Morreu tentando separar briga de vizinhos… Em Passos

Em qualquer lugar do mundo, “em briga de marido & mulher, ninguém mete a colher”. Em Passos, em briga de irmãos, ninguém mete a mão…

O cidadão F. de 53 anos, não conhecia o novo ditado. Ontem à noite ele tentou separar uma briga entre dois irmãos e acabou passando de pacificador a vitima. Aliás este tipo de incidente é muito comum. Quando se entra numa briga envolvendo duas ou mais pessoas, corre-se o risco de receber alguns sopapos e se acaba revidando, criando um novo ramo da briga. Por isso é sempre aconselhável esperar a poeira baixar. Principalmente se a troca de farpas, espinhos e sopapos for na atual ‘capital mineira do homicídio’, detentora de 46 no ano passado, para uma população de 100 mil habitantes.

Não sabemos ainda se foi o caso de ontem à noite no bairro Imaculada Conceição. O fato é que em meio à tentativa de apartar a briga dos vizinhos, o moço recebeu dois tiros no peito. Enquanto o moribundo aguardava socorro, o assassino de 31 anos voltou ao local e disparou mais três tiros na costas do separador de briga, que parou de respirar a caminho do hospital.

O assassino de 31 anos dobrou a serra do cajuru, mas caiu nas malhas da lei em um hotel da vizinha Itaú de Minas.

Este foi o sétimo homicídio do ano em Passos. O primeiro que não está relacionado à droga. Será?

Lelinho, o traficante sem memória

Diante da pergunta básica sobre sua participação na quadrilha do Fabão, Rogério “Lelinho” Felipe dos Santos foi categórico, firme, serio, disfarçou com perfeição o sarcasmo e respondeu com cara feia, sem ligar para a fama:

– Não sei de nada. Não sei nem porque estou preso…

É assim mesmo. Lelinho, sua companheira Jaqueline, Gerry e todos os demais distribuidores do produto proibido, tem ‘memória fraca’. Direto da Policia tem boa memória. Veja como publicamos sua prisão no dia 19 de setembro passado, a primeira da Operação CTD1.

“Policia Civil prende mula na rodoviária de Pouso Alegre

19 09 2011

  Amigos ocultos da lei digitaram o 181 e avisaram que um rapaz mulato alto, bonito e sensual estava prestes a desembarcar no terminal rodoviário de Pouso Alegre, vindo de Mogi Mirim, trazendo na mochila uma encomenda especial e proibida. O incansável delegado Gilson Baldassari reuniu seus pupilos Alberto, Teobaldo, Balca, Andréia, Ozanam, Rafael e Thiago e foram para o terminal, preparar a recepção para o viajante. Às cinco da tarde ele chegou no  ônibus branco-grená da Gardênia e desembarcou com pinta de somongó. Tão logo pisou a plataforma recebeu o abraço afetuoso e firme da detetive Andréia e teve sua mochila confiscada. A informação era quente. O rapaz trazia vários pacotes bem embrulhadinhos, cerca de meio quilo de farinha do capeta e pedra bege fedorenta, comprados numa pracinha qualquer de Mogi Mirim.

  O jovem Gerry Diego Santos Tume, 18 anos, como todo bom traficante pilhado com a mão na massa, esperneou e disse que a ‘massa’ não era dele. Não era mesmo. Era do traficante Rogério Felipe dos Santos, o Lelinho e de sua esposa Jaqueline Aparecida Domingos, residente no velho Aterrado. Gerry era apenas o ‘mula’. Ele fora à cidade de Mogi Mirim buscar a droga para Lelinho, em troca da quitação de uma  dívida de droga que tinha com ele, no valor de 250 reais.

       Com as informações fornecidas pelo mula,  os detetives foram visitar o ‘casal vinte’ no aterrado e em sua residência apreenderam vasta lista de clientes nóias e material para embalagem de drogas.

