Tradições Gauchas… Alemão visita Piratini, a Capital Farroupilha

      Todo povo tem sua historia, suas tradições… suas saudades.

 

       Piratini no Rio Grande do Sul foi criada em 1789 por 48 casais açorianos e se orgulha de ser chamada de Capital Farroupilha. Sua historia está ligada a lutas e revoluções. Ali nasceu a famosa Guerra dos Farrapos, que queria transformar o estado riograndense em país independente. Só não o conseguiu porque Luiz Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias, entrou na briga e pacificou os gaúchos. Mas ficou a tradição e o orgulho da gauchada daquelas bandas.

       E quem não tem orgulho de sua terra natal?

      Jorge Renato Mendes Bartel, o Alemão, tem…

      A Semana Farroupilha de Piratini, de09 a20 de setembro, é comemorada anualmente com shows, retas, rodeios, tertúlias, palestras, exposições artesanais, encontro de invernadas e o tradicional desfile de cavalarianos, que é o evento máximo das comemorações por representar o espírito aguerrido dos gaúchos que iam para a guerra.

       Na semana em que a cidade gaucha completou 222 anos “Alemão”, ha mais de 30 anos radicado em terras manduanas, um dos melhores árbitros de futebol que Pouso Alegre já teve, foi visitar parentes, amigos e matar a saudade dos velhos pagos, saborear o mais legitimo churrasco gaucho – aliás ele é um exímio churrasqueiro ao estilos dos pampas – com o tradicional chimarrão. Mui Bueno, tchê.

        Jorge Alemão voltou de lá gangento e remoçado.

 

A volta de Zeca Juru, o bom matuto

      Semana passada, na festa de posse dos novos chefes da policia civil de Pouso Alegre na Camara Municipal, encontrei meu velho amigo Zeca Juru, que há anos não via. Foi um encontro emocionante. Numa rápida conversa antes das solenidades, o bom matuto mostrou que está afiadinho…

– Ora, ora… se não é o meu amigo Zeca Juru!!! Como é que vai? Por onde tem andado, meu velho?

– Ara, mai é ocê memo, Airto Chips !!! Oce qui sumiu, rapaiz… a muié num dexa mais cortá o cabelo?

– Pois é Zeca. Se eu cortar, perco a mulher…

– Mai ta muderno, heim!!! De brinquinho na oreia!!!

– Liga, não Zeca. Depois dos 50, aposentado e com três filhos, agora posso sair do armário, né… – Brinquei.

– Ói, lá rapaiz!!  Vamos larga de lenga-lenga e sentá ali naquele canto sussegado eu tô com sodade de prosiá coce…

– Vamos Zeca Juru. Eu também estou com saudades das nossas prosas. Faz anos que não te vejo. Outro dia estive lá na sua casa no pé da serra do Cajuru mas não achei ninguémem casa. OTotonho, seu vizinho me disse que você estava viajando…

– É seu Chips, eu fui visitá o fio que ta trabaiano em Brasía…

– Uai, Zeca, você não é do tipo que aceita favores de políticos. Como é que foi empregar seu filho em Brasília?

– I num aceitei memo… num é imprego pulitico, não. Ocê se lembra do meu fio do meio, o Chiquinho, aquele mirradinho?

– Aquele que não gostava de trabalhar na roça?

– Puisintão. O danadinho cismô de querê i pra cidade istudá e fazê facurdade di direito. Si formô, garrô istudá maium tanto inté arta hora da madrugada e acabô passano no concurso do tribunar di justiça. Ta ganhano uma nota preta… cus mérito dele próprio.

– Que coisa boa Zeca!!

– …Agora tá trabaiano na capital federar, pertinho da Dirma…

– Ta importante o menino, heim Zeca Juru?

– … Capaiz dele ganhá pur meis o qui eu num ganho pur ano prantano mio, fejão, fazendo quejo e criano galinha i uns porquinho caruncho lá no Cajuru… Mai eu num to gostano não, seu Chips. Brasía tem rato dimais… To cum medo do fio se dexá contaminá…

– Ora Zeca, fique tranqüilo. Educação e caráter se traz do berço. Tenho certeza que ele aprendeu este valores com você! Mas me conte, você gostou de Brasília?

– Ahn… maomeno, seu Chips. Lá tudo é grande, tudo é longe i tudo é farso i sem vida. Brasía divia di sê conhicida como a capitar da mintira… Ô povinho mintiroso, sô. A disonestidade foi passiá lá i resorveu ficá… Da ponta da ispranada dos ministério inté o palácio da arvorada, é custoso achá um cabocro onesto… Confesso qui eu fiquei cum vergonha di ficá lá.

