Dupla derrama notas de R$ 100 – falsas – em jacutinga

Nota de R$100A primeira pessoa a desconfiar que a cédula recebida do cidadão Wellington de Almeida Souza era falsa, foi a comerciaria Andressa… Antes que ela tomasse qualquer atitude, chegou esbaforido em sua loja o comerciante Jeferson Freinhan procurando por eles!

– Estiveram aqui na sua loja um sujeito assim-assado acompanhado de outro fazendo compras?

– Sim…

– Ele te pagou também com uma nota de cem reais? Deixe-me ver! É igual a que ele me deu. É falsa…!

Em poucos minutos reuniu-se meia dúzia de comerciantes do centro de Jacutinga que haviam recebido dinheiro falso da dupla, entre eles o Jonival da lanchonete ‘Sabor de Minas’, o Jeferson Freinhan do Supermercado Estrela, e o Tiãozinho da mercearia!

A lavagem do dinheiro falso era idêntica em todas as lojas pelas quais passaram… Compravam secos e molhados, material de limpeza e outros artigos domésticos cuja soma não passava de trinta reais, davam uma nota de R$ 100,00 fria… E recebiam o troco, quente!

Dado o alarme procuraram pelos guampudos do Citroen Xsara preto mas eles já haviam dobrado a serra do cajuru!

 

Produtos comprados pela dupla para lavar as notas de R$ 100.

Produtos comprados pela dupla para lavar as notas de R$ 100.

Comunicada, a policia militar espalhou a noticia via radio e imediatamente armou-se o cerco em torno da cidade de Jacutinga.

A dupla de falsários foi abordada no Bairro Escolinha, tentando dobrar a serra do cajuru. Com eles havia ainda cinco notas de cem mais falsas que cabelo de loira! Mas havia dinheiro quente! Mocosado na meia de Wellington os policiais encontraram R$ 1.500 devidamente ‘lavado’ nos estabelecimentos comerciais por onde passaram!

Wellington de Almeida Souza, 37 e Murilo Gonçalves de Lima, 25, oriundos de Santo André–SP, mudaram o itinerário… Pegaram carona do taxi do contribuinte e foram até Pouso Alegre sentar ao piano do delegado de plantão. Preferiram o silencio. E mudos assinaram o 189!

Na manha desta terça pegaram o taxi do Magaiver e foram se hospedar no velho Hotel de Albertina!

Simplorio & Finório atacam de novo em Pouso Alegre!

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… Menos de quarenta e oito horas depois!

A vitima da vez foi a senhora Brianezzi, 72 anos moradora do Esplanada. Caminhava ela bela e faceira para manter a forma no Fatima I, no final da manhã desta segunda, quando achou a sorte grande!

Nas proximidades do Posto Fatima apareceu Simplorio… Moço de uns quarenta anos, usando camisa polo verde escura e calça escura. Sem mais delongas o moço foi dizendo que tinha um bilhete premiado da Mega Sena, mas era analfabeto e não sabia como fazer para receber o premio. E prometeu dar a ela cem mil reais se ela o ajudasse.

Antes que dona Brianezzi ordenasse as ideias e calculasse quantos anos ainda precisaria viver para somar cem mil reais de aposentadoria, apareceu Finória!!! Senhora fina, educada, bem vestida, cerca de 50 anos. Dizendo ser advogada, foi logo recomendando que falassem baixo para ninguém ouvir, pois corriam o risco de serem assaltados… E Naturalmente se ofereceu para ajudar! Em troca de cem mil também, é claro!

Conversa vai conversa vem, Simplorio concordou em dar cem mil para cada uma, mas para isso precisava de uma ‘prova de confiança’ de ambas!

A advogada “Finória” imediatamente abriu uma bolsa feminina, retirou um pacote com notas de cem, dizendo ser cinco mil reais e entregou à Simplorio, que guardou o maço de ‘dinheiro’ na patrona de couro que trazia à tiracolo. Em seguida entraram no carro de Finoria e foram à residência da senhora Brianezi pegar a sua ‘prova de confiança’.

– Mas a senhora só tem R$ 2,500, dona Brianezi! – Choramingou ofendido Simplorio.

– Ah, não… Mas então você vai dar só 50 mil pra ela! – reclamou a advogada que havia dado cinco mil como prova de confiança!

