Bombeiros encontram jovem desaparecida na terça feira

      O corpo de Cintia Meireles foi encontrado entre as pedras no Rio Verde

 

       Conforme postado aqui no Blog a pedido de uma amiga, Cintia Meireles Silva saiu de casa no meio da tarde de terça-feira. Antes de partir ela deixou um bilhete para os familiares dizendo apenas para não procurarem por ela, pois não iriam encontrá-la.

Você viu a Cintia?

Os próprios familiares descobriram que Cintia foi deixada, a pedido, por um mototaxista próximo ao Clube Campestre, no Rio Verde.

Apesar de intensa procura dos Bombeiros desde quarta-feira, ela só foi encontrada neste sábado. Por volta de 09h00 da manhã o corpo da jovem emergiu entre as pedras do Rio Verde, a cerca de dez metros da margem. O corpo, sem sinais aparentes de violência, como de praxe, foi levado para o IML de Varginha.

Nós do Blog externamos nossos sentimentos aos familiares.

“Casal 20” do São João caiu de novo

Bruna & Buiu mantinham meio quilo de maconha em casa, mas ele disse que era apenas usuário!

 

Bruna e Buiu em uma das prisões, em 2013.

Os policiais militares chegaram ao casal através de denúncias de amigos ocultos da lei no final da manha desta sexta-feira,23. Segundo as denúncias, eles são useiros e vezeiros no comercio de drogas no bairro.

O casal mora numa casa nos fundos do quintal do pai dela e se alternam no portão da rua atendendo a clientela.

Com anuência do pai da jovem, os militares foram bater à porta dela. Bruna estava justamente com a mão na massa, quero dizer, na erva quando os policiais entraram.

Bruna tentou dar uma de “joana sem braço”, jogando o pacote de maconha ao chão e empurrando para debaixo da pia!

Bruna Fátima de Oliveira Almeida, e seu marido Marcos Vinicius de Lima receberam as pulseiras de prata, desceram no táxi do contribuinte e foram sentar ao piano do paladino da lei na DP.

O casal vinte da rua Arapongas está no comercio de drogas desde 2013. Em outubro daquele ano Bruna e Buiu já haviam sentido o frio das pulseiras de prata, ao serem presos no mesmo local com quase meio quilo de drogas. Veja a matéria completa em: https://airtonchips.com/2013/10/16/policia-civil-fecha-boca-fumo-sao-joao/

Marcos Buiu voltou a ser preso pelo mesmo motivo em outubro de 2014 e em maio de 2017. Ele já havia sido preso por roubo no Jardim Noronha em Pouso Alegre em 2011 e por furto em uma escola em Ipuiuna em 2012.

Como se vê, o “Casal 20” da Rua Arapongas, não terá dificuldade de adaptação no Hotel do Juquinha.

Assaltantes pés-de-chinelo levam dinheiro do posto

De quebra a dupla roubou também um pasteleiro que trabalha ao lado do posto.

Imagem ilustrativa

       O roubo aconteceu no crepúsculo desta quinta-feira,22, no Posto Vista Alegre, conhecido como “Posto do Macaco” no extremo oeste de Pouso Alegre. Os assaltantes chegaram e partiram à pé. Um deles era baixo, magro, negro usava bermuda escura, camiseta vermelha, boné e chinelos… O outro também era de estatura mediana, pardo, magro, usava bermuda roxa e estava de pé no chão. A camiseta vermelha ele usou para esconder parte do rosto. O pobre assaltante pardo não tinha dim-dim para comprar sapato, mas tinha para comprar um trabuco velho. Aliás, o trabuco nem funciona direito. Depois de tomar os quinhentos reais que havia no caixa, só para fazer terror, ele tentou dar tiros para o alto, mas o trabuco picotou três vezes.

Para não perder a viagem a dupla assaltou também um comerciante que ganha a vida vendendo pasteis numa barraquinha ao lado do posto. Levaram trezentos reais do ‘seu’ dito pasteleiro!

O proprietário do Posto Macaco já perdeu a conta de quantas vezes já foi assaltado. Os assaltantes geralmente chegam à pé pelos fundos do posto e depois de limpar o caixa, voltam para o mesmo lugar e vão se esconder no Bairro Vista Alegre.

A PM registrou e rastreou mas não achou as pegadas dos assaltantes pés-de-chinelos!

 

Meliante churrasqueiro

        Além do dim-dim do caixa, R$1.280,  ele furtou 12 peças de picanhas!

