Meu candidato tem 70% dos votos …!

Falácias, sonhos e ilusões, não é exatamente a mesma coisa, mas bem que poderiam ser sinônimos de política… – Enganação, mentiras e falsidade, também poderiam entrar para a família dos sinônimos de política, já que fazem parte do mitier – Mas vamos devagar com o andor, pois os santos neurônios do eleitor não estão preparados para tanta informação …

Mais uma eleição municipal está à caminho. Mais uma vez a historia e as estórias se repetem. Os candidatos da situação acenam, perguntam dos familiares – que eles nem sabem se existem ou nunca viram, estendem a mão, tapinhas nas costas, falam das obras que fizeram e das que não fizeram… Os da oposição também sorriem amarelo, falam mais alto, acusam os adversários de nada terem feito, prometem que farão melhor – o nada?

Passada a eleição desaparecem. Falar com eles só se fizer novena e queimar pacotes de vela para Santo Inácio!

No primeiro ano do mandato não farão nada – porque a prefeitura está endividada, se for a oposição… Ou porque precisam fechar para balanço, se continuação! – Lá para março do segundo ano começarão aparecer de novo, afinal, tem eleições para presidente, governador, senador, deputados… – Bem que meu amigo Zeca Juru queria que tivesse eleições todo ano..!!!

Durante a campanha, tudo podem… desde que sejam eleitos! Depois delas, depende da Câmara aprovar… Do governo, estadual, Federal liberar a verba…

De uns tempos para cá os órgãos que cuidam do meio ambiente e ONGs ambientalistas são os responsáveis pelas paralisações das obras…! Depende deles a liberação …!!!

O mais interessante durante as campanhas políticas é o otimismo de cada candidato, de cada correligionário… Para cada um deles seu candidato está na frente, vai ganhar disparado.

Outro dia, numa conversa trivial com um político, ele afirmou categoricamente, sem medo de ser feliz:

– Esta eleição já está ganha. “Nosso candidato” está disparado na frente. Se a eleição fosse hoje, nosso candidato teria 70% dos votos…

Coincidentemente no dia seguinte, numa conversa também trivial, outro correligionário fez a mesma afirmação ainda mais ufanista;

– Nossa coligação será vitoriosa… Estamos tranqüilos, muito à frente do adversário. Se a eleição fosse hoje, nosso candidato levaria 70% dos votos…

Maravilha. Só que cada um estava falando de um candidato diferente!!!!!!!!!!!!!!!  E cada um estava convicto da vitoria.

O mais interessante nisso tudo, é que, quando no poder, eles pensam da mesma forma… Acham que fizeram no mínimo 70% mais e melhor do que o adversário!

São as falácias, sonhos e ilusões da política. Alguém vai levar alguma vantagem com isso? Vamos trazer o assunto à baila oportunamente.

As falácias, sonhos e ilusões dos candidatos a vereadores merecem um capitulo à parte. Terão.

Pezão escorregou… Mas jura de pés juntos que é inocente

Policiais que passavam pelo Jardim Yara, no inicio da madrugada desta sexta, 10, receberam uma abordagem corriqueira, porém inflamada de vários moradores:

– Por favor seu guarda… Vocês tem que prender o Pezão. Ele é violento, vive ameaçando todo mundo aqui no bairro, já tentou matou um rapaz no ano passado. Ele vende droga ali na casa dele a noite inteira… – disseram os populares.

Pezão, a quem eles se referiam, é Thiago Silva dos Reis, 27 anos, morador da Camélias 70, no Yara. Além do envolvimento com drogas, consta nos arquivos da policia que ele tentou matar um desafeto, ano retrasado.

Os policiais fingiram que foram embora, mas ficaram na sombra, por ali, planejando o bote. Não demorou a jovem Laisa Marina de Castro, 20 anos se aproximou para comprar uma pedrinha… Os policiais lançaram a rede.

Segundo o BO, Laisa estava na porta da casa do traficante com duas pedras de crack na mão e Pezão com uma nota de 20 no bolso, resultado da transação criminosa. No interior do muquifo havia mais. Vinte e quatro pedras beges fedorentas, R$174 reais de ‘porta de igreja’ e oito aparelhos celular!!!

Ao sentar ao piano Pezão afirmou solenemente que nunca viu Laisa mais gorda, jamais viu aquela droga, o dim-dim apreendido é empréstimo da sogra e os 08 celulares são de seus filhos!!!

