PM entrega cestas básicas a famílias carentes

 

A Polícia Militar de Minas Gerais realizou na tarde de ontem, 17, Ação Civico Social, ACISO 2012, onde os policiais militares componentes da 223ª Companhia de Polícia Militar, distribuiram às famílias carentes do Bairro São Geraldo, cestas básicas. A ACISO realizada por estes policiais militares, demonstram o carinho e a sensibilidade para com pessoas que necessitam de apoio para terem uma condição mais digna de sobrevivência.

 

 

As cestas básicas distribuidas pelos policiais militares foram arrecadadas, através de um esforço junto a comerciantes e empresas de Pouso Alegre, cuja a parceria são fundamentais no desenvolvimento de ações comunitárias em prol de uma sociedade melhor.

 

POLICIA MILITAR DE MINAS GERAIS, 236 ANOS AO SEU LADO FORTALECENDO A CIDADANIA.

 

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL DO 20º BPM

 

 

 

“Minutos de Sabedoria”…

 

     “Você jamais será abandonado! Absolutamente!

      O Pai não abandona ninguém.

      Ele veste de plumas multicoloridas as pequeninas aves, enfeita de beleza e perfume as flores e não deixa morrer de fome nem os insetos nem os pequeninos vermes.

       Esteja certo: não cai um fio de cabelo de sua cabeça, sem que Ele o permita.

       Confie no Pai.

       Você jamais está abandonado!”

Policia de Toledo prende… e paga para soltar

      A Campanha do Desarmamento já teve Plebiscito, já pagou premio de R$300 reais para quem devolver espontaneamento sua arma e continua tentando desarmar o cidadão comum. A policia militar, tem inclusive, metas a atingir, no que tange a desarmar a população.

Semana passada a laboriosa policia militar de Minas Gerais deu mais um passo na luta pelo desarmamento. Antes não tivessse dado. O ‘passo’ custou aos policiais 622 reais.

Ao receber informações de amigos ocultos da lei, de que um cidadão mantinha em casa uma perigosa arma de fogo, dois policiais foram fazer-lhe uma visita, na zona rural de Toledo – Sabe onde fica? Pra adiante de Munhoz, antes de Pedra Bela, divisa com Extrema, à esquerda do local onde um amigo meu de nome Judas certa vez perdeu uma botina…

Ao chegar ao sitio do simplório velhinho de 74 anos, foram recebidos como autoridades, por ele, sua esposa e um cachorrinho preto, numa casinha branca de alpendre azul, circundada por uma horta, um pomar e um capão de capim Napier na beira de um ribeirão. Ofereceram um cafezinho fresco passado na hora, em cuador de pano e bolo de fubá. Depois do prazer, o dever…

– O senhor tem arma em casa?

– Tenho sim, uma espingardinha que recebei de herança do meu avô – respondeu o velhinho se dirigindo ao quarto, onde pegou uma espingarda polveira de fabricação caseira, daquelas de carregar pela boca, que estava pendurada na parde do quarto e entregou aos policiais.

Com muito jeito disseram ao velhinho que ele teria que acompanhá-los à delegacia da cidade. Como em Toledo não existe delegado de policia, levaram o “Winchester Jack” e sua espingarda de espantar gavião para a delegacia de Extrema. Como a viagem é longa e um B.O. deste porte leva horas para ser redigido, quando chegaram à Extrema a delegacia já estava fechada. Fecha às dezoito. O jeito entao foi trazer o perigoso caubói para Pouso Alegre.

Noite já alta, o velhinho sentou-se ao piano, assinou o 14 da 10.826 e foi afiançado em um salário mínimo. Já a esta altura do sacolejar da carruagem os dois policiais já estavam redondamente arrependidos de terem prendido o velhinho. Agora ao menos, era só pagar a fiança e poderiam dar-lhe uma carona de volta para casa.

– O senhor tem dinheiro para pagar a fiança?

– Tenho não sinhor… eu nem sabia que ia ser preso!!

– Tem parente aqui que possa emprestar o dinheiro da fiança?

– Conheço ninguém nesta cidade, não sinhor

– Bom, então o senhor liga para sua casa e pede para fazer um deposito…

– Tem telefone em casa, não sinhor…

-… Tem filhos que possam pagar a fiança…?