      Era apenas mais uma das inúmeras operações de combate ao trafico de drogas da policia civil, com auxilio dos “amigos ocultos da lei”. Mas, dadas as tendências sexuais e comportamento esdrúxulo do mula – ele é gay – a operação ganhou contornos hilários. Ao descer do ônibus e sentir as mãos firmes da detetive Andréia em seus braços, Gerry armou um tremendo barraco:

– Que isso? Quem é você? Me larga sua doiiiida !!!

   Andréia, já sabendo que a “fanta era uva”, entrou na dele;

 -Calma menina… eu sou policial, vou apenas prende-la …”.

    Ao negar que a droga era dele, Gerry tentou ocultar o verdadeiro dono fazendo birrinha histérica, quase bateu o pezinho; – … Eu não posso falar, não posso falar, senão eles me matam…

 Mas, com receio dos puxões de orelha, falou. E foram se hospedar todos, mula ‘donzela’ viciada inadimplente e o casal Lelinho/Jaqueline, no mesmo hotel do Juquinha, depois de assinarem o 33 e o 35 da lei anti-drogas.” – Jaqueline estava grávida, perdeu o bebê  prematuro no presídio e ganhou liberdade provisória. Voltou para a rua e continuou no trafico. Foi presa semana passada, pela segunda vez na mesma investigação.

Falando em fraqueza de memória, quase ia esquecendo… Lelinho era integrante do PCC. Como não estava dando conta de honrar seus compromissos com a facção criminosa, foi expulso da organização. Ele deve ter esquecido também, que pretendia pagar sua divida, com a venda da droga que receberia das mãos do mula Gerry naquela tarde. O que convém não esquecer é que o PCC não costuma perdoar seus devedores…

Operação “Mendigo” na favela

Casal 20 do "33"

        Tarde manhosa de segunda feira dia 26 de março 2012. Quem passou pela favela de… em São Paulo viu um pé-de-cana chapado deitado numa escadaria torta e mal feita de uma ruela suja e deserta. O moço alto forte, usava bermuda jeans suja e rasgada, uma camiseta em pior estado, um boné amassado caído no rosto e o pezão 42 sujo no chão. De vez em quando ele levava uma garrafinha transparente à boca engolia um gole do liquido, fazia uma discreta careta e tomava um gole de coca-cola morna por cima. De uma sacolinha de plástico, que mais parecia uma sacolinha de lixo, de vez em quando tirava um sanduíche amassado qualquer e dava uma mordida. Em situação de penúria e decadência semelhante, outros dois mendigos espreguiçavam noutra ruela abaixo. Há alguns metros da escada, uma voz de mulher de vinte poucos anos se despediu de uma pessoa cujo nome lhe era bastante familiar, entrou num golzinho bola e se afastou do local. Depois de consumir quase todo o conteúdo quente das duas garrafinhas e parte do sanduíche, ouviu o movimento de uma janela e de uma porta se abrindo no muquifo de onde saira a mulher uma hora antes. Por baixo da aba do boné pode ver um sujeito sair da casa com um saco de lixo e levar até a esquina há poucos metros dali. O mendigo desacorçoado levantou-se meio cambaleante, pegou sua sacolinha de lixo, foi em direção à casa e quando o sujeito ia entrar, enfiou a mão  na sacolinha e ao invés de sanduíche azedo apareceu uma pistola .40…

– Perdeu, perdeu… perdeu – Disse ele ao sujeito – Já era. Deita no chão…

– Qualé, mano, ta maluco!!!… Caralho, é você Teobaldo? Tô diboa, tô diboa…

– É melhor ficar de diboa, mesmo retrucou o detetive enquanto sacava o celular com a mão esquerda e dizia apenas;

– Ta na mão…

Em menos de 50 segundos Balca, Ozanam e Elon chegaram com as pulseiras de prata. Um minuto depois o delegado Gilson Baldassari acompanhado do Sub-Inspetor Alberto e outros dois detetives chegaram com as viaturas.

Antes do sol melancólico se deitar atrás da Serra da Cantareira os policiais de Pouso Alegre, deixaram a capital paulista trazendo na rabeira da viatura Fabio Ricardo da Silva, o Fabão, membro da facção criminosa denominada PCC, um dos maiores distribuidores de drogas de Pouso Alegre.

