Passavam os policiais militares pela Avenida Mario Silveira no centro de Congonhal, quando avistaram dois guampudos com pinta de somongós se esgueirando pela via e resolveram fazer a abordagem. Os moços, que pelo andar da carruagem, tinham culpa no cartório, deixaram cair um objeto estranho e correram cada um para um lado. Não conseguiram vencer a correnteza e caíram nas malhas da lei. Ao voltarem ao local da tentativa de abordagem os policiais encontraram jogado ao chão um belo patuá com duas pedras beges fedorentas, suficientes para deixar doidões pelos menos 50 nóias. Gilberto Paulino de Vasconcelos, soldado engajado do exercito, 21 e R.A.O., 17 anos, alcunhado Zulu, já velho conhecido da policia por uso e trafico de drogas, juraram de pés juntos que a droga não lhes pertencia. Com cara de anjo ou não desceram no táxi do contribuinte para a delegacia Regional de Pouso Alegre e sentaram ao piano. Ainda jurando pela mãe da vizinha que eram inocentes e que nem se conheciam o soldado e o ‘dimenor’ Zulu assinaram o 33. O garotão, como é inimputável, apesar de ter se hospedado recentemente no Hotel do Juquinha por 90 dias pela pratica nefasta do aviãozinho, foi entregue ao Conselho Tutelar. Ja o soldado Vasconcelos, de família idônea, acima de qualquer suspeita, foi assistido pelo “Oficial de Dia” e levado para o 14 GAC. Se o homem da capa preta não acreditar em sua ladainha, ele poderá ser expulso das fileiras do exercito e responder criminalmente por trafico de drogas como um mortal comum. Será que são mesmo inocentes? Mas porque tentaram dobrar a serra do cajuru?
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Mulher espera 15 dias pela ressurreição da mãe
Falando em cena macabra, outro dia, em 2006, aconteceu um fato interessante na capital da eletrônica. Não foi tão macabro quanto o esquartejamento em seis partes de Três Corações, mas daria enredo para um bom filme de terror. Dona T.M.M. 56 anos vivia com as filhas já titias – porque será que ficaram para titia ? – e a mãezinha já anciã numa viela do bairro Maristela. Vivia literalmente com as filhas e a mãe, pois não se relacionavam com ninguém na vizinhança, devido ao seu ‘genio dificil’, ou como a própria T.M. diria se fosse perguntada; “…porque eles são impuros”. Apesar de não ter nenhum contato com a estranha família, a não ser visual, um belo dia, vizinhos perceberam que a velhinha de 82 anos não aparecia mais nem na janela da casinha simples do beco. Passaram a observar melhor e começaram sentir um estranho cheiro no ar. Uma mistura de perfume com ervas queimadas e …. carniça. Pior, carniça humana. Teria a calada velhinha morrido? Teria ela sido esquartejada e enterrada no quintal? Os problemas da estranha T.M. eram dela, mas como vivemos em sociedade, alguém resolveu chamar a policia para sentir o cheiro também. Interpelada na porta da casa a domestica disse que sua mãe estava dormindo e relutou em deixar-nos entrar. Mas agora com a porta aberta, tínhamos certeza; algo não cheirava bem ali… Entramos na marra e o que vimos num quartinho dos fundos da singela e limpa casa causou arrepios e náuseas. Sobre a pequena cama de solteiro cuidadosamente forrada com lençol estampado, ornada com desenhos coloridos de quimera, cercada por vasos de flores artificiais, estava a anciã, plácida, calada e serena… morta há quinze dias.
Indagada sobre a cena, T.M. repetiu sem titubear que a mãe estava dormindo e poderia acordar a qualquer momento. E ainda acrescentou com convicção que a mãe não deveria ser imolada, pois poderia ser ‘contaminada’ pelos impuros… A retirada da velhinha putrefata da casa da filha, espalhando seu nefasto e inevitável odor pela vizinhança, exigiu escolta policial. Dois dias depois do enterro voltei ao local para intimar dona T.M., para prestar esclarecimentos em I.P. Ela ainda estava brava com o ‘seqüestro’ da mãe. Fincou os pés e disse que não iria atender a intimação. Que não estava sujeita às leis dos homens. A única lei que acataria era a do seu deus, o “Deus da Guerra” e só iria à delegacia se o seu Deus assim o permitisse. Mas arriscou-se à clássica pergunta; “E seu eu não for à delegacia, o que vai acontecer?” Como todo bom policial que não complica mas esclarece, respondi na virgula, com firmeza mas sem exasperação; “ Não se preocupe, se a senhora não chegar às duas horas, às duas e dez estarei aqui na porta para lava-la no táxi do contribuinte” – Quase perguntei se precisava levar pulseiras de prata.
