Os “meninos” chegaram…

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O livro “Meninos que vi crescer”, de Airton Chips, será lançado oficialmente no próximo sábado, 23 de agosto, na Livraria Bom Senso, no Serra Sul Shopping. Estará em todas as livrarias e bancas de jornais e revistas de Pouso Alegre a partir desta segunda feira, 18. No entanto, através do site www.meninosquevicrescer.com.br , pelo pagseguro, você pode adquirir seu exemplar agora mesmo.

Para Pouso Alegre o livro chegará à sua casa em no máximo 72 horas após o pedido. E o frete será grátis. Para outras praças o livro custará R$29,90 mais despesas de correio.

 

    “Meninos que vi crescer” fala de adolescentes e jovens que se perderam no crime. São historias que farão o leitor, especialmente os pais, repensar o seu papel na relação com o filho.

Apesar de contar historias negras, de final infeliz, Airton Chips usa uma linguagem simples, cheia de bom humor, recheada de jargões, e dá um tom colorido e alegre a cada uma delas, colocando um ar de riso no rosto do leitor.

Apesar de usar o linguajar próprio dos personagens, o autor não apela para os palavrões e impropérios chulos do Cinema Nacional, pois isso seria contra sua índole.

De certa forma o autor “tira um pelo” dos personagens, todos reais. Uns já mortos e outros hospedados no Hotel do Juquinha. E o faz de tal forma que o próprio meliante gosta! Faz birra para aparecer no seu blog!

Meninos que vi crescer não são heróis… São jovens que, sob a luz do espiritismo, ainda que estejam cumprindo um karma – resgatando dívidas do passado – são carentes de compreensão, de atenção e de afeto!

Num livro denso, com 469 paginas, Airton Chips investiga mistérios e esclarece boataria como o caso do “Coisa Ruim da Borda”, o caso do “Corpo Seco” do bairro Santo Antônio e o funesto romance que deu origem ao “Beco do Crime”. Airton Chips não escreve sobre boatos. Escreve sobre fatos que vivenciou ou investigou exaustivamente, ouvindo pessoas que ‘estavam lá’ quando os fatos aconteceram! Para desmistificar o famigerado assaltante estuprador “Fernando da Gata”, o autor que havia feito seu velório na DP, leva o algoz do bandido, Sargento Campos, ao local do crime 27 anos depois!

Mais do que contar historias trágicas de maneira engraçada, numa linguagem acessível a todos os gostos, “Meninos que vi crescer” deixa uma mensagem implícita aos jovens:

 

“Não entre na droga, pois ela nunca mais sairá de você”!

    … E uma explicita aos pais:

“Abraçe seu filho… Não deixe que as drogas o abracem”!

    É um livro para ocupar um lugar de destaque na estante; para ser lido sempre que o filho sair para a balada; sempre que os pais sentirem cheiro de drogas no ar…!

 

Faça agora seu pedido. Só tenho 5 mil unidades disponíveis e 60 dias para vendê-las. Você não vai querer ficar sem o seu “Meninos…”, vai?

 

 

Minutos de sabedoria…

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“Lembre-se que o amor ao próximo é o segredo de nossa felicidade. Não fale mal de  ninguém, não tenha raiva, não cultive ódios em seu coração!

A irritação e o ódio são venenos que atacam o fígado e descontrolam o sistema nervoso.

Aprenda a relevar e esquecer, para ter seu coração em paz e não sofrer em sua saúde.

A serenidade é o segredo das vidas longas e felizes”.

 Tenha uma semana serena e feliz…!

Vovó cai no conto do benzedor

Veja o que diz o padre Quevedo sobre "ganhar dinheiro sem trabalhar"...!!!

Veja o que diz o padre Quevedo sobre “ganhar dinheiro sem trabalhar”…!!!

