Silvio Santos… Enterrado vivo!!!

La dentro da DP Maria Augusta respondeu até o que não foi perguntado... Aqui fora não abriu a boca!

La dentro da DP Maria Augusta respondeu até o que não foi perguntado… Aqui fora não abriu a boca!

A ré confessa de ocultação de cadáver, Maria Augusta Vilela Tavares – agora acusada de cumplicidade no assassinato do marido Silvio Tavares dos Santos em São Gonçalo do Sapucaí – sentou-se ao piano do delegado Diego Bruno Nascimento na tarde desta quarta, 18. Além do que já havia contado à promotora quando foi delatar o próprio crime, no dia 10, Maria Augusta acrescentou alguns detalhes ao sinistro. Aliás, o que Maria Augusta insistiu muito e fez questão de contar ao jovem delegado, foram os motivos que a levaram às desavenças com o marido até mata-lo. Para a advogada homicida, o calvário da família, que culminou com o sepultamento do marido ainda vivo no quintal de casa, começou há oito anos, quando sua filha, a homicida Abigail, foi fazer estagio na Delegacia de Policia e teria, segundo Maria Augusta, sido assediada pelo delegado da comarca. Desde então as brigas entre o casal eram constantes por conta do citado assedio que ela, Maria Augusta, não teria evitado. Apesar de frisar que seu calvário começou naquele ano, ela faz questão também de frisar o nome do psicólogo e do psiquiatra que trata a família – ela, a filha e o marido morto – há trinta anos.
Alternando momentos de extremo discernimento, no que se refere a seus direitos como cidadã e advogada, com momentos de “não diz coisa com coisa”, Maria Augusta explicou porque teve que enterrar o marido no quintal ao invés de comunicar a policia…
– Quando vi que ele estava sem pulso, gelado, duro, falei pra minha filha que tínhamos que avisar a policia! Ela então ‘entrou em surto’! Disse que se eu chamasse a policia ela se mataria…! Escolhi enterrar meu marido e salvar minha filha – Disse ela com naturalidade.
As declarações de Maria Augusta são ligeiramente confusas e controversas. Ora ela faz questão de esclarecer detalhes e responder perguntas não formuladas pelo delegado… Ora diz com todas as letras que o delegado deve interrogar tal ou qual pessoa, como por exemplo quando ele pergunta sobre sua militância na advocacia…
– Isso o Sr. tem que perguntar ao representante da OAB de São Gonçalo!
Instada sobre quem mais tinha conhecimento do macambuzio crime, ela respondeu – diversas vezes…
– Só eu, minha filha e Deus!
Segundo as declarações de Maria Augusta o crime aconteceu no final da tarde do sábado, 28 de fevereiro, quando o marido chegou em casa exaltado e ela tentou dar-lhe o medicamento costumeiro.
– Ele estava muito agressivo, com uma faca na mão… Quando eu lhe dei o primeiro medicamento ele ficou ainda mais agressivo e tentou me agredir com uma pá! Neste momento minha filha o segurou pelo pescoço até que ele desmaiou e parou de reagir. Quando ele sem movimentos, minha filha apavorou e entrou em surto, começou chorar. Nós o colocamos na cama e ele foi esfriando, ficando duro e gelado. Então eu disse que tínhamos que chamar a policia… Foi quando minha filha respondeu apavorada que se eu chamasse a policia ela se mataria!
O enterro do advogado aconteceu no inicio da noite, após ambas – mãe e filha – se alternarem cavando a ‘sepultura’ com enxada e pá no quintal! Ela afirmou ainda que só comunicou o fato às autoridades depois de internar a filha na clinica psiquiátrica em São João dos Campos.
– Primeiro fui cuidar de quem estava vivo, por isso fui internar minha filha… Depois fui cuidar do morto – Diz a advogada como se estivesse seguindo os rituais de processo qualquer.
A audiência de Maria Augusta aconteceu na Delegacia da cidade Careaçu, onde responde pelo expediente o delegado Diego Bruno, presidente do IP que apura os fatos. Do lado de fora do velho e arcaico predinho da rua Joaquim Lopes Siqueira, ao lado da janelinha, podia-se ouvir o interrogatório. A assassina chegou pontualmente às duas da tarde acompanhada de um filho e de um irmão, e saiu duas horas e quinze minutos depois, sem falar com a imprensa… Mas não conseguiu escapar dos flashes.
Abigail Samara, que aplicou o ‘gogó’ no pai até coloca-lo fora de ação e o enterrou ainda vivo no quintal da casa, continua internada numa clinica psiquiátrica de São Jose dos Campos onde deverá ser interrogada pelo mesmo delegado nos próximos dias.

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