– Tenho três filhos que moram todos na roça, tem telefone, não sinhor…

Os dois PMS, com uma tonelada de peso na consciência por terem tirado o velhinho do conforto de sua casinha branca – com o terreiro cheio de galinhas xitas, frangos e um galo carijó dourado, perto do ribeirão, por causa de uma espingarda velha… – andaram para lá, andaram para cá, coçaram a cabeça, pensaram no bezerro gabiru berrando de fome na cocheira, na vaquinha malhada mugindo no pasto com a úbere cheia… Quem iria ordenhá-la? E  concluíram; tinham que levar o velhinho de volta para casa. Tomaram uma descisão; foram a um caixa eletronico, sacaram trezentos reais cada um, pagaram a fiança do velhinho e o levaram de volta para a casinha branca na beira do ribeirão…

Quase tudo voltou ao normal no sitio do velhinho de Toledo. Só uma coisa mudou. Agora, se alguma raposa sorrateira aparecer por lá, sem a velha espingarda para afugentá-la, só penas…

“Dura lex, sed lex…”

“Minutos de Sabedoria”

      “Não esteja ansioso e preocupado, para não atrair moléstias para seu corpo.

      A ansiedade é um fator bioquímico, que influencia as secreções glandulares, produzindo demasiada adrenalina que estimula um exagero o sistema nervoso.

      Daí a enfermidade é um passo.

      O nervosismo prejudica fundamentalmente a saúde.

      Portanto, não seja ansioso: faça constantemente afirmações positivas de saúde e mantenha-se calmo e sereno”.

Intolerância, truculência, falta de juízo e … a morte do adolescente em Santa Rita

Agora que a poeira da vaidade, da discórdia, da revolta, do disse-me-disse, do “ele era tão bonzinho”, do “eu quero justiça”, se assentou, voltemos ao assunto com mais calma e com um centavo de bom senso. Senão não sobrará nenhuma lição da morte prematura do garotinho!

Muito se cobrou da policia, dos seguranças da festa de pagode, das autoridades e da justiça. Pouco ou nada se questionou sobre o fato em si. Vamos a ele:

Quase três da madrugada, interior do prédio do DA-Inatel, recinto próprio para bailes, onde não se houve uma palavra do que fala a pessoa que se enrosca na sua cintura e se vê apenas a silhueta disforme das pessoas sob a luz que muda de cor e tom no ritmo da musica. De repente um esbarrão. Não há bom senso, não há pedido de desculpa. É preciso gritar, se impor, tomar satisfação, exigir desculpas ou então revidar com outro empurrão ou porrada. “Então vamos lá fora, seu babaca”. E vão… cada um mais ansioso que o outro para distribuir socos e mostrar sua força!!! Não há mais dialogo. O garoto recebe um empurrão de provocação, se equilibra, dá uma rasteira, o outro cai, se levanta rapidamente mas o orgulho ferido continua se contorcendo no chão, exigindo vingança. Um soco mais potente joga o garoto no chão. Para evitar que venha nova rasteira, um chute bem dado na cabeça e mais um… para ter certeza que não haverá revide. Não haverá mesmo… Não do garoto, pelo menos. Ele nunca mais moverá um membro sequer.

O marmanjo de 21 anos mostrou sua força, venceu o garoto de 16! Matou o garoto de 16 com dois chutes na cabeça enquanto ele ainda estava aturdido pelo soco, no chão. Pode bater as duas mãos no peito, levantar a cabeça e urrar para a lua cheia e para as fêmeas e machos ao seu redor. Ele é o novo chefe da tribo. A ele cabe agora organizar a produção de pedra lascada, polir tacape, quem sabe, inventar a roda… Foi uma luta para ver quem era o mais forte. Qualquer um poderia subir a “Rua da Saudade” no dia seguinte e o outro vestir o uniforme vermelho-fogo do Hotel Recanto das Margaridas. Ambos aceitaram o desafio…de matar ou morrer. “Quando um não quer dois não brigam”. Afinal estamos na idade da pedra…!!! É preciso provar quem é mais truculento!!!

Tudo que o homo sapiens precisa provar, é que evoluiu, cresceu, anda em pé. E isso não se prova com socos e pontapés

Estar no pagode, com apenas 16 anos, às três da manha por conta do próprio nariz é apenas um detalhe. O âmago da questão é: estar preparado para estar ali.

A primeira vez que sai de casa para ir a um evento sozinho, sem meus pais foi há muito tempo. Vesti a calça comprida de ir à missa, uma camisa de flanela xadrez, um paletozinho caqui muito largo, que ganhei não sei de quem e lá fui eu pelo trilho do pasto com os pés descalços pisando o orvalho gelado de um mês de maio. Minha mãe dissera na véspera:

– Voce já pode sair de casa sozinho… Já é um hominho.

Na saída ela se abaixou com fisionomia seria e brava e disse:

– Lembre-se do que eu falei, tenha juízo!!! – E acrescentou – Não volta tarde não, viu!

