O acidente aconteceu no inicio da noite de terça feira, 21, no Rio Sapucaí no bairro do Cristal em Pouso Alegre. Pedro Alif Ferreira Feliciano estava pescando com dois amigos quando a canoa virou numa corredeira. Os dois amigos conseguiram nadar até a margem. Pedro submergiu e desapareceu.

A procura pelo corpo do pescador teve inicio na manhã de quarta feira, 22, sendo sempre interrompida à noite, por questões de segurança dos bombeiros.
O corpo do pescado foi encontrado no final da manhã desta segunda, 26, quase uma semana depois do afogamento. O corpo deu entrada no IML de Pouso Alegre no início da tarde, passou por necropsia e foi liberado para os familiares.
Pedro Alif Ferreira Feliciano tinha 23 anos.
Mais um roubo do malote fora de hora
Os assaltantes esperavam pelo gerente no interior da agencia, e levaram os envelopes com R$17 mil do posto Saracura!

O assalto aconteceu dentro da agencia do Bradesco na Avenida Rio Branco, no centro de Camanducaia, no final da manha deste domingo. Quando o gerente do Posto Saracura chegou com o envelope recheado para fazer o deposito no caixa eletronico, um guampudo esperava por ele. Ao ver o assaltante brandindo a pistola oxidada, o gerente virou nos calcanhares e tentou desistir do deposito, mas já era tarde. Do lado de fora da agencia havia outro lombrosiano impedindo sua fuga.
Após tomar o malote com R$17 mil os assaltantes dobraram calmamente a serra do cajuru, seguindo à pé pela rua Nadine Moraes até dobrar uma esquina.
A perguntinha básica que o leitor certamente fará:
– Como é que os assaltantes sabiam que o gerente iria ao banco àquela hora fazer o deposito?
Frio inibe atuação dos meliantes
Final de semana frio em Pouso Alegre e região. E confirmando a teoria de Quetelet, o frio tem ‘freado as emoções’, e consequentemente inibido a ação dos meliantes de plantão. Durante todo o final de semana de São João, Pouso Alegre registrou apenas três furtos e dois roubos a transeuntes.

Roubo na praça Jorge Beltrão
O primeiro roubo aconteceu às nove da manhã fria do sábado de São João, na famosa Praça Dr. Jorge Beltrão, na saída da Rodoviária sentido norte, ‘point’ de nóias, mariposas e ladrões pés-de-chinelos! Ao passar pelo local a jovem agente de saúde sentiu as mãos pesadas e o hálito quente de um assaltante. O moço negro fez cara de mau e encostou a jovem na parede e tentou tomar tudo que ela levava. A chegada de populares que acorreram em defesa da jovem assustou o meliante e ele fugiu. Mas levou o celular da agente.
Adonis Regis da Silva, 29, figurinha fácil no álbum da policia, foi preso antes de chegar à baixada do Mandú, onde trocaria o celular da Ana por duas ou três pedrinhas beges fedorentas… E foi sentar-se ao piano do paladino da lei na DP, de onde pegou o Táxi do Magaiver para o hotel do Juquinha!
Roubo no Belo Horizonte
Já a jovem domestica WSS, 22, deu sopa para o malandro em prato fundo… e de canudinho! Ao voltar da balada no final da madrugada, ela foi deixada por amigos – mui amigos! – na beira da BR 459, e subiu à pé para o bairro Belo Horizonte. Muito antes de chegar em casa foi abordada por dois lombrosianos. Um queria tudo que ela levava. O outro queria ‘ela’ também! Mas se contentaram apenas em tomar seus pertences. Levaram sua bolsinha de oncinha com dez reais, as chaves de casa e um celular.
Furto no hospital… de novo!
O furto mais expressivo do final de semana de São João foi o furto de um celular no interior do Hospital Regional Samuel Libânio. E foi mais um furto cometido, não por um bandido, mas por um cidadão comum, daqueles que apontam o dedo em riste para os erros dos outros, mas, treleu não deu, basta avistar um objeto ‘dando sopa em prato fundo’ que já passa a mão leve! O cidadão quer que todo mundo seja produtivo e honesto… Menos ele!
O celular da técnica de enfermagem estava carregando a bateria dentro de uma sala do setor de doenças transmissíveis do nosocômio, no início da manha de domingo,25, quando foi furtado.
‘Ronald Bigs’ ataca em Pouso Alegre
Ele e um comparsa roubaram R$8,8 mil do empreiteiro de uma obra. O dinheiro se destinava ao pagamento dos funcionários!

