“Mongoloide” & “Keké”, os assaltantes do Jardim Brasil

Eles se uniram para roubar 120 reais da padaria “Cantinho do Pão”

      O sinistro aconteceu no meio da tarde deste sábado, 24, no bairro Jardim Brasil. A jovem B.G. estava absorta atrás do balcão sentindo o cheirinho gostoso de pães, doces e guloseimas quando o assaltante pé-de-chinelo chegou, exibiu uma faca de cozinha e foi dizendo:

– Passa logo o dinheiro, desgraça…

Segundo a balconista, o assaltante estabanado e boca suja, com cabelos raspados nas laterais, levou cerca de 280 reais em cédulas diversas e dobrou a serra do cajuru.

O assaltante moicano é E.S.S.G., conhecido nas imediações pela alcunha de “Mongoloide”. Ele foi preso algumas horas depois em sua residência. A policia chegou até ele através do seu ‘parça’ Keverson “Keké”. Ao avistar os policiais e tentar dobrar a serra do cajuru, Keké escorregou e caiu nos braços da lei. A faca de cozinha que ele havia emprestado para o Mongoloide, as roupas usadas pelo Mongoloide e parte da res furtiva estavam em sua casa. Ambos pegaram carona do taxi do contribuinte e foram sentar ao piano do paladino da lei na DP.

Keverson Wiliam Romualdo Gomes, 18, deverá subir para o Hotel do Juquinha. Já o Mongoleide que apontou a faca afiada para a balconista do Cantinho do Pão, deve voltar para casa, pois só tem 17 aninhos!

Mais um tarado em Santa Rita do Sapucaí

       Ele foi visto masturbando em via publica e tentou invadir um salão de beleza.

 

Foto ilustrativa

      O fato aconteceu às dez da manhã ensolarada deste domingo, 25, no bairro Do Queima. A dona de um salão de beleza conversava com uma cliente quando perceberam a presença do lombrosiano exibindo o morto do outro lado da rua. Quando ela, já apavorada com o coração na mão, trancou a porta do salão, o tarado foi até a porta, tentou força-la e como não conseguiu abri-la masturbou no vidro da porta.

A policia militar foi chamada e está rastreando o tarado.

O inusitado fato foi levado pela cliente do salão a uma amiga, que o levou adiante e rapidamente chegou ao delegado da Comarca. Por determinação do delegado, neste momento um perito da Policia Civil de Pouso Alegre está no local colhendo o DNA do tarado.

O acontecimento pode reabrir a investigação sobre o meliante Mateus “Zóio”. Ele foi preso na sexta-feira após intensa caçada policial, acusado de ter assaltado três mulheres e abusado sexualmente de duas. “Zóio” que estava em liberdade condicional e vinha sendo investigado por outros três roubos e,  independentemente dos crimes ocorridos nesta semana, seria preso de qualquer maneira. Ele Jura de pés juntos que é inocente. Apenas uma das vítimas o reconheceu.

Os três roubos seguidos de estupro esta semana teriam sido cometidos por meliantes diferentes? Pode ser.

O caso do tarado que ressuscitou o morto na porta do salão na manhã deste domingo, ressuscita também o pavor da população da cidade, especialmente das mulheres.

O curioso nesta historia é que todos os crimes escabrosos em Santa Rita do Sapucaí esta semana, aconteceram num raio de pouco mais um quilometro!

A policia está atenta e pronta para agir. Qualquer informação que leve ao tarado do salão do bairro Do Queima será bem-vinda.

Bombeiros encontram jovem desaparecida na terça feira

      O corpo de Cintia Meireles foi encontrado entre as pedras no Rio Verde

 

       Conforme postado aqui no Blog a pedido de uma amiga, Cintia Meireles Silva saiu de casa no meio da tarde de terça-feira. Antes de partir ela deixou um bilhete para os familiares dizendo apenas para não procurarem por ela, pois não iriam encontrá-la.

Você viu a Cintia?

Os próprios familiares descobriram que Cintia foi deixada, a pedido, por um mototaxista próximo ao Clube Campestre, no Rio Verde.

Apesar de intensa procura dos Bombeiros desde quarta-feira, ela só foi encontrada neste sábado. Por volta de 09h00 da manhã o corpo da jovem emergiu entre as pedras do Rio Verde, a cerca de dez metros da margem. O corpo, sem sinais aparentes de violência, como de praxe, foi levado para o IML de Varginha.

Nós do Blog externamos nossos sentimentos aos familiares.

“Casal 20” do São João caiu de novo

Bruna & Buiu mantinham meio quilo de maconha em casa, mas ele disse que era apenas usuário!

 

Bruna e Buiu em uma das prisões, em 2013.