Apesar de tanta convicção do moço, o delegado de plantão, Artur Augusto Ribeiro, fritou tanto Pezão quanto a usuária Laisa no 33 e ambos, cada um tentando empurrar a droga para o outro, foram se hospedar no Hotel do Juquinha.

Policia Civil prende assassino da Britasul

Duzentos dias se passaram desde que o operário da Britasul Antonio Rubens Vilela foi assassinado num local ermo a poucos metros de sua casa, no bairro Faisqueira. O assassino finalmente sentiu o frio das pulseiras de prata. A mulher do morto, amante do assassino, também caiu nas malhas da lei…

Chovia fino naquela noite de quarta feira, 18 de janeiro, quando Antonio Rubens Vilela ouviu batidas na porta. Era Jefter Elias Borges, 34 anos, de cuja pessoa ele conhecia apenas a voz, nas três ou quatro vezes que ele ligou para falar da traição de sua esposa. Agora estava ali na sua porta, para contar detalhes da traição… Ou seria outro o motivo?

Como estava só com os filhos imberbes em casa, o operário preferiu sair, para conversarem longe das crianças. Desceram e caminharam pela estrada asfaltada de acesso à Britasul. Eram pouco mais de sete da noite. Neste momento passou um conhecido de Antonio, de carro e ofereceu carona. Ele recusou e minutos depois Jefter convidou Antonio a entrar numa estradinha de terra, onde pudessem conversar sem serem interrompidos. Foi ali que o crime aconteceu!!!

Quando foi à casa do rival, Jefter já foi decidido a tirar o rival do caminho a qualquer custo. Estava apaixonado pela mulher dele… De repente Jefter sacou um revolver calibre 22, apontou para o rival e o obrigou a se deitar no chão. Com um pedaço de arame tentou amarrá-lo. Houve luta. No escuro o revolver se perdeu. Jefter muito mais forte que Antonio não teve dificuldade para subjugá-lo e quebrar seu pescoço. Quando foi arrastar o corpo para ocultá-lo, achou o revolver e percebeu que Antonio ainda se mexia. Para ter certeza que ficaria livre do marido da amante para sempre, deu-lhe um tiro na cabeça. Foi embora e jogou a arma no rio.

Naquela noite Adriana, a ponta do triangulo amoroso e pivô do bárbaro crime, recebeu um telefonema que a deixou ainda mais agitada que de habito. Deixou o restaurante em que trabalhava na Vicente Simões e foi mais cedo para casa. Passou a procurar pelo marido. Na manha seguinte registrou seu desaparecimento na Delegacia de Policia.

No final da tarde, debaixo de uma chuva sazonal de verão, o corpo do marido foi encontrado no local em que fora morto, num matagal nas proximidades de sua casa. Devido à chuva, a luta pela sobrevivência e o fato de ter sido arrastado por mais de 20 metros ate ser ocultado, o corpo apresentava diversas lesões, inclusive na cabeça, o que levava a crer que ele havia sido assassinado a pauladas.

Tão logo assumiu a investigação no final daquela tarde de 19 de janeiro – terceiro homicídio no curto espaço de um mês – o delegado Gilson Baldassari voltou as atenções para a mulher de Antonio, que ultimamente vivia muito agitada no seu local de trabalho, usando com muita freqüência seu aparelho celular. O delegado de homicídios e seus pupilos concentraram as investigações na viúva e através dela chegaram ao assassino Jefter Elias Borges. Aliás chegaram ao nome de Jefter… Faltava achar seu endereço e apresentar-lhe as pulseiras de prata. Durante as investigações, duas cartas manuscritas, endereçadas aos investigadores, foram deixadas perto da delegacia de policia. Nelas, a pessoa que naturalmente não se identifica, tenta despistar os policiais, dizendo que o autor do homicídio já estava muito longe daqui.

A pedido de Gilson Baldassari, baseado nas investigações dos seus detetives, o casal de amantes teve a prisão temporária decretada no inicio de junho. Na tarde desta quarta, 08, duzentos dias depois do crime, eles caíram nas malhas da lei.

