Andrezinho toma celular na tora e ameaça matar

O cidadão Marcelo de Almeida Rios voltava para casa depois de ver a morna estréia do Galo contra o Boa, quando o malaco Andre Silva de Souza se aproximou com papo de aranha;
– Aí, tio, dá trei real aí…
Marcelo tinha os três reais, mas não tem filho daquele tamanho, por isso respondeu que estava durango e continuou seu caminho.
Enquanto fazia pressão, uma dupla de motoqueiros acompanhava  Andrezinho de perto. De repente o meliante pulou sobre Marcelo, tomou-lhe o aparelho celular e dobrou a serra do cajuru.
Uma hora depois os homens da lei entraram na casa de Andrezinho no Jardim Aureliano e encontraram os dois chip’s do aparelho roubado mocosados debaixo do pé da cama, sem o aparelho. Ao chegar em casa e ver os policiais ali colhendo os dados para redigir o B.O. Andrezinho rodou a baiana, ficou valente e passou a ameaçar a vitima;
– Aê maluco, Se eu for preso por causa de um “radinho” velho, quando eu sair vou te matar…
Pode ser, mas isso vai demorar. Por enquanto o meliante pé-de-couve assinou o 157 e foi se hospedar no Hotel do Juquinha… Por causa de um “radinho” velho e dois chip’s!!!

Caseiro mata Assaltante em Monte Sião

O crime de legitima defesa aconteceu numa fazenda do bairro da Pontes na madrugada de ontem. O caseiro telefonou para o patrão que mora em campinas e contou que estava nos braços de Morfeu quando despertou e ouviu barulhos vindos da casa sede da fazenda, além do incessante ladrar dos caes. Ele armou-se de uma carabina calibre 20  e ao verificar do que se tratava, viu dois vultos na penumbra. Um deles atirou em sua direção sem contudo acertá-lo. O caseiro então teria dado um tiro na direção do assaltante, derrubando-o ao chão enquanto o outro fugiu numa motocicleta deixando o moribundo trás. Ao constatar que o assaltante estava morto, o caseiro informou o caso ao patrão e dobrou a serra do cajuru – ou seria do Morro Pelado? – para fugir do flagrante.
Chamada pelo fazendeiro a policia militar esteve de manhazinha na fúnebre fazenda onde constatou que o assaltante morto com apenas um tiro de cartucheira entre o peito e a costela, sem nenhuma identificação, tinha com ele alguns pertences recém furtados da sede.
No dia 18 de setembro de 2006 o caseiro Henrique do Santos Marques – Meninos que vi crescer, “O Justiceiro do Recanto das Margaridas” – também chamou seu patrão Alfredinho na fazenda em que trabalhava no bairro Pouso do Campo e contou historia semelhante. Em seguida dobrou a serra do cajuru para não me dar entrevistas. Não adiantou. Menos de vinte quatro horas depois, eu e os companheiros Kleber e Benicio já havíamos desfeito toda a farsa e trancafiado o “Justiceiro” no novo Hotel Recanto das Margaridas.
Será que a historia do caseiro de Monte Sião é esta mesmo?!?!?

Mel & Limão leva meliante em cana

Responda rapidinho: O sujeito que furta um litro de bebida do supermercado está querendo:
a-    Auferir algum lucro com a res furtiva;
b-     Brincar de bandido & mocinho com a lei
c-    Dar prova de auto-afirmação,
d-     Hospedagem gratuita no hotel do contribuinte, ou
e-    Curar resfriado?
Se você foi pela lógica e assinalou a opção ‘d’, errou. O gatuno queria mesmo era curar o resfriado, por isso ele furtou um litro de “Amazile” um composto de “mel & limão” numa garrafinha verde fosca, que custa no varejo R$ 20,90.
Renato Ferreira da Silva, 31 anos, morador da Rua Bentevi no São João, entrou no Alvoradinha ao pé da noite, andou pra lá, andou prá cá, certificou-se de que não havia ninguém olhando, pegou a garrafinha verde limão, enfiou debaixo da blusa e foi saindo de fininho. Ele esqueceu-se do indiscreto “Big-brother”. Quando ia saindo, um segurança de dois metros de altura parou na sua frente e o e convidou para um ‘cafezinho’ no escritório. De lá ele saiu com pulseiras de prata para sentar-se ao piano do delegado de plantão.
Furto simples e de pequena monta, a lei permite que ele pague fiança e vá para casa esperar o desenrolar do processo. O problema é que o delegado estava de mau humor e arbitrou a fiança em dois salários mínimos. Mil duzentos e quarenta e quatro reais era muita areia para o caminhãozinho do Renato. Por isso ele foi morar de graça no hotel do Juquinha… por causa de uma garrafinha de limão com mel!!! Êta resfriadinho caro, esse…