Com tantos contos bem contados para tirar os ‘contos’ de incautas senhoras cidade afora, compulsei o ‘pai dos burros’ em busca do conto que me explicasse o “Conto do Vigário”. Aurélio, porém, não me disse muita coisa além do que eu já sabia. Na verdade disse menos. Vigário ou padre, lá pelos idos de vovó criança – bons tempos – sem gozar dos meios de comunicação de hoje, levava sua mensagem à seus fieis – ou ateus – na marra, na garganta, falando até quase ficar rouco para convencê-los a comprar um pedacinho do ceu! Quando o vigário conseguia seu objetivo, dizia-se que a pessoa que foi dobrada, que foi convencida, ‘aceitou’! ‘caiu’ no ‘conto do vigário’…! Logo, quando alguém usava a palavra para convencer o interlocutor de determinado ponto de vista, dizia-se que ela estava aplicando o conto do vigário…

Injustamente a expressão ganhou tom pejorativo e passou a ser usada para se referir ao guampudo que tira vantagem de alguém através da palavra, convencendo-o a fazer um negocio que não faria com pouca prosa!

O mais famoso dos contos é o bilhete premiado. Mas tem também o do cheque achado, o da moeda, que foi lançado outro dia e até aquele que a Helena tentou me aplicar tempos atrás…, o da entrevista premiada: A telefonista com voz adocicada de musa de inverno liga para você e diz que aquela entrevista que você deu para uma revista especializada em educação anos atrás, foi premiada e você ganhou uma belíssima coleção de livros, totalmente de graça! Só terá que pagar o frete de Joinville para sua casa, cerca de 220 reais…!

Outro dia eu ganhei um Citroen C4 Pallas, zero bala. Eu só tinha que ligar de um telefone fixo e ouvir a orientação… de uma penitenciaria estadual qualquer!

Tem também o Conto da Cadeira de Rodas no qual você não ganha nada, mas faz uma caridade, uma boa ação! È o caso da Márcia CristinaBalestra, moradora do velho Aterrado em Pouso Alegre. Tempos atrás ela saiu pela cidade de Santa Rita do Sapucaí arrecadando dinheiro para comprar uma cadeira de rodas para sua irmã Maria Aparecida, coitada, 184 quilos e sem as pernas! Quem encabeçou a lista foi o bondoso padre Joáo, com R$ 100. Quem recusa ajudar se o próprio padre ajudou com R$100! Muita gente caridosa ajudou Márcia, porém sua obesa e aleijada irmã Maria Aparecida, pesa cerca de 70 quilos e tem as pernas tão boas quanto as minhas que sou atleta e jogo futebol três vezes por semana!

Enfim, os vigaristas de plantão pessoas que tiram até chifre de cabeça de cavalo na lábia têm sempre um conto novo para tirar seus “contos de réis”.

O ultimo lançamento do Conto do Vigário, nem o meu saudoso amigo Inspetor Ângelo, que chegou à Pouso Alegre no tempo em que o também saudoso Moacir Bocudo se fantasiava de Zorro na Rua da Zona, ouviu falar. È o “conto do benzedor”…! Não, não e o caso do casal de Alterosa, que entregou o dinheiro da venda da casa para a benzedeira tirar o mau olhado que atrapalhava o relacionamento deles, não. Neste caso pelo menos o casal tinha um motivo para benzer o dinheiro… O romance estava afundando! No caso dos velhinhos do bairro Belo Horizonte, o dim-dim estava quietinho na poupança rendendo uma merreca, menos que a inflação, mas já estava abençoado, ate o benzedor bater na sua porta!

A aposentada Dolores Almeida Viana, 82 anos bem vividos, estava quieta no seu canto cuidando do marido Sebastião, de 90 anos, no bairro Belo Horizonte, quando ali chegou um simpático cidadão moreno, alto, meia idade, bem barbeado, usando um jaleco branco e ofereceu seus serviços. O sujeito amável e fala mansa disse que era “benzedor de dinheiro” e documentos contra furtos, roubos, incêndios e principalmente contra `vigarices`! Como a cidade está infestada de ratos, gatunos e vigaristas, ele propôs benzer seu dinheiro e seus documentos para que ela não fosse roubada e nem caísse num conto de vigário!

