito é um bom marido, abraçado com a kátia…ça, ele é um brucutu!

Ao pé da noite de ontem Selma foi visitar uma amiga vizinha, no bairro do Alto em Ouro Fino. Deixou Benedito cochilando no sofá da sala. Quando voltou ele já estava nos braços da rival… mamadiiiinho, mamadiiiinho.

– Mas marido, você bebeu de novo!!! – Questionou ela desacorçoada.

E ele respondeu… com socos, pontapés e injurias do tipo “vagabunda”, “maconheira”…

– Não sei por que ele me xinga. Eu jamais usei drogas e sou uma mulher correta e trabalhadeira… Ele me bate desde a noite de núpcias!!! – choramingou Selma pedindo providencias contra o marido.

Com ‘ajuda’ de Maria da Penha, a delegada de plantão enquadrou o brucutu no artigo 129 e arbitrou fiança de R$700 reais.

Hoje pela manhã Benedito Barreto voltou para Ouro Fino… Levando nas munhecas um par de pulseiras de prata…!

Renove sua carteira ‘fria’ por 300 reais…

      Durante blitz de rotina na MG 290 proximo a Ouro Fino, os patrulheiros abordaram o caminhão Mercedes Benz GQZ-7155 conduzido por Jose Roberto Treva, 45 anos, morador de Baependi… Com o mercedão e a carga não havia nada de rrado. O problema era com a CNH do piloto!        O documento apresentava todas as características de uma carteira… Falsa.

O computador de bordo dos patrulheiros informou que Jose Roberto era habilitado mas a licença está vencida desde fevereiro do ano passado. Indagado sobre o imbróglio ele confessou que renovou a carteira com o cidadão Cesar Aquino, na cidade de Caxambu, por R$ 300 reais. Segundo ele, Cesar trabalha com uma Van e faz viagens periódicas para a cidade Poá-SP, levando a clientela para comprar carteira de motorista…

Depois de assinbar o 304, o caminhoneiro conterraneo da beata Nhá Chica, ficou no meio do caminho… No velho Hotel Menino da Porteira!

 

 

Policia prende o homem da pistola de prata em Monte Sião

Amigos ocultos da lei levaram a policia militar à residência do cidadão Bruno Fonseca de Souza, 24 anos, no inicio da tarde deste sábado, na capital das malhas. Segundo informações Bruno mantinha em sua casa uma reluzente pistola de prata automática…

Bruno estava ausente mas sua mãe franqueou a entrada aos policiais… E eles encontraram a pistola reluzente! Mas era de plástico!!!

À luz da lei, não é crime possuir ou mesmo portar pistolas de plástico, pois elas são ineficientes para impingir ‘grave ameaça’ à alguém. No entanto, qualquer pessoa pode ser ‘assaltada’ por uma dessas. Ninguém, em sã consciência, na mira do assaltante, vai se arriscar a fazer o teste de eficiência…

Além do simulacro de pistola, os policiais encontraram entre os pertences de Bruno, considerável quantidade de drogas e centenas de cápsulas vazias, para embalagem e comercio de ‘farinha do capeta’.

O traficante estava belo e formoso no supermercado onde trabalha – honestamente – quando os policiais chegaram, fizeram cara feia e disseram a classe frase de gelar a espinha:

– “Teje preso”

Bruno Fonseca, o homem da pistola de plástico, assinou o 33 e mudou de endereço! Agora mora no velho Hotel Menino da Porteira, em Ouro Fino.

 

Aventuras e desventuras de Cirilo Bola Sete…

MENINOS QUE VI CRESCER

 

      Andando hoje pela manhã no charmoso calçadão do Leblon, Ipanena e Arpoador, lembrei – vejam só? – do Cirilo Bola Sete!!! Há dois anos, quando eu o entrevistei debaixo da conteira, defronte sua casa no velho Aterrado, ele contou que desfilou belo e faceiro por aqui…