No dia seguinte quando abri a porta da delegacia às duas da tarde, dona T.M. estava lá com sua grande e surrada bolsa estampada a tiracolo, agarrada ao braço de uma filha taciturna. Fingiu que não me viu, mas logo que virei as costas, entrou atrás de mim e foi direto ao cartório do escrivão Erasmo prestar depoimento. Ela não cometera nenhum crime, nem mesmo vilipendio de cadáver. Sua mãezinha havia morrido de velha. Ela só tinha que ser avisada e mudar-se de cemitério. O homem da capa preta na certa deve ter pedido o arquivamento do processo e nunca mais ouvimos falar na mulher que queria ressuscitar a mãe depois de 15 dias… com incensos e preces ao ‘Senhor da Guerra’!!!
Cena macabra … cidadão é esquartejado, queimado e enterrado em pedaços na cova rasa.
Pessoas que passavam casualmente pelo bairro Feira de Gado nos arredores de Três Corações nesta terça feira depararam com uma cena de terror. Numa vala semi coberta estava o corpo de um homem ainda não identificado em adiantado estado de putrefação, só que… em vários pedaços!!! Pernas, braços e cabeça estavam jogados no fundo da vala e o tronco por cima. Com mais um requinte macabro… parcialmente queimados. Parte de um galão de plástico usado para o transporte da gasolina foi encontrado próximo. Como não é possível reconhecer o ‘inconfidente’ tostado, as partes putrefatas foram levadas para o IML da terra do Rei para coleta de DNA e comparação com arcada dentaria de possíveis desaparecidos na região. Os autores do macabro crime queimaram também qualquer pista que pudesse delatá-los.
2ª Corrida da FDSM acontece neste sábado, 3
A 2ª Corrida da Faculdade de Direito do Sul de Minas promete repetir o sucesso da primeira edição do evento. A competição foi criada em 2009, em comemoração aos 50 anos da Faculdade, e reuniu atletas das cidades do Sul de Minas e interior de São Paulo: Pouso Alegre, Itajubá, Congonhal, Itatiba, Paraisópolis, Poços de Caldas, Santa Rita do Sapucaí, São Bento do Sapucaí, Três Corações e Sapucaí Mirim.
A Corrida 2011 seguirá o alto nível de organização de 2009, oferecendo total estrutura e apoio aos participantes – chip para registro oficial do percurso, serviço médico para eventuais emergências, acesso livre à quadra poliesportiva da FDSM para descanso e troca de roupas, água, frutas e segurança durante a prova. O diferencial deste ano será as duas modalidades de prova – trajetos de 5 km e 10 km – e o horário de realização, às 18h. Haverá premiação para as categorias Masculino, Feminino e Equipes (troféu) e medalhas para todos os participantes que cumprirem a prova. As vagas são limitadas – 300 participantes. Regulamento no site www.fdsm.edu.br .
A 2ª Corrida da FDSM conta com o patrocínio da CAIXA, Academia MEGA Fitness, Colégio Integral, Body Fitness, Click Confecção, Prefeitura, Câmara Municipal de Pouso Alegre, Integral Médica e Bemais Distribuidora de Bebidas Ltda. Inscrições podem ser realizadas na FDSM – 8h às 11h30, 13h às 17h30 e 19h às 22h30. Informações, www.fdsm.edu.br e 3449-8122.
FESTA MOVEMENT
Todos os participantes da 2ª Corrida da FDSM ganharão convite para a Festa MOVEMENT, a ser realizada no mesmo dia da competição no Salão Nobre da Faculdade. As atrações serão U2 Cover Brasil, E-Cox Live e DJ Jr. Pee. Ingressos à venda na Livromania, Tok Som, Psicodélica, Oficina do Acrílico, Império do Açaí, Mestiço Bar e FDSM.
Briga na praça… prisão no hotel
Falando na terrinha, domingo aconteceu uma situação irônica na minha querida Congonhal. O casal M.B.S. e T.S.M. estava hospedado num dos quartos de uma pousada no bairro Barreirinho, mas como não estavam se bicando, cada um foi curtir a balada á sua maneira. Lá pelas duas da madrugada se encontraram na praça da Matriz e resolveram lavar a roupa suja ali mesmo. Trocaram farpas e espinhos, se chamaram de meu bem meu mal, rodaram a baiana e armaram um barraco tão grande que um vizinho pressentindo o inicio da terceira guerra mundial resolveu chamar os homens da lei. Quando os policiais chegaram já haviam selado um acordo… decidiram separar de vez os cobertores. Para evitar que o incêndio recomeçasse, os policiais se prontificaram a ir com o ex-casal até a pousada, para que M.B. retirasse do quarto seus pertences. Chegando á pousada os policiais perceberam plásticos picados, papel alumínio e outros indícios de trafico de drogas no local. Numa rapida vistoria no quarto da pensão, encontraram debaixo do colchão uma baranga de maconha e 19 pedras de crack. Naturalmente nenhum dos amasios assumiu a paternidade da ‘criança’. E desceram ambos para a Delegacia Regional onde sentaram ao piano e assinaram o 33. A briguinha do casal de amasios custou caro. Pelo menos tem um lado bom; no hotel do Juquinha a hospedagem é gratuita…