Madonna leva sua dona para o xilindró em Monte Sião

Ao separar-se do marido policial, há três anos em Monte Sião, a tricoteira Neidimar Gomes do Nascimento ganhou de presente uma cadela mestiça Pitt Bull, de cores branca e caramelo. Na época Neidimar morava no bairro Magioli e deixava a cachorra solta na rua, para evitar o stress. Estressados no entanto ficaram os vizinhos com os latidos e investidas da cadela mestiça.
Atendendo um abaixo assinado dos vizinhos preocupados com o show de Madonna, Neidimar foi chamada na chincha e sentou-se no banco dos réus. O homem da capa preta não prendeu Neidimar, mas determinou que ela prendesse a cadela e pagasse um salário mínimo a uma instituição de caridade. E foi benevolente… permitiu que ela pagasse em 5 prestações.
Para ficar livre do ‘presente de grego’ ganho do ex-marido, Neidimar imediatamente mandou Madonna cantar, quero dizer, latir em outro quintal. Atravessou o “Portal da Divisa”, cuja fita de inauguração presenciei o corte na noite de 30 de dezembro de 2004 – e foi morar no bairro dos Francos, na vizinha e bela Águas de Lindóia – Que saudade!!!
Como estava morando em outro Estado Neidimar, ‘esqueceu’ de pagar o restante das prestações pecuniárias determinadas pelo juiz … Mas o juiz não se esqueceu dela. Expediu Mandado de Prisão. No crepúsculo desta terça Neidimar voltava para casa na garupa do novo companheiro, quando avistaram uma blitz da PRE. O motoqueiro, sem carteira, acelerou fundo, furou o bloqueio e somente parou sua motoca Suzuki na porta lateral de uma viatura no outro lado da fronteira. Além de ter a mota apreendida e de ter que pagar pelos danos na viatura, o motoqueiro ficou sem a amasia. Neidimar recebeu pulseiras de prata e desceu no taxi do contribuinte para a delegacia regional de Pouso Alegre.
Tudo por causa do ‘show’ que Madonna branca e caramelo propiciava aos vizinhos no velho bairro Magioli…

Boiadeiro cai do cavalo com carteira fria

Israel Cirino, de 36 anos, mora há mais de vinte no bairro Recanto das Margaridas em Santa Rita do Sapucaí… Mas há cinco anos foi tirar carteira de motorista na cidade de Ferraz de Vasconcelos, nas rebarbas de São Paulo – Porque será??? – Chegou até mesmo a renovar a CNH sem problemas, no local de origem naturalmente…
O ‘probleminha’ surgiu ontem ao pé da noite quando ele conduzia sua S10 branca pela MG 173, próximo à Cachoeira de Minas. Quando os patrulheiros o pararam numa blitz de rotina e pediram os documentos, ele entregou sem medo. Mas… ela não consta no cadastro nacional de condutores. È fria, gelada, falsificada, comprada, sem valor. Só serve para o enquadramento no artigo 304 do CP.
Mas o boiadeiro não ficou á pé, não. Sua S10 branca foi apreendida mas ele desceu de carona no taxi amarelo e preto dos patrulheiros para a delegacia regional de Pouso Alegre. Cirino, que é tratador de bois se rodeio, caiu do cavalo…

Pedofilia… Vovozinho estupra menina que viu crescer

Ele aproveitou-se da amizade com a família e da instabilidade emocional da garotinha de 15 anos para atraí-la à sua casa e estuprá-la.

