Coelho “Ley” desandou de novo

Ele foi preso ao fazer ‘compras’ em diversas lojas do centro de Pouso Alegre… Sem pagar!

Esse é o “Coelho Ley”, no inicio de 2014, quando saiu da APAC para trabalhar.

O primeiro furto aconteceu às onze e meia da manhã deste sábado, 21, na rua Adolfo Olinto. O sujeito com pinta de lombrosiano, usando bermuda jeans, camiseta preta e boné amarelo, entrou na loja da ‘Chilibeans’, pegou um relógio de pulso e saiu sem olhar para trás, como se estivesse pegando o relógio no aparador de sua casa.
Depois de segurar o queixo com a surpresa e ousadia do meliante, a balconista saiu no seu encalço pelas ruas do centro, enquanto digitava o 190 da PM. Quando os homens da lei chegaram, o ladrão de relógio já havia entrado em várias lojas e feito a mesma coisa: passado a mão leve em objetos e saído de fininho, sem olhar para trás! Logo mais adiante ele retirou a própria blusa de moletom preta, que seria sua referência, e colocou na sacola junto com a res furtiva! E continuou caminhando com naturalidade em direção à Baixada do Mandu onde mora… quando não está hospedado no Hotel do Juquinha ou na Apac!
Ao ser abordado, o meliante levava a sacola cheia. Tinha utensílios de cama, mesa e banho, 3 vidros de creme hidratante, uma caixinha porta joias, dois colares de bijuteria, um par de sapatão e seis coleiras para cachorro! Além da blusa preta…!
O gatuno que fez ‘compras’ no centro de Pouso Alegre sem pagar, é o velho conhecido Vanderlei Ferreira da Silva, o “Coelho Ley”, figurinha fácil no álbum da policia e até personagem de livro deste jornalista que ‘vos escreve’!
A ultima vez que vi o Coelho Ley, ele estava alegre-feliz-contente, gordo corado e sorridente, na porta da delegacia de policia para cuidar da jardinagem! Fez questão de posar para fotografia, exibir o sorrisão, me contar que havia acabado de sair da APAC e que estava ‘diboinha’ à procura de emprego.
Não sei dizer quanto tempo durou o sorriso alegre e a tez corada do Vanderlei.
No dia 18 de outubro daquele ano ele tornou a ser preso por roubar cinquenta reais de um cidadão após tentar vender-lhe um celular roubado. Em 2015 foi preso duas vezes. Uma em fevereiro, furtando picanha no Alvorada e outra em março arrombando um carro no Aterrado. A ultima vez que “Coelho Ley” havia sentido o frio das pulseiras de prata da lei, foi no dia 16 de setembro de 2016, na porta de sua casa, com 8 pedras beges fedorentas!

… É assim que ele fica quando está em liberdade!


As compras realizadas no comercio de Pouso Alegre neste sábado, 21, levaram Vanderlei “Coelho Ley” Ferreira da Silva, 42, de volta para o lar-saudável-lar do Hotel do Juquinha!

Alguém viu o “Zoio”…?

Ele desapareceu no bairro Faisqueira II ao pé da noite desta sexta-feira,20. O “Zoio” é o cãozinho de estimação de um garotinho de 5 anos. O garotinho faz tratamento psiquiátrico e teve uma recaída com a ausência do cãozinho.

Se você o encontrar, entre em contato com a Leticia pelo celular/ WhatsApp 9.9845-8133.
Ajude o “Zoio” a voltar pra casa e faça uma criança feliz. Os anjos dirão amem…!

Os vendedores de fazenda da esquina da Catedral!

Eram cinco ou seis vendedores vendendo e comprando entre eles para fisgar os matutos…!

O casarão cheio de janelas na esquina, deu lugar ao Edifício Teixeira…!

Contar historias de Pouso Alegre é fácil… O difícil é escolher apenas uma história para contar! São Tantas.
Tem histórias da infância, histórias vividas, historias antigas, histórias que eu investiguei, histórias policiais…!
Essa é uma de meia idade, dos anos 1970… Uma historia pouco conhecida. É a historia dos “Vendedores de cortes de fazenda”!