O furto aconteceu no início da madrugada desta quinta-feira, 22, na despensa de um conceituado restaurante na Com. José Garcia com o bairro Santa Elisa. O meliante primeiro passou pelo caixa e fez a limpeza… Pegou o que havia! R$1.280. Em seguida visitou o frigorífico do restaurante e pegou 12 peças de picanha.

O aludido restaurante, localizado na esquina da rua que até medos da década de 70 dava acesso à Vila São Vicente de Paula, conhece muito bem o mato que lenha… Para evitar que as câmeras de segurança do local gravassem sua cara de pau, ele virou as câmeras para baixo!

Mas ‘deu bandeira’. Pouco depois do furto ele foi gastar parte do dinheiro roubado numa loja de bebidas 24 horas a poucos metros do local do furto. A própria namorada se preocupou com o tamanho do volume de dim-dim que ele levada na algibeira.

A Policia já tem o nome do suspeito! Agora é só sentir o cheirinho gostoso de picanha assada!

Alguém se lembra do Sidraque?

Hoje, 22 de fevereiro, faz catorze anos que ele morreu no exercício da profissão… em defesa da sociedade!

Essa pintura no prédio da antiga delegacia de policia de policia, foi feita pelo pelo detetive Sidraque, sem receber nada por isso, pelo simples prazer de ver seu local de trabalho bonito…

“Quem ‘morre’ ‘deixa’ saudade em alguém… que fica chorando de dor…”

Em 1996 o capixaba Sidraque Correia da Rocha, 36 anos, veio para Minas em busca de sonhos e ingressou na policia civil. Alguns de seus colegas ouviram-no perguntar ainda na Acadepol;

– O que eu estou fazendo aqui? Por que será que entrei para a policia?
E ele mesmo responder…

– Acho que é por causa do meu senso de justiça, de heroísmo…

Esta introspectiva conjectura do jovem policial, em pouco tempo mostrou a muita gente quem era Sidraque.

Ele foi designado inicialmente para trabalhar na regional de Pouso Alegre. De lá seguiu para Extrema, e pouco tempo depois voltou para perto da família em Teófilo Otoni. Mas já havia bebido a água do Rio Mandú, por isso pediu para voltar para o Sul de Minas. Recomeçou em São Gonçalo do Sapucaí, depois Careaçu, Silvianópolis e novamente Pouso Alegre.

Apesar de ter trabalhado em poucas cidades, em 7 anos ele se tornou conhecido e lembrado em todo o Estado, através do curso de formação policial que fez com outros 400 detetives de todos os rincões das Minas Gerais, na academia de policia civil. Conhecido justamente por este jeito às vezes introspectivo, outras expansivo, outras vezes espeloteado sem dizer coisa com coisa, mas sempre com autenticidade, generosidade e bom humor.

Contam alguns colegas que, numa de suas tiradas, uma senhora chegou à recepção da delegacia de polícia e disse que havia sido roubada, tendo o meliante levado todo seu dinheiro e seus documentos. Sidraque, olhando muito atentamente para ela exclamou;

– Nossa!!! E agora. O que a senhora vai fazer???

No segundo seguinte ele se deu conta de que ela estava ali em busca de respostas e atitudes, e não de perguntas, e tratou de registrar o B.O. para ela.

O policial de origem libanesa era na verdade um grande artista. Era musico, poliglota – falava razoavelmente sete idiomas – dava aulas de grego, aramaico e latim, E nas horas de folga trabalhava de pintor de parede, cabeleireiro, dedetizador…!  Quando chegou a Pouso Alegre em l996, pintou todo o prédio da delegacia regional… e não recebeu um centavo por isso!!

O domingo de carnaval, 22 de fevereiro de 2004, amanheceu chovendo em toda região. Durante uma pequena aragem por volta de dez da manhã, Sidraque encontrou casualmente com seu destino. Ele voltava da feira trazendo frutas e verduras para a esposa e o casal de filhos imberbes que amava com fervor, quando surgiu à sua frente um cidadão que fora vitima de furto no dia anterior, informando que o suspeito estava num boteco ali perto, e pediu providencias.

