A noticia que ‘canabistas’ e ‘nóias’ de todo país queria, chegou! Agora qualquer cidadão que queira dar uns tapas na erva ‘marvada’, sem se preocupar com a polícia, já pode comprar até 10 baseados por vez nas farmácias…
… Do Uruguai!
Lei criada durante o governo do presidente Jose Mujica, em 2013, transformou o Uruguai no primeiro país do mundo a regular a produção e compra e venda de maconha para uso recreativo, medicinal e científico.
Desde o mês de julho passado, a droga já pode ser adquirida nas farmácias credenciadas do pais vizinho.
Apesar de liberada, a droga também chamada de ‘marijuana’ não será comercializada como se fosse a casa da ‘Mãe Joana”, não!
A maconha recreativa somente poderá ser adquirida em farmácias credenciadas pelo governo uruguaio.
Até o momento 50 das 1200 farmácias do país já se cadastraram para vender a erva cheirosa de forma legal.
Para adquiri-la o consumidor terá que se cadastrar previamente no sistema. E poderá comprar apenas pacotinhos de 10 gramas, – o que equivalente a dez baseados – por semana, ou seja: no máximo 40 baseados por mês!
As farmácias terão um dispositivo que reconhecerá as impressões digitais dos cidadãos inscritos e indicará a quantidade de maconha que podem adquirir.
Apesar de liberada, a droga não terá propaganda e nem ficará à vista nas farmácias autorizadas a comercializá-la. Além disso, cada farmácia poderá manter em estoque apenas a quantidade determinada pelo governo de acordo com a demanda de ‘canabistas’ inscritos no sistema.
A grama de maconha deverá custar para o canabista o equivalente a US$ 1,2, ou R$ 3,90, oitenta por cento do preço médio que um ‘nóia’ paga pelo baseado no cambio negro, ou seja; no trafico aqui no Brasil!
Embora afirme que a preferência na venda da droga será das farmácias, que visem a “promoção da saúde”, a própria JND-Junta Nacional de Drogas, não nega que, além das farmácias, a maconha será vendida também em outros tipos de estabelecimentos!
O uso cientifico e medicinal, embora já previsto na Lei de 2013, ainda não foi regulamentado.
Apenas duas empresas, a Iccorp e a Simbiosys, estão autorizadas a produzir maconha recreativa e distribui-la no mercado uruguaio.
Será que vai dar certo…?
Na Holanda, um dos cinco países mais evoluídos do mundo… não deu!