Elbert & Roseane… e um toca fitas na madrugada

Esta fez lembrar os bons tempos de Carlinhos, Blau-Blau, Ailton Franklin, Tiziu, Aguinaldinho e outros gatunos de toca fitas TKR-Cara preta nas frias madrugadas dos idos de 1980. Era a coqueluche da época. Se fosse ‘auto-reverse’ então, dava para comprar uma dúzia de baseados. Carlinhos Blau-blau – o único que ainda está vivo – era capaz de retirar o vidro de qualquer carro sem danificá-lo, furtar o toca-fitas e recolocar o vidro no lugar. Nos anos 90 e inicio de 2000, surgiram os larápios sardinha, aqueles que davam dois prejuízos para o dono do carro; além de levar o aparelho de CD, entortava a porta do carro, como se estivesse abrindo uma lata de sardinha. Entre os dois períodos marcantes do furtos de aparelhos de som veicular, surgiu um terceiro gatuno especialista, mais refinado; o mixeiro. Com a mixa ou micha, abria qualquer porta em poucos segundos. Quando o dono do carro chegava, coçava os piolhos pensava logo em Mister M. Mas não era mágica. Era PedrinhoTiguera ou Milton Ocrinho Lomelino…
Neste fim de semana um destes furtos tão fora de moda aconteceu na Com. Jose Garcia, no meio da madrugada. Só nao ficou claro o modus operandi; Micha ou sardinha? O fato é que o gatuno da madrugada foi surpreendido pela policia militar dentro do Ford kA com placas de Jundiaí, tentando arrancar o aparelho de CD. Pelo jeito era amador, pois tinha na mão uma chave de fenda e mesmo assim não conseguiu furtar. O detalhe é que ele atuava em parceria com a esposa. Enquanto o larapio Elbert Luciano da Silva, 36 anos apanhava do aparelho de som, sua esposa Roseane da Cunha Torquatro Ribeiro, 30, do interior de um Siena, dava cobertura. Mas só fez trapalhada… quando os homens da lei se aproximaram, ela deu sinais de luz alertando o marido e quem viu os sinais foi justamente a policia… E o casal Bonnie & Cleide desceu para a DP para sentar-se ao piano e assinar o 155 c/c 14 do CP.
Não se faz mais ladrões de toca fitas como antigamente…

Dimenor também vai em cana

Era uma daquelas intermináveis madrugadas quando o cliente chegou ao posto de combustíveis do Chapadão, à duzentos metros do quartel da PM. Chegou a pé, usando uma bermuda larga estilo ‘mano’, puxou o capuz a da blusa igualmente larga para esconder a cara feia, enfiou uma mão por baixo da blusa e sem delongas foi ameaçando;
– Eu estou armado… passa logo a bufunfa senão te mato!!!
O frentista Jorge Ferreira, que estava quase cochilando encostado na bomba, nem pensou em pedir para ver o calibre do trabuco – e se pedisse não veria nada, pois o ratão da madrugada estava tão armado quanto eu e você agora – foi logo entregando a féria da noite. Nem sabe quanto era…
Quando o gatuno se afastou na penumbra da madrugada, chacoalhando o corpanzil de capoeirista funkeiro, Jorge comunicou o colega que estava no escritório e chamaram os homens da lei. Pela descrição do assaltante pé de chinelo, não foi difícil para os policiais deduzir sua identidade. Trata-se de Leandro Rodrigues dos Santos vulgo “Dimenor”. Mas de menor ele só tem o apelido, que ganhou quando realmente era inimputável. Agora ele tem 21 aninhos e lugar cativo no álbum da policia. O marmanjão foi localizado meia hora depois no bairro Colina Verde e ao ver os homens da lei embrenhou-se num matagal. Tropeçou nas malhas da lei e caiu com 382 reais roubados do frentista… com o dedo debaixo da blusa.    Armado ou não Dimenor sentou-se ao piano, assinou o 157 e foi se hospedar no hotel do Juquinha…

Meliante luta com a PM e foge pelado…

Quem gosta de um bom espetáculo de rua, tipo pastelão, teve uma ótima oportunidade no inicio da tarde desta quarta 25, aniversario de São Paulo. O palco, para variar foi o “velho Texas”.

