Professor lança livro sobre a família “Coutinho no Sul de Minas”

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A obra que resgata dois seculos de historia de uma das mais tradicionais famílias da região, trás a co-autoria do historiador Celso Coutinho.

O lançamento ‘popular’ do livro aconteceu no ultimo dia 15 de novembro no bairro dos Coutinhos, onde teve origem a família, durante encontro dos descendentes do patriarca. João Coutinho Portugal estabeleceu-se com a segunda esposa no município de Congonhal em 1814, dando origem à Família Coutinho no Sul de Minas. O livro impresso pela Editora Santuario, com 511 paginas, conta a trajetória dos Coutinhos e seus desmembramentos, com suas nuances e características, seus hábitos e tradições e a arvore genealógica que está na 11ª geração.
Lançado informalmente durante o IV Encontro da Família no mês passado, onde vendeu 680 copias, o livro “A Familia Coutinho no Sul de Minas” escrito pelo Professor Hilário Coutinho, será lançado formalmente pela Academia Pouso Alegrense de Letras no inicio de 2015. Os leitores no entanto, poderão adquirir a obra na “Livraria Intelecto” de Pouso Alegre ou através de ‘email’ do autor.
Ensinando Filosofia há 26 anos em escolas de Pouso Alegre e região, inclusive na ETE-Santa Rita do Sapucaí, o professor Hilario Coutinho, oitavo na arvore genealógica da família Coutinho, precisou de dez anos para escrever o livro. E conta como foi…

Airton Chips: Professor, por que escrever um livro sobre a Família Coutinho?

Hilário Coutinho: A intenção primeira é resgatar a nossa história, cujo bicentenário se completa este ano. Mas, também, temos a intenção de proporcionar mais duas virtudes à Família Coutinho: dar a ela notoriedade histórica e social, pelo tempo e ação no Sul de Minas e ainda preservar, oficialmente, sua identidade de colônia portuguesa, coisa que ninguém havia falado disso até hoje.

