Queijinho & Baratão… E a farinha no fogão!

Queijinho já havia passado 8 meses atrás da grades, por trafico... Saiu dia 17 de abril.

Queijinho já havia passado 8 meses atrás da grades, por trafico… Saiu dia 17 de abril.

Raspava oito da noite deste domingo, 11, quando os homens da lei passaram pela Rua Maria Abigail na ‘baixada do Mandu’ e viram o velho conhecido Baratão com pinta de somongó sentado numa esquina, e resolveram dar a geral! Na algibeira do moço, que apesar de ser velho conhecido da policia, só tem, 19 anos, só havia dim-dim. Ao alcance da sua mão, numa moita de capim, os policiais encontraram 09 barangas de farinha do capeta! Depois de oferecer as pulseiras de prata ao jovem Baratão, os policiais visitaram sua casa ali perto. Lá encontraram seu irmão Queijinho, e ao seu lado, no quarto, um prato e faca com resquícios de farinha… do capeta!

Instalada a situação de flagrância de trafico de drogas os policiais continuaram as buscas por todo o imóvel e encontraram mais cocaína. A droga envolta em saco plástico estava mocosada dentro do fogão de lenha no quintal da casa.

Os irmãos Lucas & Luciano Mariosa Pereira, ou “Queijinho” & “Baratão”, 19 e 18 anos, não se fizeram de rogados…

– Essa farinha daria para encher 25 pinos de farinha… – disse um.

– O dinheiro encontrado debaixo do colchão foi adquirido com a venda da droga… É disso que nós vivemos! – Disse o outro!

As declarações dos irmãos na Delegacia de Policia facilitaram o mitier do paladino da lei. Assim ele pode sentá-los ao piano sem peso na consciência! Queijinho & Baratão assinaram o 33 e foram se hospedar no sombrio e malcheiroso Hotel do Juquinha!

Queijinho & Baratão… E a farinha no fogão!

Queijinho já havia passado 8 meses atrás da grades, por trafico... Saiu dia 17 de abril.

Queijinho já havia passado 8 meses atrás da grades, por trafico… Saiu dia 17 de abril.

Raspava oito da noite deste domingo, 11, quando os homens da lei passaram pela Rua Maria Abigail na ‘baixada do Mandu’ e viram o velho conhecido Baratão com pinta de somongó sentado numa esquina, e resolveram dar a geral! Na algibeira do moço, que apesar de ser velho conhecido da policia, só tem, 19 anos, só havia dim-dim. Ao alcance da sua mão, numa moita de capim, os policiais encontraram 09 barangas de farinha do capeta! Depois de oferecer as pulseiras de prata ao jovem Baratão, os policiais visitaram sua casa ali perto. Lá encontraram seu irmão Queijinho, e ao seu lado, no quarto, um prato e faca com resquícios de farinha… do capeta!

Instalada a situação de flagrância de trafico de drogas os policiais continuaram as buscas por todo o imóvel e encontraram mais cocaína. A droga envolta em saco plástico estava mocosada dentro do fogão de lenha no quintal da casa.

Os irmãos Lucas & Luciano Mariosa Pereira, ou “Queijinho” & “Baratão”, 19 e 18 anos, não se fizeram de rogados…

– Essa farinha daria para encher 25 pinos de farinha… – disse um.

– O dinheiro encontrado debaixo do colchão foi adquirido com a venda da droga… É disso que nós vivemos! – Disse o outro!

As declarações dos irmãos na Delegacia de Policia facilitaram o mitier do paladino da lei. Assim ele pode sentá-los ao piano sem peso na consciência! Queijinho & Baratão assinaram o 33 e foram se hospedar no sombrio e malcheiroso Hotel do Juquinha!

Cavalos soltos ao vento…

DSC06070DSC06073DSC06077O mato só se corta quando começa atingir as janelas das casas… E quando se corta, amontoa-se!

Ali os cavalos podem pastar livremente. Pena que o capim braquiaria, único que resistiu à falta de cuidados, não é seu prato favorito!

Mas não deixa de ser um bom espetáculo ver esses sadios equinos passeando mansamente por ali. Tem muita criança que nunca viu um cavalo ao ‘vivo e a cores’!

Pena que deixam marcas pouco perfumadas…!

 

PM prende usuário de maconha medicinal

Ri Magrinho voltou pra casa... Sem a droga!

Ri Magrinho voltou para casa… Sem a droga!

Passavam os homens da lei pelo Cidade Jardim ao pé da noite de sexta, 9, quando avistaram numa esquina um jovem alisando um cigarrinho do capeta! A abordagem foi inevitável.