Ao avistar uma dupla de garotos aparentando 18 anos, com pinta de somongós, os policiais resolveram encostá-los na parede. Como era de se esperar, um deles levava na algibeira três barangas de farinha do capeta, quatro frascos plásticos para embalar o mesmo pó, porém vazios, uma baranga de erva marvada e 54 reais.

Ao ouvir a velha frase: “teje preso”, os dois meliantes começaram espernear, esmanear, e desferir pontapés nos policiais. O primeiro conseguiu escapar das malhas da lei e desapareceu nas vielas do velho Aterrado. O segundo meliante, com fisionomia de ‘baianinho’, já estava com a pulseira de prata em um dos braços, mas também conseguiu se desvencilhar e dobrar a serra do cajuru.

A parte mais hilária do enredo é que na luta desesperada pela liberdade, o baianinho teve suas vestes rasgadas e saiu correndo pela rua, completamente pelado… levando apenas a pulseira de prata no  braço.

Tião Carreiro & Pardinho já cantavam lá pelos idos de 1960… “ Cochilou, o cachimbo cai…. o cachimbo cai…”

Mulher encontrada morta no Mandu é identificada

A mulher encontrada boiando no Rio Mandu na manhã desta terça é a ex-presidiaria Márcia Aparecida da Silva, de 31 anos. Ela foi reconhecida inicialmente por moradores do Aterrado e posteriormente pela policia civil em cujo álbum já ocupou lugar de destaque.

Márcia veio ainda jovem e bela de Brazopolis, trabalhar como garota de programa na boate da Neidinha, no bairro Canta Galo, no começo da década passada. Chegou a ser uma das garotas mais procuradas pela sua beleza plástica. Na ocasião ela conheceu Jade, uma das mais famosas distribuidoras de drogas do velho Aterrado…. E conheceu também a famigerada pedra bege fedorenta.

Com a mudança de direção da Boate e já dependente da droga, Márcia deu uma guinada total na vida … ‘saiu do armário’. Foi viver como “companheira” da traficante. Jade, embora esteja no nefasto ramo de distribuição de drogas há mais de uma década, só enroscou-se na malhas da lei me 2007. Levou com ela a namorada Márcia Aparecida. Dividiram as agruras de um sombrio e malcheiroso apartamento do velho hotel da Silvestre Ferraz com outras tantas traficantes, quase todas do mesmo bairro.

Retomaram a liberdade física em 2009, mas continuaram presas às drogas, consumindo e distribuindo. No final de 2010 Jade tornou a cair nas malhas da lei. Ela era um dos vinte e quatro braços fortes da toda poderosa Mara, que também rodou e hoje se hospedam no Hotel do Juquinha.

A bela Márcia, que já não era mais tão bela assim, embora continuasse “companheira” de Jade, ficou de fora da operação. Antes tivesse sido presa. Só, sem lenço, sem documento, sem dinheiro e sem os atrativos que a levaram a ser uma das garotas mais cobiçadas da boate da Neidinha, Márcia desandou de vez no crack, até morrer na madrugada de terça.

Segundo ex-usuarios que procuravam informações ontem à tarde no IML, Márcia foi assassinada a pauladas por outros nóias, a mando de traficantes, pois ela não tinha mais utilidade para o trafico.

– Ela era um fardo para eles. Estava um bagaço, não servia para mais nada…  ‘Eles arrastaram ela’ para baixo da ponte, deram pedra pra ela ficar na nóia, depois deram uma paulada na cabeça e jogaram no rio… – Disse uma ex-usuaria que há meses vinha tentando tirá-la das drogas e queria ao menos dar-lhe um enterro digno.

A policia ainda não tem os detalhes da morte da ex-presidiaria, encontrada com lesões na cabeça. Se esta versão se confirmar, a morte da ex-prostituta terá sido o segundo homicídio do ano em Pouso Alegre… antes do final de janeiro.

… E quem vai adotar o mendigo?

Desde que ouvi o primeiro tiro contra a fiel Valentina na frente do suntuoso banco da Adolfo Olinto, tenho acompanhado os demais disparos. Além da cadela do Rogério Narciso, que gosta de ser chamado de “Rogerinho Roth” os tiros acertaram outras pessoas. Acertou o vereador Helio da Van, acertou o próprio PM que disparou o gatilho, acertou toda a corporação militar, acertou o gerente do banco que chamou a policia para retirar o mendigo e sua companheira de estimação, acertou comerciantes que defenderam a docilidade do animal ferido, acertou um monte de aficionados em Facebook e agora que eu abri a boca, vai me acertar também.