No inicio da década de 70, o lugar mais perto que se achava roupas feitas para comprar, era na famosa Rua Maria Marcolina, no Braz, ou na Rua 13 de Maio, em São Paulo. Em Pouso Alegre, quem precisasse de roupa, tinha que comprar a ‘fazenda’ e levar às costureiras para fazer. Alfaiate só tinha o Keide, na Dr. Lisboa; o Gouveia, na Dom Nery; o Mario, na Com. Jose Garcia, e mais uns dois ou três que só faziam ternos e ainda assim, por encomenda!

Casas para comprar o tecido, a ‘fazenda’, não faltavam…
Tinha a Casa Senador, a Casas Pernambucanas, Casa Mendes, a ‘Cotonfil’ e tantas outras.

E tinha também os vendedores ambulantes de fazenda!
Eles faziam ponto na calçada da Praça Senador José Bento, naquele trechinho, entre a esquina da Afonso Pena e a Casa Morato.

Na época o Edifício Teixeira – construido no lugar onde fora o casarão do Senador Eduardo Amaral-, ainda estava na base. O terreno era cercado por um alto muro de tábuas.
Naquele trecho de calçada havia comerciantes de todo tipo…
Tinha o ‘Dito Seleiro’, cujos filhos vendiam selas, arreios, chibatas de couro, bainha de facões, etc.
Tinha vendedor de picolé ‘Milk Money’, com carrinho ambulante;
Tinha vendedor de panos de prato…

Eu era o vendedor de Raspadinha…! Aliás, fui o único garoto na história de Pouso Alegre a vender Raspadinha! E não é essa que vocês estão pensando, não…
Ficava quase na esquina da Afonso Pena, ao lado dos filhos do sorumbático Dito Seleiro, de olhos vermelhos!
No mesmo trecho, andando pra lá e pra cá, de acordo com a conveniência, ficavam os vendedores de fazenda…!
Tinha o Ze Maria, o Ze Gato, o Ze Bonitinho, o Josias, o Osvaldo, o Alicam…
Eu só soube o nome deles décadas depois nos clubes de carteados nas imediações do Mercado Municipal.
Eram uns seis ou sete ladinos, todos mancomunados entre si para ‘tomar’ o dinheiro dos capiaus que por ali passavam.
Era difícil escapar de suas artimanhas!

O golpe funcionava assim:

* Quando o capiau – cidadão geralmente usando calça caqui, camisa lisa ou listrada com a fralda por dentro da calça, chapéu e botina rústica de couro – passava, denotando que era ‘da roça’, geralmente trazendo a guaiaca recheada, um dos vendedores então se aproximava e oferecia o corte de tecido!
* Enquanto o vendedor tentava enrolar o cliente indeciso, outro companheiro passava de mãos vazias, parava, fingia se interessar pelo corte, dizia que estava muito barato e ‘comprava’ os tecidos…
* Incentivado pelo ‘comprador’, o capiau também acabava comprando alguns cortes…
* Às vezes, quando o capiau estava relutante em cair na tramoia, o vendedor propunha uma compra casada;
* – Olha, estes seis cortes a cinquenta cada um, dá 300… São os últimos que tenho… Se vocês juntos arrematarem o resto, eu faço tudo por duzentos cruzeiros… cem para cada um, quase metade do custo! – dizia ele… e fechava o negócio.
* O falso comprador então se afastava, ia tomar um cafezinho no mercado municipal ali perto, – ou uma dose de suco de gerereba! – e meia hora depois voltava para devolver os cortes e pegar seu dinheiro de volta!
E o ciclo recomeçava, com os personagens em papeis invertidos!

Os estelionatários do calçadão da Casa Morato ‘deram’ a manta em muitos capiaus ingênuos que por ali passaram ostentando seu embornal de lona cor de terra a tiracolo!

Eu tinha na época 12 anos de idade. Achava aquilo curioso, mas não sabia exatamente o que estava acontecendo.
Sim, mas, o que havia de mais em os camelôs usarem aquele ardil para vender o seu produto?
Bem… é que, se não fosse a ladainha do vendedor e principalmente do falso comprador, o matuto não compraria nada!
Além do mais, os cortes de tecido ‘empurrados’ na lábia goela abaixo do roceiro, eram da pior qualidade… Não valiam sequer um quinto do preço pelo qual eram vendidos!