O cigarrinho suspeito era mesmo de cannabis sativa de Linneu!  O jovem era Richard Luan Rocha, 19, conhecido no bairro pela alcunha de “Ri Magrinho”! Além do cigarrinho que ele alisava, Ri levava na algibeira mais quatro barangas da erva! Questionado, ele ainda informou aos policiais que na sua casa tinha mais, quase trezentos gramas e o dixavador de drogas…! Mas deixou bem claro:

– Eu sou diabético! Eu li numa revista especializada que a maconha combate o diabetes… Desde então eu uso maconha para controlar a doença. Essa droga, quase 300 gramas eu comprei há dois meses na praça da rodoviária velha, por R$300. Vai dar para eu usar até o fim do ano… Minha mãe sabe que eu uso maconha para esse fim.

A mãe der Richard, a qual chegou ao local no momento da abordagem, corroborou as informações do filho. Segundo ela, “Ri Magrinho” é um bom menino! Trabalha, estuda e ajuda em casa.

– Ele usa maconha desde os quinze anos para controlar o diabetes. Por isso eu autorizei os policiais a entrarem na minha casa para apreender a droga. – Contou ela ao delegado de plantão na DP

Diante de tal conjuntura, o que acha o leitor que o douto paladino da lei fez? Relaxou a prisão por trafico e enquadrou o jovem Richard Luan no 28!

Ri Magrinho voltou para casa de braços dados com sua mãe… Só não levou de volta as 250 gramas e as barangas de maconha!

 

Simplorio & Finorio atacam novamente – Parte X

Aconteceu de novo em Pouso Alegre! A vitima da vez foi ‘seu’ Joaquim Vicente, 66, sujeito honesto, pacato trabalhador, morador do bairro Sarpão – ou Alçapão! – zona rural à sudoeste da cidade. Ele havia acabado de sair do Banco Mercantil às 08h34 da manhã desta terça, 06, com R$ 1.400 quando um cidadão de vinte e poucos anos, negro, gordo, alto, feio beiçudo, com vitiligo ‘invertido’ em redor de um olho, usando camisa social laranja, boné escuro e bolsa ‘patrona’ à tiracolo se aproximou com a ladainha do ‘bilhete premiado’…!

Antes que ‘seu’ Joaquim Vicente emparelhasse ‘tico e teco’ no cérebro, surgiu ‘Finorio’…! Branco, cabelos grisalhos, simpático e bem trajado e entrou na conversa!

Jogado o laço da recompensa de 100 mil reais para cada um que o ajudasse a receber o premio da mega sena, saíram conversando em segredo, pra ninguém ouvir. Subiram a Perimetral, passaram pelo terminal rodoviário, subiram o calçadão da pracinha Jorge Beltrão e foram parar na Praça João Pinheiro!

A velha praça João Pinheiro com seu tapete de flores de Ipê rosa... Foi aqui que 'seu' Joaquim viu a dupla Simplório & Finório pela ultima vez!

A velha praça João Pinheiro com seu tapete de flores de Ipê rosa… Foi aqui que ‘seu’ Joaquim viu a dupla Simplório & Finório pela ultima vez!

Lá finalmente ‘seu’ Joaquim Vicente entregou seus R$ 1.400 que havia sacado no Mercantil para o beiçudo gordo e feio, com olho de guaxinim!

– Eles colocaram o dinheiro dentro de um envelope junto com o bilhete premiado, me entregaram e falaram pra mim ir encontrar com eles na porta da Caixa Econômica Federal… – Contou Joaquim Vicente.

Foi na porta da caixa que o aposentado do Sarpão se deu conta de que havia caído no alçapão dos vigaristas! E percebeu que havia ficado só com o cabo do guarda chuva na mão…! Depois de duas horas esperando a dupla para sacar o premio milionário da mega sena, Joaquim se cansou e abriu o envelope… Só havia papel picado!

Se o Sr. Joaquim Vicente fosse leitor do Blog do Airton Chips, ele não teria caído no Conto do Bilhete Premiado! Passe esta historia adiante! Não deixe que seu vizinho, sua tia seu avô, sua namorada seja mais uma vitima da dupla “Simplorio & Finório”…!