Eu poderia ter abordado o assunto aqui no blog, com modesto conhecimento de causa, pois estive por quase trinta anos atrás de um trabuco e dezenas de vezes diante de um cão que defendia com bravura e fidelidade seu dono, ainda que ele fosse um infrator da lei. Durante anos tive mais de uma dúzia de cães de todas as raças e tamanhos, atualmente tenho cinco… Qualquer coisa que eu dissesse, no entanto, não aplacaria a polemica que o caso gerou!!! Por isso preferi deixar o assunto esfriar.

Agora que o caso de Valentina – que aliás, foi batizada graças ao tiro na bochecha – começa assentar a poeira, resolvi falar do Rogerinho Roth, o moço que dividia seu maltrapilho cobertor com a cachorra sob a marquise do banco.

Rogério Narciso é fruto de um desses romances “tapas & beijos” com final precoce. Ele nasceu na cidade do Rei Pelé em 1986, mas não chegou a conhecer seu pai. Sua mãe não suportou as agressões e o abandonou quando Rogério ainda estava nos cueiros. Antes que ele terminasse a infância, foi também abandonado pela mãe. Até o fim da menoridade ele foi criado por parentes;

– Depois que eu fiquei homem passei viver ‘por conta’. Na rua… não tinha motivo para ficar em casa – conta ele. Nasci no dia 14 de janeiro. Fiz 26 anos a semana passada, não ganhei presente – acrescenta Rogerinho com frustração.

– Anos atrás fui preso por 157… Depois matei um cara numa briga. Peguei nove anos e seis meses. Paguei três ‘de ponta’ e saí no semi-aberto. Quando sai da cadeia, com ulcera gástrica, não tinha para onde ir. Desde esse dia eu ando pro mundo… Faz um mês e pouco que estou em Pouso Alegre. Vivo na rua. Mas no Aterrado eu não vou, não, lá só tem nóia…

– De onde veio a cachorra Valentina?

– Ganhei de uma amiga… minha namorada – É verdade. Rogerinho Roth tem uma namorada surda–muda. É ela que lava suas roupas…

– O que você fazia antes de ser preso?

– Eu era operador de maquinas numa fabrica de tornos, jaquetas e peças para carro…

– O que você quer da vida?

– Eu quero um emprego… comida é fácil, todo mundo dá. Quero trabalhar. Quando eu peço alguma coisa as pessoas falam: “vá trabalhar”, mas ninguém dá emprego…

No inicio da nossa conversa ele estava entre ressabiado, agitado e desconfiado. Sentamos na escada do banco, ao lado do palco que lançou Valentina ao estrelato. Enquanto falávamos, Rogerinho olhava agitado o tempo todo para os lados. Embora nossa entrevista tivesse sido ‘agendada’ pelo Randolfo (Piula) de Paiva, pessoa com a qual ele já se acostumou ali nas imediações, Rogerinho parecia temer alguma coisa de ruim. Mas fazia questão de mostrar e até chamar a atenção das pessoas conhecidas que passavam por ali, como quem diz; “ eu tenho amigos, quem me conhece me respeita”. Nossa conversa durou cerca de meia hora. Não conversamos mais porque ele tinha que levar dinheiro para a namorada e estava muito ansioso para me apresentar seus amigos, numa loja ali perto. Na loja, onde já é ‘velho conhecido’, Rogerinho Roth ficou à vontade. Conversou de igual para igual com os funcionários como se fossem amigos de longa data.

Esqueci de perguntar se ele mantêm relações com a namorada com ou sem preservativos, mas não tem importância, a resposta seria obvia. O que quer dizer que daqui algum tempo, mais um “Rogerinho Rothinho” estará dividindo o surrado cobertor com Valentina.

Da conversa com o mendigo, transeuntes e comerciantes próximos ao local do tiro que espalhou estilhaços para todo lado, ouvi coisas, opiniões e comentários que – desculpem o ‘egoísmo’, tenho que guardar para mim – não ouso contar aqui. Vou plagiar uma frase que li no único jornal da cidade em 1984 sobre uma carta-resposta que escrevi: “este jornal não se presta a fomentar polemica”!!!