– Não são tantos assim, Zeca, mas de fato tem muito político em Brasília envergonhando o país. È preciso dar um basta na corrupção…

– É seu Chips, vamo vê si a ficha limpa vai limpá um poco a sujerada da capitar… Óia lá, já vai começá a cerimonia. O Carlo Eduardo vai passá o comando da policia civir da região para o Joãozinho…

– Joãozinho!!! De onde que você é tão intimo assim do Dr. João Eusébio, Zeca Juru?

– Ara… o delegado João é amigo véio desdi quando era detetive lá im Bueno Brandão… Um cumpadre meu pricisô chamá um genro forgado na chincha i ele foi muito atencioso i correto. Desdi aquela época eu tenho acompanhado os passos deli. Deus qui ilumine o Joãozinho nessa nova impreitada… eli merece.

– Com certeza. Zeca Juru, eu vou ter que tirar umas fotografias… Qualquer dia destes eu apareço lá no Cajuru para tomar o cafezinho da Filomena e continuar esta conversa. Fico feliz em revê-lo…

– Eu fiquei mais inda, seu Chips. Aparece sim que a Filomena também ta com sodade…

 

 *Zeca Juru é um caboclo bom de prosa e de bom coração. Ele mora com a família, suas vaquinhas e galinhas, numa casinha branca perto de um riacho, atrás da serra do Cajuru. A simplicidade fez xele um sábio. Zeca Juru sabe quase tudo que acontece na cidade grande. Semana que vem a gente continua nossa conversa, aqui nesta tela. Você vai gostar.

O menino e o sorriso de Deus

        Certo dia um pequeno menino decidiu sair pelo mundo à procura de Deus. Ele sabia que tinha um longo caminho pela frente. Encheu sua mochila com pasteis e refrigerantes e saiu de casa. Depois de andar umas três quadras encontrou um velhinho sentado em um banco do parque olhando os passarinhos. O menino sentou-se ao seu lado, abriu sua mochila e ia tomar um gole de refrigerante quando olhou para o velhinho e viu que ele estava com fome. Então lhe ofereceu um pastel.

      O velhinho muito agradecido aceitou e sorriu ao menino. Seu sorriso era tão incrível que o menino quis ver de novo; então ele ofereceu-lhe seu refrigerante. Mais uma vez o velhinho sorriu ao menino. Era um sorriso tão belo e puro que o menino ficou extasiado, apenas olhando em silencio. Estava tão feliz! Ficaram sentados ali sorrindo, comendo pasteis e bebendo guaraná pelo resto da tarde sem falarem um ao outro, olhando e ouvindo os pássaros. Quando começou escurecer o menino estava cansado e resolveu voltar para casa, mas antes de sair ele se voltou e deu um grande abraço no velhinho.

       Aí o velhinho lhe deu o maior sorriso que o menino já havia recebido.

       Quando o menino entrou em casa, sua mãe surpresa perguntou ao ver a felicidade estampada em sua face:

       – O que você fez hoje que te deixou tão feliz assim?

Ele respondeu:

       – Passei a tarde com Deus. Você sabia que ele tem o mais lindo sorriso que eu jamais vi…?

       Enquanto isso o velhinho chegou em casa com o mais radiante sorriso no rosto e seu filho perguntou:

        – Por onde você esteve que está tão feliz?

E o velhinho respondeu;

        – Comi pastel e tomei guaraná no parque, com Deus. Você sabia que ele é bem mais jovem do que eu pensava?

         A face de Deus está em todas as pessoas e coisas que são vistas com olhos do amor e do coração.

       Que Deus abençoe você que está lendo esta mensagem e ilumine seu coração para que você possa oferecer a muitas pessoas o sorriso de Deus que talvez esteja guardado dentro de você enquanto muitos tem fome e sede dEle. Por isso quero oferecer a você meu sorriso.

       Tenha uma boa semana!

 * Mensagem recebida de amigo, por email.

Necrofilia…. A lenda do papa-defunto de Santa Rita

        O agente funerário, alto, magro, com um imenso bigode e a barba por fazer, usando calça de tergal azul e camisa branca cheirando a dias de uso, como se fosse motorista de ônibus, feliz da vida com o infortúnio alheio, fechou a cara como se partilhasse a mesma dor que os parentes estavam sentindo, fechou maquinalmente a porta trazeira do carro fúnebre e seguiu para a funerária. Por dentro estava quase sorrindo… havia acabado de pegar mais um defunto para a empresa, para preparar e velar. Na verdade era uma defunta. Sessenta e poucos anos, havia morrido de enfarte agudo no hospital. Ao despir a mulher sobre a maca nos ‘bastidores’ da funerária para prepará-la para o velório, o ‘papa-defunto’ encheu-se de desejos. Começou acariciar o corpo sem vida da mulher ainda quente, sentiu um calorão e resolveu também se despir. O cadáver flácido da pobre mulher lhe pareceu atraente e o magrelo papa-defunto não resistiu… ‘papou a defunta’!!!