 

Simplorio & Finorio atacam novamente – Parte X

Aconteceu de novo em Pouso Alegre! A vitima da vez foi ‘seu’ Joaquim Vicente, 66, sujeito honesto, pacato trabalhador, morador do bairro Sarpão – ou Alçapão! – zona rural à sudoeste da cidade. Ele havia acabado de sair do Banco Mercantil às 08h34 da manhã desta terça, 06, com R$ 1.400 quando um cidadão de vinte e poucos anos, negro, gordo, alto, feio beiçudo, com vitiligo ‘invertido’ em redor de um olho, usando camisa social laranja, boné escuro e bolsa ‘patrona’ à tiracolo se aproximou com a ladainha do ‘bilhete premiado’…!

Antes que ‘seu’ Joaquim Vicente emparelhasse ‘tico e teco’ no cérebro, surgiu ‘Finorio’…! Branco, cabelos grisalhos, simpático e bem trajado e entrou na conversa!

Jogado o laço da recompensa de 100 mil reais para cada um que o ajudasse a receber o premio da mega sena, saíram conversando em segredo, pra ninguém ouvir. Subiram a Perimetral, passaram pelo terminal rodoviário, subiram o calçadão da pracinha Jorge Beltrão e foram parar na Praça João Pinheiro!

A velha praça João Pinheiro com seu tapete de flores de Ipê rosa... Foi aqui que 'seu' Joaquim viu a dupla Simplório & Finório pela ultima vez!

A velha praça João Pinheiro com seu tapete de flores de Ipê rosa… Foi aqui que ‘seu’ Joaquim viu a dupla Simplório & Finório pela ultima vez!

Lá finalmente ‘seu’ Joaquim Vicente entregou seus R$ 1.400 que havia sacado no Mercantil para o beiçudo gordo e feio, com olho de guaxinim!

– Eles colocaram o dinheiro dentro de um envelope junto com o bilhete premiado, me entregaram e falaram pra mim ir encontrar com eles na porta da Caixa Econômica Federal… – Contou Joaquim Vicente.

Foi na porta da caixa que o aposentado do Sarpão se deu conta de que havia caído no alçapão dos vigaristas! E percebeu que havia ficado só com o cabo do guarda chuva na mão…! Depois de duas horas esperando a dupla para sacar o premio milionário da mega sena, Joaquim se cansou e abriu o envelope… Só havia papel picado!

Se o Sr. Joaquim Vicente fosse leitor do Blog do Airton Chips, ele não teria caído no Conto do Bilhete Premiado! Passe esta historia adiante! Não deixe que seu vizinho, sua tia seu avô, sua namorada seja mais uma vitima da dupla “Simplorio & Finório”…!

 

Assaltado na porta da igreja matriz

DSC06067Todo inicio de mês o aposentado João Norberto, 62, vai de Lambari, no Circuito das Aguas, à Pouso Alegre, receber seu beneficio da Previdência. Nesta quarta ele chegou mais cedo ao banco, sacou a grana, foi até a Catedral Metropolitana rezar, depois sentou-se na escada da igreja para curtir o burburinho do jardim da Praça Sem. Jose Bento! Não demorou recebeu companhia! Estava ele pensando na morte da cabritinha quando uma moça magra, baixa, branca e de cabelos ruivos sentou-se ao seu lado e puxou prosa. Conversa vai conversa vem, a jovem de cabelos ruivos com cara de pidoncha disparou…

– Voce não me dá dois reais pra mim tomar um café?

João Norberto ingenuamente abriu a carteira recheada com o salario do mês, pegou uma nota de R$2 e entregou  à ruiva. – Sou capaz de jurar quem é ela!

Agradecida a pidoncha foi embora, mas voltou antes mesmo de tomar o café. E voltou acompanhada. O sujeito pardo, de calça jeans e camisa vermelha chegou por trás do aposentado, encostou uma faca no seu pescoço, e prometeu não machuca-lo… Desde que ele não dificultasse o seu ‘trabalho’! Enquanto o pardo mantinha a lamina fria encostada no seu pescoço, a ruiva pidoncha rapidamente sacou a carteira do aposentado com R$952 e saíram correndo pela travessa João da Silva.

João Norberto até que correu atrás do casal de larápios, mas só conseguiu recuperar a carteira com os documentos dispensada na Adolfo Olinto!

Tudo isso aconteceu debaixo das barbas e do olhar piedoso do Senhor Bom Jesus, padroeiro da cidade e da igreja matriz, às onze da manha desta quarta, 07!

Mais uma dupla no paredão do Baronesa

DSC06054As ruas das cidades de porte médio como Pouso Alegre no Sul de Minas, com 142 mil pessoas morando no município, já possuem sistema de segurança com o detetivesco nome de “Olho Vivo”. Na região central da cidade, se o cidadão der um peido, ele será ouvido – e talvez até o ‘perfume’ será sentido – lá no quartel da policia militar! Na maioria das quase cinco mil lojas instaladas no município existem câmeras de segurança, os chamados ‘big brothers’, que seguem passo-a-passo os passos dos clientes desde o momento em que eles entram na loja! Ainda assim tem gente que acha que pode colocar pequenos produtos na algibeira, no sutiã ou na cueca e sair de fininho que não será percebido!