Dolores e Sebastião disseram que o dinheiro que tinham já estava bem guardado e protegido num banco! No entanto, com meia duzia de ‘171’, o benzedor os convenceu a sacar o dim-dim para ser benzido por ele, para ficar mais seguro! Foi embora e prometeu voltar na quinta feira para a cerimonia!

Vovô Sebastião ficou muito triste, pois foi ao Itaú e não conseguiu sacar suas economias. Vovó Dolores teve mais sorte! Foi à caixa, sacou toda a economia de 80 anos e foi para casa com seis pacotinhos de mil reais.

As três da tarde o simpático benzedor usando o jaleco branco, parecendo enfermeiro ou funcionário da extinta Vigor, chegou e fez seu milagre. Diante dos olhos de Vovó Dolores, ele fez sua oração silenciosa, desembrulhou os pacotinhos, respingou água benta, tornou a embrulha-los e mandou que ela mantivesse o embrulho guardado em segredo sem toca-lo durante 7 dias!

Na sexta feira a anciã abriu a sacolinha para conferir e realmente o milagre do benzedor tinha acontecido! Os pacotinhos de notas de 50 reais haviam se transformado… Em pedacinhos de papel picado!

O bondoso benzedor de fala mansa e educada, que havia prometido voltar na semana seguinte para trazer mais água benta, há uma semana havia dobrado a serra do cajuru… Com os R$ 6 mil reais da boa velhinha!

E se você meu estimado leitor, acha que somente vovós indefesas caem no conto do vigário, abra o olho! E controle sua ganancia! Conheço uma respeitável e vivida dondoca que vive de agiotagem, que caiu como uma patinha! Não satisfeita em entregar os dois mil que guardava debaixo do colchão, ela foi ao banco e fez um empréstimo bancário de R$ 28 mil para entregar de mãos beijadas a um trio de vigaristas!

O casal Dolores & Sebastiao caiu no conto do benzedor por causa da santa ingenuidade… A ‘esperta’ agiota e tantos outros incautos caem no Conto do Vigário por causa do olho grande…!

Vai começar de novo…

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O Brasil morreu na terça, 08 nos braços da imperdoável Alemanha, foi sepultado no sábado pela coveira Holanda, teve um pequeno alento no domingo diante da cara de tacho dos argentinos, e agora é hora de recomeçar.

O primeiro começo de ano foi no dia 06 de janeiro, Ano Novo…! O segundo aconteceu no dia 10 de março, depois do Carnaval! Nesta segunda, 14 de julho, depois do fiasco da Copa Superfaturada e vexatória para o escrete do Felipãp, temos o terceiro recomeço de ano! Vamos voltar à realidade!

Há tanto que se falar sobre futebol, mas é melhor não falar nada… Até porque, se falou tanto nestes 32 dias e nada se resolveu! Vamos tocar a bola pra frente, aliás, vamos deixar a bola de lado e tentar arrumar a casa. E haja arrumação! Principalmente nas ruas e praias de Copacabana onde um bando de loucos fanáticos trajando camisas azul e branco se instalou com seus carros e motor-home fazendo xixi – e o 2 também – nas ruas…!

Mas este não é o ultimo recomeço de ano! O recomeço mais importante de 2014 ainda está por vir. Ele se dará no dia 06 de outubro… E vai depender do que o brasileiro, que tanto fez festa pelo futebol, fará pela democracia, fará pelo seu país, na escolha dos seus representantes no dia 05. Este é o recomeço que conta, pois durará quatro anos…!

Pense nisso…!

 

 

William Pellegrini… O adeus do atleticano peladeiro

Confraternização do PFCC em sua casa em dezembro de 2011...!

Confraternização do PFCC em sua casa em dezembro de 2011…! ( Wilinha é o de boné verde)

A noticia pegou-nos de surpresa na Pousada Champetre em Piracuama, do lado de lá da Serra da Mantiqueira, ao pé da noite de sexta, 21, a caminho de Aparecida. Nosso amigo do Grupo Alfa e peladeiro William Pellegrini, que três semanas atrás fizera o mesmo percurso a pé como nós, havia acabado de morrer… De infarto fulminante!