Uma década depois, já na policia, eu entendi que, o que os vendedores de fazenda do calçadão da Casa Morato faziam, era uma modalidade de “Conto do Vigário”!

Décadas depois reencontrei os vendedores de fazenda nos clubes de carteados nas imediações do Mercado Municipal. Não eram tão velhos mas quase tinham vida desregrada. Hoje quase todos já morreram. Um deles, ironicamente eu levei agonizante para o pronto socorro numa quarta feira de 1992. Na segunda-feira seguinte eu soube que o baianinho Josias havia sido sepultado no sábado anterior!

Nenhum daqueles vendedores de fazenda, que passaram a ‘manta’ nos capiaus no “Calçadão da Casa Morato” nos anos 70, conseguiu comprar sequer um palmo de terra com o dinheiro ganho na venda fraudulenta de ‘cortes de fazenda’!

Elbert & Roseane caíram de novo

O casal 20 foi pego minutos depois de furtar um gol vermelho nas imediações do Hospital Regional em Pouso Alegre. O golzinho, com placas de Tocos do Mogi, iria amanhecer em Ubatuba…!

(I.i.)


O furto aconteceu por volta de nove da noite de quinta feira, 18, na Rua Afonsina Guimaraes Cobra, um quarteirão ao sul do Hospital Regional Samuel Libanio. Ao chegar ao local onde havia deixado seu VW Gol, vermelho, ano 96, o cidadão Alexsander Soares, morador de Tocos do Mogi, se deu conta de que havia ficado à pé!
O furto foi imediatamente comunicado à Policia Militar. Minutos depois os policiais avistaram o Gol vermelho do Alexsander parado numa rua escura, sem saída, no bairro Fatima velho. E chegaram a tempo de ver um sujeito se afastando do gol e entrando em um veiculo Ford Ka no qual estava a cidadã Roseane da Cunha Torquato Ribeiro com o carro cheio de malas prontas para viagem. Ao ser abordado e questionado, o sujeito identificado como Elbert Luciano da Silva, confessou que havia furtado o gol nas proximidades do Hospital Regional. A intenção era seguir naquela mesma noite para Ubatuba, mas, depois de rodar menos de dois quilometros, o sistema de travamento do Gol entrou em ação e o carro roubado parou de andar. Se o carro do Alexsander não tivesse o sistema de travamento automático, ele teria ido curtir o feriadão no litoral paulista!
Elbert Luciano da Silva, o “Beto”, hoje com 41 anos, é ‘mixeiro velho’. Ele sentiu o frio das pulseiras de prata pela primeira vez no dia 12 de janeiro de 2012. Na ocasião ele havia furtado um caminhão M. Benz com placas de Varginha, sob encomenda, pelo qual receberia R$700 reais. O caminhão foi apreendido no bairro São Carlos em Pouso Alegre.
Apesar da prisão no dia 12 de janeiro, o ‘mixeiro’ não criou raízes na cadeia. No dia 29 do mesmo mês ele voltou a ser preso. Desta vez ele levou com ele a companheira Roseane Torquatro. Eles estavam tentando roubar um Ford Ka na Com. Jose Garcia, a poucos metros do Hospital Regional do Pouso Alegre.
Elbert Luciano, 41, e Roseane Torquato, 36, moradores do bairro Primavera em Pouso Alegre, receberam as pulseiras de prata e foram sentar ao piano do paladino da lei na DP.
A prisão do casal vinte furtando carro na quarta à noite, pode explicar o sumiço de dezenas de carros nos últimos meses, especialmente nas imediações do Hospital Regional…!

Assassino do rival em Bom Repouso não é mais vereador

… Ele renunciou ao cargo!
O pedido irretratável e irrevogável de renuncia aconteceu nesta quinta-feira,19, um dia após ter seu horrendo crime descoberto.


