Nem de comer e nem de beber!
Denunciação caluniosa é um crime, um pouco mais grave de que um “trote”. Seu tipo penal está previsto no artigo 339 do Código Penal Brasileiro: “Dar causa à instauração de investigação policial, de processo judicial, instauração de investigação administrativa, inquérito civil ou ação de improbidade administrativa contra alguém, imputando-lhe crime de que o sabe inocente”!
… E pode dar cana! “Reclusão, de dois a oito anos, e multa”!
Nem de comer e nem de beber!
Denunciação caluniosa é um crime, um pouco mais grave de que um “trote”. Seu tipo penal está previsto no artigo 339 do Código Penal Brasileiro: “Dar causa à instauração de investigação policial, de processo judicial, instauração de investigação administrativa, inquérito civil ou ação de improbidade administrativa contra alguém, imputando-lhe crime de que o sabe inocente”!
… E pode dar cana! “Reclusão, de dois a oito anos, e multa”!
Esse crime tão pouco usual aconteceu cá em terras manduanas no ano de Nosso Senhor Jesus Cristo de 2005. Foi cometido pelo cidadão Paulo Emilio Silva.
O processo caminhou mais lento que o habitual na justiça, mas finalmente, oito anos depois saiu o veredicto: Pena mínima, 2 anos de estadia gratuita no Hotel do Juquinha. Paulo Emilio conheceu as pulseiras de prata dos homens da lei na ultima sexta feira, 4 de outubro. Ele estava belo e formoso curtindo o happy hour em um barzinho da Avenida São Francisco, no Primavera, quando o Inspetor Balca e seus pupilos Teobaldo, Magaiver e Nenem chegaram no taxi do contribuinte.
Apesar da pequenez da pena – dois anos, geralmente cumpridos em regime semi-aberto ou aberto – até a manhã desta terça 08, Paulo Emilio ainda via o tímido sol quadradinho, quadradinho, através das grades do Hotel do Juquinha…!
Esse crime tão pouco usual aconteceu cá em terras manduanas no ano de Nosso Senhor Jesus Cristo de 2005. Foi cometido pelo cidadão Paulo Emilio Silva.
O processo caminhou mais lento que o habitual na justiça, mas finalmente, oito anos depois saiu o veredicto: Pena mínima, 2 anos de estadia gratuita no Hotel do Juquinha. Paulo Emilio conheceu as pulseiras de prata dos homens da lei na ultima sexta feira, 4 de outubro. Ele estava belo e formoso curtindo o happy hour em um barzinho da Avenida São Francisco, no Primavera, quando o Inspetor Balca e seus pupilos Teobaldo, Magaiver e Nenem chegaram no taxi do contribuinte.
Apesar da pequenez da pena – dois anos, geralmente cumpridos em regime semi-aberto ou aberto – até a manhã desta terça 08, Paulo Emilio ainda via o tímido sol quadradinho, quadradinho, através das grades do Hotel do Juquinha…!