A festa foi debaixo do bambuzeiro do Benedito Totó, na bifurcação da Estrada do Córrego da Pedra. Acho que éramos uns oito. Os irmãos Pascoal, Zé Arlindo e Beto, o Messias do Cirilo, o Zé do Chico, o Hilário Coutinho, o Gervasio e o Geraldo, meu primo. Quase todos malungos. Ficamos horas em volta da fogueira de bambu seco, conversando, contando historias de assombração e comendo pinhão assado. Quando cheguei em casa minha mãe esperava na janela da casa alta, de pau a pique, sob a luz tênue da lua cheia. Meu pai estava na taipa do fogão de lenha cozinhando o feijão para o dia seguinte, enquanto esquentava os pés.

– ‘Tava bão’ lá, filho – Perguntou alegre me vendo entrar na cozinha iluminada pela lamparina.

– A semana que vem você pode ir de novo – emendou minha mãe, orgulhosa.

Eu havia passado no teste de sair de casa sozinho. Fui e voltei na hora combinada. Fui e voltei com juízo. Eram nove da noite. Eu tinha nove anos de idade.

Não existe receita para se criar filhos. Uma coisa é certa: eles precisam de muito mais do que casa comida e roupa lavada. Precisam de tolerância, equilíbrio e juízo, Precisam de cuidados, orientação e amizade. Precisam de carinho, atenção e participação. Precisam de liberdade, respeito e confiança. Precisam ter seus limites respeitados, suas conquistas exaltadas e seus dons incentivados. Eu arriscaria até um gracejo: “Não basta ser gelol… tem que participar” da vida do filho, saber onde ele vai, com quem vai, conhecer seus amigos, suas alegrias, suas dores e… participar de suas alegrias e curar suas dores. Ser pai é um presente se Deus … Não se pode brincar só no dia do aniversario e depois jogá-lo num canto…

Você sabe onde está seu filho, agora?????

“Minutos de Sabedoria”…

Bom dia, estimados leitores,

Desculpem a prolongada ausência do blog… Deveres familiares me levaram para longe… Mas estamos de volta e daqui a pouco teremos noticias fresquinhas. Enquanto isso…

 

“Pense positivamente!

Nossos pensamentos emitem ondas reais que irradiam de nosso cérebro, formando uma atmosfera mental que é peculiar a casa pessoa.

De acordo com o tipo de vibração do pensamento, atrairemos a nós todas as ondas semelhantes.

Se você pensar negativamente, atrairá todos os pensamentos negativos, piorando seu estado.

Pense positivamente, para atrair apenas pensamentos positivos de paz e prosperidade”. 

“Minutos de Sabedoria”

“Aprenda a repousar sua mente.

A mente cansada não pode pensar direito.

Repouse a mente, fazendo o exercício da higiene mental, para conquistar cada vez maior energia e vigor.

O cérebro cansado turva o pensamento.

E o pensamento é a maior força criadora que existe sobre a terra.

Repouse o cérebro, para pensar com acerto e alegria.”

“Minutos de Sabedoria”

“Nossa mente está mergulhada na Mente Divina que sustenta os universos infinitos.

Nossa força mental permanece impregnada da Força Mental divina, que está em toda parte ao mesmo tempo.

Procure manter-se unido a essa Força Infinita e jamais será derrotado.

Você tem esse poder:confie!

Você vencerá em toda linha, se o quiser”.

Sueco vai trabalhar de graça em Santa Rita do Sapucaí

A noticia é velha, mas o comentário e o esclarecimento são novos.

Ao pé da noite do ultimo domingo, dois veículos da Fiat, um Uno e um Idea se envolveram em um acidente corriqueiro de transito na famosa e sempre perigosa Avenida Frederico de Paula Cunha, em santa Rita, causando pequenos danos. O acidente que deveria ser resolvido com meia dúzia de prosa quase virou incidente diplomático internacional. É que o motorista do Idea Adventure era o Sr. U. F., um sueco que trabalha na cidade. Contrariando os hábitos do seu país de origem que figura entre os mais evoluídos do mundo, o sueco desceu do carro distribuindo bolachas na cara da motorista do Uno, Rose de Cássia Campioni – será minha ex-colega do CVT? – e sua filha adolescente. Populares que defenderam as donzelas do brucutu, afirmaram aos policiais que o sueco aparentava estar mamado…!

O caso do gringo foi parar na delegacia regional de Pouso Alegre onde ele sentou-se ao piano e assinou um TCO-Termo Circunstanciado de Ocorrência. Ainda que o sueco falasse em sua própria língua… para sueco ou “ingles ver” ou ouvir, não havia muito o que fazer. Como manda a lei, ele foi liberado.

