“Boca Rica” caiu do telhado…

Joãozinho Boca Rica

Joãozinho Boca Rica

Olá… Lembram do Joaozinho Boca Rica?

Ele andava meio sumido, não é?

Ele estava passando férias no ‘resort’ do bairro Santa Edwiges… Deixou o majestoso Hotel do Juquinha há dois meses, no inicio de agosto! E já voltou para as paginas policiais!

 

João Batista Teodoro da Silva, o Joaozinho Boca Rica, 35 anos, é um dos mais notórios meliantes pés-de-couve da Baixada do Mandu e de Pouso Alegre! A sorrateirice e insignificância da res furtiva são sua especialidade! Tudo que roubou nos últimos 20 anos, se fosse transformado em dinheiro-dia, mal daria um real por dia. Mas tem o lado compensador…! Com sua mão leve ele já conseguiu mais de 7 mil dias – ou seja; mais de 20 anos – de estadia gratuita nos hotéis do contribuinte com casa, comida e roupa  – uniforme vermelho fogo – lavada! Além de segurança garantida por metrancas e homens armados, e outras benesses que o cidadão comum precisa suar a camisa para conquistar!

Desde a tenra adolescência o pequenino João Teodoro tentou ser tão esperto quanto o personagem “Joãozinho” das milhares de piadas nas quais sempre leva vantagem sobre a professora e os amiguinhos! Mas não conseguiu chegar perto nem do pai, o velho Tarcisio Boca Rica, notório 171 e cagueta, morto nos anos 80.

A capivara de Joaozinho contem uma infinidade de pequenos furtos… E pequenas penas! Seis meses, um ano e meio, dois anos! Apenas uma das penas chegou a 10 anos. Mas isso não impede que ele cumpra parte delas, ganhe a progressão de regime e saia em liberdade condicional… Para voltar a delinquir outra vez!

Em 2003 ele estava em liberdade condicional. A vitima da vez foi este blogueiro. Duas vezes! Na primeira ele entrou na garage do meu prédio e levou minha bicicleta e uma caixa de som para trocar por pedra no velho Aterrado! Na segunda vez, uma semana depois, a garage estava fechada e Joaozinho não se fez de rogado… galgou uma grade de cinco metros e entrou no prédio. Antes que ele fizesse a limpa, eu cheguei! Para evitar as pulseiras de prata ele saiu correndo como um gato por cima do muro – onde eu no auge da carreira policial só consegui passar rastejando – e pulou na varanda do prédio vizinho! Calculou mal e caiu de uma altura de cinco metros, no pasto! Debaixo de uma saraivada de balas Joaozinho saiu correndo pelo pasto do Mario Xexeu e foi se enfurnar nos quintais das casas da Amadeu de Queiroz… Até cair nos meus braços.

Este estória foi contada no post “Boca Rica bate na amasia e apanha de Maria da Penha” em 13-10-2011.  O ultimo capitulo da vida desregrada de Joaozinho ‘Boca Riquinha’ foi contada aqui no blog no dia 12-01-2013 com o titulo: “Boca Rica caiu de novo”.

As duas e meia da madrugada morna desta quarta, 07, Boca Riquinha sentiu novamente o frio das pulseiras de prata. Aproveitando a penumbra da noite onde todos os gatos são pardos, Joaozinho pulou o muro e entrou na residência do Sr.  A.L.M. Chiarini na rua Vieira  de Carvalho. Levou celular e carteira com documentos. A ação e fuga do gatuno pelos telhados vizinhos foram captadas pelo atento detetive “olho vivo”, câmeras instaladas nas imediações do centro! Ao cair nos braços da lei, o celular ainda estava na sua algibeira. Já a carteira com documentos… necas de catibiribas!

Depois de assinar o enésimo 155 qualificado da carreira, Boca Riquinha voltou para o lar-doce-lar do Hotel do Juquinha!

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