Lojas de roupas e supermercados são os lugares preferidos desses ‘manés’ que se acham espertinhos! Enchem as guaiacas de produtos que na maioria das vezes não somam nem uma nota de R$50!  E quando acham que ganharam, um segurança de cara fechada e outros dois de cara ainda mais fechada bate no ombro e diz:

– Perdeu ‘mané’… Vamos tomar um cafezinho na gerencia!

Na próxima cena estão sentados ao piano do delegado de plantão para assinar o 155. A res furtiva que não custava R$50 no caixa, acaba custando R$ 800 de fiança na DP e a ‘cara grande’ no álbum da policia… E aqui no blog!

O Hipermercado Baronesa, campeão de furtos pés-de-couve desse naipe, é a bola da vez!

Crepúsculo desta quarta, 07, os amigos Wallan Watson da Silva, 25 morador de Itajubá e Yan Ferreira Coutinho morador do bairro Primavera em Pouso Alegre, circularam pela mina de ouro que são as lojas de alimentos atualmente, alias único ramo comercial que tende a sobreviver à crise que está só começando no país, pois ninguém consegue viver sem comer! – e foram enchendo a mochila. Aliás outra vez… Que bandeira! Entrar no supermercado portando uma mochila nas costas é o mesmo que dizer:

– Seguranças, sigam meus passos… Vou furtar!

E os seguranças seguiram mesmo! Viram quando a dupla colocou camisetas, meias, caixas de band-aid, barras de chocolate, caixas de suco, frascos de Yakult, chocolate em pó, Danetes e outras boiolagens nas mochilas. Para completar a bandeiragem, a dupla vestia blusa de frios… Num calor de 33 graus no final do dia!

Depois de passarem pelos caixas sem pagar as mercadorias relacionadas que levavam nas mochilas e nas blusas de frio a dupla recebeu o tradicional convite para o cafezinho! Só que o cafezinho foi servido na Delegacia de Policia! Onde a desafinada dupla Wallan & Yan sentou ao piano e assinou o 155!

Os centos e poucos reais que economizaram passando a mão leve no Baronesa, custou a cada um R$ 800 reais de fiança!

Esse tipo de comportamento, nem meu amigo Sigmund Freud conseguiria explicar…!

 

Leia daqui a pouco: Assaltado na porta da igreja – Primeiro a ladra pediu dois reais… Depois voltou com um ‘parça’ e levaram toda a bufunfa do velhinho! 

“Boca Rica” caiu do telhado…

Joãozinho Boca Rica

Joãozinho Boca Rica

Olá… Lembram do Joaozinho Boca Rica?

Ele andava meio sumido, não é?

Ele estava passando férias no ‘resort’ do bairro Santa Edwiges… Deixou o majestoso Hotel do Juquinha há dois meses, no inicio de agosto! E já voltou para as paginas policiais!

 

João Batista Teodoro da Silva, o Joaozinho Boca Rica, 35 anos, é um dos mais notórios meliantes pés-de-couve da Baixada do Mandu e de Pouso Alegre! A sorrateirice e insignificância da res furtiva são sua especialidade! Tudo que roubou nos últimos 20 anos, se fosse transformado em dinheiro-dia, mal daria um real por dia. Mas tem o lado compensador…! Com sua mão leve ele já conseguiu mais de 7 mil dias – ou seja; mais de 20 anos – de estadia gratuita nos hotéis do contribuinte com casa, comida e roupa  – uniforme vermelho fogo – lavada! Além de segurança garantida por metrancas e homens armados, e outras benesses que o cidadão comum precisa suar a camisa para conquistar!

Desde a tenra adolescência o pequenino João Teodoro tentou ser tão esperto quanto o personagem “Joãozinho” das milhares de piadas nas quais sempre leva vantagem sobre a professora e os amiguinhos! Mas não conseguiu chegar perto nem do pai, o velho Tarcisio Boca Rica, notório 171 e cagueta, morto nos anos 80.

A capivara de Joaozinho contem uma infinidade de pequenos furtos… E pequenas penas! Seis meses, um ano e meio, dois anos! Apenas uma das penas chegou a 10 anos. Mas isso não impede que ele cumpra parte delas, ganhe a progressão de regime e saia em liberdade condicional… Para voltar a delinquir outra vez!