Então – pasmem meus estimados leitores – a senhora Brianezi, 72 anos, vivida, aposentada, entrou novamente no carro com a dupla e foram ao banco Mercantil! Lá ela fez um empréstimo no caixa eletrônico, no limite do que podia… R$ 2.227 e entregou ao dono do bilhete premiado!

Com dim-dim da aposentada na guaiaca, seguiram para a Caixa Econômica Federal para sacar os milhões da Mega Sena. No caminho da Caixa deu uma fome danada no ‘milionario’ senhor Simplorio. Ao passar defronte uma lanchonete ele disse que precisava comer um lanche…

Sem espaço para estacionar, a advogada pediu à dona Brianezi para descer e comprar o lanche enquanto ela esperava com o pisca alerta ligado!

E ela desceu…

Deixando com Finorio R$4.727…

E nunca mais os viu!

– Mas a senhora não desconfiou que fosse um golpe senhora Brianezi? – perguntou o policial que registrava seu BO.

– Não! Eles eram tão bonzinhos, tão educados…! Além do mais, a advogada também entregou cinco mil pra ele! – ‘consola’- se dona Brianezi!

Só tinha uma nota de cem por cima do pacote de papel cortado, tia!!! E eles eram parceiros!!! Vivem de aplicar este golpe Brasil afora! O nome dele é Simplorio… O dela é Finória…!

 

Simplorio & Finório atacam de novo em Pouso Alegre!

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… Menos de quarenta e oito horas depois!

A vitima da vez foi a senhora Brianezzi, 72 anos moradora do Esplanada. Caminhava ela bela e faceira para manter a forma no Fatima I, no final da manhã desta segunda, quando achou a sorte grande!

Nas proximidades do Posto Fatima apareceu Simplorio… Moço de uns quarenta anos, usando camisa polo verde escura e calça escura. Sem mais delongas o moço foi dizendo que tinha um bilhete premiado da Mega Sena, mas era analfabeto e não sabia como fazer para receber o premio. E prometeu dar a ela cem mil reais se ela o ajudasse.

Antes que dona Brianezzi ordenasse as ideias e calculasse quantos anos ainda precisaria viver para somar cem mil reais de aposentadoria, apareceu Finória!!! Senhora fina, educada, bem vestida, cerca de 50 anos. Dizendo ser advogada, foi logo recomendando que falassem baixo para ninguém ouvir, pois corriam o risco de serem assaltados… E Naturalmente se ofereceu para ajudar! Em troca de cem mil também, é claro!

Conversa vai conversa vem, Simplorio concordou em dar cem mil para cada uma, mas para isso precisava de uma ‘prova de confiança’ de ambas!

A advogada “Finória” imediatamente abriu uma bolsa feminina, retirou um pacote com notas de cem, dizendo ser cinco mil reais e entregou à Simplorio, que guardou o maço de ‘dinheiro’ na patrona de couro que trazia à tiracolo. Em seguida entraram no carro de Finoria e foram à residência da senhora Brianezi pegar a sua ‘prova de confiança’.

– Mas a senhora só tem R$ 2,500, dona Brianezi! – Choramingou ofendido Simplorio.

– Ah, não… Mas então você vai dar só 50 mil pra ela! – reclamou a advogada que havia dado cinco mil como prova de confiança!

Então – pasmem meus estimados leitores – a senhora Brianezi, 72 anos, vivida, aposentada, entrou novamente no carro com a dupla e foram ao banco Mercantil! Lá ela fez um empréstimo no caixa eletrônico, no limite do que podia… R$ 2.227 e entregou ao dono do bilhete premiado!

Com dim-dim da aposentada na guaiaca, seguiram para a Caixa Econômica Federal para sacar os milhões da Mega Sena. No caminho da Caixa deu uma fome danada no ‘milionario’ senhor Simplorio. Ao passar defronte uma lanchonete ele disse que precisava comer um lanche…

Sem espaço para estacionar, a advogada pediu à dona Brianezi para descer e comprar o lanche enquanto ela esperava com o pisca alerta ligado!

E ela desceu…

Deixando com Finorio R$4.727…

E nunca mais os viu!

– Mas a senhora não desconfiou que fosse um golpe senhora Brianezi? – perguntou o policial que registrava seu BO.

– Não! Eles eram tão bonzinhos, tão educados…! Além do mais, a advogada também entregou cinco mil pra ele! – ‘consola’- se dona Brianezi!

Só tinha uma nota de cem por cima do pacote de papel cortado, tia!!! E eles eram parceiros!!! Vivem de aplicar este golpe Brasil afora! O nome dele é Simplorio… O dela é Finória…!