Ederson dos Santos, apontado como suspeito ‘número um’ pelo sumiço do mecânico e seu ‘xará’, Ederson Rabuske, no final da noite de domingo, inicialmente negou o crime. Hostilizado pela população nas redes sociais e, percebendo que havia deixado pistas para a polícia seguir, na manhã desta quarta resolveu confessar o crime. No meio da tarde ele levou a polícia ao local onde havia enterrado – displicentemente – o corpo, num local ermo numa mata, onde ele trabalhara como lavrador anos atrás, a 14 quilômetros da cidade. O revolver calibre 32 usado para matar o rival, o até então vereador do município, disse ter jogado numa cachoeira nas proximidades. A arma não foi encontrada.
O corpo do mecânico Ederson Rabuske, cujo crime foi namorar a ex-namorada do vereador, foi necropsiado na manhã desta quinta-feira,19, em Pouso Alegre e deverá ser sepultado no estado do Rio Grande do Sul, onde era radicado.
O então vereador que, ao sequestrar e matar o rival, estava ‘renunciando’ à carreira pública, – e à liberdade – na manhã desta quinta, formalizou a renúncia. Era o mínimo que a população da ordeira cidade serrana, conhecida como cidade da batata, esperava dele.

A renúncia ao cargo de Presidente da Câmara, e ao mandado de vereador outorgado pelos eleitores na última eleição municipal, foi protocolada na Câmara às 11:30h da manhã.

Fim do mistério em Bom Repouso:

Vereador confessa o crime e leva a policia ao local onde enterrou o rival!

Depois de resistir a horas de interrogatório na delegacia de policia, na segunda feira, e jurar de pés juntos que nada tinha a ver com desaparecimento do mecânico e rival Ederson Rabuske, Ederson dos Santos se arrepende e resolve abrir o jogo:
– Fui mesmo que matei! Ele está enterrado numa fazenda na zona rural do município! Vou levar vocês até lá – disse o assassino ciumento ao delegado da comarca de Cambui no final da manhã desta quarta-feira,18.
O bárbaro crime aconteceu no final da noite de domingo, 15. Ederson Rabuske, 25, foi abordado na porta da casa da namorada Fernanda Caroline na pacata Bom Repouso, a 40 quilômetros de Pouso Alegre.
No final da manhã desta quarta, 18, Ederson dos Santos, 33, procurou a delegacia de polícia de Cambui para confessar o crime. Acompanhado do seu advogado o vereador contou que matou o rival, sozinho, a tiros.
Dois fatores levaram o assassino a confessar o bárbaro crime. Um foi a pressão da população local. As pessoas não tinham provas, mas, pelas evidencias, “sabiam” que ele era culpado. Permanecer ocultando o crime – e o cadáver – estava se tornando um fardo muito mais pesado do que as consequências de tê-lo praticado.
O fator preponderante é que, o vereador sabia que a policia estava rastreando o GPS do seu celular e fatalmente chegaria a ele e ao cadáver! Por isso ele preferiu se antecipar.
A policia civil esclareceu o ‘sumiço’ do Ederson gaúcho, localizou seu corpo parcialmente enterrado numa fazenda no bairro Campo Alegre,  distante 14 quilômetros da cidade, apurou a autoria do funesto crime, mas, continuará a investigação até esclarecer os detalhes do crime.
O corpo do jovem mecânico Ederson Rabuske passará por exame de necropsia no IML de Pouso Alegre e será liberado para os familiares na manhã desta quinta-feira,19.
O vereador, que naturalmente jogou seu mandato e sua carreira pública no lixo, vai responder por homicídio doloso. A pena para tal pode chegar a 30 anos de estadia gratuita no ‘Hotel do Juquinha’. Por ora, ele vai responder pelo crime em liberdade!

Presidente da Câmara escorrega na Lei Seca…

… E cai nos braços dos críticos e da oposição!

Adriano da Farmácia: Um pedido publico de desculpas pelo deslize, poderia curar mais rápido a cicatriz causada pelo escorregão…!