Quando estava em cima da maca sobre a mulher, eis que surge o filho dela. A tristeza de perder a mãe ainda jovem, aliada com a indignação com o comportamento do agente funerário, cegou o rapaz e a única coisa que ele viu foi a faca sobre a mesa ao lado. Avançou sobre ela, pegou-a e cravou-a repetidas vezes sobre as costas do tarado necrófilo. O Papa-defunto morreu nu sobre o cadáver que estuprava.

Cena de suspense policial de Agatha Christie ?  Cena de filme de Alfred Hithcock?

Não!!! O estupro de uma defunta, praticado por um agente funerário sobre uma maca teria acontecido esta semana nos fundos de uma funerária em Santa Rita do Sapucaí!!!! Esta é a noticia que corre de boca em boca em Pouso Alegre desde sexta feira. Alguns dos fomentadores de Lenda Urbana têm até uma versão diferente para o final da historia. Para eles os familiares da defunta seguraram o estuprador no momento do vilipendio e o entregaram para a policia.

Mas aconteceu mesmo??????

Não. È claro que não!!! Tudo não passa de mais uma lenda urbana, curiosamente nascida em Pouso Alegre, vivenciada em Santa Rita. É a segunda num curto espaço de tempo. Ano passado os fabricantes de boatos e lendas inventaram outra. Por ocasião do carnaval, uma enfermeira de Santa Rita teria se deixado seduzir por um Dom Juan e mantido relações sexuais com ele em Pouso Alegre. Porém o Dom Juan era de ‘outro mundo’, do além tumulo e no dia seguinte ao coito as partes pudendas da mulher começaram apodrecer tal qual o Don Juan com o qual ela transara. Lenda, pura lenda…

Vez por outra, quando falta assunto surge uma nova lenda. No inicio da década o Detetive Paixão foi ‘assassinado’ mais de uma vez por seus inimigos. Quando ele realmente morreu tentando prender um trio de assaltantes de uma casa lotérica, no final de 2003 os meliantes já haviam gasto quase todo o estoque de foguetes comemorando sua morte.

Em 2003 ‘mataram’ também o nosso querido “Cavucada”, lembram? Em todo canto de Pouso Alegre só se falava na morte do alegre e inofensivo Cavucada. Cada um que contava o conto aumentava um ponto e o matava num lugar diferente da cidade. A ‘lenda’ mais propagada na época é que ele havia sido morto por um mendigo na Serrinha de Bela Vista. É bem verdade que o Cavucada anda mais do que noticia ruim por toda cidade, mas na Serrinha de Bela Vista era muito longe!!! Na ocasião eu apresentava Direto da Policia na Radio Difusora e desfiz o mistério. Fui até sua casa no Belo Horizonte, convidei Cavucada para uma entrevista, coloquei meu amigo Cavú no carro e o ‘ressuscitei’ às seis e meia da tarde numa entrevista de 10 minutos na radio.

Dêem-me o nome do papa-defunto de Santa Rita que eu vou ressuscitá-lo aqui nesta tela. Enquanto isso, fiquem tranqüilos. Tudo não passou de “Lenda Urbana”. Nenhum agente funerário estuprou defunta em Santa Rita… ainda.

A propósito, a figura descrita no inicio desta matéria, não é fictícia. Um moço com estas características existe de verdade. Ele é um tremendo ‘papa-defunto’, mas só no sentido figurado comercial. Não se tem noticia de que ele tenha papado nenhuma defunta no sentido figurado alimentício e nem mesmo no sentido sexual….

Mário Roberto de Oliveira - "Seu Madruga" , e a gerente da Funerária Ferraciolli em Santa Rita

Airton Chips e Mário "Seu Madruga"

 “Estou vivo… e sou inocente”

A matéria acima foi postada no sábado, depois de alguns levantamentos preliminares e desde então tem sido a mais acessada do blog. Algumas pessoas tem ligado para o meu celular para confirmar em ‘off’  se é mesmo boato ou não. Como eu disse no ultimo parágrafo da matéria, “dêem-me o nome do papa-defunto de Santa Rita que vou ressuscitá-lo nesta tela”. Deram-me. Aliás, foi meu proprio filho quem ligou de São Paulo na companhia de amigos querendo saber a ‘veracidade da lenda’, informando que o suposto estuprador de defunta seria o agente Mario Roberto, conhecido por “Seu Madruga”. E questionou:

-Porque então ele está sumido de Pouso Alegre?   