O fato de ser o brucutu sueco, libanês, coreano ou escocês, não lhe garante nenhuma prerrogativa especial, pois ele estava na baixada do Maristela e não embaixada da Suécia e não está em missão diplomática a cargo do seu país – aliás, ele demonstrou ser um fiasco em matéria de diplomacia. Por outro lado, o fato de o gringo trabalhar na Loja Cem, Padaria do Carlitos, na Casa de Carnes Borsatto ou no boteco do Mauricinho, não aumenta nem diminuiu seu crime e nem implica seu patrão. Portanto ele deve ser enquadrado nas leis brasileiras.

Crimes da natureza que o sueco esquentadinho cometeu – vias de fato, art. 21 da L.C.Penais ou Injuria, art. 140 do CP, se enquadram na Lei 9.099/95 e são passiveis de transação penal. Ou seja, o loiro nórdico deverá sentar-se ao piano do homem da capa preta daqui algumas semanas ou meses e substituir a pena restritiva de liberdade – que não passa de um ano – por uma pecuniária ou de prestação de serviços. Deverá portanto, pagar três ou quatro cestas básicas à APAE, creches ou Asilo ou então trabalhar em uma destas instituições sociais oito horas por semana, durante três ou quatro meses.

Bem que o juiz poderia determinar que ele colocasse uma farda,  um quepe, um estridente apito e fosse orientar o transito no cruzamento da Avenida Delfim Moreira com Rio Branco na hora do rush… Ele tem muito que aprender praticando!

“… Morrendo de saudade de você!!!”

Minha sogra está no quarto e ultimo casamento. Meu sogro no terceiro e ultimo também. Eles têm um belo relacionamento. Se falam e se vêem com freqüência via internet e toda vez que ela vem nos visitar eles se encontram – ela com o marido, ele com a esposa e nós – em nossa casa ou em restaurantes, como bons amigos, como devem ser as famílias que se separam e tomam novos rumos. Afinal entre eles existem três belas mulheres – uma aliás, linda e maravilhosa – três genros – um deles lindo! – e seis netinhos sapecas e maravilhosos.

Mês passado, ao anunciar o falecimento da senhora Esther Telles, em Santa Rita do Sapucaí, a radialista Kátia Kersul tomou um susto:

– Nossa!!! A amiga da Clarisse morreu… Será que ela está sabendo? Preciso avisá-la! – pensou Kátia.

Acontece que uma semana antes, nós havíamos sepultado nossa querida Tia Dinda, ex-cunhada, amiga e vizinha dela no Rio de Janeiro. Por isso Kátia ‘encheu-se de dedos’ e telefonou para ex-esposa do marido e deu a triste noticia.

Clarisse, muito sensível e emotiva, ainda abalada com a morte da ex-cunhada, ligou para a casa da amiga que não via há anos, em Santa Rita para expressar seus sentimentos – e como expressou! – e saber detalhes de sua morte. Depois do quarto “trimmm” uma voz de mulher idosa foi ouvida do outro lado do aparelho. De quem era a saudosa e distante voz??? Da própria Esther, cuja morte e velório Kátia havia anunciado com pesar na Radio Difusora horas antes!!! Caso de assombração?! Um equivoco?! Numero errado?!

Pega de surpresa, já chorando, Clarisse tentou ordenar as idéias enquanto as lagrimas molhavam sua delicada mesinha de telefone:

– É você, Esther…?

– Oi… Há quanto tempo Clarisse?

– Está tudo bem na sua casa?

– Sim. Tudo bem, e com você e o Jose?

– Mas está tudo bem com sua família…

– Sim…

– E aí em Santa Rita, os vizinhos… está tudo bem…? – E as lagrimas já inundando o Aterro do Flamengo…!!!

– Ah, Esther, que bom saber que está tudo bem com vocês…

– Mas, Clarisse… porque você está chorando?

Já sem perguntas e sem uma resposta mais adequada, minha sogra soltou de chofre, deixando as lagrimas escorrerem até a prainha, suja de óleo de barcos, do Botafogo…

– Ah, eu estava com tanta saudade de você……..!!!!!

Bem… Esther estava e está vivinha de Azevedo em Santa Rita. E talvez nem saiba que sua homônima, galho de outra arvore de “Telles” – que Deus lhe dê um bom lugar – naquela tarde descia à sua ultima morada. Apesar da gafe pela qual passou e das lagrimas equivocadas que escorreram até a Baia de Guanabara, minha sogra não rompeu a amizade com a esposa do meu sogro…