Foi preso no final da noite de ontem o cidadão Joaquim Claret Lopes, de 61 anos, acusado de ter estuprado a adolescente D., depois de atraí-la à sua residência no centro da cidade, através de um telefonema, ameaçando matá-la.
Parece mais a figura obsoleta do crime de sedução – que hoje coincidentemente tem o mesmo numero de artigo no remendado Código Penal. Joaquim é amigo – mui amigo!! – da família da garotinha desde tempos imemoriáveis. D., hoje com 15 anos, é “menina que ele viu crescer” dentro de sua casa, jogando vídeo game com seus filhos – o caçula tem atualmente 17 anos e há vários não fala mais com a amiguinha. Com a adolescência a garotinha que ainda não atingiu um metro e sessenta de altura, adquiriu corpo e feições de mulher e despertou o interesse sexual do pedófilo, que poderia ser seu avô. Desde o ano passado Joaquim vem assediando a garota, insistindo em praticar sexo com ela, ameaçando matá-la caso ela o rejeite ou conte para os parentes.
– Faz uns seis meses ele me estuprou pela primeira vez na casa dele… Meu pai é ausente, minha mãe está internada no hospital há muitos anos. Eu moro com minha tia. Eu contei para ela, me levaram no hospital e fiz exame mas o medico falou que eu tenho hímem complacente, por isso não houve rompimento e ele não foi preso. Ninguém acreditou em mim – Contou-me a menina que mora no centro com a tia de 19 anos e cursa o primeiro colegial.
– Ele continuou me assediando… Ontem à noite ele ligou para o meu celular, ta aqui a chamada, pode ver – mostrou a garota. O celular estava com minha tia, ela viu a chamada. Depois eu retornei a ligação. Ele falou para mim ir na casa dele senão ele me matava. Quando eu cheguei lá ele me levou para o quarto e me estuprou. Minha tia foi lá me procurar, ele me mandou esconder no banheiro. Dez minutos depois Joaquim me colocou no carro dele e pediu para eu me abaixar no banco. Quando ele foi virar a esquina perto do Alvorada minha tia viu e me tirou do carro… Ele deu desculpa que eu tinha ido na casa dele jantar e foi embora… – completou serena a garotinha que ontem à noite mesmo foi submetida a exames médicos e coleta de material que comprovam o crime.
Antes de sentar-se ao piano do delegado Bruno Pereira, Joaquim Claret jurou-me de pés juntos que é inocente. Diz ele que está sendo vitima de uma armação;
– Eu sou amigo da família. A menina vai lá em casa toda hora, comer… Eles estavam me seguindo na rua.
Inocente ou não o ‘tiozinho’ com pinta de vovozinho assinou o 217 e foi se juntar a outros 530 ‘inocentes’ no Hotel do Juquinha.

Comeu maconha… esperou dois dias para c.. a prova do crime

Semana passada o assaltante Anderson  Pereira Lefol, o Ratão, passou – perdoe-me o termo – um tremendo cagaço, literalmente. Ficou dois dias sozinho numa cela de triagem no Hotel do Juquinha, vigiado o tempo todo, esperando… defecar.
Anderson Ratão, morador do Santa Luzia, cumpre pena por assalto à mão armada e como está ‘no bom comportamento’, faltando apenas dois meses para findar a pena, adquiriu o beneficio de trabalhar na fabrica de cadeiras nas dependências externas do presídio. Junto com o beneficio da lei, Ratão adquiriu também a incumbência ‘compulsória’ de outros presos de levar drogas para o interior das celas no final do expediente.
Funcionou assim; Alguém colocou um embrulho com 66 barangas de maconha na beira da tela do presídio. Ratão passou a mão leve e para passar pela revista diária, engoliu a erva marvada – Será que era pura ou era bosta de cavalo?!?
Para azar de Ratão, um agente percebeu quando ele fez a refeição proibida, o néctar dos nóias… Após passar uma tarde inteira, sem sucesso, no PS do Regional à base de lacto-purga ele foi colocado na cela separada até expelir a prova do crime. Depois de dois dias de dor de barriga, finalmente Anderson Ratão “vomitou’ a droga e pode voltar para o convívio com os demais presos. Antes porém ele foi sentar-se ao piano do delegado de plantão na DP onde assinou um 33. Faltavam dois meses para ele ganhar a liberdade, agora faltam 62 …
É como diria o egresso Cirilo Bola Sete em suas “aventuras e desventuras”; Antigamente era fácil pagar cadeia, hoje o sistema é cruel…