      Bem, toda investigação começa a partir da ‘notitia criminis’, mas só começa caminhar a partir do momento que se puxa o fio da meada. “Mario, ‘Seu Madruga’” era o fio que faltava.

      Na manhã desta quinta fui tomar um cafezinho com o defunto Mario Roberto de Oliveira, o “Seu Madruga” na filial da Funerarria Ferracioli em Santa Rita. Como se pode ver pelas fotos ele está vivo, bem vivo. Só um pouco triste com os boatos do ‘seu crime’ e principalmente de sua ‘morte’.

        Seu Madruga é conhecido em Pouso Alegre e região, não só pela semelhança com o grotesco e trapalhão personagem do eterno seriado do SBT, que perde todas para o retardado Chaves, mas também pelo seu jeitão inquieto, impaciente, prestativo e ‘faz tudo’. Trava uma incessante batalha para ganhar o ‘cliente’ morto em acidentes nas estradas. Chega antes dos patrulheiros e às vezes briga com eles pela posse do morto, providencia a remoção do corpo, corre atraz do delegado até na sauna para liberar a guia do IML, se vacilar ele mesmo faz a necropsia, cuida da higiene, da maquiagem, do ‘enfeite’, do documento ‘post mortem’, do velório, conduz o féretro para o cemiterio e só falta chorar no tumulo. Tudo isso feito, apesar de maneira educada e zelosa, em ritmo acelerado, como se tivesse outro ‘cliente’ na fila. Sua vida é lidar com mortos. Faz isso há trinta e seis anos. Doze só na funerária de Pouso Alegre.

       Mario conta que depois de 12 anos trabalhando em Pouso Alegre, por motivos pessoais, resolveu mudar de ares e depois de alguns meses em Cambuí, o antigo patrão o chamou de volta, para trabalhar em Santa Rita. Está no vale da eletrônica há dois meses e a única coisa que tem a reclamar é da escassez de clientes, segundo ele resultado da indicação desleal de funcionários do hospital local que encaminha os clientes para a concorrente, desobedecendo a escala previa de plantão das funerárias. Fora isso não teve, em Santa Rita e nem em qualquer outro lugar nenhum tipo de problemas, nem com vivos nem com mortos. Mas acha que;

– Este boato que surgiu em Pouso Alegre, ta me prejudicando. To com medo de ir lá. Até meu patrão ligou falando ‘para mim não ir’, porque as pessoas estão revoltadas com esta historia…

        Na delegacia de policia civil e na policia militar não existe registro de nenhum caso de estupro ou vilipendio de cadáver e muito menos homicídio ou tentativa contra agente funerário por qualquer motivo.

– Em Cachoeira de Minas ouvi este boato, mas nem sabia que o fato estava ligado à Santa Rita – disse o sargento Elder, que mora em Cachoeira e trabalha em Santa Rita. 

       A maneira estabanada e a gana de “Mario Madruga” para agenciar novos clientes, tem sido sua marca registrada e nem sempre bem vista, principalmente pelos concorrentes. O comportamento acentuou a pecha de Papa-defunto pregada nos agentes funerários e pode ter lhe custado a lenda, não muito glamourosa que ora circula em Pouso Alegre e região.

       Mas como se vê… Tudo não passa de mais uma “Lenda Urbana”, nascida de parto natural e órfã de pai e mãe, que tende a morrer à míngua…

           Enfim… Qual a semelhança entre Mario “Madruga” e Elvis Presley?

         O charmoso Rei do Rock morreu de overdose em 1977 e milhões de pessoas acreditam que “Elvis não morreu”!!! Mario Roberto “Madruga” está vivo de Oliveira trabalhando na funerária de sempre em Santa Rita, mas na boca do povo ele teria praticado vilipendio de cadáver e teria ido se juntar aos seus ‘clientes’…

Homens, mulheres e suas escolhas

Loja de Maridos

       Foi inaugurada em New York, The Husband Store, uma nova e incrível loja, onde as damas vão escolher um marido.

      Na entrada, as clientes recebem instruções de como a loja funciona:
Você pode visitar a loja APENAS UMA VEZ!

       São seis andares e os atributos dos maridos à venda melhoram à medida que você sobe os andares.