A. Chips: O que você espera da comunidade Coutinho, com este livro da própria história?
H. Coutinho: Considerando que o historiador apenas significa os fatos, só podemos esperar três coisas da família Coutinho: primeira, que as pessoas interessadas leiam essa obra que foi escrita muito mais com a alma que com a racionalidade acadêmica.
Espero ainda que, ao ler a própria história, cada leitor, dentro da sua realidade, valorize os nossos e seus parentes, pois é deles que a história foi construída e agora registrada.
E, por último, espero que preservem sua identidade histórica e a contem aos seus filhos, para que cada geração se veja dentro de um processo social e na dinâmica da história da humanidade.
A. Chips: Quem atuou com você para a produção do livro?
H. Coutinho: Diretamente, como coautor, foi o meu primo Celso Coutinho. Desde o primeiro momento, quando eu tive a ideia de produzir o livro, fui à casa dele, falamos sobre o assunto, e o processo ocorreu como esperávamos, até o livro ser editado, lançado e entregue à comunidade. Tivemos apoio direto ainda do amigo e parente, Isaias Claret de Lima, que assumiu o levantamento dos descendentes de Joaquim Venâncio Coutinho. Outras pessoas, conforme estão lançadas nos agradecimentos especiais do livro, nos ajudaram na coleta de dados de seus familiares.
A. Chips: Qual foi a maior dificuldade para escrever o livro?
H. Coutinho: Seguramente, foram as intermináveis pesquisas em livros das Igrejas, das cidades por mim visitadas. Gastei tempo, dedicação e até muito dinheiro para documentar tudo, comprovar os fatos e oficializar em documento acadêmico.
A. Chips: Das cidades visitadas, qual mais marcou o seu trabalho de pesquisa?
H. Coutinho: Foi a cidade da Campanha da Princesa. Lá, no solitário do saguão da Cúria Episcopal, fiquei incontáveis horas e em vários dias, passando folhas de enormes livros antigos, à caça do tesouro oculto: certidões de nascimento, casamento e óbitos dos nossos antepassados.
A. Chips: E qual foi o maior desafio enfrentado durante esses 10 anos de pesquisa?
H. Coutinho: Foi a morte da minha mãe. Mamãe faleceu dia 26 de dezembro de 2.004, quando eu já estava embalado com as pesquisas bibliográficas. A morte dela foi uma ducha de agua gelada em minha vida. Por muito pouco eu não joguei tudo para o espaço.
A. Chips: Mas, porque 10 anos, uma década para produzir esse livro, embora grande e complexo?
H. Coutinho: Bom, primeiro eu não sou nem historiador e nem escritor oficial. Sou um professor de Filosofia. Leciono mais de 50 aulas semanais e tenho que correr 400 km por semana para atender as cinco unidades escolares. Então, eu fiz o que pude, administrando os três tempos da vida: atenção à minha família, dedicação ao trabalho e aplicação às pesquisas para o livro! Outra dificuldade é a natureza da obra. Escrever livro dessa natureza, não basta ser contador de causos e ter boa vontade, é preciso conhecer mais profundamente as coisas e ir aos lugares certos e de forma responsável.
A. Chips: O livro está dividido em duas partes, uma histórica e outra genealógica. Qual das duas foi a mais difícil fazer?
H. Coutinho: Obviamente, foi a parte histórica. Essa foi preciso conhecer os fatos, confirmá-los e, o mais difícil, dar significado a eles. Isso é pura produção intelectual de quem escreve. Uma coisa é contar o fato, oralmente; outra coisa é escrevê-lo, manter a sua veracidade e colocar alma nele. Quanto à genealogia, bastava correr de duas a três vezes às casas das pessoas, e coletar os dados.
A. Chips: O livro foi lançado popularmente e entregue à comunidade Coutinho. Por acaso há projeto para um lançamento mais acadêmico?
H. Coutinho: Sim. Eu já tive contato com a ACADEMIA POUSO ALEGRENSE DE LETRAS, através da Maria do Carmo, a ‘Madu’. Estamos acertando uma data viável, para o início do ano que vem, para um lançamento acadêmico em Pouso Alegre. Na data certa, vamos comunicar a todos sobre esse evento.
A. Chips: Como as pessoas interessadas devem fazer para adquirir o livro ?
H. Coutinho: Temos, por enquanto, três meios para a aquisição do livro:
Através da Livraria Intelecto, que fica em Pouso Alegre, na Rua Comendador José Garcia, número 272. Pela internet, no email [email protected], E ainda diretamente no “Restaurante Casa da Vó”, no próprio bairro dos Coutinhos, em Congonhal.
A. Chips: Suas considerações, professor…
H. Coutinho: Aproveito para agradecer a você a oportunidade de estar aqui nesta pagina divulgando nosso trabalho e agradecer as pessoas que leram e que estão lendo o livro “A família Coutinho no sul de Minas”. Finalizando, posso dizer que a minha experiência de escrever a história é semelhante a dar um mergulho no escuro do túnel do tempo, sem a menor ideia de onde se pode chegar. E que, escrever sobre genealogia é o mesmo que correr atrás do infinito!

 