O leitor que entrar no Aterrado, virar para ir ao Sesi e logo em seguida virar a esquerda, caminhar cerca de 150 metros em frente vai chegar a uma tripla encruzilhada. À da esquerda vai para o rancho da família do Marcilio Alves, a do centro leva à casa do desportista João Cavalo, a da direita leva a esquina fatídica, onde no dia 27 de novembro de 83 os irmãos Reanir de Lima mataram o detetive Marcos “Cabeçada” Alves da Silva com seu próprio revolver, após surpreende-lo de trás de uma cerca de taquara. Na encruzilhada da direita tem uma casa de blocos sem pintura, atrás de duas frondosas Conteiras ou Santa Bárbara. Uma cerca de alambrado mantêm fechada uma granja de patos, marrecos e galinhas mestiças. A casa antiga era mais aconchegante ou glamourosa. Tinha alpendre de frente para a encruzilhada, e durante toda sua existência teve duas cores: ora verde oliva, ora amarelo mostarda. A casa atual tem outra arquitetura, outra cor – blocos sem reboco – é cercada de alambrado, mas ocupa o mesmo espaço. Agora é preciso sentar-se no banco de concreto debaixo das conteiras do lado de fora do alambrado para observar o intenso movimento do trecho que se afunila na rua Cordeiro Olimpio. Foi ali que Cirilo nasceu e viveu quase metade de sua vida. A outra metade viveu nas cadeias e penitenciarias de Minas e de São Paulo ou nas ‘quebradas’, fugindo dos homens da lei.

Conheci o pai muito antes de conhecer o filho delinqüente. Luiz Pereira, o Bola Sete era um mulato claro de 1,68, ligeiramente obeso, pele lisa, rosto e quase todo o resto arredondado. Tinha prosa boa e sorriso fácil. Trabalhava de passador na alfaiataria do Keide na Dr. Lisboa, ao lado da joalheria do Piula, três pontos comerciais acima da sorveteria do Tião Bananeira. O apelido Bola Sete eu não sei de onde veio. Certamente se deve à predileção pela bola sete do bilhar que jogava muito bem no Bar Recreio. O fato é que o passador gorduchinho alegre e simpático, em 1976,77 já esboçava os primeiros sorrisos amargos. É que seu filhote Cirilo começava ensaiar os primeiros passos no crime, dando trombadas em garotos ou tomando na cara dura seus bonés ou objetos que eles levavam nas mãos. Bem mais tarde, já na década de 80, quando conheci o trombadinha, pude constatar que Bola Sete morria de vergonha toda vez que ficava sabendo de mais um delito cometido pelo filho. E já não eram mais trombadas. Aos dezessete anos Cirilo tinha quase o mesmo porte físico de hoje, porém muito mais ágil e forte. Furtos sorrateiros e roubos nas quebradas, atrás de uma faca tipo peixeira – naquele tempo não existia essa boiolagem de roubar com faca de cozinha, usava-se a famosa ‘lapiana’ numero nove tipo peixeira que impunha respeito – ou um revolverzinho 22 ou garruchinha velha de dois canos. Pistolas automáticas, Magnum 357 ou mesmo Taurus trezoitão só nas capitais paulista e carioca ou então se conseguisse arrombar a B.Pacheco e Cia.

Apesar de ter passado praticamente toda sua vida útil, de maneira inútil, por conta da justiça ou tentando fugir dela – só atrás das grades foram 19 anos – podemos dizer que Cirilo “se deu bem”. Sua algibeira nunca viu mais do que quatro ou cinco notas de 50, juntas, mas conseguiu sobreviver na prisão, pagar seu debito com a sociedade e hoje está limpo. Será…?

Tendo trabalhado fora de Pouso Alegre alguns anos e Cirilo pago cadeia em outras paragens, perdi de vista parte de suas façanhas e foi o próprio que as contou sentado no banco de concreto debaixo das Conteiras na encruzilhada da Cordeiro Olimpio, defronte sua casa no velho Aterrado. Mas voltemos aos anos 80, quando a nova safra de detetives chegou a Pouso Alegre. Adair, Pingüim, Barbosinha, Valim, Dorigatti, que ‘eram da terra’ e Romeuzinho, Luiz Neves, Munhoz, Paixão, Beijinho, Lobão, depois Pradinho, Tiãosinho, Batista, Faria, que fincaram raízes na terra do Mandu e outros que deixando marcas ou não foram embora. Não são apenas nomes, são policiais que destacaram Pouso Alegre no mapa do combate à criminalidade, desvendando crimes e prendendo meliantes destas e de outras plagas que aqui aportavam.

Até o final daquela década o “modus operandi” da policia civil era bem diferente. A policia conhecia todos os meliantes da cidade e sabia o que cada um andava aprontando. Meliante fichado na policia circulando nas madrugadas desertas…

Para continuar a ler essa historia, adquira o livro “Meninos que vi crescer”.

 

Preso por oferecer propina ao policial

O velho motorista Severino Joaquim dos Santos, 62 anos, foi preso ao pé da noite desta quarta em Ouro Fino, por oferecer propina a um patrulheiro rodoviário.