 

Vivo dá premio de R$ 35 mil para Pousoalegrense

O premio da dona Sonia era tão falso quanto essa nota...!

O premio da dona Sonia era tão falso quanto essa nota…!

Estava ela quieta no seu canto no meio da tarde de sábado, 25, quando seu celular tocou…

– Alô… É dona Joana que está falando?

– Não. Aqui quem fala é Sonia!

– Mas esse celular não é o numero xxxx-yyyy, da Vivo?

– Sim…

– Mas então é com a senhora mesmo que eu quero falar… Esse numero foi premiado no Sorteio da Recarga Premiada Vivo! A dona deste aparelho acaba de ganhar um carro zero quilômetro e R$ 35 mil em dinheiro! Para receber seu premio a senhora só tem que fazer uma nova recarga no valor de R$199,98 e outra no valor de R$299,69 e um deposito na conta da Vivo no valor de R$ 1.500. Ah, e por favor dona Sonia, não desligue o celular e nem fale com ninguém, senão a senhora perde os prêmios!  A senhora pode ir ao banco agora fazer o deposito e as recargas dona Sonia? Não será preciso sortear outra pessoa não, dona Sonia? Posso confiar que a senhora não vai falar com ninguém dona Sonia? – Falava sem parar o interlocutor com sotaque nordestino, para não deixar a dona de casa pensar!

… E assim mesmo, sem desligar o celular, dona Sonia, 56 anos, foi à Caixa Econômica Federal, fez o deposito e as recargas nas contas e números indicados enquanto conversava  com o vivo funcionário da Vivo…

Concluídos os depósitos em sua conta, o vigarista parou de falar… O celular ficou mudo!

Depois de alguns minutos ouvindo apenas o tum-tum-tum do aparelho no seu ouvido, finalmente dona Sonia se deu conta de que havia ‘morrido’ em cerca de dois mil reais…!

Desconsolada, envergonhada, revoltada com a própria ingenuidade, ela foi dar queixa à policia…!

Tarde demais!

É muito mais fácil dona Sonia ganhar de fato na Mega Sena do que recuperar seu rico dinheirinho que depositou na conta do vigarista…!

 

Leia daqui a pouco:  Simplorio & Finório atacam de novo em Pouso Alegre!

 

Couve com ‘pedra’ e ‘farinha’ no Aterrado

Couve picadinha e temperada com pedra beje fedorenta e farinha do capeta!

Couve picadinha e temperada com pedra beje fedorenta e farinha do capeta!

Passavam os homens da lei pela Rua Abrão, no velho Aterrado, no inicio da madrugada desta quarta, 22, quando avistaram Maria de Fatima Bento chegando em casa com pinta de somongó, e resolveram abordá-la.

Ao perceber a aproximação da ‘arvore de natal’, Maria Bento, figurinha facil no álbum da policia por uso de drogas, soltou um estridente grito: “moiô” e soltou um pacote de couve – isso mesmo, de couve – ao chão!

“Moiô” era o grito de alerta para o comparsa Elder Caldeira que estava nas imediações! A couve? Ah, era uma couve especial…! Embora estivesse crua, estava picadinha e recheada com pedras e farinha!

Apesar de ter sido pega com a mão na couve, na rua, à uma hora da manhã, Maria Bento tentou tapar o sol com a peneira…

– A droga não é minha não, doutor! É do Lucas Burrinho…

Pode até ser, mas estava com ela. E como “portar” ou trazer consigo são verbos de artigo 33 da Lei 11.343, o paladino da lei não foi burrinho de acreditar nas lorotas de Maria Bento. Ela e Elder Fernandes Cadeira sentaram ao piano, assinaram o 33 e foram engrossar a clientela do Hotel do Juquinha!

 

Heder...

Heder e…

Luiz Lelis...

Luiz Lelis foram fazer companhia à mae dele no Hotel do Juquinha!

Heder F. Caldeira, que acabou ‘moiado’, possui uma capivara de furtos & roubos maior que toda a extensão da rua na qual recebeu as pulseiras de prata. Ele havia deixado o Hotel do Juquinha no dia 23 de junho…!

De quebra Maria Bento levou com ela o filho Luiz Alberto Lelis, que cumpre prisão no regime aberto e apareceu no local para ‘socorrer’ a mãe, sendo que, àquela hora, deveria estar nos braços de Morfeu no Albergue do Hotel do Contribuinte!

