O crime teve requintes de crueldade – ou de desprezo total pela vida – e só foi descoberto dias depois…
O corpo do bancario Oscar Sanches, funcionário da CEF, foi encontrado pelo sobrinho Paulo Cesar Sanches do Prado, dentro de sua casa no final da manhã desta quarta, no loteamento Santa Clara, bairro dos Fernandes. Ele estava com as mãos amarradas com lençol uma à outra, nas costas, sobre a cama do seu quarto. Tinha o rosto coberto com um travesseiro parcialmente queimado. Na cama e no chão do quarto havia uma imensa poça de sangue, que descia de um corte no pescoço. Antes de deixar o funesto local os assassinos atearam fogo no travesseiro, que queimou parte de sua costela. Os exames periciais e necropsiais constataram que o bancario morreu por esgorjamento.
A intenção dos cruéis assassinos era, certamente, provocar um incêndio total na casa, para dificultar a investigação. No entanto, devido ao encharcamento do corpo e da cama com o próprio sangue, as chamas não se alastraram.
Para o experiente delegado Gilson Baldassari, responsavel pelas investigações, o crime tem conotação sexual. Os frios assassinos no entanto, tentaram dissimular Continuar a ler