Para prender o poderoso chefão na favela, os “mendigos” foram eficientes no teatro… e contaram também com a sorte !!!

Flavia, a primeira-dama do trafico

Flávia pereira da Silva - primeira dama do tráfico

Alessandra Bueno Barroso “Garrafinha”
Jaqueline Aparecida Domingos – presa pela segunda vez na mesma operação

Juliana Rocha Feliciano

Dentre as quatro mulheres presas na Operação CTD1, Juliana Rocha “JU” Feliciano, Alessandra Bueno “Garrafinha” Barroso, Jaqueline Aparecida Domingos, que havia sido presa grávida no ano passado, perdeu o bebê na prisão, saiu e voltou para o trafico e Flavia Pereira da Silva, Flavia merece um capitulo. Apesar de administrar a contabilidade da quadrilha do amasio, ela trabalhava na Cantina Maracanã. Na véspera da derrocada da quadrilha ela teria comentado toda ganjenta com a esposa de um policial;

– A policia toda de Pouso Alegre é louca para pegar meu marido… Mas ninguém consegue por as mãos nele.

No dia seguinte um mendigo o prendeu na porta da casa dele na favela em São Paulo. Na terça feira, sem saber que ele havia sido preso, ela também recebeu pulseiras de prata.

Alguns clientes costumeiros da cantina, notaram sua ausência e perguntaram por ela:

– Ela está doente – respondeu o gerente, que sabia de sua prisão.

No sábado seguinte o mesmo cliente voltou a perguntar por ela e o gerente respondeu;

– … A situação dela piorou!!!

Mas melhorou para ele. O cliente vai economizar gorjetas pelos próximos 7 ou 8 anos…

Operação Periquito amigo da onça

Periquito

Um dos trinta e dois presos na operação CTD1 é nosso velho conhecido Andersom Leopoldino de Lima, o Periquito. Ele é um dos meninos que vi crescer. Desde os tempos de futebol, do qual aliás, ele não deveria ter  se afastado. Ele cresceu na barra da saia do João Cavalo, honesto, serio e respeitado treinador de futebol de base no velho Aterrado. Cresceu forte, sadio e bom de bola. Teve um bom momento no futebol de salão da cidade e jogou em vários times profissionais da região. No amador jogou no Guarani do Niquinho no Santos do João Cavalo e em vários outros. Jogou muitas vezes contra e a favor do time da policia civil, por isso mesmo gozava da amizade de vários detetives.

Anos atrás, aproveitando o pouco movimento de transito da madrugada, Periquito atravessou o semáforo da Silviano Brandão na garupa de uma motocicleta, com o sinal fechado. Espatifou-se na rua ao bater em um veiculo que cruzava com o sinal aberto. Sofreu traumatismo craniano, ficou dias em coma. Talvez a batida tenha misturado seus neurônios e o tenha feito perder a noção do certo & errado. Depois disso ele bandeou-se para o outro lado da lei, mas continuou a cultivar a amizade com os policiais. Aliás, a tirar proveito da amizade com alguns detetives, especialmente do detetive Teobaldo, que também cresceu no futebol e já defendeu vários clubes amadores do velho Aterrado.

Em algumas ocasiões tensas Periquito costumava dizer que a droga era do Teobaldo ou que tinha a anuência dele… Depois da prisão do chefe da quadrilha, Fabão, em São Paulo, o próximo a receber a visita dos homens da lei foi justamente Periquito. Ao perceber a chegada da viatura ele tentou bater asas, mas caiu na arapuca. Como ele não sabia do mandado de prisão contra ele e se julga amigo do policial, não tinha motivos para correr… ou tinha? Tinha. Tinha sim. Tinha um quilo de farinha do capeta mocosado em casa. O distribuidor de cocaína vai ser o crack do Hotel do Juquinha.

Periquito, amigo da onça…!!!

A proposito, adivinha quem foi que cortou as asas do Periquito…??

Ganha um doce de batata quem disser o nome do policial que entrou como um foguete na sua casa e foi puxar suas asas debaixo da cama do seu pai enfermo!!!