O escorregão aconteceu no feriado do “Dia das Crianças”, mas somente na Sessão da Câmara desta terça-feira, 17, veio à tona.
O incidente que tirou o sono e o sorriso habitual do rosto do atuante vereador e atual Presidente da Câmara Municipal de Pouso Alegre, Adriano da Farmácia, aconteceu por acaso, às duas e dez da manhã, durante uma blitz de rotina da Policia Militar na bela, rápida, charmosa e polêmica Avenida Vicente Simões, na altura do Jardim Guanabara. Ao ser abordado pelos homens da lei, segundo o BO, Adriano exalava o indelével hálito etílico, próprio de quem andou trocando caricias com a loira … gelada, ou, com a sedutora Severina do Popote!
Diante do convite para o tradicional ‘beijo’ no famigerado bafômetro, o vereador foi sincero:
“Não é necessário senhor policial, eu fiz uso de bebida” – disse ele.
A sinceridade do ilustre vereador, no entanto, não o livrou do constrangimento e das garras da carrancuda Lei Seca. O nobre edil teve sua CNH apreendida e seu Fiat Strada Adventure, verde 2012, rebocado pelo guincho, uma vez que ele não apresentou condutor habilitado para removê-lo.
O escorregão do ilustre presidente da Camara, na lei Seca, foi trazido à tona por um dos seus pares, da oposição naturalmente, na Sessão da Câmara desta terça-feira. Questionado pelo companheiro de bancada, Luiz Antônio “Campanha” dos Santos, sobre o escorregão, Adriano da Farmácia optou pela introspecção e nada disse, além de indiretas durante o uso do púlpito para devolver dinheiro – de lei – à prefeitura. E perdeu a melhor oportunidade. Poderia ter dito algo, como por exemplo, um pedido de desculpas aos munícipes, pelo escorregão. E certamente seria perdoado. Afinal só existe três pessoas isentas de sentir o bafo fétido da Lei Seca: os natimortos; os que já morreram; e os abstêmios! Além do que, o escorregão do vereador não causou – felizmente – nenhum tipo de dano a ninguém, a não ser a ele próprio. Ele foi o único ferido e deverá carregar por um bom tempo a cicatriz imposta pelos críticos. Ainda bem que ele tem credito!
Sugiro ao nobre vereador Adriano da Farmácia – a quem admiro – que da próxima vez que for ‘abraçar a loira’, leve com ele o amigo ‘motorista da rodada’! Ou chame um taxi!

“Gordinho” ‘caiu’ na Duque de Caxias

Em sua casa ele mantinha quase três quilos de maconha, dezenas de barangas de farinha do capeta e milhares de micro tubos para embalar drogas! Ele disse que começou vendendo embalagens vazias… mas migrou para o comercio mais rendoso da própria droga!

Maconha, cocaína e milhares de ‘pinos’ para embalar drogas!

A prisão do traficante Rodrigo Lopes Dias aconteceu no meio da tarde quente deste primeiro domingo do horário de verão. Tudo começou com uma abordagem rotineira, de transito, na avenida Duque de Caxias no centro de Pouso Alegre. Durante a abordagem o piloto da moto, Rodrigo, conhecido pela alcunha de “Gordinho”, levava na algibeira uma baranga de farinha do capeta e um pacote de mais de dois mil reais em cédulas diversas. – Seria fruto da venda de uma encomenda de drogas?
Diante do ‘flagrante’, os homens da lei ‘se convidaram’ para o ‘chá das cinco’ na casa do suspeito, no Jardim Esplanada. Ao varrer a casa de Gordinho, encontraram uma razoável quantidade de drogas. Havia maconha, farinha do capeta e pinos vazios, para embalar cocaína.
A maconha, quase três quilos, estava mocosada dentro de uma caixa de som e dentro de um microcomputador. Dentro de uma motocicleta Hornet vermelha, na garage, havia 56 barangas de farinha do capeta. No guarda roupa encontraram um simulacro de pistola! Em dois pontos da casa os policiais encontraram vários pacotes contendo milhares de micro tubos para embalar cocaína.
Com os policiais militares Gordinho foi bastante tagarela. Ele disse que, a conselho de amigos usuários de drogas, começou vendendo micro tubos para embalar farinha do capeta. “Vender embalagem para droga não é crime” – disse ele. Mas, percebendo que quem vendia a droga pronta para consumo ganhava mais, passou então a embalar a própria droga e vende-la à ‘clientela’! “Eu fiz uma venda de cinco mil ‘pinos’ e o cara não tinha dinheiro! Aí ele me pagou com 100 gramas de ‘farinha’ e eu comecei a embalar e vender…”, contou Gordinho, segundo o BO, com naturalidade.
E contou também aos militares, que conta com a ajuda de um amigo para embalar a droga e ainda mistura um pó branco qualquer na cocaína para aumentar o lucro!