Mula cai com um quilo de cocaína em Pouso Alegre

DSC05268A prisão do “mulinha” aconteceu no meio da tarde desta segunda, 20, no velho Aterrado. “Leo”, 16 anos, desfilava belo e  formoso pela rua Sebastiana Silva com uma mochila nas costas, pedalando uma bicicleta velha, quando os homens da lei resolveram abordá-lo. Ao perceber a aproximação da arca de noé, Leo sacou a mochila e tentou jogá-la por sobre um muro vizinho! Mas não conseguiu! Devia ter treinado mais arremesso de peso! A mochila estava muito pesada! Pesava mais de um quilo… De farinha do capeta. A droga estava devidamente acondicionada em pinos plásticos, os chamados ‘ependorfs’, pronta para ser comercializada e consumida e consumida!

Mil, cento e treze barangas que seriam vendidas a R$ 10 cada uma. Portanto, R$ 11.130!

Será que o garotão de 16 anos já viu tanta grana assim na vida?

Será que a droga era dele ou ele era apenas o mula que estava levando a droga de um patrão para uma biqueira?

Jamais saberemos…!

Uma mochila de R$ 11 mil! Nem os acessórios da Victor Hugo, Dolce Gabanna ou Luiz Vitton custam tanto...!

Uma mochila de R$ 11 mil! Nem os acessórios da Victor Hugo, Dolce Gabbana ou Louis Vuiton custam tanto…!

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Além de ser “dimenor” e portanto, em tese, não estar cometendo nenhum crime, a Constituição Federal garante a qualquer cidadão o direito de permanecer calado diante da autoridade policial e falar somente em juizo.

E mesmo que tivesse que explicar a procedência da valiosa mochila, Leo poderia dizer que “achou” na esquina do bar do Zequita ou então, poderia dizer que a droga pertence ao nosso velho conhecido João Tapira!

Leo, o mulinha da mochila de onze mil reais, esteve custodiado no ano passado no Hotel do Juquinha pelo mesmo motivo; porte de droga! Acompanhado do pai ele sentou-se ao piano do delegado Gavião, não disse absolutamente sobre a procedência e destino da droga e, como manda o ECA, foi entregue a seu responsável legal.

Sua entrevista com o Homem da Capra Preta está marcada para o mês que vem: dia 06 de agosto! Concidentemente este dia será feriado municipal em Pouso Alegre e não haverá expediente nos órgãos públicos…!

dolce ga

Tomaram o dim-dim do velhinho… Em Natércia

 

Pelo andar da carruagem, a dupla que roubou 'seu' Adolfo em Natercia, é mesma que roubou 'seu' Antonio na Rua Piranguinho em POuso Alegre

Pelo andar da carruagem, – e do gol branco! – a dupla que roubou ‘seu’ Adolfo em Natércia, é mesma que roubou ‘seu’ Antonio na Rua Piranguinho em Pouso Alegre

Lembram-se da historia do vovozinho que estava sentando no banquinho da Rua Piranguinho no final da tarde, quando apareceram dois guampudos, o enrolaram na conversa de trocar um cheque e acabaram levando R$ 2.650 que ele mantinha na algibeira?

Pois a historia se repetiu na vizinha Natércia, há cinquenta quilômetros de Pouso Alegre!

A mesma dupla levou mil reais do velhinho! E não levou mais porque ele não tinha…!

Cinco da tarde de quarta feira, 15, na pacata Natércia, entre a Rodovia Fernão Dias a cidade de Lambari no Circuito das Aguas… ‘Seu’ Adolfo Lino dos Reis, 78 anos, acabou de receber uma divida de um amigo. Colocou os mil reais em nota de 50 e 100 na algibeira, saiu andando lentamente pela rua principal da cidade, e foi sentar em um banquinho comumente usado por aposentados como ele na pracinha da cidade! Mal sentou-se no banquinho, um VW Gol branco com dois ocupantes encostou e o passageiro falou…

– Olá seu Adolfo… Tudo bem? Eu preciso fazer um pagamento para o seu filho…

– Meu filho! Uai… Mas eu não tenho filho!

– Ah, e neto, genro? O Sr. não tem?

– Tenho um genro…

– Então seu Adolfo… É o seu genro. Eu tenho que pagar pra ele uma divida, mas ele não tem troco para cheque… Ele pediu para o Sr. descontar este cheque e cobrar aqui os 600 reais que eu ‘to devendo pra ele…!