Os policiais militares chegaram ao casal através de denúncias de amigos ocultos da lei no final da manha desta sexta-feira,23. Segundo as denúncias, eles são useiros e vezeiros no comercio de drogas no bairro.

O casal mora numa casa nos fundos do quintal do pai dela e se alternam no portão da rua atendendo a clientela.

Com anuência do pai da jovem, os militares foram bater à porta dela. Bruna estava justamente com a mão na massa, quero dizer, na erva quando os policiais entraram.

Bruna tentou dar uma de “joana sem braço”, jogando o pacote de maconha ao chão e empurrando para debaixo da pia!

Bruna Fátima de Oliveira Almeida, e seu marido Marcos Vinicius de Lima receberam as pulseiras de prata, desceram no táxi do contribuinte e foram sentar ao piano do paladino da lei na DP.

O casal vinte da rua Arapongas está no comercio de drogas desde 2013. Em outubro daquele ano Bruna e Buiu já haviam sentido o frio das pulseiras de prata, ao serem presos no mesmo local com quase meio quilo de drogas. Veja a matéria completa em: https://airtonchips.com/2013/10/16/policia-civil-fecha-boca-fumo-sao-joao/

Marcos Buiu voltou a ser preso pelo mesmo motivo em outubro de 2014 e em maio de 2017. Ele já havia sido preso por roubo no Jardim Noronha em Pouso Alegre em 2011 e por furto em uma escola em Ipuiuna em 2012.

Como se vê, o “Casal 20” da Rua Arapongas, não terá dificuldade de adaptação no Hotel do Juquinha.

Fim da caçada ao “Fernando da Gata” de Santa Rita!

Mateus Henrique, o Zóio, acaba de ser preso pela Polícia Militar.

Após intensa procura pelo foragido da justiça, contando com o apoio de toda a população, a Polícia Militar prendeu Mateus Zóio, o qual foi localizado durante um cerco no Bairro Boa Vista, perto da igreja de Nossa Senhora.

Finalmente o meliante que, na última semana, ficou mais conhecido que nota de dois reais, pôde sentir o frio das pulseiras de prata.

foto ilustrativa

Agora ele será apresentado ao Paladino da lei, e poderá finalmente desfiar em paz todo o rosário sobre a sua inocência.

E a população poderá enfim ver um desfecho menos tenebroso para a história mal-acabada deste que procurava ser a reencarnação de Fernando da Gata.

Quem viu o “Zóio”?

A qualquer momento ele poderá ser preso… desde que os amigos ocultos da lei e das mulheres indefesas avisem a polícia sobre o seu paradeiro!

“agora ele está sem o bigode”

       Os crimes cometidos pelo meliante Mateus Henrique Teodoro Gonçalves, o “Zóio”, 23 anos, nesta segunda e nesta quinta-feira num raio de pouco mais de um quilometro entre eles, em Santa Rita do Sapucaí, lhe valeram o apelido de Fernando da Gata II, amarga lembrança ao famigerado bandido cearense que cometeu quatro roubos e estupros em Pouso Alegre em meados de agosto de 1982. O Fernando da Gata original era mais sutil, mais delicado, mais objetivo – só roubava joias caras em casas ricas – e muito mais inteligente… Ele não usava pedra bege fedorenta! Mesmo assim, depois o pote tanto ir à fonte, acabou morrendo solitário na beira do Rio Sapucaí com um tiro no lado direito do peito.

Ontem à noite, Zoio retirou sua face do ‘face’, mas já era tarde, sua cara já estava estampada nas páginas sociais às quais ele não tem controle!

Com o cerco da polícia e da imprensa desde a última terça-feira, o falso Fernando da Gata acenou bandeira branca. No final da manhã desta sexta-feira, 23, sua advogada entrou contato com a imprensa dizendo que iria apresenta-lo à justiça. Mas tudo não passou de aceno! Mas foi um aceno tão leve e efêmero que nem chegou ao delegado da comarca responsável pelo seu pedido de prisão. Ainda no final da manhã desta sexta, a policia investiu contra o meliante no bairro Boa Vista, próximo à Igreja de Fatima, mas ele pulou muros e quintais e conseguiu escapar do cerco.

A polícia militar continua atenta e checando cada informação que chega através de amigos ocultos da lei. Mas ainda conseguiu avistar o Zóio!

A população, mesmo ameaçada, aviltada e amedrontada tem mais olhos do que a polícia. A polícia não pode estar em todos os lugares ao mesmo tempo, mas a população unida pela justiça, é onipresente. Por isso a polícia depende da visão da população pra jogar areia no “Zóio”…!

Assaltantes pés-de-chinelo levam dinheiro do posto

De quebra a dupla roubou também um pasteleiro que trabalha ao lado do posto.