O policial que estava sempre à disposição de quem quer que o procurasse, se propôs abordar o suspeito, sozinho, pois além de não dispor de tempo para buscar reforço, ele era o único investigador da cidade. O mocinho – mocinho mesmo, recém completados 18 anos, franzino – que realmente tinha culpa no cartório, passou sebo nas canelas e dobrou a serra do cajuru. Sidraque saiu nos seus calcanhares. Enfurnaram-se numa extensa área onde se começava um loteamento, em direção ao ribeirão e sumiram da vista da vítima e de dezenas de curiosos que acorreram para a porta do bar. Minutos depois ouviram três tiros vindos lá do ribeirão. Estremeceram tentando imaginar o que estava se passando. Um dos curiosos exclamou;

– Nossa… O Sidraque matou fulano!!!

Continuaram olhando estupefatos e no minuto seguinte avistaram o larapio – agora assassino – subindo o pasto do outro lado do ribeirão, até sumir de vista, levando a arma do policial. Quando a vitima do furto e curiosos chegaram à beira do ribeirão, lá estava o detetive Sidraque, inerte… com três tiros no peito!

A chuva que ao que parece dera uma pequena trégua suficiente apenas para o sempre resoluto policial cumprir seu destino, voltou a cair torrencialmente sob o seu corpo e os de dezenas de policiais que varreram cada palmo de Monte Sião naquele domingo de carnaval, à procura do ladrãozinho pé-de-couve. Ele não foi encontrado.

Oito meses depois, quando cheguei à bucólica e rica Monte Sião, tentei desenterrar o assassino do policial. Mas, sozinho, como os demais colegas, não obtive êxito.
Nunca soubemos o que aconteceu entre o policial e o meliante naquela beira de ribeirão. Só o que se sabe é que o policial tinha uma pistola carregada na cinta e seguiu a lei ao pé da letra enquanto o meliante, na primeira chance que teve … preferiu matá-lo com sua própria arma.

Morreu o policial… morreu um artista, um cidadão admirável. E deixou como herança uma pensão de – descontados assistência medica, contribuição de aposentadoria, intermináveis descontos de empréstimos bancários – R$ 480 reais, na época. E deixou também um colchão de casal, dois de solteiro, um fogão, um guarda roupa, um teclado, seus tesouros Mirna de 9 e Misaque de 11 anos e… sonhos, melancolia e saudade!

Será que alguém ainda se lembra dos policiais Sidraque, Marcos Cabeçada, Marcos Paixão, do Gabriel Alvarenga, que morreram no cumprimento do dever de defender a sociedade?

 

Vigilante é assaltado perto da Escola Profissional

Os assaltantes seguiram seus passos desde o momento em que ele saiu do banco com a guaiaca recheada!

Foto ilustrativa

 

       O roubinho básico aconteceu no final da manhã ensolarada desta quinta-feira,22, nas imediações da Escola Profissional. O vigilante W.R.M. 26, havia acabado de sair da agência do banco do Bradesco, onde realizara um saque no caixa eletrônico e seguia para casa na Silviano Brandão, quando a motoca verde, velha e suja de barro parou ao seu lado. Atrás de um trabuco parecendo um 38, o garupa fez a proposta indecente de sempre:

– Perdeu Mané… eu vi você saindo do banco! Sei que você está com o dim-dim no bolso da bermuda! Passa a bufunfa se não quiser levar chumbo!

O vigilante tinha outros planos para o dinheiro que levava na algibeira, mas naturalmente preferiu ficar sem chumbo e sem dinheiro! E a dupla de lombrosianos dobrou a serra do cajuru levando seus R$850…!

Aconteceu o terceiro assassinato do ano em Pouso Alegre

Dell era investigado por homicídio e tráfico de drogas.

Foto de redes sociais

O sinistro aconteceu no início da tarde desta quinta-feira, 22, na baixada do Mandú em Pouso Alegre. “Dell” transitava pela rua Benedito Libânio conduzindo seu Golf prata, quando uma dupla de motoqueiros passou ao seu lado e descarregou o trabuco em sua direção. Ele morreu na hora. O carro desgovernado parou ao bater em um poste. A policia militar que chegou rapidamente ao local, está buscando as pistas dos assassinos.