… Havia tambem, mais de dois mil em dinheiro, celulares e uma pistola de ‘brinquedo’.


O carona de Rodrigo Gordinho no momento da abordagem na Duque de Caxias, Gabriel Laurindo de Assis, foi levado para a DP mas não assinou o 33 e foi liberado. O ‘amigo’ de Gordinho, que o ajuda a embalar a droga, será investigado.

Mistério em Bom Repouso

Namorado deixa carro aberto na porta da casa da namorada e desaparece!

O sumiço do gaúcho Ederson Rabuske foi registrado pela namorada Fernanda Caroline, no final da noite deste domingo, 15. Segundo ela, ao chegar à sua casa e não encontra-la, o namorado ligou dizendo que iria busca-la no trabalho. Depois de meia hora de espera no trabalho, ela resolveu ir para casa, e quando lá chegou, encontrou apenas o seu carro … com a porta aberta!
– O curioso é que o carro dele estava aberto… Ele nunca deixaria o carro aberto em via publica! – disse a namorada preocupada com seu sumiço.
Ainda segundo Fernanda, seu namorado Ederson Rabuske, vinha sofrendo ameaças por parte de Ederson dos Santos, seu ex-namorado, vereador do município de Bom Repouso. O vereador foi questionado e apresentou um álibi à policia.
Neste momento, cinco e meia da tarde, uma equipe da policia civil de Cambui e outra de Pouso Alegre estão na cidade de Bom Repouso tentando esclarecer o mistério do desaparecimento do gaúcho Ederson Rabuske.
Quando as notícias forem oficiais, como de praxe, estaremos publicando aqui no blog.

*** O principal suspeito do desaparecimento do gaúcho Ederson Rabuske, foi detido pela policia civil na tarde desta segunda-feira. EDERSON DOS SANTOS foi interrogado pelos policiais, jurou de pés juntos que é inocente e, na falta de evidencias do crime, caso haja crime no sumiço de Rabuske, ele foi liberado agora a pouco. O delegado e seus investigadores voltaram para casa, mas as investigações continuam. Amigos ocultos da lei poderão ajudar…!

Atualizada em 16-10-2017, às 21H45.

Execução no bairro Faisqueira

Policia ainda não sabe se foi vingança ou desacerto de drogas!

Max Duarte Moreira tinha vários registros policiais…

O crime aconteceu às 11h55 desta segunda-feira, 16, no bairro onde o Thomaz Green Morton, ainda criança, recebeu uma descarga elétrica da natureza e se tornou um ‘gurú’.
Testemunhas disseram ter visto três sujeitos de capacete perseguindo a vitima pela rua. Max teria sido alvejado ainda sobre a sua moto Suzuki Intruder, vermelha, até cair ao chão. Outra testemunha teria ouvido um atirador dizer enquanto perseguia o desafeto:

“ Como é que você vai na minha quebrada pra matar ‘nóis’ e não mata! Vou te mostrar como se ‘gospe’ bala…”!

Max Duarte Moreira recebeu vários tiros e morreu no local. A PM encontrou pelo menos seis capsulas vazias de projetis calibre 38 lado do corpo. Neste momento o corpo está passando por exames de necropsia no IML de Pouso Alegre e logo mais deverá ser liberado para a família.
A delegacia de homicídios de Pouso Alegre assumiu imediatamente o caso e está buscando esclarecer a autoria e a motivação do crime.

Essa é a foto de capa do perfil do Max Duarte no ‘face’. Amigos postaram condolências à família e amigos. Uma delas postou no seu perfil: “… Menino muito gente boa. Ja está junto de Deus”.


O cearense Max, de Missão Velha, radicado há anos cá em terras manduanas, tinha 25 anos. E tinha também vários BOs contra ele. Os delitos vão desde infrações de transito a ameaças, uso e trafico de drogas, roubo e tentativa de homicídio!
A ultima aparição de Max numa cena de crime aconteceu no inicio da noite do dia 01 de setembro, quando ele e o irmão Robson tentaram matar a tiros, no mesmo bairro, o rival Romário Correia Neves, o qual estaria assediando sua namorada.