Anselmo “da Gata” ataca em Camanducaia

O comerciante estava preguiçosamente estirado no sofá da sala assistindo um filme na virada da noite e nem percebeu que um vulto desfilava sorrateiro pelos quartos da casa. Ao perceber a aproximação de uma viatura da policia na rua o vulto pula como um gato, a janela e vai se esconder no telhado da casa vizinha. As duas da madrugada, quando o comerciante vai dormir, o gatuno atravessa novamente a janela, pega a televisão ainda quente, coloca nas costas e vai embora.

Na noite seguinte o mesmo gatuno sorrateiro atravessa a janela do banheiro de outra residencia no mesmo bairro, enquanto a dona da casa dorme e quando está separando uma mochila infantil com roupas e tapetes para viagem, eis que surge o marido dela. Nada de desespero… É para estes momentos que servem as portas… para se esconder atras dela. Ele ainda ouve o dialogo do casal:

– Ué, amor, fez faxina hoje… tudo arrumadinho, dobradinho….

E ela sonolenta…

– Ahn, amor, que faxina …? Apaga esta luz e vem dormir!

Quando as luzes se apagam o gatuno sai de tras da porta, coloca as roupas e objetos que interessa, até um tapete de banheiro, na mochila e vai embora.

Na casa da medica Maria Isabel, noites depois, as cenas se repetem na calada da noite. Desta vez o enredo é mais emocionante. Quando o vulto sombrio vasculha a casa na penumbra, a medica desperta, acende a luz e…

 

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Maria da Penha … Protetora das mulheres fracas e oprimidas

       Era uma vez uma jovem biofarmaceutica cearense chamada Maria. Um dia ela conheceu um simpático professor colombiano chamado Marco Antonio e dele se enamorou.

 

        Apesar de saber que o que vem, da Colômbia não se deve cheirar, a jovem e sonhadora Maria se deixou levar na lábia do ‘hermano’ e casou-se com Marco Antonio. Ao assinar a certidão de casamento, sem saber, assinou também o passaporte para o inferno. Foram seis anos de maus tratos, aviltamento e manguara. Tudo causado pelo ciúme exacerbado e doentio que Marco Antonio trouxera da Colombia. Certa noite o marido violento foi ao extremo do ciúme que sentia de Maria. Aproveitando que ela estava placidamente nos braços de Morfeu, Marco Antonio apontou-lhe o revolver e puxou o gatilho. Colombiano é ruim até de pontaria. A penumbra do quarto não lhe permitiu acertar um ponto vital e o tiro atingiu as costas da mulher. Maria não morreu, mas ficou paraplégica. Quando a policia chegou, o professor dissimulado disse que um assaltante havia invadido a casa e atirado em sua esposa.

      Depois de meses internada, Maria voltou para casa e seu martírio foi ainda pior. Entrava no borralho de manha e era trancada em casa para entrar na manguara de tarde. Um dia, ao vê-la na banheira o marido sentiu os ohos brilharem de satisfação e maldade: era hora de terminar o que começara meses atrás… tentou matá-la eletrocutada e não conseguindo tentou afogá-la na banheira. Maria, no entanto tinha uma missão a realizar no século XXI; salvar as mulheres indefesas dos maridos e namorados violentos, por isso sobreviveu também ao afogamento e a eletrocussão. Dias depois conseguiu finalmente sair das garras do marido com as três filhas e foi à luta para mandar o marido assassino para a cadeia.

      Dez anos depois Maria conseguiu sentar Marco Antonio Heredia Viveros no Banco dos Réus. Ele foi condenado a 15 anos de cadeia. Como Fortaleza também é Brasil, ele recorreu e continuou em Liberdade esperneando na justiça. Em 2002, faltando um ano para caducar os crimes cometidos pelo agressor de mulheres, finalmente Marco Antonio foi condenado e preso. Ficou menos de dois anos vendo o sol nascer quadrado!!!

       Maria continuou inconformada com a leniência da justiça brasileira. Mas como brasileiro não desiste nunca, ela continuou na luta. Levou o caso à Comissão Interamericana dos Direitos Humanos da OEA… O episodio de Maria finalmente virou caso de policia e passou a ser discutido e tratado como caso de violência contra mulher no âmbito familiar.

       Em agosto de 2006 as violências contra Maria, cujo nome completo é Maria da Penha Maia Fernandes, virou lei numero 11.340… Lei Maria da Penha. No dia seguinte no dia de janeiro, um valentão caiu nas garras de Maria da Penha e foi conhecer Bangu I.