O diminutivo de William não soa bem aos ouvidos. Mas não é o caso de “nosso Wilinha”. Com ele combina. É a cara dele! Alegre, sorridente, moleque…Um jovem menino que bastava ver um conhecido na rua para abrir um sorriso e puxar prosa. Se fosse boleiro e atleticano então…! Em 2009, naquele funesto 5×0 que o Cruzeiro impôs ao Galo no Mineirão, estando visitando parentes em Sabará, fui ao estádio ver o primeiro jogo da decisão do Mineiro. Quem encontrei encostado na mureta do anel superior gritando com o time? Nosso atleticano roxo, Wilinha!!!

Apesar da alegria e bom humor sempre estampada no rosto, era um jovem serio e politizado. Critico cítrico da conjuntura político-econômica do país e avesso a todo e qualquer tipo de malfeitos.

Jogamos juntos vários anos nas quadras Bola de Ouro e Bola na Rede. Ele jogava em qualquer posição, de preferencia na posição de ganhador. E fazia por merecer. Era raçudo, ousado e firme nas divididas. Mas também era solidário… jogava para a equipe. E festeiro! Um dos tantos churrascos de confraternização que fizemos, foi na “área de lazer” da sua casa no Fátima, no dia 13 de dezembro de 2011. Estávamos em dezessete peladeiros. Foram horas de muita alegria que agora ficarão eternizadas…

Segundo os ensinamentos de Alan Kardec nós estamos nesta dimensão para espiar nossos pecados, corrigir falhas do passado, para evoluir espiritualmente! Wilinha deve ter vindo ‘quase pronto’! Por isso precisou de tão pouco tempo e partiu tão cedo! Aos 36 anos!

Vá com Deus William, vá com Deus… Monte um time de peladeiros aí e reserve o nosso lugar…!

 

* A missa de Sétimo dia será celebrada na igreja N.S.de Fátima nesta quinta às 19h00.

 

 

Uma caminhada para ficar na historia…

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      Eram oito e quarenta e cinco da noite de quarta, 18, quando vinte oito pés começaram se mover para a longa viagem! Seriam milhares, milhões de passos até chegar ao destino a cento e cinquenta quilômetros dali. Catorze corações batendo forte, emocionados! A maioria já antevendo a chegada três dias depois… Outros, sem saber até onde suas pernas os levariam…… E la fomos nós. Caminhando, cantando, rezando, brincando, contando historias… Contando estrelas. Flertando com o sorriso da lua que veio nos espiar de madrugada. Quando os primeiros clarões gelados do novo dia começaram iluminar o céu, estávamos chegando a Paraisópolis. Já não eram mais catorze pares de pés levantando a poeira da estrada: Bruno havia ‘pedido água’. Cristiano também.

– Não tô aguentando… Dói tudo! Meus pés estão cheios de bolhas – disse ele, para fazer quase toda a viagem no conforto do Montana!

Cristiano também:

– Vou dar só uma ‘descansadinha’… É já que eu desço do carro – Dissera ele antes do Itaim. E não desceu mais!

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Foi a aurora mais gelada que vi surgir desde 1977, quando vi tantas surgirem nas guaritas do exercito. Depois de uma parada de meia hora no rancho da igrejinha na baixada foi preciso usar todo o estoque de luvas, toucas ninjas e cachecóis para não gelar as mãos, nariz e orelhas…