… Isso mesmo! Quem falou, Teobaldo, pode passar na redação do blog e pegar seu doce de batata. Antes que asse…!

Ronan Gordinho, o chefe do PCC no Cidade Jardim

Ronan Gordinho do PCC do Cidade Jardim

 

         No apagar das luzes de 2011, o traficante João Rafael “Balaio” Maximiano, recebeu uma saraivada de balas nas costas, na altura da cintura no bairro Cidade Jardim e morreu. O delegado de plantão naquela noite chuvosa de 30 para 31 de dezembro era justamente o abnegado Gilson Baldassari, da Especializada de Combate ao Trafico de Drogas. Em meio à chuvarada que invadiu a madrugada ele e seus pupilos apuraram que as azeitonas quentes haviam saído do cano do trabuco de Ronan Silva Candido, o Gordinho. Apuraram também que João Balaio morreu porque era concorrente no ramo de drogas no bairro e não aceitava as imposições de Ronan.

Baseado nos levantamentos o delegado pediu a temporária de Gordinho. Ele ficou na moita uns tempos e quando voltou para casa caiu nas malhas da lei, no mês passado. Maycon Silva Candido, assecla do assassino, caiu com a droga do irmão enterrada num monte de areia, na véspera do carnaval. Os irmãos caíram antes mesmo de concluídas as investigações da Operação CTD1.

Policia Civil prende 32 traficantes e desmonta PCC em Pouso Alegre

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O delegado regional de policia civil de Pouso Alegre, Flavio Tadeu Destro, acompanhado pelo delegado de combate ao trafico de drogas, Gilson Beraldo Baldassari, reuniu a imprensa na manha desta quarta feira santa para apresentar à sociedade a maior quadrilha distribuidora de drogas da cidade e região: trinta e dois presos, com  provas robustas de seus envolvimentos com o trafico, suficientes para retirá-los de circulação por longos anos.

Com um sorriso de satisfação de canto a canto do rosto os competentes delegados esmiuçaram os detalhes da operação e importância do combate silencioso, que culminou com a prisão de 32 traficantes. Flavio Destro agradeceu o Ministério Publico e o Juiz Criminal pela confiança, credibilidade e apoio à Policia Civil nas investigações. Enalteceu a coragem de seus detetives que num capitulo teatral penetraram numa favela de São Paulo disfarçados de mendigos e prenderam o chefe da quadrilha, Fabio Ricardo “Fabão” da Silva, membro do propalado PCC paulista. Para os delegados, Fabão era o mentor da quadrilha e principal fornecedor das drogas que eram distribuídas em Pouso Alegre. Era ele quem dava as cartas, que determinava a quem, como e quando distribuir o entorpecente, tudo de acordo com os preceitos do PCC. Flavia Pereira da Silva, mulher de Fabão – em Pouso Alegre – cuidava da contabilidade da quadrilha e se gabava de ser a mulher do homem forte, inatingível pela policia. Foram apreendidos em todas as prisões, o total de oito quilos de maconha, crack e cocaína, o que segundo os delegados é irrelevante. “O mais importante são os elementos comprobatórios levantados durante as investigações, tanto que todos nossos pedidos de prisão preventiva foram autorizados pelo Juiz Criminal”, enfatizou o delegado regional. Nossos investigadores juntaram um lastro probatório suficiente para a manutenção de todas as prisões”, acrescentou.

Esta pode ter sido a maior operação de combate ao trafico de drogas, do ano, realizada pela policia civil de Pouso Alegre. Chegou-se cogitar pedir o apoio da Delegacia Especializada de Belo Horizonte, com cães farejadores, helicópteros dezenas de viaturas barulhentas e de dezenas de policiais para o cumprimento dos mandados de prisão. Cogitou-se reunir ao menos os policiais da área do 17º Departamento, mas concluíram que o alarde poderia alertar os meliantes e afugentá-los, afinal quem tem culpa do cartório dorme com olhos abertos, quem deve teme, treme e foge… E optaram pela operação silenciosa, na surdina, sem alardes e riquifoques, que seria mais eficiente e produtiva. Sabia reflexão. Ao longo de dez dias, sem ninguém ficar sabendo, uma minúscula e eficiente equipe de 6 detetives deram o pulo certeiro e tiraram 32 traficantes das ruas.