Santa Doroteia foi o primeiro bairro a ter suas casas construídas em serie em Pouso Alegre. Foi rápido, entre 1969 e 1970. Dezenas de serventes e pedreiros trabalharam nas obras do bairro que começa na rua Pedro Caldas Rebelo.
O êxodo rural estava em franca ascensão. A construção das casas do bairro Santa Doroteia pôs comida na mesa de muitas famílias cujos varões haviam acabado de chegar da roça. E não foram somente os varões que ganharam dinheiro, no muque, trabalhando na obra. Muitos garotos no final da infância, numa época em que garotos podiam trabalhar, ganharam dinheiro vendendo doces, salgados e sorvetes para os peões da construtora. Na hora do almoço os peões se concentravam perto do portão de entrada do bairro, na Rua Pedro Caldas Rebelo. Os que moravam no Fátima velho ou outro local mais próximo dali, recebiam dos familiares suas marmitas de alumínio enroladas em pano de prato, ainda quentinhas! Os que moravam mais distante levavam as mesmas marmitas de alumínio enroladas em panos de pratos dentro do ‘bornal’ de lona. Na hora do almoço cada um esquentava sua marmita. O fogareiro era, apesar de rústico, pratico e barato. Bastava uma latinha de massa de tomate com três furos laterais – para entrar oxigênio -, e algumas gotas de álcool no fundo!
Era nesse intervalo de almoço, entre onze horas e meio dia, que os garotos, alguns deles filhos dos peões, ganhavam seu rico dinheirinho vendendo a sobremesa. Entre eles havia um branquelinho franzino, alegrinho, que vendia picolés da sorveteria do Ferreira, que ficava ali nas Taipas, no final da Comendador Jose Garcia. O ‘picolezeiro’ franzino vivia dando risadas. Ria de tudo que via ou ouvia. Os peões, sabendo que ele ria a toa, viviam provocando seu riso. Uns o chamavam de “Risadinha”! Outros o chamavam “Sorriso”! – Na rua Cel. Brito Filho, tem um senhor, hoje octogenário, que ainda chama o picolezeiro de “Sorriso”!- Talvez por essa empatia, Sorriso era o que mais vendia picolés no canteiro de obras do bairro Santa Doroteia. O melhor dia para se vender picolés ali era no final de manhã de sábado, quando a peonada recebia o vale semanal. Amilar, um sujeito moreno, alto, magro, ligeiro, cara fechada, – salvo engano mora na Rua Mons. Jose Paulino – era quem entregava o envelope com o ‘vale’. No final da manhã de todo sábado, dezenas de peões desciam a Com. Jose Garcia a caminho de casa – ou do mercado dos Irmãos Fonseca onde gastavam quase tudo com comida – contando a bufunfa.
À oeste do Santa Doroteia já existia o velho Cascalho. Dos outros três lados só existia pastos e fazenda. Na porta do bairro passava uma estradinha de terra vermelha – hoje Rua Pedro Caldas Rebello – que seguia para a sede da fazenda do Policarpo Campos. Pouso Alegre contava magros 40 mil habitantes. Traficantes só chegariam alguns anos depois. Maconheiros já havia uns oito ou dez. Só maconheiros. Cocaína era coisa de artista, ou de ‘filhinho de papai’ desajustado. Crack já existia… Mas só no Estádio da Lema, que em 1969 havia chegado à primeira divisão do futebol mineiro, e caído no ‘tapetão’! Assaltantes? Não! Isso era coisa de capital! Pouso Alegre era pura pureza… Naquele tempo, sim, ‘dava gosto viver’! Quem dava trabalho para a polícia eram os ladrões de jabuticaba, ou ladrões de galinhas! Em cada quarteirão do centro da cidade existia um frondoso pomar ou um galinheiro!
Bons tempos aqueles em que se podia andar na rua contando dinheiro! Jamais um peão foi assaltado! Jamais houve sequer um roubo no escritório da construtora Urano!
Quanta mudança!
As fazendas viraram bairros, as trilhas viraram ruas, a população quadruplicou, os assaltantes se ‘miltiplicaram’, e o sorveteiro ‘Sorriso’ cresceu, estudou um pouco, trabalhou o suficiente, aposentou e virou jornalista! Hoje vive contando histórias de assaltantes pés de chinelos… E de outros nem tanto!
Um dos assaltos que poderiam ter acontecido no canteiro de obras do Santa Doroteia, no dia de pagamento dos peões da obra, aconteceu no meio da tarde desta sexta-feira,23 de junho de 2017, com quase meio século de atraso! E foi bem rendoso: R$ 8,8 mil e dois celulares.
Como de habito às sextas-feiras, o empreiteiro da obra ali no bairro foi ao banco, sacou oito mil e quatrocentos reais e voltou para o prédio a fim de fazer o pagamento dos funcionários. No momento em conversava com o engenheiro, já no interior do prédio em construção, entrou um guampudo usando calça jeans dobrada até os joelhos, camiseta vermelha, pés de chinelo e touca ninja portando um trabuco prateado na mão. O lombrosiano não trabalha na obra, mas queria receber seu ‘pagamento’! E era guloso… queria tudo! Após obrigar as vítimas a deitarem no chão e dar uns chutes no empreiteiro, o assaltante enfiou a mão pesada na sua algibeira e pegou a bufunfa. Para aproveitar a empreitada o assaltante enfiou a mão no bolso do engenheiro e pegou também mais quatrocentos reais e seu celular.
A fuga do assaltante do local do sinistro, foi como as demais… Numa motocicleta preta, na garupa do comparsa que o esperava ali perto.
E o assaltante do prédio em construção, apesar de usar chinelos, que aliás deixou para trás durante a fuga, é mesmo apetitoso! Na fuga, já na rua Pedro Caldas Rebello no limite do bairro, ele avistou uma jovem a caminho do trabalho e não perdeu tempo. Fez parar a moto, saltou da garupa, jogou a jovem na parede e tomou seu celular! E dobrou calmamente a serra do cajuru levando quase nove mil reais e dois celulares…!