Michele Santos da Silva Gonçalves, 24 anos, também sentou ao piano. Ela era amiga da família e sabia do relacionamento extra-conjugal de Adriana com Jefter Elias. Mas só contou esta parte depois que o casal de amantes foi preso. Durante as investigações que duraram meses, fingindo interesse no caso, ela ia com freqüência à delegacia, querendo saber como estavam as apurações.  Fazia o papel de agente duplo…

Segundo Gilson, não há como responsabilizar Michele criminalmente, embora seu comportamento seja social e moralmente reprovável, pois ela tinha informações que poderiam ter ajudado a policia a esclarecer muito mais cedo o macambúzio crime passional. No entanto, ela será submetida a exames grafotécnico, para comparar a caligrafia das cartas anônimas que tentavam desviar a policia do foco. Suspeita-se que ela ou amiga-espiã Michele tenham redigido as mesmas. Caso se confirme a suspeita, a autora poderá ser processada por obstruir o trabalho da policia.

Preso, Jefter Elias confessou com detalhes o assassinato do rival e inocentou a amante Adriana. Ela, negou qualquer participação no crime, embora soubesse de tudo… E continuou se encontrando com o amante assassino. Embora não seja, por ora, enquadrada em nenhum artigo do código penal, a cozinheira amante continuará no hotel do Juquinha á disposição da justiça.

Policial surpreende ladrão dentro de sua casa

        Este é o B.O. que todo policial queria protagonizar… surpreender o larapio dentro de sua própria casa!!! Aconteceu ontem no meio do dia no Altaville, em Pouso Alegre…

       O detetive Rafael Pelegrini estava navegando pelo Blog do Airton Chips, nesta quarta, 08, às 11:30h da manhã, quando ouviu o alarme da cerca elétrica da vizinha disparar. Dois minutos e meio depois ouviu barulho na sua própria cozinha externa… Sacou sua .40, colocou uma azeitona na agulha, empunhou a maquina e foi pé-pós-pé verificar que tipo de gato estava invadindo seu quintal. Era um de duas patas, 22 anos e devia estar com fome, pois estava vasculhando a geladeira… Que fria!!!

Ao ver o cano da pistola apontando friamente para sua testa, o gatuno Diego Pereira Lopes, 22 anos, morador da Ver. Antonio Costa Rios, suou frio e perdeu a fala… Quando recobrou o fôlego, tentou subornar o policial oferecendo R$2.125 reais que trazia no bolso para deixá-lo ir embora. E  foi… Foi sentar-se ao piano da Delegada Cristina Favaro, na DP. Lá o gatuno contou uma historinha pra lá de interessante.

Diego disse que ao sair do trabalho ao pé da noite de terça, encontrou-se com os amigos Gordinho, Bruno, Batata, Carol e Paçoca, na Praça Senador Jose Bento e foram todos queimar maconha e cheirar ‘farinha’ numa quebrada do bairro Altaville. Passaram a noite na nóia. De manhã ele começou ter visões…

– Pra todo lugar que eu me virava, tinha alguém me seguindo. Eu entrei na casa do rapaz sem saber que ele era policial, para me esconder do cara que estava me seguindo…!!! Até cheguei a oferecer dinheiro ao dono da casa, pensando que era ele que me seguia – Contou Diego, tentando simular pavor…

Bem… Se havia ou não algum fantasma imaginário na sombra do gatuno, ao quebrar a cerca elétrica da residência da vizinha J.A.B.P. e escalar muros para fuçar na geladeira do policial, ele usou de destreza e rompeu obstáculos. Isso caracteriza o crime de tentativa de ‘furto qualificado’, o que não comporta fiança. Por isso, depois de assinar o 155 c/c 14 do CP, Diego, o jovem que viu de perto o cano frio da pistola do policial, dentro de sua cozinha, sentiu certo alivio quando foi levado para o Hotel do Juquinha….

                                                                                           

 

Armado e mentiroso no bairro Santa Barbara

O cidadão Paulo Roberto Costa, 53 anos, residente no bairro Santa Barbara, em Cachoeira de Minas, recebeu a visita dos homens da lei, no meio da tarde desta quarta, 08. Eles vieram munidos da carta branca do homem da capa preta e antes mesmo do convite para o café com biscoito, foram entrando e vasculhando tudo em busca de armas. Encontraram três…!

Debaixo do colchão Paulo Roberto guardava uma espingarda cartucheira. Atrás da cama havia outra. Dentro guarda roupa, um belo trabuco niquelado, marca Tanque, calibre 38, com seis ‘azeitonas’…

Paulo explicou que as cartucheiras sem marca são herança de família, que vem passando de geração para geração. Já o Tanque niquelado cano longo, com numeração raspada, ele disse que tinha o registro, mas estava vencido!!!