Imagem ilustrativa

       O roubo aconteceu no crepúsculo desta quinta-feira,22, no Posto Vista Alegre, conhecido como “Posto do Macaco” no extremo oeste de Pouso Alegre. Os assaltantes chegaram e partiram à pé. Um deles era baixo, magro, negro usava bermuda escura, camiseta vermelha, boné e chinelos… O outro também era de estatura mediana, pardo, magro, usava bermuda roxa e estava de pé no chão. A camiseta vermelha ele usou para esconder parte do rosto. O pobre assaltante pardo não tinha dim-dim para comprar sapato, mas tinha para comprar um trabuco velho. Aliás, o trabuco nem funciona direito. Depois de tomar os quinhentos reais que havia no caixa, só para fazer terror, ele tentou dar tiros para o alto, mas o trabuco picotou três vezes.

Para não perder a viagem a dupla assaltou também um comerciante que ganha a vida vendendo pasteis numa barraquinha ao lado do posto. Levaram trezentos reais do ‘seu’ dito pasteleiro!

O proprietário do Posto Macaco já perdeu a conta de quantas vezes já foi assaltado. Os assaltantes geralmente chegam à pé pelos fundos do posto e depois de limpar o caixa, voltam para o mesmo lugar e vão se esconder no Bairro Vista Alegre.

A PM registrou e rastreou mas não achou as pegadas dos assaltantes pés-de-chinelos!

 

Meliante churrasqueiro

        Além do dim-dim do caixa, R$1.280,  ele furtou 12 peças de picanhas!

O furto aconteceu no início da madrugada desta quinta-feira, 22, na despensa de um conceituado restaurante na Com. José Garcia com o bairro Santa Elisa. O meliante primeiro passou pelo caixa e fez a limpeza… Pegou o que havia! R$1.280. Em seguida visitou o frigorífico do restaurante e pegou 12 peças de picanha.

O aludido restaurante, localizado na esquina da rua que até medos da década de 70 dava acesso à Vila São Vicente de Paula, conhece muito bem o mato que lenha… Para evitar que as câmeras de segurança do local gravassem sua cara de pau, ele virou as câmeras para baixo!

Mas ‘deu bandeira’. Pouco depois do furto ele foi gastar parte do dinheiro roubado numa loja de bebidas 24 horas a poucos metros do local do furto. A própria namorada se preocupou com o tamanho do volume de dim-dim que ele levada na algibeira.

A Policia já tem o nome do suspeito! Agora é só sentir o cheirinho gostoso de picanha assada!

Alguém se lembra do Sidraque?

Hoje, 22 de fevereiro, faz catorze anos que ele morreu no exercício da profissão… em defesa da sociedade!

Essa pintura no prédio da antiga delegacia de policia de policia, foi feita pelo pelo detetive Sidraque, sem receber nada por isso, pelo simples prazer de ver seu local de trabalho bonito…

“Quem ‘morre’ ‘deixa’ saudade em alguém… que fica chorando de dor…”

Em 1996 o capixaba Sidraque Correia da Rocha, 36 anos, veio para Minas em busca de sonhos e ingressou na policia civil. Alguns de seus colegas ouviram-no perguntar ainda na Acadepol;

– O que eu estou fazendo aqui? Por que será que entrei para a policia?
E ele mesmo responder…

– Acho que é por causa do meu senso de justiça, de heroísmo…

Esta introspectiva conjectura do jovem policial, em pouco tempo mostrou a muita gente quem era Sidraque.

Ele foi designado inicialmente para trabalhar na regional de Pouso Alegre. De lá seguiu para Extrema, e pouco tempo depois voltou para perto da família em Teófilo Otoni. Mas já havia bebido a água do Rio Mandú, por isso pediu para voltar para o Sul de Minas. Recomeçou em São Gonçalo do Sapucaí, depois Careaçu, Silvianópolis e novamente Pouso Alegre.

Apesar de ter trabalhado em poucas cidades, em 7 anos ele se tornou conhecido e lembrado em todo o Estado, através do curso de formação policial que fez com outros 400 detetives de todos os rincões das Minas Gerais, na academia de policia civil. Conhecido justamente por este jeito às vezes introspectivo, outras expansivo, outras vezes espeloteado sem dizer coisa com coisa, mas sempre com autenticidade, generosidade e bom humor.

Contam alguns colegas que, numa de suas tiradas, uma senhora chegou à recepção da delegacia de polícia e disse que havia sido roubada, tendo o meliante levado todo seu dinheiro e seus documentos. Sidraque, olhando muito atentamente para ela exclamou;

– Nossa!!! E agora. O que a senhora vai fazer???