Jizreel da Costa Silva, o “Dell”, natural de Ji-Paraná-RO, tinha 29. Era figurinha fácil no álbum da polícia pelo seu envolvimento com o tráfico de drogas na cidade. Mas ele já havia passado da fase de ‘empregado’! Dell há muito havia adquirido o ‘status’ de “patrão”! A última menção a esta condição aconteceu no dia 08 de agosto do ano passado, quando um “dimenor” foi preso com 75 barangas de farinha e disse que a droga era do Dell. No dia 05 de fevereiro de 2015, durante cumprimento de mandado de busca e apreensão em sua casa, ele chegou a receber as pulseiras de prata da lei, mas estava limpo e não foi autuado. Na ocasião os policiais prenderam Adriano Sana dos Santos com meio quilo de farinha do capeta e um trabuco, ao lado de sua casa. Segundo os amigos ocultos da lei o ‘flagrante’ era do patrão Dell. Sua ultima hospedagem no Hotel do Juquinha foi em 2010.

Jizreel Dell vinha sendo investigado pela delegacia de homicídios, suspeito de ter participado do assassinato do meliante Wendel Keverson dos Reis Carvalho, executado com um tiro na nuca na madrugada do dia 22 de outubro do ano passado.

Depois da prisão de fevereiro de 2015, “Dell” criou uma página no facebook e solicitou a amizade deste colunista. Uma vez aceita a amizade, ele abandonou o face… E este colunista se tornou então o único amigo virtual do traficante!

O blog, como se habito, continua acompanhado o desenrolar das buscas aos executores do crime e tão logo tenhamos novas informações postaremos.

Assassinato na “Baixada do Mandu”…

Primeiras informações que circulam nos grupos de Whatsapp da cidade dão conta de que um cidadão de alcunha “Del” teria sido morto a tiros.  A policia militar está no local fazendo os primeiros levantamos.

A confirma o sinistro, este terá sido o 3º assassinato em Pouso Alegre em 2018… os três na Baixada do Mandu…

Logo iremos contar os fatos com detalhes aqui no blog.

Acidente na creche

Bebezinha de dez meses cai e sofre traumatismo craniano

O acidente aconteceu no final da manha desta terça-feira, 20, na Creche do CEIM Francisco Sales no bairro Faisqueira em Pouso Alegre. Para a diretora fora apenas uma queda da própria altura, que teria causado um galo na testa da menina. Levada pela mãe ao hospital regional Samuel Libânio, descobriu-se, através de exames, que a queda causou uma trinca e hemorragia no crânio.

Através das redes sociais a mãe da criança manifestou sua indignação com o fato. Veja seu relato.

Segundo ainda a direção da escola, no momento em que a bebezinha empurrava um carrinho de bebê e caiu batendo a testa, havia dez crianças e três monitoras com ela no interior da sala.

O caso está sendo acompanhado pelo Conselho Tutelar e pela direção da escola que se dispôs a prestar todo apoio necessário à família. A Secretaria Municipal de Educação vai abrir sindicância para apurar possíveis responsabilidades.

Emanuelly permanece internada em observação no nosocômio regional onde deverá passar por novos exames.

Policia procura o “Nero” de Santa Luzia

Ele colocou fogo na biblioteca do Ciem!

Onze e meia da noite deste domingo de garoa indecisa no bairro Santa Luzia em Pouso Alegre. De repente uma figura sinistra se aproxima do prédio da biblioteca da Escola Municipal Anita Faria Amaral, ateia fogo em um pedaço de papel e enfia por baixo da porta da biblioteca. Quando vê que as chamas começam a arder no interior da sala, ele sai andando calmamente pela rua Safira, vira na Trav. Lisboa, passa pela frente da escola, ao lado da igrejinha da ‘padroeira dos olhos’ – que vê sua cara de lombrosiano – e dobra calmamente a serra do cajuru, deixando para trás um incêndio em andamento.

Para o bem de todos e felicidade geral dos estudantes que gostam de viajar nas paginas dos livros em busca de conhecimento e cultura – o que não é o caso do incendiário! –  o incêndio na biblioteca da escola não se prosperou. Os danos felizmente ficaram aquém  dos desejos do incendiário. As chamas danificaram apenas algumas caixas de papelão, um extintor de incêndio, um ventilador, canaletas e fiação elétrica e uma bíblia e seu suporte de madeira, que estavam próximo da porta.

O Nero da biblioteca do Ciem de Santa Luzia – que a julgar pelo ato de tentar destruir livros, provavelmente não sabe porque está sendo chamado de Nero – tem estatura mediana, usava blusa com capuz escura e uma camiseta branca amarrada na cintura por cima da calça jeans, e chinelos vermelhos.

Sua sinistra figura ficou gravada pelas câmeras de segurança da própria escola.

Quem será o Nero de Santa Luzia?

Suspeita-se que seja algum ex-aluno que não aprendeu a ler!