Quatro horas da madrugada… A chuva parou. Agora apenas uns pingos finos e frios escorrem do telhado provocando a interminável cantilena ‘ping, ping, ping’… Um vulto sorrateiro atravessa a janela e entra no bar do Preguinho, na Rua santa Catarina. Sai rapidamente levando uma bolsa verde, pesada. Apesar da hora morta, ele não está só na madrugada. Olhos atentos observam seus movimentos…
O vulto agora caminha soturno pela Avenida Perimetral quando a barca dos homens da lei encosta. Dentro da pesada bolsa verde ele leva uma garrafa de Vodca, uma de Alba Fogo, outra de Alba Mel e uma de Jurubeba…