Há quase meio século, durante a construção do bairro Santa Doroteia, na época do sorveteiro “Sorriso”, cada assalto desse renderia pelo menos 90 mil cruzeiros ao Ronald Bigs tupiniquim!
Ônibus da Gardênia pega fogo na rodovia
O sinistro aconteceu no inicio da tarde desta sexta, 23, na BR 459,entre Pouso Alegre e Congonhal.

As bruxas não estão mais andam de vassoura… Agora elas andam de ônibus! E andam estressadas, vingativas, com os nervos à flor da pele, causando acidentes em todo canto do país.
Depois do acidente desta madrugada na BR 381, perto de São Sebastião da Bela Vista, envolvendo um caminhão, cujo motorista de 38 anos morreu no local, e um ônibus onde o motorista e 22 passageiros ficaram feridos, três deles gravemente, agora foi a vez um ônibus pegar fogo na BR 459, entre Pouso Alegre e Congonhal.
A PRF foi acionada e está seguindo para o local do sinistro. Ainda não há informações sobre a causa do incêndio no ônibus nem tampouco sobre a situação dos passageiros.
O monstro está solto…
Ele abusou sexualmente de dezenas de mulheres, destruiu sonhos de dezenas de mulheres que queriam ser mães, levou varias delas literalmente à loucura, foi condenado a 181 anos de prisão, fugiu do país para ludibriar a justiça, foi preso no Paraguai, mas passou menos de três anos vendo o sol nascer quadrado!