Parque Zoobotanico de Pouso Alegre homenageia ambientalista

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A denominação que homenageia o ambientalista e ex-chefe do Ibama professor Fernando Bonillo foi aprovada pela Camara Municipal da cidade na sessão da ultima terça feira, 25. O projeto de autoria da vereadora Lillian Siqueira foi aprovado por unanimidade por seus pares.
Fernando Afonso Bonillo Fernandes era Mestre e Doutor em engenharia florestal pela Universidade Federal de Lavras – Ufla – com especialização em agricultura, ciências do meio ambiente com ênfase em biologia; era professor do curso de Ciências Biológicas da Universidade do Vale do Sapucai – Univás – em Pouso Alegre. O ambientalista era chefe da unidade regional do Ibama em Pouso Alegre e uma das principais referencias em meio ambiente no Sul de Minas. A formação acadêmica no entanto, diz menos do que foi o homem… Fernando Bonillo era apaixonado pela natureza. Símbolo e legitimo defensor do meio ambiente. Sua figura alta, séria e agradável, sem ser sisuda, era presença constante, inclusive, na delegacia de policia resgatando e amparando animais de toda espécie apreendidos em poder de caçadores e malfeitores. Resgatou e devolveu à natureza centenas, milhares de aves indefesas e outros bichos. Fernando Bonillo morreu no dia 01 de outubro do corrente vitima de câncer, aos 58 anos.
Importante remanescente da Mata Atlântica e considerado pelas autoridades ambientais como Unidade de Conservação de Proteção Integral, o Parque Municipal de Pouso Alegre à noroeste do município, está localizado ao lado de um complexo montanhoso denominado Serra do Santo Antonio, interligado de forma contígua à Reserva Particular Mata dos Sabiás e à Reserva Florestal do 14ª GAC. Formam juntos um maciço de aproximadamente 350 hectares de florestas e montanhas. Possui ainda uma área de uso publico de cerca de 12he destinada a atividades de educação ambiental, lazer e recreação para a população – será que existe um pousoalegrense que não conhece o antigo Horto Florestal da cidade? – além de dois lagos de quase quatro hectares de espelho d’agua. O acesso à área de lazer é feito através de uma alameda asfaltada circundada por pinos plantados quando da construção do parque em 1971.
O espaço representa um importante reduto para diversas espécies de animais, incluindo espécie da mata atlântica ameaçadas de extinção. Abriga um viveiro de mudas de varias espécies e frondosas arvores centenárias. A poucos metros da área de lazer reina um imponente Jequitibá de mais de 500 anos. Reserva florestal com diversidade biológica, com trilhas para caminhada junto à natureza, com animais, aves, plantas, lagos e recreação aberta ao publico, a 4,5 km do centro da cidade, o espaço é considerado um monumento natural paisagístico. O parque que a partir de agora passa a chamar-se Parque Natural Municipal “Prof. Dr. Fernando Afonso Bonillo Fernandes” é uma sala de aula a céu aberto para quem queira ensinar ou aprender sobre a natureza e sua preservação.

Logo na entrada do parque a criança já sente que é bem vinda...

Logo na entrada do parque a criança já sente que é bem vinda…

Nenhum logradouro publico seria mais apropriado para homenagear aquele que foi um dos maiores defensores do meio ambiente. Fernando Bonillo, que conheci molecão, alto, esguio, com cara de menino estudioso, nos anos 70 na Rua Adalberto Ferraz, e vi desfilar nos últimos anos com a autoridade de quem sabe o que quer e sabe o que faz está no lugar que pediu à deus para viver a eternidade! Como disse hoje pela manhã um delegado quando falávamos de sua figura publica: “Fernando Bonillo era o homem certo, no lugar certo”!
Mudou de dimensão, mas continua no lugar certo!
 

João Andante não é mais João, mas continua Andando… Mesmo sem as pernas!

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Produzida no Brasil desde que o país era criança em fraldas – 1530 – a bebida produzida com caldo de cana fermentado é a única genuinamente brasileira! No Período Colonial tornou-se símbolo da resistência ao colonialismo de Portugal. Mais tarde no Império, tornou-se símbolo da Independência do Brasil.
Passou por vários status sociais. Dos escravos aos senhores de engenho. Do proletariado à burguesia! Apreciada pela elite dominante do século dezenove, frequentou até o palácio real. Com a proclamação da republica em 1889, perdeu duplamente a nobreza! A partir de então o chic era beber vinho, champanhe e Whisky importados. E a velha cachacinha virou “bebida de pobre”, vendida em botecos…!
Ficou assim marginalizada durante quase um século! A partir de 1980 começou reconquistar seu espaço. Hoje só no município de Salinas, Nordeste de Minas, existe cerca de 60 alambiques. Todos tentando seguir os passos da septuagenária conterrânea Havana, que não se encontra por aí a menos de R$ 450 a garrafa.
Em 1995 o escrivão de policia aposentado, Sr. Lima, se valendo do bom relacionamento com a alta sociedade pousoalegrense, entrou no ramo da cachaça. Trazia de salinas a famosa “Lua Cheia”. Comprei algumas dele à R$ 4 a garrafa de 600ml. A Velho Barreiro ou a 51 custavam na época R$1,70 o litro! Hoje a mesma Lua Cheia custa no mercado em media R$ 42.
Há muito que se falar deste novo filão de ouro brasileiro – coincidência ou não, a cachaça ouro predomina sobre a prata em todas as prateleiras e cachaçarias – que a cada dia ganha mais o mercado estrangeiro. Tem até um ator americano fazendo comercial de uma cachaça brasileira. E olhe que nem é das melhores!
Mas voltemos ao titulo desta embriagante matéria!