‘Seu’ Adolfo, homem simples, ingênuo e ‘bão’ não viu nenhuma maldade. Ainda mais se era para ajudar seu genro! Enfiou a mão na algibeira, pegou o pacote de notas que havia acabado de receber, começou a folhear as notas para trocar o cheque. À medida que ia folheando o pacote, o moço moreno claro, menos de 40 anos, ia aumentado o valor ‘da troca’! Quando ‘seu’ Adolfo se deu conta, os mil reais que ele havia recebido minutos antes já estavam nas mãos do vigarista.

Sem perda de tempo o moço entrou no gol branco e a dupla dobrou serra do cajuru!

Mas não foi longe.

Ao perceber que havia ficado apenas com o cabo do guarda chuva na mão, o velhinho chamou a policia.

O gol branco placas EYB-5751 São Paulo foi abordado numa estrada vicinal que liga Natércia à Lambari. Com a dupla Andre Henrique de Oliveira, 35 anos e Paulo Valerio dos Reis, 30 anos, os policiais encontraram não só os R$ 1.000 do velhinho Adolfo, como mais R$1.070 além de vários cheques de terceiros usados na tramoias para tomar dinheiro de velhinhos indefesos!

Em depoimento ao piano do delegado de plantão de Pouso Alegre os vigaristas Paulo & André admitiram que vivem de aplicar golpes deste tipo Brasil afora.

Depois de assinar o 155 qualificado pela fraude e concurso de pessoas, a dupla foi se hospedar no Hotel Recanto das Margaridas em Santa Rita do Sapucaí.

A julgar pelo andar da carruagem… E do gol branco, Paulo & André são os mesmos que levaram o R$ 2.650 do ‘seu’ Antônio na Rua Piranguinho na quinta feira, dia 09!

Quer apostar…?

 

 

PM fecha biqueira na Rua Nova

Leandro assinou o 33...

Leandro assinou o 33…

Os homens da lei chegaram até a biqueira da Rua Nova, no velho Aterrado, mais uma vez seguindo os rastros de amigos ocultos da lei. As denuncias informavam que o cidadão Leandro Garcia Batista Antonio e seu vizinho e parça  Rogerio Barbosa de Paula atendiam a clientela na beira da rua, recebiam o dim-dim e iam buscar a droga no fundo do quintal!

Depois de observar por alguns minutos o modus operandi dos traficantes – mais conhecido do que nota de dez! – os policiais deram o bote e pegaram a dupla com a mão na massa! Mais de sessenta barangas de farinha do capeta e meia dúzia de pedras bege fedorentas.

Surpreendidos com a boca na botija, Leandro e Rogerio contaram cada um sua versão da historia da carochinha…!

Leandro contou que fora ao fundo do quintal para queimar a pedra com o parceiro Rogerio, mas já havia queimado. E não sabia nada a respeito do restante da droga encontrada pelos policiais.

 

Rogerio "Peixinho" ficou só no 28...

Rogerio “Peixinho” ficou só no 28…

Rogerio Barbosa disse quase a mesma coisa, mas foi mais  original…

– Eu sou viciado há muitos anos doutor… Estou tentando parar! Até me afastei dos meus parentes e mudei pra Borda da Mata. Mas hoje não resisti e vim aqui queimar a pedra com meu amigo Leandro.

Segundo o BO da policia militar, enquanto faziam a abordagem no fundo do quintal, uma tal de ‘Neusa’ teria se aproximado do local e advertido Leandro sobre seus descuidos. Teria dito ela em alto e bom som…

– Leandro, o que você está fazendo de bobeira aí dentro…? O pessoal está aqui esperando pelo ‘serviço’! Se você não vier aqui servir a droga, eu vou falar com o Vinicius e ele vai vir aqui acertar as contas com você!

Segundo Rogerio, Neusa é sua mãe e Vinicius é seu irmão, ambos ‘patrões’ de Leandro!

Leandro Garcia Batista Antonio, 32 anos, está em liberdade condicional desde junho, depois de cumprir pena por roubo.

 

A droga do Leandro.

A droga do Leandro.

Rogerio Barbosa de Paula, 37, conhecido por Peixinho, filho do velho “Peixinho”, personagem do livro “Meninos que vi crescer”, também segue os passos do pai desde a adolescência. Já assinou 16, 155 e 157. Está em liberdade desde 2012.

No imbróglio da Rua Nova Peixinho II assinou apenas o 28 e voltou pra rua. Leandro não teve a mesma sorte… Assinou o 33 e voltou para o Hotel do Juquinha menos de um mês depois de ter ganho a liberdade!