No segundo seguinte ele se deu conta de que ela estava ali em busca de respostas e atitudes, e não de perguntas, e tratou de registrar o B.O. para ela.

O policial de origem libanesa era na verdade um grande artista. Era musico, poliglota – falava razoavelmente sete idiomas – dava aulas de grego, aramaico e latim, E nas horas de folga trabalhava de pintor de parede, cabeleireiro, dedetizador…!  Quando chegou a Pouso Alegre em l996, pintou todo o prédio da delegacia regional… e não recebeu um centavo por isso!!

O domingo de carnaval, 22 de fevereiro de 2004, amanheceu chovendo em toda região. Durante uma pequena aragem por volta de dez da manhã, Sidraque encontrou casualmente com seu destino. Ele voltava da feira trazendo frutas e verduras para a esposa e o casal de filhos imberbes que amava com fervor, quando surgiu à sua frente um cidadão que fora vitima de furto no dia anterior, informando que o suspeito estava num boteco ali perto, e pediu providencias.

O policial que estava sempre à disposição de quem quer que o procurasse, se propôs abordar o suspeito, sozinho, pois além de não dispor de tempo para buscar reforço, ele era o único investigador da cidade. O mocinho – mocinho mesmo, recém completados 18 anos, franzino – que realmente tinha culpa no cartório, passou sebo nas canelas e dobrou a serra do cajuru. Sidraque saiu nos seus calcanhares. Enfurnaram-se numa extensa área onde se começava um loteamento, em direção ao ribeirão e sumiram da vista da vítima e de dezenas de curiosos que acorreram para a porta do bar. Minutos depois ouviram três tiros vindos lá do ribeirão. Estremeceram tentando imaginar o que estava se passando. Um dos curiosos exclamou;

– Nossa… O Sidraque matou fulano!!!

Continuaram olhando estupefatos e no minuto seguinte avistaram o larapio – agora assassino – subindo o pasto do outro lado do ribeirão, até sumir de vista, levando a arma do policial. Quando a vitima do furto e curiosos chegaram à beira do ribeirão, lá estava o detetive Sidraque, inerte… com três tiros no peito!

A chuva que ao que parece dera uma pequena trégua suficiente apenas para o sempre resoluto policial cumprir seu destino, voltou a cair torrencialmente sob o seu corpo e os de dezenas de policiais que varreram cada palmo de Monte Sião naquele domingo de carnaval, à procura do ladrãozinho pé-de-couve. Ele não foi encontrado.

Oito meses depois, quando cheguei à bucólica e rica Monte Sião, tentei desenterrar o assassino do policial. Mas, sozinho, como os demais colegas, não obtive êxito.
Nunca soubemos o que aconteceu entre o policial e o meliante naquela beira de ribeirão. Só o que se sabe é que o policial tinha uma pistola carregada na cinta e seguiu a lei ao pé da letra enquanto o meliante, na primeira chance que teve … preferiu matá-lo com sua própria arma.

Morreu o policial… morreu um artista, um cidadão admirável. E deixou como herança uma pensão de – descontados assistência medica, contribuição de aposentadoria, intermináveis descontos de empréstimos bancários – R$ 480 reais, na época. E deixou também um colchão de casal, dois de solteiro, um fogão, um guarda roupa, um teclado, seus tesouros Mirna de 9 e Misaque de 11 anos e… sonhos, melancolia e saudade!

Será que alguém ainda se lembra dos policiais Sidraque, Marcos Cabeçada, Marcos Paixão, do Gabriel Alvarenga, que morreram no cumprimento do dever de defender a sociedade?

 

Você viu a Cintia?

Ela desapareceu na tarde de terça-feira, 20.

Cintia Meireles desapareceu!!!

Familiares e amigos temem que tenha acontecido o pior!

Cintia Meireles Silva, 30 anos, saiu de casa no início da tarde de segunda-feira, 20 e não voltou até então. Cintia é casada e vivia um momento de depressão.

Ao sair de casa ela deixou um bilhete dizendo apenas que estava “indo embora” e que não adiantaria procurar por ela. Ela não levou o celular e nem os documentos.

Segundo levantamentos da própria família, ela teria contratado um motoboy para leva-la até a ponte do Campestre em Varginha! Familiares temem que ela tenha dado cabo da própria vida.

A Policia e o Corpo de Bombeiros de Varginha realizaram buscas no trecho do Rio Verde, porém sem sucesso.

Veja o apelo dos amigos e familiares nas redes sociais.

Se você tiver alguma informação que leve à jovem Cintia Meireles, entre em contato com a família, com a polícia ou com o blog. Ela pode estar em algum lugar por aí precisando de um ombro!