Este ano não precisamos desencalhar carros na estrada. Não choveu, embora a chuva tenha rondado a serra na chegada de Sapucaí Mirim. A neblina foi tão densa em Santo Antônio do Pinhal que fez lama na chegada da estação Lefreve e espantou os turistas. A estação quase perdida no ‘fog’ ficou só pra nós. Na “Pousada Champetre” em Piracuama demos boas gargalhadas. Mas nem todos chegaram lá com as próprias pernas. Japão e Tiago Cobra foram se juntar à Bruno e Cristiano no conforto das caminhonetes. As bolhas e tendinites não permitiam que eles colocassem os pés no chão. Na reta final da caminhada, parcialmente refeitos dos calos, tendinites e dores musculares, todos puseram os pés na estrada, literalmente, até Bruninho! Em Moreira Cesar, com a orelha ardendo por causa do ‘aluguel’ dos companheiros saiu do casulo e resolveu caminhar. A única baixa total este ano foi a desistência do silencioso Anderson, em Paraisópolis, segundo ele, por causa da filha. Ao ouvir sua voz da menina entre lagrimas:

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– Volta logo papai…! – ele não resistiu, fechou a mala e embarcou no Gardenia, de volta para casa.

A cada ano a romaria tem uma característica marcante. Em 2012 a chuva fina nos durante quase toda a viagem, criando um clima surreal, quase magico durante as madrugadas. Indescritível a sensação de sair do conforto de uma aconchegante pousada no meio da noite e iniciar uma caminhada debaixo de chuva fina! No ano passado o que mais marcou foi a solidariedade… Se não passássemos pela Serra do Itaim no meio da madrugada, aquele casal teria passado a noite atolado na lama e no gelo ali! Este ano, além de pequenos detalhes, ninguém vai esquecer a performance do Cristiano. Depois de receber no ano passado a placa pela 10ª caminhada, ele resolveu ir ‘passear’ de carro com os amigos este ano. Antes do Itaim ele se acomodou no conforto da Hilux e foi dormir. Toda vez que o alcançávamos na estrada ele reclamava para o Nilton…

– Se você não trocar essa caminhonete por uma mais nova e mais confortável, eu não venho mais! – Dizia ele serio. Nos últimos quilômetros desceu e caminhou até a Basílica.

– Minha esposa está me esperando lá… Se eu estiver limpinho e perfumado, ela vai duvidar que eu fui andando!

Antes porém, ao falar com a mãe ao telefone…

– Não mãe, este ano a caminhada está muito boa! Não tive calo e nem dor nas pernas…

Pousada Champetre: Um dos momentos mais alegres da caminhada...

Pousada Champetre: Um dos momentos mais alegres da caminhada…

O bom humor e a superação foram marcantes em 2014! Eram cinco marinheiros de primeira viagem: Luciano Reis, Diego Matos, Tiago Cobra, Bruno e Japão. Os três últimos, apesar de uma pequena carona, fizeram quase toda a viagem à pé. Diego precisou trocar sete pares de tênis, mas não pediu agua. Luciano “Ruivo” usou ‘microporos’ como meias mas não tirou os pés do chão…!

Se tivéssemos que eleger o momento mais alegre da viagem, eu escolheria aquele no trevo de Roseira, a nove quilômetros do destino; 15 romeiros espalhados no chão na beira da estrada, contando piadas e comendo o ‘rei dos lanches’: “pão com mortadela” e guaraná Tubaina! Foi o momento oportuno para conferir alguns títulos aos colegas de peregrinação!

Alguns destes títulos foram facilmente atribuídos aos ‘agraciados’:

*O mais “zuado”: Este foi para o Bruno, que mal aqueceu os músculos pulou para dentro da Montana e só desceu perto de Roseira, no fim da caminhada, mas teve que aguentar a gozação dos companheiros.

*O “turista”: Cristiano. Desta vez ele foi passear de carro e divertir os amigos!

*Troféu “superação”: Este tem que ser dividido em partes iguais entre Luciano, Tiago Cobra e Japão. O veterano Tiago Antônio merece ao menos a base deste troféu!

* Pior café: Todos os feitos pela dupla “Guilherme & João Gustavo”!

Faltam 25 quilômetros: É assim que dorme...!

Faltam 25 quilômetros: É assim que se dorme…!

E tem ainda o troféu “ranzinza” para ‘premiar’ o peregrino que cria caso e reclama de tudo;

O troféu “apressadinho” ou “bem disposto”; que mal recomeça a caminhada já assume a dianteira e some na primeira curva!