        A diferença da Lei Maria da Penha para as demais está no rigor e quantidade da pena. Antes o valentão que descia a manguara na mulher, era levado para delegacia, sentava ao piano assinava um TCO e era liberado. Muitas vezes voltava para casa pelo mesmo caminho e às vezes chegava em casa antes da mulher amassada, digo, amada. Agora, se a mulher que recebeu bolachas, socos e pontapés quiser, o brucutu vai direto para o Hotel do Juquinha e quando sair de lá um pouco mais macio, tem que manter-se a mais de 100 metros dela.

… Mas a lei somente será cumprida se a mulher aviltada, amassada, esfolada, esculhambada e apaixonada… quiser!!!!

        Maria da Penha teve dignidade e coragem para lutar contra a violência domestica no ambito familiar e mandar o marido valentão para a cadeia. Sua luta tornou-se lei e ela tornou-se a heroína das mulheres fracas e oprimidas. No entanto, milhares de mulheres continuam apanhando dos maridos Brasil afora. Em muitos casos a policia é chamada e faz seu papel. Na delegacia de policia, no momento de assinar a ‘queixa’ contra o brucutu, a mulher ofendida amarela – perdoem-me a grosseria da cacofonia – mija para trás, desiste de processar o companheiro, resolve dar mais uma chance a ele… Voltam para casa de braços dados. Nos primeiros dias trocam juras de amor, uma caixa de bom-bom, um buque de flores e logo tudo volta à rotina… e a falsa Maria da Penha, com ‘m’ minúsculo, continua entrando no borralho o resto da vida. Muitas vezes o resto é apenas um ‘restinho’, dura poucos dias…

        A Lei Maria da Penha está aí para defender todas as Marias. Mas nem todas as Marias são da Penha.

        Você é uma delas…???

Ladrões ‘bijuterias’ roubam jóias em Itanhandu

       A comerciante E.M.M. 65 anos estava quieta no seu canto, lustrando anéis, pulseiras, brincos e cordões na sua joalheria no centro de Itanhandu, às onze da manha, quando ali entraram dois novos clientes muito pouco polidos. O mais alto deles, H.L.E.G. sacou um trezoitão e anunciou o assalto. Diante da mira do trabuco a funcionaria M.P.R. encheu a mochila dos assaltantes com jóias diversas. Logo em seguida foram trancadas no banheiro.

        Os assaltanates de primeira viagem deixaram o local à pé e logo pegaram um taxi para dobrar a serra do cajuru. Apesar de roubarem jóias, eram ladrões bijuterias, destes que mal sabem quando estão com fome… Não tinham dinheiro nem para pagar o taxi até a próxima cidade. Desceram no meio do caminho e seguiram a pé.

        A policia militar registrou o B.O. e saiu na sombra dos meliantes. Na estrada de Passa Quatro encontrou o taxista já voltando, o qual indicou onde havia deixado a dupla de Manés. Ao avistar a viatura policial os assaltantes pés de chinelos dispensaram a mochila com as jóias e se embrenharam num matagal. Um deles vazou. O outro tropeçou nas malhas da lei e caiu nos braços dos policiais.  Há poucos metros dali estava a mochila com R$ 15 mil em jóias e o trezoitão usado para gelar a espinha das comerciantes.

      A julgar pelas trapalhadas dos ‘assaltantes bijuterias’, parece que tudo que eles queriam era cama, comida e roupa lavada de graça no hotel do contribuinte…

Aconteceu o 36º homicídio em Passos

       Há dias venho pensando em abordar o assunto aqui no blog, mas estava evitando tocar na ferida para evitar o “foi só falar, aconteceu” ou “falou cedo demais” ou ainda: ” Foi só falar no capeta… ele apareceu!!!”

      Na verdade eu esperava que a ‘aragem’ na chuva de assassinatos na cidade de Selton Melo, “o homem invisivel”,  durasse mais tempo, que completasse ao menos 40 dias… não deu. Mas de qualquer forma, foi um recorde no ano. Desde janeiro, quase toda semana a imprensa anunciava um novo assassinato ou tentativa. Desta vez a trégua foi mais longa…  Exatas cinco semanas, 35 dias sem morte ‘matada’ em Passos.

      O ultimo passense a bater às portas de São Pedro fora Tiago Rodrigo, na quinta feira 13 de outubro. A bandeira branca foi jogada por terra na madrugada desta sexta. Curiosamente o novo hospede de São Pedro é um dos mais velhos dentre os passenses mortos a tiros na cidade em 2011. Adão dos Reis tinha 41 anos, já fora processado por homicídio, tentativa de homicídio e roubo. Como a quase totalidade dos mortos à bala este ano, também tinha envolvimento com o submundo das drogas. Adão recebeu a saraivada de balas, no meio da madrugada, no bairro Novo Horizonte, o velho Aterrado de Passos.