Nóia bonzinho … é traficante

O cidadão N.C. Pinheiro foi ‘apreendido’ na virada da noite de sábado na Alfredo Custodio de Paula, com pequenas porções de drogas variadas. N.C. explicou aos policiais que a droga era para uso próprio, pois é viciado.
– … Mas são três embrulhos diferentes, 73 gramas de pasta base de cocaína, 10 gramas e cocaína pura e 64 gramas de crack!!! Você pode sofrer uma overdose – questionou o delegado de plantão.
– …É que eu vou ao Forró do Preguinho e vou dividir com meus amigos Vitinho e Buzinho … – argüiu o aviãozinho.
Tudo bem. Mas ‘dividir’ e ‘distribuir’ são a mesma coisa e distribuir é um dos verbos da atividade “traficar”. Por isso o delegado sentou o delinqüente ao piano e o enquadrou no 33… Mas não pode trancafiá-lo no hotel do Juquinha, pois N.C.Pinheiro só tem 17 aninhos…

Jogou o trabuco fora e foi esconder debaixo da cama

Ao passar pela famosa Luiz Prudenciano Alves, no velho Texas, policiais militares avistaram o cidadão Wanderson Pereira Delfino com pinta de somongó. Antes mesmo da abordagem, Anderson jogou um objeto no quintal da casa 46 e tentou dobrar a serra do cajuru. Entrou num boteco ali perto e foi se esconder debaixo da cama da casa de dona Sonia Maria da Silva. Localizado, Wanderson recebeu pulseiras de prata e explicou que o embrulho atirado no quintal era um revolver Ina, calibre 32, que ele comprara há vários anos em BH para se defender, mas sempre o deixava escondido no mato.
O moço de 22 anos pagou fiança de R$622 e voltou para casa… desarmado. Será que vai passar o resto da vida debaixo da cama…!!!

Maria da Penha abraça mais um valentão…

Juarez Campos Silveira 36 e Claudia Vaz de Lima, 37 vivem ‘meio’ maritalmente há 18 anos… em casas separados. Tem dois filhos, de 12 e 14 anos mas neste período viveram sob o mesmo teto apenas 8 meses. Segundo ela, é para preservar a incompatibilidade de hábitos, pois Juarez é muito beberrão. Ontem no entanto, depois de mais um encontro com loira gelada,  Juarez queria levar a morena Claudia para quatro paredes, na marra…
Mais uma vez se desentenderam. Juarez perdeu as estribeiras e passou a ameaçar a cara-metade – metade mesmo – dizendo que iria quebrar seu carro. Os homens da lei foram chamados e o casal desceu de Ouro Fino para Pouso Alegre para sentar ao piano do delegado de plantão e assinar o 147. Como não tinha os R$ 1.ooo mil reais para pagar a fiança, Juarez foi curtir a solidão do velho hotel Menino da Porteira. Ele está acostumado…

Marcelo Rios… outra vez sem celular

Semana passada o cidadão Marcelo de Almeida Rios, chamou a policia para dar queixa de roubo do seu aparelho celular – ver matéria Andrezinho toma celular na tora e ameaça matar – e contou que o meliante havia tomado seu aparelho. Ontem ele chamou a policia novamente, desta vez no Texas e repetiu a queixa, mas contou historia diferente. Disse que desceu ao velho Aterrado para comprar drogas para uso e acabou sendo extorquido;
-… Eu fui comprar uma baranga de farinha na Oscar Dantas… O garoto apareceu, pegou meus dez reais e foi buscar, mas pegou também meu celular. Depois voltou com umas pedras de crack… Mas eu não queria pedra, eu queria farinha, e ele não devolveu meu celular…
A PM prontamente localizou o ‘avião’ Marino Salvador Dias, o qual deu uma de ‘João sem braço’ e devolveu o aparelho celular.
Como a historia estava por demais obnubilada, Marcelo, Salvador, o aparelhinho e a historia mal contada foram parar na DP. Todos foram liberados, menos o aparelhinho da discórdia…
Semana que vem, qual será a historia do moço…??