       Mas há uma restrição: pode comprar o marido de sua escolha em um andar ou subir mais um, MAS NÃO PODE DESCER, a não ser para sair da loja, diretamente para a rua.

Assim, uma dama foi até a loja para escolher um marido

No primeiro andar, um cartaz na porta:

Andar 1- Aqui todos os homens têm bons empregos

Não se contentando, subiu mais um andar…

No segundo andar, o cartaz dizia:

Andar 2 – Aqui os homens têm bons empregos e gostam de crianças.

No terceiro andar, o aviso dizia:

Andar 3 – Aqui os homens têm ótimos empregos, gostam de crianças e são todos bonitões.

“Uau!”, ela disse, mas foi tentada e subiu mais um andar.
No andar seguinte, o aviso:

Andar 4 – Aqui os homens têm ótimos empregos, gostam de crianças, são bonitos e gostam de ajudar nos trabalhos domésticos.

“Ai, meu Deus”, disse a mulher, mas continuou subindo.
No andar seguinte, o aviso:

Andar 5 – Aqui os homens têm ótimos empregos, gostam de crianças, são bonitões, gostam de ajudar nos trabalhos domésticos, e ainda são extremamente românticos.

Ela insistiu, subiu até o 6º andar e encontrou o seguinte aviso:
Andar 6- Você é a visitante número 31.456.012 neste andar.

Não existem homens à venda aqui.

Este andar existe apenas para provar que as mulheres são impossíveis de agradar.
Obrigado por visitar a Loja de Maridos.

 

Loja de esposas

 

       Posteriormente, abriu uma loja do outro lado da rua, a Loja de Esposas, também com seis andares e idêntico regulamento para os compradores masculinos

No 1º andar : Mulheres que adoram fazer sexo.

No 2º andar: Mulheres que adoram fazer sexo e são muito bonitas.
Os andares 3, 4, 5 e 6 nunca foram visitados.

 

Ô raça para se contentar com tão pouco!!!

Mato-grossense chega aos 100 anos sem nunca ter sido beijada

Centenária diz que segredo da vitalidade é bom humor e boa alimentação

     A mato-grossense Nympha Escolástica da Silva comemorou 100 anos de idade nesta terça-feira (1º) e demonstra que seu prazer é não ter deixado sua vida ser superada pelo tempo. Data em que a Igreja Católica comemora o Dia de Todos os Santos, a aposentada diz que se sente abençoada pelo calendário, já que, o dia posterior, de Finados, é quando se depara com a solidão. “Meu marido se foi antes de mim, quando íamos completar 55 anos de casados. E os meus amigos, já morreram todos”, conta, com olhos de quem viu uma geração ir embora.

      Viúva há mais de 20 anos, Nympha Escolástica afirma que seu marido foi seu grande amor. Ela se lembra do momento em que foi pedida em casamento através de uma carta enviada para sua casa pelo homem que, segundo ela, pagou o preço necessário para tê-la. Porém só se recusou a uma única coisa: beijá-lo. “Deus me livre. Completo 100 anos com minha boca virgem. Ela é sagrada e só a usei para comer e beber. Mais nada. Nunca beijei meu marido e nem namorado”, reforça. Para a vovó, o beijo é algo repugnante e critica quem o faz. “Não sei como uma pessoa consegue fazer isso. Dá nojo. Sempre falo para os meus netos largarem mão disso porque não consigo ver lucro na tal prática”, avalia.

     O ato, tão comum nos dias atuais e até mesmo iniciando precocemente na vida de adolescentes, nunca integrou o rol de experiências da vovó. Esse é o grande tabu, que a aposentada confessa ter e garante que vai carregá-lo até a sepultura. Católica fervorosa, a abolição do beijo também é associada por Nympha como ato sagrado já que, segundo ela, é pela boca que proferimos bênção e maldição. “Como posso falar coisas de Deus se minha boca estiver suja? O beijo contamina”, pontua.

      Ao contrário do ritmo de vida associado às mulheres daquele período, Nympha garante ter quebrado algumas regras no casamento. Uma delas é quanto aos afazeres das mulheres. “Quando ele quis se casar comigo, eu disse que era feia, pobre e que nunca iria cozinhar e passar as roupas dele. Achei que não ia seguir em frente. Porém, ele aceitou e respondeu que isso não era problema, que mesmo assim eu valia a pena”, enfatizou.

                              Herança de vida
Emocionada ao falar sobre o passado, as lembranças correm pela mente, segundo a vovó Nympha, como é carinhosamente chamada por todos, a cada passo que dá no cemitério quando vai visitar o túmulo do companheiro, dos amigos e familiares. “Me lembro como se fosse hoje dos muitos momentos felizes em que vivi com as pessoas maravilhosas que Deus me permitiu conhecer, fazer amizade. Gosto de passear no cemitério por isso”, frisou. Mas rapidamente completa: “só não gosto da sensação do inevitável: a morte”.