O troféu “solidariedade” certamente seria do Rick! Embora seja um dos mais bem preparados fisicamente, ele sempre fica para trás… Para apoiar o peregrino que precisa de ajuda!

Toda privação, todo sacrifício, toda brincadeira, todo bom humor; toda amizade que se estreita nestas noites e dias de convívio; toda beleza que vemos ao longo da jornada, enriquecem o peregrino, o homem… Mas nada se compara à emoção de pousar os olhos marejados na Imagem Santa na Basílica e dizer:

– Eu cheguei, Mãe…!

… E ouvir a resposta silenciosa entre sorrisos:

– Eu sabia que você chegaria, filho…! Eu te levantei varias vezes pelo caminho…

E deixar as lagrimas correrem!

 

Acabamos de chegar...

Acabamos de chegar…

Esta foi a 4ª “Romaria Santo Antônio Maria Claret & Amigos”, organizada por Tiago Antonio Batista e Marcelo Matos. Quiçá possamos participar de outras quarenta “Caminhadas com fé”!

Os motivos mais comuns que levam milhares de pessoas a deixar o conforto de casa para andar dias e noites enfrentando intempéries, com destino à Aparecida ou outros Santuários são: agradecer ou pedir uma graça! Mas tem também os curiosos que querem descobrir a sensação de uma longa caminhada ou simplesmente testar a capacidade física; tem aqueles que querem ter alguma historia pra contar; tem os “maria-vai-com-as-outras” que tentam ir porque o vizinho vai…! Mas não são todos que chegam! Alguns ficam pelo caminho. Alguns ‘pedem agua’! Romaria à pé de algumas dezenas de quilômetros não é coisa para aventureiros… É preciso ter um proposito!

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Para comemorar o exito da caminhada, uma lauta feijoada na casa - nova e aconchegante - do Marquinhos/Sabrina.

Para comemorar o exito da caminhada, uma lauta feijoada na casa – nova e aconchegante – do Marquinhos/Sabrina com as “patroas”…!

Caminhando e cantando e seguindo…

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Vou pegar a estrada… As trilhas, os trilhos…

Vou caminhar muitos dias. Na verdade muitas noites! Só vou parar para descansar quando os raios do sol cegarem meus olhos.

Vou sentir o sereno da noite umedecendo meus cabelos…

Vou ouvir os grilos e todas as sinfonias da madrugada, ao vivo, no que restar da luz da lua minguante!

Vou me despedir com saudade do negrume das noites e saldar a fria aurora…

Não estarei só neste momento. Além dos companheiros de caminhada, os passarinhos descerão dos ninhos para nos saldar…

Vou admirar o orvalho fino e tímido das manhãs…

Vou saldar com a alegria os primeiros raios do novo sol…

… E vou vê-lo secar suavemente o orvalho das plantinhas na beira da estrada.

A fome, a sede e o frio estarão por perto… Mas vou sentir o coração saciado e aquecido!

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Vou longe…

E vou porque quero! Vou porque gosto. Vou porque posso…

Só vou parar diante da imagem santa da minha mãe!

E minhas lagrimas lavarão todo meu cansaço… Apagarão todas minhas dores!

… E voltarei mais puro. Mais leve. Mais jovem. Mais amigo…!

 

Sua empresa precisa de um Assistente Administrativo?