Em 2008 a Agropecuária Santo Antônio do Cerrado, produtora da cachaça Passatempo de Minas na zona rural de Passa Tempo-MG, resolveu expandir seus negócios e criou um novo rotulo para sua cachaça. Um nome bastante sugestivo para a bebida: “João Andante”! A cachaça ouro, envelhecida em toneis de carvalho e amburana, com aroma delicado da madeira chegou ao mercado com um preço ligeiramente amargo… R$ 76. – No mercado municipal de BH sempre paguei abaixo de setenta reais!
O rotulo da João Andante tem o desenho que mistura o matuto Jeca-Tatu, personagem de Monteiro Lobato, e o andarilho Juquinha, antigo morador que ficou famoso na Serra do Cipó. “João” caminha carregando uma trouxa de roupas nas costas.
João Andante começou caminhando muito bem, mas não tardou viu a empresa americana Diageo cruzar seu caminho. A holding que é dona da marca de uísque Jonnnie Walker acusava a cachaçaria de plagiar sua marca. Segundo a marca de whisky, além da figura do andante imitar a imagem do lorde inglês que desfila com chapéu e bengala em suas garrafas de whisky, o nome “João Andante” é tradução literal de Johnnie Walker! Na briga com a gigante americana, João Andante perdeu as pernas!

Quem acolheu o João em suas andanças por aí, enquanto ele ainda tinha pernas, se deu bem...  Essa eu comprei em janeiro, quando João ainda andava livremente pelo mercado de Belo Horizonte. Guardo para ocasiões especiais...!

Quem acolheu o João em suas andanças por aí, enquanto ele ainda tinha pernas, se deu bem…
Essa eu comprei em janeiro, quando João ainda andava livremente pelo mercado de Belo Horizonte. Guardo para ocasiões especiais…!

Quem hospedava João Andante em seus depósitos quando a justiça determinou a suspensão da sua distribuição, viu o preço triplicar. Pena que o estoque não durou mais que dois meses!
Apesar de perder a identidade e até as pernas, a cachacinha de Passa Tempo continuará andando. A garrafa é a mesma, o conteúdo é o mesmo, o preço é até mais adocicado e o rotulo muda para: “O Andante”. Com o mesmo saco nas costas… Mas sem as pernas!
“O Andante” foi lançado oficialmente na Expocachcaça na Expominas em Belo Horizonte em maio de 2014 e deve custar nas cachaçarias cerca de R$62.

 

Mudou-se o rotulo, mas o conteúdo é o mesmo!

“Minutos de Sabedoria…”

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“Seja o que você deseja ser.
Não dê importância ao que os outros dizem.
Você é filho de Deus, e como tal tem o direito à sua liberdade.
Não desanime diante dos impedimentos e das dores.
Fique certo de que você, unicamente você, terá de dar contas de seus atos.
Portanto, busque dentro de si mesmo a luz divina e seja exatamente o que você deseja, subindo sempre!”

 

Deixe sua luz brilhar…

Cachaçaria Água Doce mostra o “Escondidinho” solidário…

A Cachaçaria Agua Doce em Pouso Alegre é especialista no escondidinho… Mas quando se trata de fazer uma ação solidaria, a Cachaçaria mostra suas qualidades e virtudes. Nesta quarta feira, 05 de novembro toda renda do escondidinho vai aparecer na conta da AACD! – Associação de Assistência à Criança Deficiente.

Mostre também a solidariedade que você trás escondidinho no seu peito… Venha descobrir o escondidinho da Agua Doce e revele seu amor ao próximo…!

