A noite de sábado era ainda criança quando o fato aconteceu próximo ao Estádio Manduzão em Pouso Alegre.
O policial civil que estava casualmente no local, diz que viu a caminhonete Mitsubishi L200 tentar uma ultrapassagem pela direita e chocar-se contra um Ford Fiesta devidamente estacionado no acostamento da via. Segundo Jonas dos Santos Chagas, ao saltar do veículo para inteirar-se do acidente, o piloto Jose Elenizio Alves Cruz aparentava todos os sinais de embriagues tais como pernas bambas, fala desconexa, hálito etílico e olhos vermelhos…
– Eu bebi um pouco… – Teria dito ele ao ser interpelado pelo policial – mas recusou-se a fazer o teste de alcoolemia. Levado para o hospital, até porque poderia estar ferido, o medico que o atendeu também não quis auferir a embriagues.
Ao sentar-se ao piano do delegado de plantão, Jose Elenizio negou que tivesse bebido antes de pegar no volante e negou também as circunstancias do sinistro.
– Eu estava trafegando normalmente pela via até que o Fiesta, ao fazer uma conversão, entrou na minha frente causando o acidente… – Alegou ele.
Não foi o que disse a jovem Lucila Valquíria Kalizuk de Souza, moradora do local!
– Eu havia mandado uma criança comprar um doce pra mim e estava na beira da rua, vi tudo… A caminhonete bateu na traseira do Fiesta parado, sem ninguém dentro e o jogou contra o poste! O carro dele até pegou fogo…!
Os bombeiros foram chamados para apagar um principio de incêndio na caminhonete Mitsubishi…
Embora tenha negado estar dirigindo abraçado com Severina do Popote, Jose Elenizio, que já responde a processo por motivo semelhante, sentou se ao piano, assinou o 306 e teve que pagar R$ 1 salário de fiança para voltar para casa… à pé!