      Foi 0 36º homicídio na cidade no que se finda.  No mês passado, antes do assassinato de Tiago na quinta, Edson Rodrigues havia sido morto na quarta e Weverton Fernandes no sábado, ou seja, três crimes numa só semana!!! Será que outros passenses ‘fichas sujas’ serão despachados à bala em Passos ainda esta semana???

Mamado, chapado, armado de facão … e nocauteado por Maria da Penha

Segunda feira gorda, feriadão prolongado, chuvinha fina caindo, ocasião propicia para uns amassos na loira gelada e se entregar às caricias de Morfeu debaixo dos cobertores… Foi o que fez, ou tentou fazer, o lavrador Francisco Carmo do Nascimento, 36 anos morador do bairro Limeira. Só faltou combinar o programa com a esposa Marilza dos Santos Maia de 32 anos.

Depois de pendurar-se no pé de cana Francisco chegou em casa exalando o tradicional bafo de jibóia, querendo comida quente e chamego… Mas o caldo entornou. Armado de um imenso facão, ele ameaçou arrancar o escalpo da mulher e dos quatro filhos imberbes. Como ela se trancou dentro de casa, ele arrombou uma janela na ponta da lamina e danificou um computador. O estrago não foi maior porque a ‘5ª Cavalaria’ chegou logo depois que Marilza digitou o 190.

Marilza vem sendo aviltada, agredida e ameaçada por Francisco  há muito tempo, por isso aproveitou o embalo para cortar de vez o cordão umbilical … informou que o marido valente, além da paixão por Severina do Popote, tem também um caso forte com a erva marvada. E tinha mesmo. Em sua algibeira os homens da lei encontraram um patuá da erva. Com pulseiras de prata, já no interior do taxi do contribuinte, Francisco continuou fazendo juras… de morte à Marilza: “Quando eu sair da cadeia, vou te matar”!!! Na DP sentou-se ao piano, assinou 163, 147 e 28 teve a fiança arbitrada em R$570 reais. Como o bolso estava vazio, foi se hospedar no Hotel do Juquinha.

Com toda valentia.. foi nocauteado por “Maria da Penha”

Amor à prova de fogo em Camanducaia

       A pequenina e bi-centenaria Camanducaia, incrustada nas barbas da Mantiqueira, caminho inevitável para quem vai à bucólica Monte Verde, sempre esteve presente nas paginas policiais. Ultimamente a criminalidade tem estado sob controle, mas não deixa de registrar alguns casos pitorescos e românticos.

        Ano passado publiquei na minha Coluna impressa a historia de um casal de pombinhos que tentou reviver a historia de Romeu e Julieta numa versão moderna. A jovem Capuleto era bem jovem mesmo, apenas 15 anos, o Montechio, também… tinha 17. Mesmo assim queriam reviver o romance ‘caliente’ de Verona. Como os familiares não aprovavam o enlace prematuro, o casalzinho quis mostrar a todos que estava disposto a morrer por amor. Ambos passaram uma gilete nos pulsos… E foram estancar a hemorragia no Pronto Socorro.

        O ultimo caso de amor que terminou em B.O., ainda rende freqüentes visitas à este blog. Aconteceu no mês passado. Depois de passar ardentes momentos no “Motel Momentos”, a jovem quis colocar um ponto final no romance e voltar para o antigo marido. Doente de amor o jovem preterido amarrou-se num pé de cana, pegou o volante do seu golzinho e enfiou-se debaixo de um poste, mas sobreviveu. No dia seguinte, ao sair do hospital, foi se deitar na pista de rolamento da Fernão Dias para por fim ao seu suplicio. Por ‘garantia’, deitou- se justamente  defronte o alojamento dos Anjos do Asfalto da Intervias, facilitando assim o seu salvamento.