Ao abordar o caminhão 1113 na MG 290, os patrulheiros notaram que um dos faróis estava quebrado e os pneus do bruto estavam mais pelados do que bumbum de bebê recém nascido.

Antes que o patrulheiro emitisse as multas, o experiente caminhoneiro de Itapevi-SP, chamou o servidor num canto e fez a proposta indecorosa!

– Ajuda aí seu guarda… Esquece as multas. Eu te dou 50…

Não deu jogo. Severino Joaquim trocou a boleia do mercedão pelo taxi do contribuinte e foi sentar-se ao piano do delegado de plantão de Pouso Alegre. O artigo 333 do C.P. que trata de “Corrupção Ativa”, diz: “Oferecer ou prometer vantagem indevida a funcionário público, para determiná-lo a praticar, omitir ou retardar ato de ofício: Pena – reclusão, de 2 (dois) a 12 (doze) anos, e multa”.

Hoje pela manhã, usando pulseiras de prata, Severino voltou para Ouro Fino… Para o “Hotel Menino da Porteira”…

As multas teriam ficado muito mais barato…!

Engatilhou a arma e pôs mulher e filhos p’ra correr…


O cidadão Celso Antonio Monticelli, 48 anos, morador do Sitio dos Pinheiros, zona rural de Ouro Fino, ordeiro & trabalhador, como todo cidadão, precisa receber seus créditos para quitar seus debitos.

Nesta segunda ele pediu ao filho de 19 anos para cobrar uma divida. Ao pé da noite, ao saber que o dim-dim não entrara no caixa, ele entrou em desespero. Depois de esbravejar, pegou um revolver calibre 38, saiu para o quintal e começou puxar o gatilho.

Que sorte! Depois de vários tectectectec, nenhuma azeitona saiu quente pelo cano do trabuco. Com isso a mulher A.O.P. 39, o filho D.P. 19 e as crianças conseguiram sair correndo de perto dele e se refugiar no mato.

Quando os homens da lei chegaram, chamados por vizinhos, Celso Antonio também tentou se embrenhar no mato, mas enroscou-se nas malhas da lei e caiu com o revolver e tudo. Rolou na poeira com os policiais, mas não teve jeito. Recebeu as pulseiras de prata e desceu no taxi do contribuinte para a delegacia Regional de Pouso Alegre, levando também uma bela cartucheira 32 que estava mocosada atrás do sofá.

A mulher e o filho maior perdoaram. Não quiseram representar contra o marido e pai por ameaças e ele seria solto. No entanto, a Lei 10.826 não perdoou. Celso Antonio, o homem que puxa o gatilho e as balas não saem, assinou o 15 e o 16 da famigerada lei. Já de madrugada ele voltou para casa, desarmado e calmo… Depois de desembolsar R$ 3 mil reais de fiança…

 

Ameaçou cortar o pescoço da amasia de 15 anos no C. Jardim

Eliziel Viana de Souza tinha 21 anos quando juntou os cobertores com J.F.de S. Ela já havia passado dos 40. Viveram entre tapas e beijos durante 15 anos… sem descontar o tempo que ele viveu por conta do contribuinte no velho hotel de Franco da Rocha-SP.

Aproveitando que o moço estava atrás das grades, J.F. – que não é abreviatura do adocicado guaraná produzido em Ouro Fino –  mudou-se para Pouso Alegre e foi se esconder do valentão no Cidade Jardim.

Mas o danado achou seu esconderijo. Aproveitando a “Saidinha da Páscoa” do presídio de Franco da Rocha, Eliziel veio visitar o saco de pancadas, quero dizer, a cara-metade e reassumiu seu famigerado ‘habituê’ com a velha companheira.

Na madrugada de segunda ele chegou em casa, segundo J.F., pisando alto, com o tremendo bafo de jibóia, querendo comida quente & chamego e desceu-lhe o borralho. Depois de elogiar a cara metade com os adjetivos de p… b… e v… o brucutu ameaçou cortar seu pescoço com uma lapiana numero nove e foi pra rua. Voltou para o boteco. De manhazinha enroscou-se nas malhas da lei.

Ao sentar-se ao piano da delegada Lucila Vasconcelos, incansável defensora das mulheres indefesas e assinar o 147 com tempero de Maria da Penha, o valentão voltou para as grades… Desta vez do Hotel do Juquinha, pois não tinha R$1,2 mil reais para pagar a fiança.

Vai papudo!!!