A noticia da liberdade precoce do ex-médico Roger Abdelmassih, condenado a 181 anos, nesta quarta feira,21, deixou muitos brasileiros indignados com a (in)justiça. É difícil compreender que um criminoso – monstruoso – ganhe a liberdade antes de cumprir sequer 2% da pena. A prisão domiciliar do monstro com uso de tornozeleira – que não o priva de viver no conforto de sua mansão em São Paulo e ir aos hospitais que quiser a hora que quiser – foi concedida pela justiça de Taubaté, onde ele estava preso até outro dia. O tarado estava internado no hospital de Taubaté desde o dia 18 de maio, com broncopneumonia. Para conceder a mamata domiciliar o Homem da Capa Preta baseou-se no estado de saúde do criminoso, que agravou muito nos últimos meses.
– Ele precisa de cuidados constantes, que não poderiam ser oferecidos dentro do presidio – justificou o Homem da Capa Preta atendendo a argumentação do causídico.
Em 2010 o medico especialista em reprodução humana foi condenado, em primeira instância, a 278 anos de cana. Aproveitando a brecha legal que permite recorrer em liberdade, ele, a jovem esposa que abandonou uma profícua carreira de procuradora de justiça para segui-lo, e o bebezinho do casal, atravessaram a fronteira e foram curtir a vida no país vizinho. A policia brasileira precisou gastar todos seus cartuchos para encontra-lo anos depois numa discreta mansão num bairro nobre no Paraguai. Preso em agosto de 2014, Roger Abdelmassih voltou ao Brasil com pulseiras de prata e foi cumprir sua pena no presidio de pessoas ilustres em Tremembé, no Vale do Paraíba.
Somando os quatro meses que ficou preso preventivamente, de agosto até as oito da noite do dia 24 de dezembro, – quando deixou uma cadeia de São Paulo com autorização do Ministro Gilmar Mendes, – aos dois anos e dez meses, de agosto de 2014 até ontem, o criminoso já pagou cerca de 2% da pena. Agora, aos 74 anos, por causa da saúde debilitada e a impossibilidade de ser tratado no presidio, o monstro que dopou e estuprou dezenas de pacientes em seu consultório, volta livre para casa. Apenas com o incomodo de uma tornozeleira…!
Isso é Brasil, onde a lei é cumprida ao pé da letra! A justiça que se dane…!
Levaram o malote do Alvorada com R$ 11 mil
O crime foi cometido por uma dupla célebre: o Gordo & o Magro!

O roubo aconteceu ao pé da noite desta quarta-feira, 21,na Rua Adolfo Olinto. E foi um roubo básico, onde o assaltante nem precisou fazer força… Bastou apontar o trabuco e tomar o malote!
Passava pouco das oito da noite quando os dois funcionários saíram do supermercado Alvorada, na Vicente Simões e atravessaram a rua com o malote para depositá-lo no Banco Itaú, do outro lado da rua. Antes de chegarem ao caixa foram abordados pelo assaltante que já esperava por eles. O macambúzio sujeito cobriu o rosto com uma mascara e uma manta vermelha, mandou que ambos deitassem no chão e tomou a guaiaca com R$11.100! E passou sebo nas canelas. A poucos metros dali um comparsa esperava por ele em uma motoca pequena, e dobraram a serra do cajuru Adolfo Olinto acima.
Segundo os funcionários do supermercado, que viram o cano escuro do trabuco apontando pra eles, os soturnos assaltantes eram, um gordo e outro magro!
Mãe desesperada paga resgate da filha à prestação
Depois de receber a primeira ‘parcela’, o sequestrador continuou extorquindo a vitima, até que um parente abriu os olhos dela…!

Este caso aconteceu no bairro esplanada em Pouso Alegre, no sábado,17. Dona Maria recebeu a tradicional ligação de um desconhecido que dizia estar com sua filha. E como sempre, queria muito dinheiro para devolvê-la sã e salva.
Embora não dispusesse de dinheiro para este tipo de despesa extra, ao ouvir as chorumelas da suposta filha no celular, dona Maria pechinchou e pagou R$300.
Depois do primeiro deposito, o sequestrador, sentindo firmeza no negocio, ou fraqueza na vitima, pediu mais dinheiro! E dona Maria fez novo deposito, desta vez de R$450. Quem tem trezentos e depois consegue pagar mais quatrocentos, certamente consegue pagar mais um pouco… Foi o que pensou o sequestrador a centenas de quilômetros de Pouso Alegre, numa penitenciaria qualquer. Por isso ele fincou o pé que só soltaria a filha de dona Maria se ela pagasse mais R$400. E o cofrinho de porquinho virou cacos…! Tão logo recebeu o terceiro pagamento, o salafrário, dando risadas baixinho, pediu mais R$500! E não parou por aí.
Antes de fazer o quinto deposito, já tendo quebrado todos os porquinhos da casa, dona Maria pediu ajuda a familiares… E finalmente a ficha caiu! A filha nunca estivera sequestrada.
A essa altura, o falso sequestrador já havia levado R$1.650 reais de dona Maria!
Isso poderia ter sido evitado…
Quando ouviu o primeiro pedido de resgate e a ameaça para não desligar o telefone, bastava dona Maria dizer:
– Espere um minuto senhor sequestrador. O susto que você me deu foi tão grande que minha pressão foi às nuvens… Só vou tomar meu Atenelol e já volto para resgatar minha filha!
Ao invés do remedinho para pressão, era só ir à casa da vizinha, pedir o seu celular e ligar para a filha! E descobrir que ela estava ‘diboinha’ no seu trabalho, na sua escola, no motel, enfim: gozando plena liberdade. Depois era só mandar o sequestrador pé-de-chinelo sequestrar a senhora mãezinha dele, desejar-lhe boa tarde, desligar o celular e deixá-lo só com o cabo do guarda chuva na mão!
Cachorrada em Cambui
Estudante comprou cachorro de raça, pela internet, por R$2,7 mil… e ficou só com a coleira na mão!

