Se não é o mais lido… é o mais conhecido!

Lançamento no Serra Sul Shopinng…
Faz onze anos que os “Meninos que vi crescer” circulam pelas redes sociais, pousam em estantes e cabeceiras, se oferecem na biblioteca municipal. É o meu primeiro livro. Se não é o mais lido, é o mais conhecido.
“Meninos que vi crescer” despertam muitas sensações e sentimentos …
Alguns leitores se emocionam com o drama das mães de “Pedrinho e Gegê” e se chocam ao saberem que “Assim nascem os nóias”…
Outros se divertem com a descontraída história de “O Lobo & o Carneiro”… e os carrapatos!
Alguns leitores se perguntam:
– Será que o Robertinho poderia ter evitado a morte dos irmãozinhos Montevecchio na beira da lagoa na Airton Sena?
Logo no início do livro os leitores exclamam em silencio:
– Então foram assim “Os últimos dias de Fernando da Gata”?
Também no começo do livro o leitor curioso vai saber o que aconteceu em Cambuí, n“O dia em que fumei maconha”! E vai se assustar com o que aconteceu com o nóia Celso, meu ‘parceiro de baforadas’, numa casinha no alto da serra de Bom Repouso três meses depois!
Ao terminar a leitura do trágico crime acontecido na noite de Natal, na bucólica Pouso Alegre dos anos 50, o leitor deixa escapar:
– “Nossa! Então foi assim “A verdadeira história do Beco do Crime”! Parece a história de ‘Romeu & Julieta’!
Em “Peixinho e Eu” o leitor vai viajar para Campinas para presenciar o encontro do policial com seu algoz de infância!…
O leitor de toda região do Sul de Minas vai saber finalmente quem foi “Chiquinho”, o “Coisa Ruim da Borda”! Vai até sentir um pouco do medo que eu senti naquela tarde quando visitei o carcomido casarão onde o capeta morou nos primeiros meses de 1953!
Na história de Godô, o garoto que aos 12 anos assaltou meu filho, o leitor perceberá que quanto mais cedo se entra no crime, mais difícil é sair dele!
No meio do livro o leitor fará uma pausa nas histórias tristes para conhecer “O Detetive forasteiro e a médica voluntaria”, uma história que por si só já daria um romance de final feliz!

Lançamento em Santa Rita do Sapucaí…
Na página 309 o leitor verá que o simples furto de um aparelho celular da esposa de um detetive, cometido por um garotinho que roubou sua primeira bolsa aos 9 anos de idade, levou a polícia civil à maior apreensão de maconha do Estado… 5 toneladas! O dono da maconha, ‘menino que vi crescer’, selou seu destino naquele tenso sábado ao reagir à prisão!
O leitor saudosista fará uma viagem ao início dos anos 80, aos quase primórdios da Policia Civil na cidade, com a história de “Monteiro e os quase 40 ladrões do Bagdá”! E vai ficar de boca aberta ao constatar quem eram seus intrujões!
Antes de sentir um frio na espinha com a história de “Renanzinho, o psicopata da cabeleireira” – assassinada no dia 06 de agosto -, o leitor fará outra tensa viagem ao início do século dezenove, até parar na deliciosa década de 1970 para descobrir como “… surgiu o Ribeirão das Mortes”.
Antes de percorrer as 469 páginas do livro, o leitor terá conhecido os malvados irmãos Molina, de Cambui; a vida torta de “Valeria de Camanducaia”; a rebeldia sem causa da aborrescente “Amelinha” de Santa Rita do Sapucaí; O Justiceiro do Recanto das Margaridas; Perfex o menino mau; Foguinho, o meliante que comeu lichia no meu quintal; Giuliano, o “dimenor” que me fez transgredir a lei… E ainda Tuca Maia, Tiziu, Renê Cabinho, os sanguinários irmãos “Chico & e Reanir”, Manoelzinho, Aguinaldinho, Eduardinho e tantos outros “meninos que vi crescer” e se bandearem para a trilha sombria e perigosa e sem volta do crime! Quase todos já passaram para o ‘andar de baixo’!
Apesar do desfecho triste de quase todas as histórias, é um livro leve. Histórias vividas ou investigadas, e contadas sem heroísmo e com muito bom humor. Impossível não achar graça nas abordagens do detetive Teobaldo ao Engraxate Cantor! Impossível não rir com o cachorro vira-latas sentado debaixo do pé de limão ‘tirando pelo’ do detetive de primeira viagem quando “o adubo do Brejal foi por água abaixo”! Impossível não se divertir com “Um processo para ficar nos anais da história forense”, quando o requerente pede perdão à requerida e o sisudo Homem da Capa Preta comemora a decisão tomando canecas de chimarrão!
Além de despertar medos, emoções e outros sentimentos, MENINOS QUE VI CRESCER suscita também algumas indagações:
– Poderiam os “meninos” ter um destino diferente?
– Será que eu estou dando a meu filho a atenção que ele precisa?
– Onde está meu filho agora?
Cada leitor encontrará sua própria resposta. Para isso ele precisa viajar pelas páginas do livro e conhecer cada história.
MENINOS QUE VI CRESCER pode ser encontrado nas livrarias da região, na Amazon ou do WhatsApp (35) 9.9802-3113, R$ 59,90.