As investigações começaram há meses. Foram realizadas pelos detetives Teobaldo, Balca, Elon e Ozanam, sob orientação do delegado de trafico Gilson Baldassari. Foram centenas de mensagens codificadas entre traficantes, mulas, formiguinhas e nóias, interceptadas pelos detetives. Um árduo trabalho de traduzir denominação de drogas, de logradouros públicos, de pessoas, de seus endereços até que o delegado pudesse formalizar o pedido de busca e prisão dos investigados ao homem da capa preta.

O cumprimento dos mandados começou na segunda feira 26 de março. Desde então o hotel do Juquinha tem recebido em media tres traficantes por dia. Alguns foram pegos sem uma grama sequer de pedra bege fedorenta, farinha do capeta ou erva marvada, mas os policiais tinham em mãos o competente e famigerado “mandamus” do juiz criminal. Não foi necessário um tiro sequer, mas o golpe da PC foi certeiro na máfia do trafico de Pouso Alegre e região. Como a maioria deles é notória e contumaz na traficância, é provável que a pena da quadrilha, somada, ultrapasse os 300 anos de hospedagem no Hotel do Juquinha.

Como ultimamente se tornou moda batizar suas operações, esta foi batizada – muito sem inspiração – de Operação CTD1(Combate ao Trafico de Drogas ). É o mesmo que batizar os filhos de Jose Maria e de Maria Jose. Pelo porte e peculiaridades, cairia muito melhor títulos tais como: “Operação Silencio”, “Operação Teatro”, Operação Travessia ou “Operação amigo da onça”.

Alguns personagens – Periquito, Flavia, Fabão, Lelinho… e peculiaridades merecem destaque e poderiam dar nome á operação. Leiam a seguir…

GPS cagueta ladrão de celular

O estudante A.P.Novo, 17 anos acabara de sair do Colégio São Jose, quando em meio ao furduncio que se faz na porta da escola, um guampudo que passava ao lado levantou levemente o capuz da blusa de moleton, exibiu sua cara de sinistro e disse entre – dentes:

– Passa o celular senão leva a uma facada…

Pedindo assim com jeitinho… não há como recusar! O estudante entregou o aparelho, correu para casa ali perto, chamou a policia, ligou para um amigo e passou a rastrear o seu próprio aparelho que possui GPS.

Alguns minutos depois os homens da lei avistaram o malaco atravessando a ponte do velho Mandu, indo direto para uma loja de celulares vender o aparelhinho dedo-duro para comprar drogas. O assaltante traído pela res furtiva, sem entender como os homens da lei chegaram tão rápido até ele, tentou dobrar a serra do cajuru mas, contra a correnteza é inútil remar. Marcos Barbosa Vilar, 18 anos, alegando morar em Alfenas, assinou um 158 e foi tirar férias no Hotel do Juquinha.

Operação Mão Negra I – 797 anos de cadeia para traficantes

Os traficantes investigados e presos pela Policia Federal no final de 2009, na ação denominada “Operação Mão Negra I”, finalmente receberam a reprimenda formal. As penas vão de 5 anos a 61 anos e 5 meses, dependendo da menor ou maior participação do meliante na quadrilha que distribuía drogas em Três Corações e boa parte do Sul de Minas, inclusive Pouso Alegre. Todos eles responderam e foram condenados em vários processos. Em cada um receberam penas que variam de 5 a 11 anos, daí a somatória das penas ultrapassar os 40 anos para a maioria.

O mais ‘graduado’ da quadrilha, Andre Luiz Pereira, alem do trafico foi condenado também por porte e disparo de arma de fogo. Numa das escutas da Policia Federal, ele foi flagrado ameaçando matar um devedor de drogas e dizia:

– Escuta, escuta o que vou fazer …! E disparou um tiro para o chão para demonstrar do que capaz. A PF também foi capaz de gravar o disparo e a mulher da capa preta foi capaz de condená-lo tendo como prova apenas o som do disparo do trabuco.