        A melancolia dura pouco e vovó Nympha demonstra que esse não é seu assunto preferido. Apesar de ter um calendário de nascimento cabalístico (1º de novembro, de 1911 – 01/11/11), e ser de uma família de 11 irmãos, a aposentada conta que nasceu em um lar católico fervoroso e a herança cristã fez dela uma boa devota. Por isso, inicia as comemorações do aniversário com uma missa de Ação de Graças, realizadaem Santo Antôniode Leverger, a30 kmde Cuiabá, cidade onde nasceu e foi criada.

                        Na recordação
“Antigamente era arraial. Bem me lembro das pequenas casas e das pessoas que convivi naquele lugar. Saí de lá com 23 anos, quando me casei e fui para Cuiabá”, contou, ao G1. A comemoração da centenária ainda se estende nesta terça com um baile que será realizado à noite, em um bufê da capital. O vestido escolhido é o verde-azeitona, tom sereno que, segundo ela, aponta para a personalidade forte que garante ter. “Sempre fui impulsiva e ninguém podia comigo. Não dava moleza mesmo. Se falassem algo que eu não gostava, respondia à altura”.

        Filha de agricultores, Nympha trabalhou desde a infância na roça. Na lida do campo, aprendeu que precisava de “sustância”. Ainda hoje, come viradinho de feijão, carne de porco e nem pensa em trocar carne gorda por sopa, além de tomar um bom café da manhã. “Só falam de arrozinho, massinha, bolachinha. Essas comidas delicadas não dão força para a pessoa”, afirma.

                   Vitalidade
Por isso, conta que não deve abrir mão de hábitos no jantar, em que dançará a valsa do centenário, e que vai contar com um cardápio bem recheado. Como revela, os médicos e a família tentam convencê-la a moderar, mas a vovó não se intimida. “Gosto de comer. É um dos prazeres da vida. Só tive que parar com a cervejinha, pois, foi constatada labirintite. Aí não pude dar nenhuma bitoquinha, porque ou ficava tonta por um ou pelo outro (labirintite)”, disse, às gargalhadas.

        Nympha também reforça o fato de não ter nenhuma outra doença aparente e nem precisar tomar remédios controlados. “Minha saúde é de ferro. Ando sozinha na rua, as pessoas me param para conversar. Sou muito ativa e praticamente não fico parada. A gente vai fazer o que se não aproveitar a vida?”, argumentou. E o segredo da longevidade: “é o humor que trago comigo”.

        Satisfeita com o século bem vivido, vovó Nympha, de olho azul claro, o deixa bem estatelado quando descreve que tem cinco filhos, 15 netos, 23 bisnetos e um tataraneto, e que não deixou sonhos pelo caminho. “A felicidade me acompanha e acredito que a alegria nos faz viver mais. Também acho que cumpri minha missão. Sou feliz por tudo que vivi e por tudo que Deus me deu até aqui. Mas deixo que claro que ainda é cedo para morrer. Quero viver e muito”, reforça.

       Para contribuir com a longevidade, ela relata que as energias também vêm do tradicional guaraná em pó, que costuma beber desde quando era criança. “Meus pais me ensinaram a tomar desde cedo. Ele [guaraná] ajuda a evitar doenças e criei o hábito de sempre ingerir de manhã, bem cedinho”.

      Linda a historia de vida da centenaria B.V.. E se ela chegou aos 100 anos sem receber um beijo, daqui para frente não periga mais…..

 

 

Menino viaja da Bahia a Estiva escondido em caminhão de mamao

Adolescente de 12 anos foi encontrado quando a fome apertou

      Um menino de 12 anos saiu do município de Teixeira de Freitas (BA) e veio parar no Sul de Minas em Estiva, no Sul de Minas, escondido na carroceria de um caminhão que transportava mamão. Foram dois dias de viagem e mais de 1,1 mil quilômetros até a fome apertar e ele descer em um posto de combustíveis. “Ele (caminhoneiro) chegou, aí eu subiem cima. Elefoi abastecer, tombar banho, jantou, aí quando ele tava jantando eu tava arrumando a lona. Depois eu escondi, ele levantou a lona e não me viu”, conta ele.