Semana passada a jovem estudante M.M.O., 22, moradora de Cambui, encontrou o cachorro dos seus sonhos… Um “Spitz Alemão”! e resolveu compra-lo. O preço do latildo: R$2.712,00! Mas isso não é problema quando se quer um bichinho de estimação. O enrosco é que o cão é de um criadouro da cidade de Agudos-SP. E para garantir o negócio, a estudante teria que depositar um ‘sinal’ de R$500. Mesmo sem ouvir ao vivo e a cores o latido do Totó, ainda assim, na sexta-feira, 16, M.M. depositou o sinal.
Toda a negociação foi feita virtualmente, através de e-mails e celulares. Tão logo pagou os quinhentos reais de sinal… o cachorro parou de latir, quero, dizer: o vendedor não respondeu mais seus e-mails e nem suas chamadas!

No sábado, através de uma amiga, a jovem M.M. ficou sabendo que o endereço do canil na cidade de Agudos – cidade na qual se produz a melhor cerveja Brahma do Brasil -, não existe! E a estudante que pagou R$ 500 apenas de sinal para ter um fofinho Spitz Alemão, ficou só com a coleira na mão…
Que cachorrada!!!
Assalto no Jardim Yara
Na fuga o assaltante desfez da arma e da res furtiva. O trabuco ele escondeu no forro da própria casa, o celular voou para o telhado e o dim-dim ele escondeu na casinha do cachorro do vizinho!
Os dias que passei sem alimentar o blog com noticiais policiais, não fizeram falta, pois desde quarta-feira,14, quando ‘peguei a estrada’, poucos crimes aconteceram em Pouso Alegre e área do 17º Departamento de Policia que mereçam destaque. Tivemos, como sempre, alguns furtos e roubos, a maioria de celulares, e várias prisões de traficantes formiguinhas. Mas como sempre, “deu nada, não” pois os autores são “dimenor”.
O roubo mais significativo, com emprego de arma de fogo, aconteceu no Jardim Yara. Às sete e meia da noite de quinta, dia de Corpus Christie, o assaltante entrou no mercadinho, na cara limpa, apontou um trabuco prateado e fez a proposta indecente de sempre:
– Perdeu Mané… Passa o dim-dim que dói menos!
E era dia de caça! Havia mais de mil reais no caixa do mercadinho. Mas o assaltante achou pouco e levou também o celular do funcionário.
Tão logo tomou conhecimento do roubo os homens da lei saíram na sombra do meliante. Ele foi abordado na rua do Foch, perto da sua casa e fez o que pode para dobrar a serra do cajuru. Pulou muros e quintais, quebrou telhados e acabou caindo nos braços da lei.
Apesar da fuga desesperada, o assaltante teve tempo de mocosar a res furtiva. Os R$ 1.102 roubados do mercadinho estavam escondidos numa casinha de cachorro de um vizinho, por onde ele passou. O revolver prateado calibre 32 com seis azeitonas prontas para vomitar, usado para convencer os funcionários do mercadinho a entregar o ouro, ele havia guardado no forro da própria casa.
O assaltante que caiu nos braços da lei, apesar da pouca idade, possui uma gorda capivara. Nela consta desde furtos e roubos até homicídio!
KFSR recebeu as pulseiras de prata da lei, desceu no taxi do contribuinte para a DP, sentou ao piano, assinou o 157, mas … ‘Deu nada, não’, pois ele só tem 17 aninhos!