A maioria dos condenados já cumpre pena na penitenciaria de Três Corações, onde deve permanecer.

O vendedor Rogério Sena Favacho do Valle, 32 anos,  condenado a 11 anos, foi preso em Pouso Alegre e está desde então hospedado no Hotel do Juquinha.

1-Andre Luiz Pereira – 61 anos 5 meses

2-Anderson Francisco Ferreira Pereira – 52 anos 8 meses.

3-Cassiano Henrique Paulino – 45 anos

4 -Paulo Ângelo Ferreira – 45 anos

5-Cleidielson  de Souza – 44 anos

6-Joselene Braz – 44 anos

7-Rodrigo Donizete Bento – 44 anos

8-Rubens Francisco Menegucci – 44 anos

9-Mauro Ricardo Almeida Santos – 44 anos

10-Taiana Cássia de Souza – 44 anos

11-Karina Aparecida Ferreira – 44 anos

12-Alessandro Antonio Rodrigues – 44 anos

13-Jean Carlos Tavares da Silva/ – 44 anos

14-Alessandro Garcia – 44 anos

15-Ana Paula de Souza Sebastião – 44 anos

16-Velder Rodrigo de Oliveira – 39 anos 2 meses

17-Vener Francisco de Oliveira – 30 anos e 6 meses

18-Ivam Paulo Pereira – 30 anos 6 meses

19-Rogerio Sena Favacho do Valle – 11 anos

20-Adriana Rodrigues de Toledo – 6 anos e 8 meses)

21- Gerson Luiz Nogueira – 5 anos

A sentença da ‘mulher da capa preta’ Aila Figueiredo, da Comarca de Três Corações foi publicada no final do mês de março.

Hollywood costuma produzir uns filmecos de suspense, do tipo .. “Eu vi o que fez no verão passado” ou “Eu sei o que você está fazendo..”, que deveriam servir de alerta para os traficantes, pois enquanto eles distribuem a pedra bege, farinha e outras drogas, se achando impunes, a policia está nos bastidores, filmando…!! Uma hora a cortina cai…

Kátia… leva valentão para o xadrez

O que leva mais gente para a cadeia? Drogas ou cachaça?

A discussão é boa, longa, interminável e redundante, pois drogas e cachaça é uma droga só. Ambas minam os alicerces de famílias inteiras. A grande diferença é que a sedutora e ‘tonteante’ Severina do Popote é vendida livremente a R$ 0,50 a dose em qualquer boteco!!!

A semelhança entre as drogas é que as vitimas tem que tomar uma atitude… Denunciar. Foi o que a senhora Elca Teixeira Batista – finalmente – fez, em Turvolandia, capital do caqui. Elca vive amasiada com Antonio Aparecido de Souza há 11 anos embora tenha filhos até de 13 com ele. É um bom sujeito, desde que esteja só… sem a companhia da Kátia…ça. Quando bebe mistura os passageiros e transforma seu lar em um pandemônio. Ameaça a companheira, desce-lhe o borralho e as quatro crianças saem correndo para a rua, para não entrar também na manguara.

Ontem, noite ainda criança, Antonio Aparecido apareceu em casa mamado e durante o jantar resolveu virar a mesa… literalmente. Começou jogando os pratos no chão. Em seguida desfiou o rosário de impropérios contra a amasia e cobriu-a de socos. Apesar de ser saco de pancadas do amasio, mais uma vez Elca deixaria o dito pelo não dito… o feito pelo não feito. Mas desta vez Antonio extrapolou. Depois das agressões ela saiu para a rua, para reunir os filhos assustados. Quando voltou Antonio havia trancado a casa, deixando a família ao relento e fora dormir.

Desta vez Elca fez o que deveria ter feito quando a orelha esquentou pela primeira vez… Chamou os homens da lei e na DP de Pouso Alegre ratificou seu desejo de processar o marido…Ufa.

Por causa da Kátia…ça, Antonio caiu nas garras de “Maria da Penha” e ‘apareceu’ para uma estadia no Hotel do Juquinha.