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O Fórum parou de funcionar

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Não!!! Não se apavore meu estimado leitor! O “Fórum não virou Brasil”. É que os escrivães, oficiais e demais servidores da justiça estavam realizando o “Ato Publico”, conforme noticiamos ontem, em busca de valorização da categoria e de melhores condições de trabalho. Da uma às três da tarde eles permaneceram no recinto do Forum mas não atenderam o publico. Os servidores lutam:
– Por condições dignas de trabalho (espaço físico digno e adequado, equipamentos em bom estado de funcionamento, e quadro de pessoal compatível com a demanda de jurisdicional)
-Combate aos fatores que provocam alto índice de adoecimento aos servidores;
– Por um Estatuto Único, que garanta igualdade de deveres e direitos aos servidores dos judiciários estaduais do país;
– Posse dos aprovados no concurso publico vigente, contratados a titulo precário.
– Politica salarial permanente que garanta manutenção do poder aquisitivo dos salários.
– Por mudanças no plano de carreiras que garantam efetivamente a valorização do servidor;
– Repudio contra a aprovação da PEC 63, que retorna com os adicionais de por tempo de serviço da magistratura e que, caso aprovada, promoverá forte impacto nos orçamentos dos tribunais de justiça do país, inviabilizando investimentos na melhoria das condições de trabalho e, por consequência, na qualidade da prestação jurisdicional.

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– Toda a população convive de perto com a lentidão da justiça, mas poucos sabem de fato o que está por trás dela: excesso de processos, reduzidíssimo numero de servidores, concursados que há anos trabalham a titulo precário e que agora estão sendo dispensados, infra estrutura deficiente, condições de trabalho insalubres e indignas, salários e carreiras estagnadas, falta de segurança no ambiente de trabalho, altíssimo índice de adoecimento dos Servidores… Estes são alguns dos problemas com os quais convivemos há anos – Disse desacorçoado um dos servidores à reportagem.
O novíssimo Fórum Orvieto Butti em Pouso Alegre, tem cerca de 200 servidores entre escrivães, oficiais, contadores e estagiários. Apesar da adesão maciça ao movimento reivindicatório, os serviços essenciais não foram interrompidos. As audiências previamente agendadas foram realizadas normalmente. No entanto, quem foi ao palácio da justiça dar uma ‘fuçadinha’ no processos dos seus clientes ou buscar orientação jurisdicional, teve que gastar o tempo nos corredores, no saguão em meio ao zum-zum-zum dos descontentes, até que os funcionários voltassem para trás da imensas pilhas de processos nas salas apertadas e sem refrigeração!
Se valeu a pena o movimento… Só o tempo dirá!

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28 de outubro – Dia do Funcionário Publico – Comemorar o que?

E eles não ficam apenas na resposta… Vão cruzar os braços nesta quarta feira, 29, em todo país! O objetivo da paralização é chamar a atenção da população e também dos dirigentes dos tribunais para a importância do servidor no funcionamento da maquina judiciaria e na prestação dos serviços jurisdicionais.

DSC05124Para o SERJUSMIG, o servidor não tem o que comemorar, pois convivem com o ônus da lentidão da justiça, fruto do excesso de processos, do reduzido quadro de pessoal, da situação de vários funcionários concursados que há anos trabalham a titulo precário e que agora estão sendo dispensados, da infraestrutura deficiente, das condições de trabalho indignas, dos salários e carreiras estagnados, do altíssimo índice de adoecimento entre outros problemas.
A paralização acontecerá em todo Estado a partir do meio dia. Na capital mineira o Ato Publico será no Forum Lafaiete. No Forum Orvietto Butti em Pouso Alegre, os servidores da justiça cruzarão os braços no período das 13h às 15h.

– Nós não vamos nos ausentar do Fórum, mas também não vamos trabalhar e nem atender ninguém. Da uma às três da tarde estaremos no saguão do Fórum, falando de nossas carências, do descaso com o servidor publico ao longo dos anos… – Diz a assessoria de imprensa do Serjusmig.
O estopim que deflagrou a indignação dos servidores foi a recente aprovação pelo STF e pelo CNJ do pagamento de auxilio moradia no valor de R$ 4.377,73 aos magistrados, independentes de terem casa na cidade onde atuam, inclusive aos aposentados, o que acarretará um impacto de cerca de R$28,45 milhões nos gatos mensais… Isso só na justiça comum! Isto na contramão da alegações dos dirigentes do judiciário de falta de orçamento para atender as reinvindicações dos servidores.
Enfim… Venha a nós salas espaçosas e arejadas, suco de maracujá geladinho e as mais belas e esculturais escrivãs! Ao vosso reino… abra a janela e deixe o vento entrar para refrescar e vá tomar agua no bebedouro do corredor…!