 

“Elvis não morreu”…

Elvis "Alemão" Barreto  comemora 21 anos nesta terça, 21... Atras das grades!

Elvis “Alemão” Leonardo Barreto comemora 21 anos nesta terça, 21… Atras das grades!

O rei do rock, que parou de respirar, de fazer shows e de consumir drogas em 1977, não morreu! Ele continua vivo na memoria – eu gostava de filmes dele! – dos fãs em todo mundo!

O jovem Elvis Leonardo Barreto, o ‘nosso’ Elvis, não tem fãs, não canta e não encanta … Mas dança!

Ele também deveria ter morrido… Para o trafico em 2013 quando foi preso pela primeira vez vendendo drogas. Mas não morreu! Elvis continua vivinho da silva vendendo drogas no bairro São João em Pouso Alegre. E por isso mesmo voltou a dançar!

As denuncias de amigos ocultos da lei diziam com detalhes que um cidadão loiro, usando bermuda, blusa verde com gorro e chinelos de dedos estava sentado na calçada ao lado do PS do bairro na Rua Varginha vendendo drogas! Ao chegar ao local, lá estava nosso artista, também conhecido pela alcunha de Alemão!

Como de habito, ele estava limpo. A droga, varias barangas de farinha do capeta, estavam mocosada em uma calha a pouco metros dele!

No local da abordagem Elvis disse apenas que não sabia de nada sobre drogas! Na DP ele respondeu que só vai cantar na presença do Homem da Capa Preta! Mas dançou sem musica mesmo.

E foi a segunda vez na carreira. Ele havia sido preso com drogas no dia 17 de agosto de 2013. Passou uma temporada no Hotel do Juquinha, mais uns meses na APAC e saiu em liberdade condicional no dia 22 de outubro de 2014. Depois de mais de mais um ano vendo o sol nascer quadrado, deveria ter morrido para as drogas! No entanto nosso Elvis continua vivinho de oliveira no trafico! Por isso volta novamente para as paradas, quero dizer, para o lar-doce-lar do Hotel do Juquinha, onde nesta terça, 21, comemora, 21 aninhos… Atrás das grades!

Meliante não consegue dobrar a serra do cajuru

 

João Salvador...: Eu não preciso roubar não, doutor!

João Salvador…: – Eu não preciso roubar não, doutor!

Ao meio desta sexta, 17, ensolarada a policia militar recebeu denuncias e pedido de providencias, pois estaria acontecendo um furto à residência no bairro do Cajuru, mais precisamente no Loteamento “Recanto dos Passaros”, a seis quilômetros do centro de Pouso Alegre. As informações, no entanto, eram confusas e controversas…

Dona Maria disse que em dado momento o cidadão João Salvador de Souza passou por ela e disse eu havia um ladrão no interior de sua casa. Apavorada ela correu para casa do vizinho João Batista Rosa para pedir abrigo.

Ao verificar a veracidade dos fatos, João Batista constatou que sua casa também havia sido arrombada e do seu interior haviam furtado uma roçadeira costal.

Buscando os rastros do meliante nas imediações, João Batista foi informado por outra vizinha, que o próprio cidadão João Salvador fora visto arrombando a casa e furtando a roçadeira!

Segundo ainda a mesma testemunha, ele teria se escondido em um matagal ali perto, levando com ele a res furtiva.

Outra testemunha teria informado que o meliante, que é seu vizinho, estaria embriagado, dormindo abraçado com a res furtiva no matagal…!

Quando os homens da lei chegaram ao velho Cajuru, encontraram João Salvador já em sua casa, completamente mamado! A roçadeira furtada da casa de João Batista Rosa continuava dormindo escondida no matagal.

Diante da conjuntura, ainda que um tanto quanto obnubilada, João Salvador acabou recebendo as pulseiras de prata e foi sentar ao piano da delegada de plantão.

Já no final da tarde, ainda exalando um tremendo bafo de jiboia, João Salvador jurou de pés juntos que é inocente!

– Foi outra pessoa que roubou a roçadeira do João Rosa, doutor… – contou ele fazendo força para ficar em pé.

Mas, apesar do choro, não teve vela e nem fita amarela… João Salvador não conseguiu salvar a própria pele… Assinou o 155 e ficou por conta do Homem da Capra Preta!

João Salvador dobrou a serra do cajuru… No sentido inverso!