Este Blog também não quer fomentar polemica, mas agora que as luzes da gloria de Valentina começam apagar, seria bom voltar os holofotes para o mendigo, egresso da prisão, cidadão Rogerio Narciso… Ele também é filho de Deus. Se ele receber metade da atenção que recebeu a faceira Valentina nas redes sociais, a vida dele e de tantos semelhantes poderá se tornar tão digna e confortável quanto a da fiel amiga que ele cuidava.

Pelo que ouvi sentado ao seu lado na escada do banco e vi na loja ali perto, se Rogerinho Roth tomasse uma boa ducha e um ‘banho de loja’, colocasse um Rexona e fizesse umas trancinhas no cabelo que há meses não vê escova, ficaria irreconhecível e daria um excelente e tagarela vendedor em qualquer loja do centro da cidade…

Alguém aí quer curar as feridas do Rogerinho Roth e adotá-lo…???

 

Guardava drogas no guarda roupas da criança…

Atendendo denuncias de amigos ocultos da lei, a policia militar resolveu fazer uma visita à jovem Verônica de Araujo, cunhada do traficante Lennon Martins de Oliveira, no bairro Alto em Ouro Fino.
Logo no portão da casa esbarraram em uma baranga de farinha do capeta em poder da garotinha L.B.R. de 17 anos. A dona da casa,  toda vexada com a visita, disse  que nada sabia a respeito de drogas e franqueou a entrada aos homens da lei. De fato, no seu quarto não havia nada de ilícito, mas no quarto da menor…!!! Ao revistar o quarto da garotinha que em março fará 18 aninhos, os policiais encontraram dois embrulhos com 194 gramas de cocaína, um revolver calibre 38, 08 aparelhos celular, 02 notebooks e uma frente de CD. Os pacotes de farinha do capeta estavam embrulhadinhos dentro das roupinhas do bebezinho de 3 anos, de Verônica.
A “empresa’ distribuidora de drogas de Lennon – Ué, ele não morreu? – funcionava assim: Ele guardava a droga na casa da cunhada Veronica, irmã de Julia, no quarto da inimputável L.B.R. e quando recebia os pedidos, ele ou a amasia Julia iam até lá pegar para distribuir, assim sua casa estava sempre ‘limpa’.
Desta vez sujou!!! Verônica desceu o morro no taxi do contribuinte e veio até Pouso Alegre sentar-se ao piano e assinar o 33. A garotinha L. que até março está livre do abraço forte da lei, foi acompanhada por membros do Conselho Tutelar e voltou para casa. Lennon e a amasia Julia, que costuma vender a droga no bar da Rosaria, ao saber que a casa estava desabando, dobrou a serra do cajuru. Mas a batata está assando pra eles….

Sem carteira e com carro roubado em Munhoz…

Um pequeno acidente de transito na pacata Munhoz – nem tão pacata assim, ha dois meses um cidadão matou uma mulhe a  pauladas, colocou-a num carrinho de mão, atravessou a cidade e foi jogá-la no mato na beira da estrada. Semana passada um borracheiro tarado pegou uma garotinha de 13 anos pelo braço, arrastou para o mato e a estuprou… – no  no final de semana, revelou um situação inusitada, brincadeira de criança, coisa de cidade do interior onde não é necessário seguir leis…
Ao fazer uma manobra descuidada para entrar num posto de gasolina no bairro Correntinha, o jovem Alexandre Lavelli Mariano bateu seu VW gol no fusca do Sr. Rodrigo Sanches Gonçalves. Tudo bem, ninguém se machucou e ele assumiu a responsabilidade pelos danos. Aliás tinha pressa em pagar o prejuízo e sair do local. Mas não deu. A policia foi chamada para registrar o B.O. e quando pediu a documentação do motorista distraído… ele não tinha!!! Nem carteira de motorista e nem o documento do Gol. Ao consultar ‘sistema’, verificou-se que o Golzinho barbeiro era produto de furto na cidade de Campinas no final do ano passado. Com um sorrisinho amarelo na cara lavada, Alexandre Lavelli disse que sabia que o carro era furtado, mas pretendia legalizar sua documentação…!?!?!? Ué, mas é possível? Será que mudaram as leis e não me avisaram? Ou estamos na Bolívia de Evo Morales?!?!?!
Não, não mudaram não. O garotão  Lavelli, de 19 anos é que é bobinho mesmo. E pela bobeira ele desceu a serra e veio sentar-se ao piano do delegado de plantão de Pouso Alegre, onde assinou o 309 do CTB e o 180 do CP e foi se hospedar no velho hotel de Ouro Fino.
Brincadeira… Legalizar documentos de carro roubado…!!!