 

 

Está chegando a hora… Faltam 16 dias para o encontro!

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São duzentos anos de historia desde a chegada do patriarca João Coutinho Portugal ao município de Congonhal…

Foram necessários dez anos de investigação e pesquisa da ‘arvore ggenealógica…

Agora o livro que conta dois séculos de historia da Família Coutinho no Sul de Minas está pronto.

Será lançado no dia 15 de novembro, no bairro dos Coutinhos em Congonhal, onde tudo começou!
Se você assina Coutinho, Gouveia, Ferreira, Matos, Venancio, Costa, Lino, Pereira e Assis… então você faz parte desta arvore!

Seu nome está no livro “A Historia da Família Coutinho no Sul de Minas” contada pelo professor Hilário, um legitimo Coutinho da sétima geração!
Venha participar do evento, abraçar os parentes e conhecer um pouco de sua própria historia.

Venha posar para a fotografia oficial da “Família Coutinho”!

*A foto que ilustra o convite foi feita em 1920, durante o primeiro encontro da Família Coutinho.

Ultima foto da família tirada no dia 14 de julho de 1996...

Ultima foto da família tirada no dia 14 de julho de 1996…

Chefe de Policia Civil agora é cidadão pousoalegrense

João Eusebio Cruz, agora cidadão Pousoalegrense e as medicas legistas Josiane Pollini e Tatiana Telles Koeler de Matos...

João Eusebio Cruz, agora cidadão Pousoalegrense e as medicas legistas Josiane Pollini e Tatiana Telles Koeler de Matos…

A convite do Vereador Paulo Valdir, que indicou o delegado João Eusébio Cruz para receber o titulo, fui prestigiar meu ‘chefe’ na seção solene da Câmara Municipal, que homenageava as 18 personalidades versão 2014. O titulo é um reconhecimento pelos bons serviços prestados pelos cidadãos e cidadãs à municipalidade. Os homenageados são pessoas nascidas em outras plagas, mas que, uma vez tendo escolhido Pouso Alegre para viver, emprestam um pouco de sua vida pessoal e profissional na busca e realização de melhorias na qualidade de vida das pessoas à sua volta. A maioria destes títulos tem conotação politica. Serve para engrossar currículo. Mas alguns realmente fazem jus à honraria pelo desprendimento, esforço profissional ou pessoal e amor que dedicam ao próximo.
Durante a apresentação dos homenageados, seus currículos e suas obras, no telão, fiz uma curiosa constatação: embora trabalhe com o publico em Pouso Alegre desde 1969 e esteja ativamente na mídia nos últimos trinta, além do empresário Drauzio Brito, que aportou em Pouso Alegre com a família antes da minha chegada década de sessenta, da educadora Celina Aparecida S. da Costa mãe da amiga de meus filhos, do radialista Toni Padua, que conheço desde seus primeiros passos na Supermercado Fonseca da Com. Jose Garcia e depois colega de Radio Difusora, seja no seu próprio programa musical ou fazendo sonoplastia para o meu programa esportivo e policial e do delegado João Eusebio, que ingressou na policia dois anos depois mim, não conheço mais ninguém…
Mas é evidente que o desinformado sou eu!
A solenidade de entrega do titulo foi abrilhantada pela ‘camerata’ do Conservatório Estadual de Musica Juscelino K. de Oliveira com três belas musicas entre elas nosso Hino Nacional e naturalmente pela presença maciça de amigos parentes e convidados dos homenageados. Começou como toda solenidade publica com 45 minutos de atraso. Mas ia bem! Até que a jovem mestre cerimonia, como planejado, deu a palavra ao homenageado Sergio Pedini para falar em nome de todos. A partir deste momento a solenidade virou comício do PT, mais propriamente comício da Dilma. Aliás o Sr. Pedini se afastou tanto do tema, que era ressaltar o trabalho social dos colegas homenageados e dele próprio, que até o prefeito Agnaldo, embora petista e naturalmente dilmista pareceu desconfortável no centro da solenidade. O auge da pieguice inoportuna do discurso governista foi quando o Sr. Pedini, chamado a atenção do prefeito disse:
– Muito me admira, Sr. prefeito, que somente em 2009 Pouso Alegre tenha recebido um unidade do Ifsuldeminas?
Faltou virar para a plateia, apoiar o cotovelo no púlpito, retirar o óculos como faria o folclórico Clecio Ribeiro no programa do Silvio Santos e perguntar:
– Como vocês pousoalegrenses viveram até 2009 sem o Instituto Federal, como vocês viveram até 2009 sem o PT!?!?!?