Michele morreu por overdose de cocaina na vagina

Morreu na manha deste domingo a jovem Michele de Cássia Santos, vitima de overdose de farinha do capeta. Ela estava na fila de visitantes do Hotel do Juquinha esperando ser revistada para visitar o namorado Daniel Silva Alves o Dany Boy, no sábado, quando passou mal e foi levada para o pronto socorro do Regional. Os médicos constataram intoxicação acidental aguda por drogas. Michele havia inserido três porções de cocaína no corpo, uma na vagina e duas no reto. A droga estava envolta em pedaços de luvas de borrachas e uma delas se rompeu. A farinha rapidamente se espalhou na corrente sanguínea causando a intoxicação.
Esta modalidade de trafico de drogas para o interior dos presídios tem se tornado rotina Brasil afora. No velho hotel da Silvestre Ferraz onde a visita semanal era coletiva – todos os presos eram colocados no pateo para receber os familiares – era comum encontrarmos vômitos e fezes no chão do banheiro, onde os ‘mulas’ – e bestas – expeliam a droga que naturalmente escapavam da revista feita pelos policiais. Óbitos com este tipo de overdose também tem se tornado corriqueiro.
Michele de Cássia no entanto, parecia ignorar o perigo. Aliás, se perigo fazia parte do dicionário da jovem nascida em outubro de 79 e criada no velho Aterrado, no submundo do crime, ela brincava e zombava dele.  Michele começou a ‘caminhada’ no crime ainda na adolescência. Pequenos furtos em lojas do centro eram sua especialidade. Por vários anos, o ‘gay’ Paulo Sergio de Freitas, o ‘Ginho’, foi seu parceiro inseparável. A parte mais interessante da aventura ilegal e perigosa era justamente quando enroscavam nas malhas da lei e eram levados para a DP. Mesmo de ‘orelhas quentes’, chegavam dando risadas e debochando das vitimas, pois sabiam que depois de um chá de banco e alguns sermões do delegado e às vezes do promotor da infância e juventude, voltariam para a rua. Pareciam se divertir. Conselhos das autoridades e advertências dos policiais de que quando chegassem aos 18 anos, o caldo engrossaria, foram todos inúteis. Ginho virou homem – homem ? – e há anos se hospeda no Hotel do Juquinha. Michele passou de menina a mulher, aliás uma procriadeira de colo cheio… Aos 32 anos tem 08 filhos imberbes, uma ‘escadinha’… Do primeiro companheiro Edvaldo “Neném” – morto há quatro anos no trafico – são três. Com Dany Boy, que vive de uma cadeia para outra desde o final da década de 90, ela tem outros tantos. Os demais desconhecemos a paternidade.
Um levantamento estatístico prisional publicado ano passado pela revista Veja, mostrou que cerca de 90% da mulheres que hoje curtem o sol quadrado, estão envolvidas com o trafico de drogas. A quase totalidade foi parar atrás das grades levando drogas para seus maridos, companheiros e filhos. O detalhe mais interessante é que quando eles estão presos elas vão visitá-los e arriscam a vida e a liberdade levando drogas e celulares para eles, dentro do próprio corpo. Quando elas estão presas e eles saem, não passam nem na porta do presídio…
Semana passada encontrei casualmente Daniel Silva Alves, o Dany Boy na delegacia regional. Ele fora ali prestar esclarecimentos sobre um patuá de crack que circulava sem dono na ponta de uma “tereza” pelos corredores do hotel do Juquinha. O “Menino que vi crescer”, com o sorriso habitual perguntou: “E aí, Chips… Quando você vai escrever minha historia?” Ele tem mesmo historia para contar…
Dany Boy acaba de acrescentar mais uma capitulo especial a ela. Michele de Cássia, sua fiel escudeira, deu a vida – torta – por ele…

Voce fuma Maconha ou bosta de cavalo?