         Esta semana foi a vez do servente Alexsandro P. Andrade escrever  sua pagina no romance policial de Camanducaia. Alexsandro traz no peito um amor de infância pela esposa. Juntou os cobertores com F. aos treze anos de idade. Agora aos 33 anos, vinte de amor, sublime amor, beijos e alguns ‘tapinhas’, tem quatro filhos entre 9 e 15 anos. Ultimamente o idílio do jovem casal tem estado meio abalado por pequenas desavenças familiares. No domingo, depois de uma ligeira discussão F. disse que ia embora. Alexsandro imitou Jane & Herondi… “Não se vá…” e para convencer a cara metade a ficar, brincou de colocar fogo no próprio corpo. Encharcou-se de álcool e enquanto refazia suas juras para a esposa, com o isqueiro na mão, de repente, vluoop … pegou fogo. O incendiário apaixonado sofreu queimaduras de 2º e 3º graus nas mãos, braços, peito e rosto mas passou pela prova de fogo do amor.

       Embora as más línguas afirmem que F. ‘já se fora para outros braços’ – deve ser maldade!! – o sólido amor do casal parece ter resistido ao fogo, pois todos os dias F. vai visitar o marido no hospital. Vai ficar cicatrizes… nos dois.

Comerciante arma tocaia para ladrões

         O comerciante F.T.M. arrenda a lanchonete no interior da praça de esportes de Perdoes, mas os negócios não andam bem. È que ele tem muitos fregueses noturnos, que vem do esgoto, comem e bebem e voltam pelos buracos sem pagar…. Só nas ultimas três semanas foram três visitas na calada da noite. Cansado de ser roubado o comerciante resolveu armar a ratoeira para surpreender os ratões de lanchonete. Combinou com um amigo, armou-se de tacos de beisebol, se fecharam no banheiro e ficaram de tocaia. Não demorou muito e lá vieram os ratos de madrugada… cinco quijaras. Quando começaram enfiar os dentões nas balas, doces, refrigerantes e moedas, o comerciante e seu amigo saíram do esconderijo e desceram-lhes o borralho. Foram chineladas, vassouradas e pauladas para todo lado. Dois ratões caíram na ratoeira, outros três conseguiram vazar pelos buracos da praça, mas se enroscaram nas malhas da lei.

       São todos “dimenor”, por isso sentaram ao piano do delegado de plantão, assinaram um procedimento especial e foram entregues a seus pais… com o rabo ardendo. Não ficaram na ratoeira, mas agora estão escaldados…

Guinho escorrega na ‘farinha’ e cai nas malhas da lei

       Amigos ocultos da lei – mais uma vez – derrubaram um traficante no velho aterrado ontem à tarde. Segundo o informante anônimo, o cidadão Andre Luiz Cardoso, 26 anos, conhecido pela alcunha de Guinho, e outros dois comparsas estavam seguindo da rua Sapucaí para a rua Alicio Pereira num golzinho branco, para fazer uma entrega de ‘farinha’ a um distribuidor menor daquela rua. Os policiais saíram na sombra do trio e na citada rua, defronte uma casa em construção, fizeram a abordagem. Na companhia de Guinho estava o meliante Emerson Soares de Lima, vulgo Preto. Ambos tentaram dobrar a serra do cajuru e Preto, que apesar de estar branco de susto, conseguiu vazar.

       Guinho, figurinha fácil no álbum da policia no ramo de distribuição de drogas, não foi feliz, tropeçou nas malhas da lei e caiu. Pelo jeito ele ja havia feito parte da entrega, pois levava na algibeira R$ 1.297 reaisem espécie. Atrás da porta da obra, onde comumente mocosava a droga os policiais localizaram cinco pacotes consideráveis da farinha do capeta.

      André Guinho Luiz Cardoso jurou de pés juntos que a droga não lhe pertencia, mas não teve choro e nem vela e nem fita amarela, recebeu pulseiras de prata e desceu no taxi do contribuinte para a DP onde sentou-se ao piano, assinou o 33 – mais um – e foi se hospedar no Hotel do Juquinha.

 

Assaltantes levam R$40 mil de comerciantes na tora

        Num enredo difícil e fácil de acreditar, dois assaltantes levaram R$40 mil reais de comerciantes circenses no centro de Pouso Alegre no final da manhã desta sexta.

     Difícil de acreditar que nos dias de hoje com tanta facilidade para realizar transações bancarias – você pode mudar desde um real a um milhão de reais num simples ‘clic’ com a ponta do dedo, através da internet – e ao mesmo tempo com tanta facilidade para os ladrões passarem a mão grande no dinheiro alheio, mediante ameaça de armas e sumir debaixo do sol quente riscando o conturbado transito em ágeis motocicletas… como é que ainda tem gente que carrega grandes quantias de dinheiro na guaiaca para fechar negócios na rua!!! Fácil de acreditar que quem comete esta façanha, vai ficar somente com o cabo do guarda chuva na mão… E ficou mesmo. E foi barato. Poderia ter ficado também com umas azeitonas quentes na barriga…