O percurso foi feito em cerca de quarenta horas. O menino conta que dormiu a maior parte do tempo. Sem água, na hora em que a fome apertava, ele recorria aos mamões. “Eu só comi dois. Se eu comesse mais e ele (caminhoneiro) me pegasse, ele iria contar o mamão e eu teria que pagar, aí eu não tinha dinheiro. Não estava aguentando andar de fome. Eu estava todo duro, com dor na barriga de fome”, conta ele. Segundo o menino, a intenção dele era de chegarem São Paulo, mas o cansaço e principalmente a fome, fizeram com que ele descesse do caminhão.

O garoto só foi descoberto depois que um vigia do posto de combustíveis desconfiou e resolveu chamar a polícia. Desde então, a criança está sob responsabilidade do Conselho Tutelar de Estiva, mas ele fica na casa de uma conselheira. Por trás de um menino comunicativo, alegre, uma realidade triste. Esta não foi a primeira vez que ele fugiu de casa. Na Bahia, ele praticamente morava na rua.

Apesar de satisfeito e com vontade de ficar em Estiva, o menino não ficará no Sul de Minas. O juiz da cidade já determinou que ele retorne e agora o município vai viabilizar esse retorno, que ainda não tem nada definida.

Fonte EPTV

Para refletir….

O Principal  

   Na região do Tibete, conta uma lenda da tradição Sufi, que uma mulher muito pobre vagava pelas montanhas com sua filhinha em busca de alimento, quando ao passar pela porta de uma caverna, ouviu uma voz que lhe disse:

– Entre, aqui estão os maiores tesouros da Terra, mas não se esqueça do principal!

     A mulher, curiosa, entrou com sua filhinha na caverna e se viu diante de um imenso tesouro. Ouviu novamente a voz.

–  Pegue tudo que conseguir carregar. Você tem 30 minutos e depois desse tempo a porta se fechará e nunca mais abrirá. Mas não esqueça do principal.

     A mulher colocou sua filhinha no chão e começou a levar para fora tudo que podia carregar. Ouviu novamente a voz:

  – Seja mais rápida, faltam só três minutos. Leve tudo que puder, mas não se esqueça do principal. A mulher encheu seu avental e saiu da caverna ainda com a porta se fechando. Quando chegou lá fora, nem podia acreditar que tinha conseguido carregar tanta riqueza.

     Ao procurar sua filha, não a encontrou. Ela tinha ficado dentro da caverna. A riqueza durou pouco, mas a tristeza e a dor foram eternas.

     Ela se esqueceu do principal.

APA apreende bezerros por maus tratos…. Agora está fazendo uma vaquinha para alimentá-los

       Na sociedade das abelhas, o Zangão serve apenas para um rapido namorico com a Rainha e logo depois é devorado por ela. Na pecuaria leiteira os machos nem para isso servem. Logo que nascem são sacrificados e viram banquete de urubus ou então são vendidos a preço de banana para servir de recheio de cachorro quente… viram salsicha.

       L.G.A.J.R. 35 anos é um destes carniceiros que vive do abate destes tenros bezerrinhos descartados pelos fazendeiros que priorizam a produção de leite. Ele roda toda a região à procura dos inocentes gabiruzinhos malhados e os leva para o frigorifico.

      Não é uma atividade digamos, muito catolica, mas, vá lá… afinal mais cedo ou mais tarde os chifrudinhos irão virar churrasco, mesmo…. O que não se pode é matá-los à mingua, de fome, de sede e de desconforto. Enquanto não são apresentados ao carrasco no frigorifico, os bichinhos tem direito à comida, agua e transporte digno, pois são seres vivos.

       L.G. no entanto não parece estar nem um pouco preocupado com o bem estar dos bezerros que compra, condenados à morte. Na quarta feira, depois de rodar pelas fazendas da região comprando os malhadinhos para fazer salsicha, ele parou sua caminhonete F.1000 na esquina na rua Vista Alegre e foi encher o pandú num restaurante popular ali em frente. Enquanto isso sua carga animal, mais animal impossivel, 11 bezerrinhos recem-nascidos, todos amarrados pelas patas, ficaram amontoados na carroceria da caminhonete expostos ao sol escaldante da estação, como se fossem ‘bichos para o abate’. Se os filhotes tiveram o azar de ir parar justamente na caminhonete do malvado carniceiro, ele também não teve muita sorte… parou a caminhonete justamente em frente a residencia do diretor da Sociedade Protetora dos Animais de Santa Rita, Rafael Ferrari!!!