Muito se tem falado em maconha ultimamente. Principalmente no sentido de sua legalização ou descriminalização. E, querendo ou não a erva marvada pode recuperar seu antigo nome, como era conhecida há dois mil anos: erva santa. Até pouco tempo usar uma camiseta com foto da folha de cannabis estampada ou chaveiro, dava cana… era apologia ao crime. Agora as “marchas para a maconha” levam milhares de maconheiros e simpatizantes para a rua, ‘numa boa’.
Bem, sem entrar no mérito da questão, vejamos um pouco de sua – controversa – historia.
Até o século XX a maconha era mais famosa nas Américas como fibra têxtil e como planta medicinal. De meados do século XIX até os anos 40 a maconha constava na farmacopéia oficial de vários países. Remédios a base de maconha eram encontrados em qualquer farmácia. No ocidente a maconha começou a ser usada como psicotrópico por escritores e artistas no século XIX, como os poetas franceses Rimbaud e Baudelaire, mas sua utilização restringia-se a pequenos círculos boêmios das grandes cidades e as colônias de imigrantes asiáticos e africanos.
Em meados do século XX, porém, os cientistas identificaram os efeitos colaterais da maconha e seu uso acabou restringido ou excluído nas farmacopéias, sendo proibido por lei em vários países. O consumo da maconha, entretanto, passou a ser disseminado no mundo nos anos 60. A difusão do Rock e de Woodstock, bem como o avanço hippie em muito colaborou para que a maconha se espalhasse pelos Estados Unidos e desde este país fosse disseminada para o mundo todo.
Seu uso era freqüente entre as classes mais baixas e mais tarde foi difundido entre os jovens de todas as classes. Na década de 1960 a maconha era usada em shows de rock, juntamente com outras drogas e atingiu grande abrangência entre os jovens, sendo inclusive usada por soldados americanos na Guerra do Vietnã. No Brasil a droga é usada principalmente pela população jovem de classe baixa, média e alta. Nos últimos anos as estatísticas mostram que a maconha está sempre entre as drogas ilícitas mais consumidas pelos jovens estudantes colegiais e universitários.
Em todos os estudos feitos até agora, não se conseguiu provar se a maconha causa dependência psíquica ou não. Mas uma coisa é certa, certíssima, tão certa quanto você estar lendo esta matéria neste momento… a maconha causa dependência “social”. Quando o organismo do sujeito se ‘acostuma’ com a droga e não encontra nela mais o prazer do inicio, ele não para com as drogas. Ele não pode cometer a fraqueza, o vexame perante os amigos, de virar ‘careta’, por isso ele busca outra mais forte. O Crack, a cocaína, o haxixe…
O assunto é vasto e só peguei na pena, quero dizer, no mouse, para falar da parte hilária da droga… na qualidade da famigerada erva santa…
São mais de 60 substâncias que se encontram presentes na maconha, chamadas pelo nome genérico de canabióides. O tetrahidrocanabiol é a substância preponderante e o principal princípio ativo da maconha. Também é conhecido o delta 9 tetrahidrocanabiol. Sua concentração varia de 1% a 5% na maconha comum e de até 33% na supermaconha conhecida ultimamente como skunk, produzida no Marrocos, Afeganistão e Egito.
Além do cheiro característico, parecido com queima de qualquer capim verde, que identifica tanto a própria quanto seus usuários, a maconha, por ser proibida por lei, não sofre qualquer tipo de controle de qualidade. Não existe qualquer fiscalização pública ou privada. O risco é inerente ao negócio. O que vale é o lucro.
Ano passado, durante busca e apreensão de armas e drogas num muquifo em Juruaia, a capital da Lingerie, a policia militar encontrou 300 gramas de estrume de vaca, bem guardadinha no guarda roupa. A bosta desidratada seria misturada na maconha e vendida aos nóias da cidade…
Em 1997 a Polícia Federal de Santa Catarina apreendeu um traficante na Grande Florianópolis, com dois mil quilos de maconha.
O procedimento policial, neste caso, é levar o indivíduo para a delegacia e a droga para o laboratório. Somente após o laboratório confirmar que se trata de droga, o que se faz pela análise da presença do princípio ativo, o delegado registra a ocorrência policial.
Procedido o exame do material, não constatou-se o princípio ativo. Feito novo exame, com outra amostra, não apareceu o THC. Levada uma amostra, com urgência para o laboratório central da Polícia Federal, que tem mais recursos de investigação, confirmou-se que não era maconha.
Instado a se pronunciar, o detido informou que “realmente havia iniciado vendendo maconha pura, mas como a polícia tornava as coisas muito difíceis, havia começado a misturar bosta de cavalo. Tendo havido aceitação e elogios dos consumidores, que não sabiam da mistura, foi aumentando a parte de bosta e, para surpresa geral, informou que hoje vende bosta pura.
Se alguém que você conhece, usa maconha há algum tempo e diz que não sente nenhum prejuízo com o uso, pergunte-se: o que será que ele está fumando realmente… Maconha ou bosta de cavalo… ?!?!?