LUIZ ALFREDO GONÇALVES TEIXEIRA

DADOS PESSOAIS

 

Brasileiro, Casado

Data de nascimento: 02/07/1973

End: Rua José Rosa, nº 346

Bairro: Foch II, Pouso Alegre – MG

Tel: (35) 9138-3761 / 9883-5509

Carteira de Habilitação: Categoria “B

Email: [email protected]

(PNE) Portador de Necessidades Especiais (Deficiente Físico)Não preciso de adaptação

ESCOLARIDADE

 

Ensino médio completo

 

CURSOS

 

  • Informática
  • Curso de Qualificação Auxiliar Administrativo (SENAI / MG)
  • Inglês (básico)

 

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

 

EMPRESA: SEST/SENAT SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM TRANSPORTE

CARGO: Assistente Administrativo I

Contato: 3422-7313 (Juliana Campos)

EMPRESA: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM / (SENAI/MG)

CARGO: Assistente administrativo

Contato: 3423-7330 (Shirlene)

 

EMPRESA: DEVA VEÍCULOS LTDA

CARGO: Auxiliar de vendas / Vendedor

 

EMPRESA: CASAS BAHIA COMERCIAL LTDA

CARGO: Vendedor

 

OBJETIVO

 

Coloco-me a disposição para uma entrevista pessoal, onde poderei expor minhas habilidades, ideias e objetivos, podendo ser integrada dentro desta empresa, contribuindo para seu crescimento e desenvolvimento interno e externo.

Desde já agradeço.

Para refletir no fim de semana…

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     “Conta-se que seis homens ficaram presos numa caverna por causa de uma avalanche de neve. Teriam que esperar até o amanhecer para receber socorro. Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual eles se aqueciam. Eles sabiam que se o fogo apagasse todos morreriam de frio antes que o dia clareasse.

     Chegou a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira. Era a unica maneira de poderem sobreviver.

     O primeiro homem era racista. Ele olhou demoradamente para os outros cinco e descobriu que um deles tinha pele escura. Então raciocinou consigo mesmo:

– Aquele negro! Jamais darei minha lenha para aquecer um negro! –

E guardou-a protegendo-a dos olhares dos demais.

    O segundo homem era um rico avarento. Estava ali porque esperava receber os juros de uma divida. Olhou ao seu redor e viu um homem da montanha que trazia sua pobreza no aspecto rude do semblante e nas roupas velhas e remendadas. Ele calculava o valor de sua lenha e, enquanto sonhava com seu lucro, pensou:

– Eu dar minha lenha para aquecer um preguiçoso? Nem pensar!

     O terceiro homem era um negro. Seus olhos faiscavam de ressentimento. Não havia em seus olhos qualquer sinal de perdão ou de resignação que o sofrimento ensina. Seu pensamento era mais pratico;

– É bem provável que eu precise desta lenha para me defender. Além disso, eu jamais daria minha lenha para salvar aqueles que me oprimem! – E guardou sua lenha com cuidado.

     O quarto homem era um pobre da montanha. Ele conhecia mais do que os outros os caminhos, os perigos e os segredos da neve. Este pensou:

– Esta nevasca pode durar dias! Vou guardar minha lenha.

     O quinto homem parecei alheio a tudo. Era um sonhador. Olhava  fixamente para as brasas. Nem lhe passava pela cabeça oferecer a lenha que carregava. Ele estava preocupado demais com suas próprias visões – ou alucinações!? – pra pensar em ser útil.

    O ultimo homem trazia nos vincos da testa a nas palmas calosas das mãos os sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e rápido:

– Esta lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a ninguém nem o menor dos gravetos!

     Com este pensamentos os seis homens permaneceram imóveis. A ultima brasa da fogueira se cobriu de cinzas e finalmente apagou!

     No alvorecer do dia, quando os homens do socorro chegaram à caverna encontraram seis cadáveres congelados. Cada qual segurando um feixe de lenha!

     Olhando para aquele triste quadro o chefe da equipe de socorro disse:

 – O frio que os matou não foi o frio de fora… Foi o frio de dentro!

 

     Não deixe que a friagem que vem de dentro mate você!

     Abra seu coração e ajude a aquecer aqueles que o rodeiam…

     Não permita que as brasa da esperança se apague e nem que a fogueira do otimismo vire cinzas.

     Contribua com seus gravetos de amor e aumente a chama da vida onde quer que você esteja.

     E não nos cansemos de fazer o bem… Porque a seu tempo, ceifaremos, se não desfalecermos.”

 

Tenham todos um caloroso final de semana!