Em 2003 ele estava em liberdade condicional. A vitima da vez foi este blogueiro. Duas vezes! Na primeira ele entrou na garage do meu prédio e levou minha bicicleta e uma caixa de som para trocar por pedra no velho Aterrado! Na segunda vez, uma semana depois, a garage estava fechada e Joaozinho não se fez de rogado… galgou uma grade de cinco metros e entrou no prédio. Antes que ele fizesse a limpa, eu cheguei! Para evitar as pulseiras de prata ele saiu correndo como um gato por cima do muro – onde eu no auge da carreira policial só consegui passar rastejando – e pulou na varanda do prédio vizinho! Calculou mal e caiu de uma altura de cinco metros, no pasto! Debaixo de uma saraivada de balas Joaozinho saiu correndo pelo pasto do Mario Xexeu e foi se enfurnar nos quintais das casas da Amadeu de Queiroz… Até cair nos meus braços.

Este estória foi contada no post “Boca Rica bate na amasia e apanha de Maria da Penha” em 13-10-2011.  O ultimo capitulo da vida desregrada de Joaozinho ‘Boca Riquinha’ foi contada aqui no blog no dia 12-01-2013 com o titulo: “Boca Rica caiu de novo”.

As duas e meia da madrugada morna desta quarta, 07, Boca Riquinha sentiu novamente o frio das pulseiras de prata. Aproveitando a penumbra da noite onde todos os gatos são pardos, Joaozinho pulou o muro e entrou na residência do Sr.  A.L.M. Chiarini na rua Vieira  de Carvalho. Levou celular e carteira com documentos. A ação e fuga do gatuno pelos telhados vizinhos foram captadas pelo atento detetive “olho vivo”, câmeras instaladas nas imediações do centro! Ao cair nos braços da lei, o celular ainda estava na sua algibeira. Já a carteira com documentos… necas de catibiribas!

Depois de assinar o enésimo 155 qualificado da carreira, Boca Riquinha voltou para o lar-doce-lar do Hotel do Juquinha!

Ladrões levam R$ 16 mil de imobiliaria

Por enquanto os motoqueiros que assaltaram a imobiliária ainda são fantasmas...!

Os motoqueiros que assaltaram a imobiliária ainda são fantasmas… Por enquanto!

Estavam os empresários E.M.R. e T.F.R. no interior da imobiliária Uni Imóveis, na Adalberto Ferraz, no final da manhã desta terça, 06, quando ali chegaram dois clientes muito especiais! Eles não queriam comprar e nem alugar nenhum tipo de imóvel… Eles só queriam fazer o pagamento… Da imobiliária na conta deles!

Apressados como todo 157 nervoso, os dois guampudos foram dando ordem rápidas e sem chance de argumentação…

– Vamo, vamo, pro fundo… Não reage não, que é assalto!

Enquanto o meliante negro de estatura mediana, calça jeans, capacete preto e camisa azul clara fazia cara feia atrás de um trabuco preto e enferrujado na porta do banheiro, o outro meliante igualzinho a ele, porém de camisa preta, revirava as gavetas do escritório em busca do dim-dim. Em poucos minutos a dupla achou o que queria e foi embora sem se despedir levando cerca de R$ 16 mil em dinheiro e cheques, carteira de E. com documentos pessoais, dois celulares Iphone e dois aparelhos de telefonia sem fio…

A dupla tinha mais pressa do que o coelho maluco de Alice no País das Maravilhas! Tão rápido quanto entrou no escritório e fez a coleta, os dois assaltantes nervosos dobraram a serra do cajuru numa motoca Yamaha YBR vermelha com placa adulterada com uma letra a mais. Tão logo viram a motoca virar a esquina da Rua São Jose, os empresários, chamaram a ‘cavalaria’!

Os Iphones tinham rastreador. Minutos depois a luzinha vermelha acusou sua localização. Eles estavam na Vila Militar da Remonta. Mas estavam sozinhos, jururus, abandonados ao ‘deusdará’, jogados pelos assaltantes por cima do muro na beira da rua, enquanto fugiam! No momento em que os celulares foram resgatados pela policia um deles tocou… Era um cidadão informando que os documentos roubados de E.R. haviam sido encontrados também jogados próximo ao Horto Florestal de Pouso Alegre, cerca de 5 quilômetros ao norte do local onde os celulares foram abandonados.

Por ora a dupla de 157 nervoso não corre riscos… Mas a batata poderá assar! Basta continuar brincando com fogo…!