Passavam os sargentos Almeida e Silveira e seus pupilos Fabricio e Romani pela Rua Doze do jardim Guadalupe, na noite criança de sexta feira, quando avistaram um grupo de garotos contando historias da carochinha e resolveram abordá-los. Ao ver a aproximação da Arca de Noé, um dos garotos atirou um embrulho por cima do muro da residencia de numero 10 e escondeu a mão. Ao lado do grupinho contador de historias para boi dormir, esqueceram uma mochila com uma valiosa carga…
Na algibeira do garoto C.A.S, 17 anos havia uma baranga de farinha do capeta. O patuá atirado por R.O.S. 16 anos continha 10 barangas da mesma droga. Mas e a mochila? O que havia nela?
Havia 152 capsulas contendo cocaína e outras tantas capsulas vazias, esperando pelo pó! Na mochila havia também uma colher dosadeira de farinha, o que leva a policia crer que eles estavam ali reunidos, na “Boca de Farinha” embalando drogas para comercio.
O.L.S. assumiu assumiu a paternidade do patuá que havia jogado por sobre o muro. C.A.S. também assumiu a propriedade da baranga encontrada em seu bolso… Os demais, M.O.R. 17 e os marmanjos Alysson dos Santos Souza, 18 e Marcelo Nunes Pereira, 20 anos, moradores das imediações, não sabiam de nada.
E a mochila? De quem era? Silencio total. Mesmo tendo os policiais encontrado R$940 reais no quarto de Alysson – com anuência de seu pai – eles continuaram calados. Restou então aos homens da lei concluir que a mochila com a droga e dosador pertencia ao invisível “João Tapira”…! E como nem João Tapira e nem seu primo Gasparzinho estavam no local, os policiais conduziram a quadrilha toda para o delegacia de Policia…
Será que eles foram enquadrados no 33? Será que foram conhecer o Hotel do Juquinha?
Os tres “dimenor”, como não são alcançados pela lei penal, prometeram ao delegado de plantão que nunca mais vão olhar para drogas – Daqui por diante vão vendê-las de olhos fechados!!! e foram entregues a seus pais.
O que aconteceu com cada um deles, você meu estimado leitor vai saber nesta segunda feira… Aqui no Blog!
Os tres “dimenor”, como não são alcançados pela lei penal, prometeram ao delegado de plantão que nunca mais vão olhar para drogas – Daqui por diante vão vendê-las de olhos fechados!!! e foram entregues a seus pais.
Já Alysson Santos de Souza e Marcelo Nunes Pereira, mesmo jurando de pés juntos que a droga não é deles, assinaram o 33 e foram se hospedar no Hotel do Juquinha!

