Vere. Paulo Valdir, este colunista, sua esposa Tatiana e Josiani Polinni

Ver. Paulo Valdir, este colunista, sua esposa Tatiana e Josiani Polinni

E os discursos fora de contexto continuaram: Depois de Pedini exaltar parte das sete maravilhadas do mundo petista e deixar claro nas entrelinhas que o único numero que pode ser colocado nas urnas no próximo domingo é o 13, tudo isso em nome dos 18 homenageados que a esta altura já torciam o nariz, foi a vez do vereador Hélio da Van falar… Também em nome dos vereadores que escolheram seus homenageados. Com isso ele fez com que todos os catorze colegas do legislativo abraçassem a causa animal. O auge da fala do nobre vereador, com quem brindei umas loiras geladas em minha casa em Santa Rita anos atrás, foi quando ele voltou todos os holofotes para o prefeito e o presidente da casa legislativa à sua esquerda, impostou a voz e perguntou, e repetiu a pergunta em tom solene:
– Você sabe Agnaldo, você sabe Gilberto… quantos parlamentares no Brasil defendem a causa animal???
Depois de três segundos ou quatro, com o plenário em suspense prendendo a respiração para ouvir a resposta; depois que o alcaide e o presidente da Camara fizeram um discreto movimento horizontal com a cabeça, ele mesmo, Helio, voltando para a pleiteia respondeu:
– Eu também não…!!!
Mas no fim, ao citar Dalai Lama e um dos seus mais profundos pensamentos: “Só existe dois dias no ano em que não podemos dar uma pisadela no tomate”: “Ontem e amanha”, meu amigo Helio acabou por salvar seu discurso!
Na verdade quem salvou mesmo os discursos da noite dos homenageados foi o prefeito. Ao usar a palavra Agnaldo foi claro, curto e filosófico como convém a um professor de sociologia. E dispensou todo mundo para os abraços e para os come & bebes do Bufet Viena…
Aos novos cidadãos pousoalegrenses ‘intitulados’ nesta sexta feira, Celina Aparecida Siqueira da Costa, Fabiano Souza Sales, Roberto Romanelli Barata, Rosana Cezar, Toni Padua, Paulo Bontempo, Drauzio Brito, Jose Roberto da Silva, Padre João Luiz Ferreira Peçanha, Raimundo Leão, Jose Antonio de Azevedo, Ademir Camilo Prates Rodrigues, João Eusébio Cruz, Jailson Vieira, Dirceia Cassemiro Pereira, Anderson Wong, Sergio Pedini e Alexandre Ribeiro de Almeida… cidadãos de coração, por escolha, cidadãos que dão a vida para melhorar a vida dos outros! E outros nem tanto, cidadãos que ha anos aportaram nesta ensolarada terra do Mandu e outros que há dois nem sabia da existência de Pouso Alegre, como o Sr. Wong, congratulações deste Blog.
Congratulações especiais ao nobre Chefe do 17º Departamento de Policia Civil de Pouso Alegre, João Eusebio Cruz, nascido nas terras de Campo Místico de Bueno Brandão, mas que, com hombridade e muito esforço zela pela segurança publica de Pouso Alegre e região. Parabéns também ao amigo radialista Toni Pádua, nascido nas montanhas de Ipuiuna para vencer em terras manduanas com simplicidade, com seu carisma, com suas mensagens de otimismo através do radio!