Como se registra uma arma sem numero???

– É que uns meses atrás eu fui roubado. Os ladrões levaram o 38 e outro 32. Depois de uns dias eu achei o 38 jogado num terreno baldio, com a numeração raspada… – Disse Paulo Roberto, sem ficar vermelho.

Que pena!!! O crime de posse de arma com numeração raspada não comporta fiança…

Paulo Roberto assinou o 16 da Lei 10.826 e foi se hospedar no Hotel do Juquinha onde ficará de 3 a 6 anos desarmado. Tudo por causa de meia dúzia de míseros numerozinhos raspados…!!

 

Velhinha é salva da “burocracia do serviço publico”… por engano!

Idosa consegue vaga em abrigo após ter foto publicada na internet

      Ela estava abandonada em um hospital do Rio de Janeiro até que alguém a confundiu com uma bela atriz dos anos 50 e postou sua fotografia na internet…

 

      No dia 29 de fevereiro a simpática e angelical Leonora Amar Rousseau, de 96 anos, aposentada da Rede Ferroviária Federal, moradora de Copacabana, foi internada em um hospital do Rio de Janeiro com problemas intestinais. Desde então, nenhum parente procurou mais por ela no nosocomio. Diante da situação, estando já curada desde março, a assistente social procurou por um abrigo para a velhinha abandonada. Entrou na justiça para conseguir a vaga, mas a resposta do Ministério Publico Federal nunca chegava.

Esta semana, um parente de outro paciente que a viu na enfermaria, confundiu Leonora Amar com uma bela e famosa atriz da década de 50. Tirou uma foto dela e postou na internet. A fotografia foi compartilhada por mais de 70 mil internautas em varias paginas da internet.

O repentino e estrondoso sucesso da doce velhinha nas redes sociais resolveu seu problema “burocrático”… De uma hora para outra o ministério publico conseguiu uma vaga para Leonora em um abrigo estadual!

-Estávamos atrás desta vaga desde abril. De manha eu liguei lá e eles disseram:  “nada ainda”… De tarde eles já tinham a vaga – conta Marcela Campana, assistente social do hospital.

No inicio da tarde desta quarta feira, 08, a ‘vedete’ dos anos 50, Leonora Amar Rosseou foi levada para o abrigo do estado.

Quem ficou no prejuízo foi a recepcionista do hospital. Para ela, depois de cinco meses de convívio, Leonora é mais do que uma paciente.

-Ela acabou sendo a avó que eu nunca tive, porque minhas avós, materna e paterna, morreram cedo. E criou este laço… Hoje eu estou bem pra baixo mesmo! Mas esse laço fica pra sempre no meu coração. – Declara Soraia Galdino da Silva, recepcionista do hospital.

A historia da lúcida, bela e doce velhinha abandonada no hospital carioca, deixa ao menos três perguntas no ar:

– Porque abandonamos nossos velhinhos…???

– Porque o serviço público precisa de ‘tranco’ para funcionar…???

– O que seria deste país se não fosse a imprensa…???


Presos tentam fugir disfarçados de lixo…

Presos tentaram escapar da Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos em sacos de lixo (Foto: Divulgação/Delegacia de Furtos e Veículos de Curitiba)

O esdrúxulo caso aconteceu no final da manha desta terça, 07, na delegacia de Furtos & Roubos de Veículos de Curitiba. Após o almoço, dois presos entraram em sacos de lixo, se enrolaram em cobertores, colocaram marmitas vazias e ficaram esperando no corredor da DP o lixeiro passar. Apesar do aperto e do calor dentro do saco plástico, o plano ia bem, até que o carcereiro ao passar pelo corredor percebeu que um saco estava se mexendo. Pensou que era rato… E era mesmo! Dois ratões, um 19 e outro de 34 anos.

Eles pretendiam ser levados para fora do prédio pelo “sala livre” que recolhe as marmitas vazias após o almoço. Não deu certo. Além de fingir de lixo, eles tinham que fingir de mortos…

Se os dois presos do Paraná tivessem feito estagio com Douglas Daniel Fernandes, em Pouso  Alegre, eles teriam conseguido fugir. Douglinha, o Rei das Fugas, fugiu do velho hotel da Silvestre Ferraz no latão de lixo. Em maio ultimo, para defender o ‘cinturão de rei’, uma semana depois de ser preso, ele voltou a fugir. Desta vez pela porta da frente do Hotel do Juquinha… ‘Disfarçado de irmão dele’!!!