       Indignado com os maus tratos impigidos ao bezerros, Rafael chamou os homens da lei e com ajuda de populares e outros membros da sociedade, impediu a saida da caminhonete do local. Os bezerros foram apreendidos pela policia e depositados precariamente à SPA, sendo levados para um curral onde receberão os cuidados necessarios. Dada a conjuntura da situação, no futuro, quando os bezerros se tornarem garrotes, marrucos reprodutores ou virarem churrasco, a justiça poderá autorizar o leilão dos mesmos e reverter a renda para a S.P dos Animais.

        O insensivel dono dos bichinhos contou uma historia para boi dormir. Primeiro disse que era policial, depois disse que os animais estavam em outro caminhão, mas o mesmo quebrou e para terminar explicou que pararam apenas alguns minutos no restaurante antes de seguirem para São Gonçalo do Sapucaí. Não tapou com a peneira, nem o sol e nem os bezerros. Aliás, mais uns minutos amontoados debaixo do sol do meio dia virariam churrasco… Além de ficar sem os bezerros, L.G. vai responder a processo por maus tratos de animais.

       A Sociedade Protetora dos Animais resolveu o problema dos bezerros mas criou um outro ainda maior para si propria. Como alimentar 11 bezerrinhos malhados sem mãe???? Nos primeiros meses de vida eles só ‘comem’ leite. E não é um leite qualquer. É um leite especial, à base de ‘colostro’, aquele que toda mãe produz nos primeiros meses de lactação. Ele é produzido comercialmente e vendido na Coper Rita mas custa um preço também ‘especial’. Um pacote que dá para alimentar o time de bezerros por dois dias custa R$34 reais!!!

       A SPA salvou os filhotes de morrer à mingua e de insolação, agora precisa da ajuda do internauta para salvá-los da inanição. Por isso está fazendo uma vaquinha para alimentar os bezerros.

       Faça sua parte. Doe leite. Ajude a criar o churrasquinho de amanhã… sem toxina.

Retrato da educação no Brasil

      Terminou outro dia a greve – recorde – de 112 dias dos professores de Minas. Aliás, terminou como todas as outras nos anos anteriores; com os professores com uma mão na frente e outra atrás. Enquanto isso, os estudantes brasileiros se formam, recebem seus canudos e ingressam  na faculdade ou no mercado de trabalho escrevendo assim:

        A placa está ali a quinhentos metros da cidade de Santa Rita, saída para Pouso Alegre, na descida do bairro Serrinha, acima da ‘vivenda’ do “Psicoteca” – Aliás, ‘psicoteca’ é corruptela de ‘psicotécnica’, resultado da cultura ou incultura do Sr. Sebastião ao pronunciar tal palavra – há cinco anos, desde a conclusão das obras de recapeamento e ampliação da BR 459.

      O erro não é somente gráfico, mas também fonético, afinal cachoeiiiiiiiira soa bem diferente de cachoiêêêêêêêêra….

      De quem é a culpa?

      Do funcionário do DENIT/DER que mandou pintar a placa? Ou do ‘profissional’ que pintou a dita cuja? De ambos. E acrescento ainda mais dois culpados. O cidadão cachoeirense e a escola.

      O funcionário do DENIT ou encarregado da obra deveria escrever no papel os dizeres a serem pintados e conferir a ‘obra’ depois de pronta. O ‘artista’ que pegou no pincel, se não sabia escrever, deveria consultar quem sabe antes de ‘pintar o sete’.

      Tudo bem, não dá para esperar muito destes dois; um é empregado do governo e fiscalizando ou não a qualidade da obra, vai receber seu polpudo salário no fim do mês – Aliás, obra do DENIT… Põe polpudo nisso!!! O outro, tanto faz; cachoeira, cachoiera ou cachorreira … o que importa é que o dimdim ‘escorra’ para seu bolso.

     Mas e o cidadão cachoeirense??? Por ali passam diariamente centenas de cachoeirenses todos os dias… será que não sentem nem mesmo um arranhão no orgulho ao verem o nome de sua cidade escrito de forma errada? Ou será que nunca repararam?

      Bem, se o cidadão ‘cachoierense’ não se importa em ver o nome de sua cidade deturpado, se o funcionário do DENIT não se importa em ver a competência do seu trabalho atestada e se o pintor de placas não se importa em pintar publicamente sua ignorância, desculpem-me. Deixem a placa lá. Serve ao menos para alguns motoristas mais atentos se distrair na viagem, pintando comentários pejorativos sobre os três. Enquanto isso, os governos deixam seus estudantes meses sem aula por causa de cento e poucos reais e se justificam dizendo que estão cumprindo a lei… Mais correto seria se tivessem pintado; “Cachorrada” dos polit….”, bem, deixa prá lá…

      Não se surpreendam se na próxima placa escreverem “Cachorreira” de Minas….