       Ao pé da manhã da manha os comerciantes Fabio Luiz Baldim Arantes, 30 anos e Roberto Baldim, 45, sairam de Aparecida e vieram para Pouso Alegre buscar R$ 90 mil reais emprestados com um cunhado. Sacaram a bufunfa no BB, colocaram em dois envelopes e seguiram para a Avenida Duque de Caxias onde deixaram o Chevrolet Meriva estacionado. Colocaram os dois pacotes recheados sobre o banco dianteiro e no momento em que um deles se afastou para trocar um dedo de prosa numa alfaiataria ali do lado, chegaram dois guampudos, apontaram cada um trabuco e pediram a chave do carro. Os dois moços duvidaram que aquilo estivesse acontecendo com eles e engrossaram. Para provar que não era “Pegadinha do Faustão” um dos assaltantes sentou o cabo da pistola no vidro lateral do veiculo fazendo-oem pedaços. Robertotentou segurar a pistola do outro e neste momento um tiro disparou se perdendo no asfalto.  Imposto o pânico, os dois assaltantes pegaram um pacote sobre o banco e desceram rapidamente a João Beraldo onde os esperava um sorrateiro Celta preto com placas de João Pessoa, provavelmente roubado e dobraram a serra do cajuru. Os assaltantes que pelo andar da carruagem conheciam todos os passos dos incautos comerciantes, não sabiam que o dinheiro estava em dois pacotes, por isso levaram apenas um, com R$ 40 mil, deixando no mesmo banco do veiculo avariado o outro pacote com R$ 50 mil reais. Pelo menos nisso os comerciantes foram espertos…

Empossados os novos chefes da Policia Civil de Pouso Alegre

No centro, Chefe da Policia Civil empossa João Eusébio Cruz na chefia do Decimo Setimo Departamento e Flavio Tadeu Destro como Delegado Regional de Pouso Alegre

       A posse solene do Chefe do 17º Departamento de Policia Civil de Pouso Alegre aconteceu nesta sexta às 15h na Cãmara Municipal. João Eusébio Cruz, que desde a aposentadoria do titular Carlos Eduardo Pinto vinha acumulando os cargos de Delegado Regional e Chefe de Departamento e fora nomeado no dia 04 de outubro, assumiu oficialmente o honroso cargo.

João Eusébio, Esposa Rosângela e filha Camila

       Sua nomeação para a chefia do Departamento, que engloba as regionais de Pouso Alegre, Itajubá e São Lourenço, abrangendo 75 cidades, abriu vaga na chefia da Delegacia Regional de Pouso Alegre. Vários delegados da área foram cogitados para substituí-lo, entre eles o delegado de Transito Altair Mota Machado, o atual delegado Regional de Itajubá Jose Walter da Mota Matos, o delegado Ronaldo Ferrari de São Sebastião da Bela Vista, no entanto a chefia da policia civil acabou optando por uma ‘cara nova’ e nomeou para o cargo o jovem delegado Flavio Tadeu Destro, que atualmente respondia pela Regional de Ouro Preto. O novo delegado que também já havia se instalado e assumido suas funções na regional ha duas semanas, assinou o termo oficial de posse na mesma solenidade.

Vereador Oliveira Altair Amaral, João Euzébio e o prefeito de São Sebastião da Bela Vista

      O evento festivo contou com todos os seguimentos da segurança publica da cidade, desde a guarda municipal representada pelo seu diretor Marco Antonio Mariano, Corpo de Bombeiros, PRF, 20º BPM até o 17º Departamento de Policia Militar na pessoa do seu comandante Tenente Coronel Robson Campos Ferreira. Também prestigiaram o evento o Prefeito Municipal Aguinaldo Perugini, o presidente da Camara Municipal Moacir Franco, prefeitos e vereadores das cidades vizinhas. O Governador do Estado esteve representado pelo deputado Dalmo Ribeiro, vice líder do governo. O chefe maior da policia civil Delegado Jairo Lelis Filho, foi representado pelo Delegado Geral Celso Ávila Prado, que empossou os novos chefes da PC na região.

Flavio Tadeu Destro - Jovem delegado regional

Marcio Luiz dos Reis, advogado, e Carlos Messias Muniz, presidente da OAB

Detetives Ronaldo Ribeiro e Sebastião Lumumba

Detetive Lelis, Inspetor Batista e Detetive Sebastião Cerqueira Cézar

Delegado Regional de Itajubá, José Walter da Mota Matos, e esposa, Fabia