Só para lembrar, tentar fugir é um direito do preso! Cancelar benefícios de presos que tentam fugir, é um direito do juiz…

Assassino da Irmã volta para a cadeia

A Festa do Polvilho, de Conceição dos Ouros, não passou em branco… Devagarinho acabou fazendo algumas ‘vitimas’. A ultima foi o lavrador Pedro Teixeira da Silva, 34 anos…

Há oito anos Pedro morava com a mulher e filhos, de parede-e-meia com a Irma Maria Conceição da Silva, no bairro Chácara – o velho Aterrado – em Conceição dos Ouros. Apesar de correr nas veias de ambos o mesmo sangue, eles viviam trocando farpas & espinhos. Até que um belo dia, em meio a uma acalorada discussão, Pedro cravou uma lapiana numero nove no peito da irmã.

Ao sentar-se nos banco dos réus, Pedro Teixeira foi condenado a 13 anos de prisão. Viveu sete e meio no velho hotel do contrbuinte em Itajubá. No dia 13 de outubro do ano passado, Pedro ganhou direito à famosa “saidinha” de sete dias para visitar parentes. Uma semana depois, ao invés de tomar o busão para Itajubá, ele seguiu a direita, dobrou a serra e desceu no Vale do Paraíba. Arrumou emprego de peão de obra e ficou por lá.

Neste fim de semana, aproveitando que a cidade estava em festa, muita gente circulando noite e dia em meio às barracas de camelôs e as delicias da mandioca, Pedro retornou a terra natal para matar a saudade.

Na madrugada desta quarta foi pego chegando em casa, no bairro Chácara. Pedro, o assassino da irmã tem ainda um debito de 5 anos e 8 meses com a justiça. Ele segue ainda nesta quarta, de Pouso Alegre Itajubá, para cumprir o restante da pena…

 

‘Caim’ tenta matar ‘Abel’ queimado no São João

No sábado pela manhã, os irmãos Nilton Cesar e Luiz Carlos dos Santos, que dividem um casebre de fundos na rua Tres Corações, no São João – quando não estão dividindo um dos apartamentos do Hotel do Juquinha – tiveram mais uma acalorada discussão. Para encerrá-la, Nilton Cesar de 31 anos, disse que esperaria Luiz Carlos, 29, dormir e colocaria fogo em sua casa. Ainda soltando fogo pelas ventas, ele foi pra rua tentar acalmar a alma. Não acalmou. O fogo do ódio continuava latente. Uma hora depois, voltou ao curtiço, apertou a mola do isqueiro e ateou fogo no colchão da cama do irmão…

Ao ver as labaredas subindo, Luiz Carlos pegou uma mangueira, subiu no telhado da casa da irmã e conseguiu impedir que sua casa virasse cinzas.

Algumas horas depois, Nilton Cesar “Caim Nero” dos Santos, o incendiário do São João, sentiu o frio das pulseiras de prata. Depois de assinar o 150, ele que possui extensa capivara por porte de arma, uso e trafico de drogas, foi arder no mármore do inferno Hotel do Juquinha…

 

Ameaçou colocar fogo na casa da vovozinha… Com ela dentro!

O garotão David Eduardo do Santos, 22 anos, desde os 18 anda às voltas com a lei por causa da famigerada droga… Já passou algumas temporadas no Hotel do Juquinha e está de volta à liberdade condicional.

Nesta terça 07, ele sentou-se ao piano do homem da capa preta e naturalmente tomou mais uma “sentada”. Ao chegar em casa no jardim São João, com o ouvido ardendo, todo nervosinho, desentendeu-se com a avó Maria Aparecida da Silva, com a qual vive – quando não está preso –  e disse que iria colocar fogo na casa dela… com ela dentro.

Vovó Cida, que já criou os filhos e não tem obrigação de criar os netos e não quer virar churrasquinho, chamou os homens da lei.

David, que havia prometido ao homem da capa preta criar juízo, desceu no taxi do contribuinte, assinou um 147, com tempero de Maria da Penha e voltou para o lar-doce-lar do Hotel do Juquinha.